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Santos  Passa o rolo compressor em 

cima do timão, enterra  5


Arouca comemora primeiro gol do Santos contra o Corinthians



















O Santos passou por cima do Corinthians no primeiro clássico do Campeonato Paulista e saiu da Vila Belmiro com uma goleada por 5 a 1, nesta quarta-feira, na quarta rodada da competição.
Apesar do calor e mesmo sendo início de temporada, as duas equipes fizeram um jogo bastante movimentado. Três dos cinco gols da partida foram marcados nos 25 minutos iniciais.
Até o intervalo, embora menos organizado dentro de campo, o time comandado por Mano Menezes conseguiu equilibrar o duelo. Depois, porém, foi facilmente superado pelo adversário, que encontrou espaço de sobra na defesa corintiana.
Arouca abriu o placar na Vila aos 12 min do primeiro tempo. Gabriel, aos 22, ampliou a vantagem. Os visitantes conseguiram diminuir a diferença com um chute de Guilherme, no minuto seguinte.
Na volta dos vestiários, já aos 2 min, Thiago Ribeiro, fez o terceiro gol do Santos, Bruno Peres, aos 17, também deixou o seu. Quando o placar parecia definido, Thiago Ribeiro apareceu de novo aos 32 min e completou a goleada.
Com o resultado desta noite, a equipe santista chegou à liderança do Grupo C, que tem ainda São Bernardo, Ponte Preta, Portuguesa e Paulista. São 10 pontos no total -três vitórias e um empate.
Já o Corinthians, que venceu dois jogos e perdeu os outros dois (seis pontos), é o segundo colocado do Grupo A, atrás do líder Botafogo (nove).
O próximo desafio do Santos no Paulista é no sábado, às 19h30, na Vila Belmiro. Domingo, às 17h, o Corinthians tenta se reabilitar diante da Ponte Preta, no Moisés Lucarelli, em Campinas.
Adriano Vizoni/Folhapress
Arouca comemora primeiro gol do Santos contra o Corinthians
O JOGO
Em noite inspirada de Arouca, o Santos entrou em campo mais organizado e ofensivo: Geuvânio, Thiago Ribeiro e Gabriel formaram a linha de três atacantes.
Mano Menezes, ainda experimentando variações no Corinthians, preferiu manter a escalação que venceu as duas primeiras rodadas do Campeonato Paulista, com Romarinho e Guerrero no ataque.
Já aos 12 min do primeiro tempo, Walter defendeu uma bela cabeçada de Alan Santos, mas não conseguiu barrar o chute de Arouca, que aproveitou o rebote de fora da área: 1 a 0.
Dez minutos mais tarde, aos 22, Cicinho apoiou da direita, a zaga afastou parcialmente, e Arouca levantou a bola na área com precisão, na cabeça de Gabriel. O atacante de 17 anos mandou no fundo da rede e ampliou a vantagem.
O time visitante não se abateu. No minuto seguinte, Guilherme recebeu de Guerrero e, de longa distância, chutou rasteiro, diminuindo o placar.
Antes do intervalo, Guerrero reclamou -com razão- de um pênalti de Gustavo Henrique não assinalado por Paulo César de Oliveira. Na sequência, Ralf fez falta semelhante dentro da área em Cicinho, e o árbitro também mandou seguir o jogo.
Um gol relâmpago de Thiago Ribeiro aos 2 min da etapa complementar, após jogada iniciada por Arouca, mudou os rumos da partida.
Obrigado a buscar o resultado, o Corinthians se abriu demais e deu espaço de sobra para o adversário, que aproveitou muito bem os contra-ataques.
Aos 17 min, Geuvânio driblou Ralf, invadiu a área e cruzou para trás. Bruno Peres chutou e marcou o terceiro gol do Santos.
A partir daí, os visitantes não conseguiram fazer quase nada, exceto levar dois cartões amarelos por causa de faltas seguidas de discussões.
Quando o placar parecia definido, Thiago Ribeiro apareceu de novo, depois de mais uma ótima assistência de Arouca, e completou a goleada em 5 a 1. 




