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quinta-feira, 6 de julho de 2017

Gol passará a ser produzido exclusivamente em Taubaté

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A Volkswagen anunciou, durante evento realizado na manhã desta quarta-feira (5), que o Gol passará a ser produzido apenas na unidade de Taubaté a partir do final deste mês. O modelo é fabricado em Taubaté, desde 1980. Mas, desde 1994, a fabricação era compartilhada com a planta de São Bernardo do Campo.
Segundo o presidente da Volkswagen no Brasil, David Powels, Taubaté sempre foi a fábrica do Gol. “Essa unidade [de Taubaté] contará então com três automóveis exclusivos: o Gol, o Voyage e o Up!”, disse.
Segundo ele, a partir de agora a fábrica Anchieta, que deixará de produzir o Gol, passará a produzir outros dois novos modelos: o Polo, que chega ao mercado no último trimestre do ano, e o Virtus, previsto para o primeiro semestre de 2018.
Atualmente a fábrica de Taubaté produz cerca de 900 carros por dia. Deste total, 457 serão do modelo Gol.
“É uma reorganização da produção com o objetivo de dar maior produtividade em nossas unidades, com um maior foco logístico e maior eficiência”, disse Powels.
O presidente  garantiu que o modelo ainda terá vida longa. "O Gol é o nosso principal produto. Não há nenhuma possibilidade que ele saia de linha", disse.

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Trabalhadores na linha de produção da fábrica, que agora será a única a produzir o Gol
Pedro Ivo Prates/Meon
Mudança não deve gerar empregos
Apesar da boa notícia, Powels deixou claro que a exclusividade na fabricação do Gol não refletirá em novas contratações na fábrica de Taubaté.
Nós vamos manter o nível de emprego na unidade. Mas não há previsão de novas contratações por conta das mudanças”, disse.
Ele também foi evasivo quando questionado sobre a garantia de emprego aos trabalhadores da planta. "Estamos com um PDV (Programa de Demissão Voluntária) aberto. Isso [o PDV] vai continuar", disse.

Apoio sindical
Em seu discurso, Powels disse que a Volks passou por uma das maiores reestruturações da empresa. Entre as ações que contribuíram para isso ele destacou os acordos trabalhistas firmados com os sindicatos, incluindo o de Taubaté, com validade pelos próximos cinco anos.
“Os acordos firmados permitiram redução de custos, readequação de efetivo e aumento de nossa flexibilidade. A Volkswagen foi a primeira a firmar acordos de cinco anos em todas as suas unidades e nos orgulhamos em dizer que isso foi atingido sem nenhum dia de greve”, disse.
O presidente do Sindicato de Taubaté, Hernani de Oliveira Lobato, que estava no evento, disse ter recebido com bons olhos a notícia de que a produção do Gol virá toda para Taubaté. “O Gol é um carro que tem certeza de mercado e, com certeza, essa notícia traz tranquilidade. A produção do Gol voltar para Taubaté se deve em grande parte aos trabalhadores, com mão de obra valorizada”, disse.

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Fábrica de Taubaté produz cerca de 900 carros por dia; metade da produção será do modelo Gol
Pedro Ivo Prates/Meon
Anfavea vê sinais de crescimento do mercado
A Anfavea divulga nesta quinta-feira (6) os resultados da indústria automobilística no semestre. No entanto, o presidente da Anfavea, Antonio Megale, que estava na cerimônia da Volks,  adiantou que os números mostrarão o início do crescimento do mercado.
“Tínhamos uma previsão de 12% de crescimento este ano. Mas já sabemos que esse número vai superar essa previsão e é bem provável que se aproxime dos 20%”, disse.
Segundo ele, o bom resultado se deve em grande parte às exportações, que estão em uma crescente. “Até maio já tínhamos 307 mil unidades exportadas e a expectativa é que chegue a 700 mil unidades destinadas à exportação até o final do ano”, disse.
O aumento da produção, segundo ele, traz um alento às montadoras que estavam  com uma grande capacidade ociosa. “Elas [as montadoras] estão começando a utilizar a capacidade ociosa e estamos com a expectativa que o mercado interno também comece a apresentar sinais de crescimento no segundo semestre”, disse.
Segundo ele, o país tem atualmente a capacidade instalada de produzir 5 milhões de veículos por dia. Atualmente a produção atinge metade disso –cerca de 2,5 mihões de unidades. “A capacidade ociosa em torno de 50% ainda mostra um cenário muito dramático, mas há sinais de que isso possa mudar nos próximos meses”, disse.

fonte: Meon Notícias

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