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GALO DIZ ADEUS AO MUNDIAL





ATLÉTICO NÃO SE ENCONTRA EM CAMPO


O técnico Nabil Maaloul armou muito bem o time do Raja, com uma linha compacta de quatro jogadores defensivos, destacando ainda dois atletas responsáveis por puxar os contra-ataques. A tática favoreceu principalmente nos momentos em que o Atlético não soube fazer uma transição adequada entre a defesa e o ataque, pecando na saída de bola. Quando melhorou no passe, girando e modificando as jogadas, o Galo passou a ser mais incisivo em campo. Aos 20 minutos, Jô aproveitou cruzamento rasteiro de Lucas Cândido e o time mineiro por pouco não abriu o placar.
Motivado pela torcida local, o Raja aproveitava os espaços oferecidos pelo Atlético e respondia com frequentes bolas aéreas jogadas ao gol de Victor. Pelo lado alvinegro, quando Marcos Rocha alçou a bola na área, Fernandinho pegou a sobra e chutou rasteiro, à esquerda da trave. 
Aos 35 minutos, Victor fez milagre. O Raja desceu com velocidade, Karrouchy cruzou pela esquerda, Moutaouali pegou de primeira e o espalmou no reflexo. Pouco tempo depois, nova descida, agora pela direita. Moutaouali chutou cruzado na saída de Victor, mas a bola foi para fora. Em suma, o Atlético finalizou mais nos primeiros 45 minutos, mas, aproveitando principalmente as falhas na cobertura defensiva, o Raja foi quem levou mais perigo.
NOITE PARA O GALO ESQUECER
Com uma postura pouco mais para frente, mas pecando pelos mesmos erros, o Atlético voltou para o segundo tempo e levou o primeiro gol logo no início. Em contra-ataque mortal, Lajaour chutou rasteiro, na entrada da área, no cantinho de Victor. Banho de água fria para o time de Cuca. O time da casa poderia até ampliar, em novo contra-ataque. Chtibi balançou as redes, mas a arbitragem já assinalava impedimento.

Ronaldinho deixa sua marca, mas Galo não consegue avançar (Foto:Pedro Vilela/ Lance!Press )
Cuca imprimiu as entradas de Donizete e Luan em seguida ao gol. Mas foi Ronaldinho o responsável por fazer a diferença. Em cobrança magistral, o camisa 10 cobrou falta no contra pé do goleiro e empatou a partida. A bola ainda tocou caprichosamente na trave antes de entrar.
O gol deu a confiança que o Atlético precisava. Leandro Donizete entrou bem na partida, e o Atlético aumentou consideravelmente suas ações ofensivas. O Raja diminuiu o ímpeto e se limitava a atacar pelo lado direito do campo. Mas, em novo contra-ataque, o Raja chegou ao segundo gol. Iajaour caiu na área e o árbitro marcou falta de Rever. Pênati que Moutaouali bateu e marcou a menos de dez minutos do fim.
Mais uma vez, seria preciso acreditar. Mas não deu. Desorganizado e na base do desespero, o Galo foi pra cima nos últimos minutos, mas ainda cabia, em novo contra-golpe, o gol para decretar a derrota alvinegra. Autor de dois gols, Moutaouali invade a área, encobre Victor e carimba o travessão. Na volta, Mabide decreta o fim do sonho atleticano: 3 a 1 placar final.
FICHA TÉCNICA:
RAJA CASABLANCA 3 x 1 ATLÉTICO-MG

Competição: Mundial de Clubes
Local: Grande Estádio de Marrakesh
Data/hora: 18/12/2013, às 17h30 (de Brasília)
Árbitro: Carlos Velasco Carballo
Assistentes: Roberto Alonso Fernandez e Juan Carlos Yuste Jimenez

Cartão amarelo: Rever (CAM)
Cartões vermelhos: Não houve.
GOLS: Moutaouali, 5'/2ºT (1-0); Ronaldinho Gaúcho, 17'/2ºT (1-1); Moutaouali (38'/2ºT) e Mabidi, 49'/2ºT (3-1)

Raja Casablanca: Askri; El Hachimi, Adil Karrouchy, Mohamed Oulhaj e Benlamalem; Erraki, Guehi, Chtibi (Vivien Mabidi - 10'/2ºT) e Moutaouali; Iajour (Coulibaly - 42'/2ºT) e Hafidi (Déo Kanda - 30'/2ºT). Técnico: Nabil Maaloul.

Atlético-MG: Victor; Marcos Rocha (Luan, 17'/2ºT), Leonardo Silva, Réver e Lucas Cândido (Alecsandro - 40'/2ºT); Pierre, Josué (Leandro Donizete - 12'/2ºT); Tardelli, Ronaldinho e Fernandinho; Jô. Técnico: Cuca


fonte: http://www.lancenet.com.br/atletico-mineiro/Raja-Casablanca-Atletico-MG_0_1049895148.html#ixzz2nt71w7lD 




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Um erro na
escalação pode rebaixar a Portuguesa para série B no  Brasileirão


      Um erro na última rodada do Campeonato Brasileiro pode custar muito caro à Portuguesa. Expulso contra o Bahia, o meia Héverton cumpriu suspensão automática diante da Ponte Preta e foi julgado na última sexta-feira pela 4ª Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Pegou dois jogos de suspensão e deveria cumprir mais um contra o Grêmio no último domingo. Mas foi relacionado e entrou aos 32 minutos do segundo tempo do empate por 0 a 0 contra a equipe gaúcha.
O STJD já está ciente do caso e, segundo o procurador geral Paulo Schmitt, a CBF deve enviar ao Tribunal uma notícia de infração nesta quarta-feira. A própria CBF entrou em contato com a entidade nesta terça-feira para perguntar se Héverton havia conseguido um efeito suspensivo para entrar em campo. A resposta foi negativa. A punição seria a perda de quatro pontos (três + o número de pontos conquistado no jogo), situação que rebaixaria a Lusa para a Segunda Divisão com 44 pontos e salvaria o Fluminense.
Ainda segundo Schmitt, o lateral-esquerdo André Santos, do Flamengo, também teria atuado de forma irregular na última rodada. Expulso contra o Atlético-PR na segunda partida da final da Copa do Brasil, o jogador foi outro a ser julgado na última sexta e pegou um jogo, mas mesmo assim enfrentou o Cruzeiro no sábado. André tinha ficado fora do jogo contra o Vitória, primeiro depois da final contra o Furacão, mas ele não contou como suspensão. Por ser partida de outra competição, ela não é tida como caso de automática. Somente após o julgamento da última sexta ficou caracterizada a necessidade de se cumprir a punição por parte de André Santos. A situação é descrita no artigo 171 do CBJD:  Art. 171. A suspensão por partida, prova ou equivalente será cumprida na mesma competição, torneio ou campeonato em que se verificou a infração.

§ 1º Quando a suspensão não puder ser cumprida na mesma competição,
campeonato ou torneio em que se verificou a infração, deverá ser cumprida na partida, prova ou equivalente subsequente de competição, campeonato ou torneio realizado pela mesma entidade de administração ou, desde que requerido pelo punido e a critério do Presidente do
órgão judicante, na forma de medida de interesse social. (NR).
Documento Julgamento Portuguesa (Foto: Reprodução)Trecho indica a punição de dois jogos a Heverton no julgamento de sexta-feira (Foto: Reprodução)
A possível perda de quatro pontos do Rubro-Negro, no entanto, não mudaria a classificação final da competição uma vez que só aconteceria aliada à punição da Lusa. Nesse caso, a zona do rebaixamento ficaria com Náutico (20), Ponte Preta (37), Vasco (44) e Portuguesa (44). O Fla ficaria na 16ª posição, com 45 pontos. O clube avisou que só vai se pronunciar depois de notificado.
- Oficialmente ainda não recebi nada. Mas informação que me passaram é que a CBF vai encaminhar nesta quarta-feira um comunicado de irregularidade dos dois atletas (Héverton e André Santos). A partir disso, será elaborada uma denúncia e isso pode acarretar na perda de três pontos mais a quantidade de pontos conquistada pelo clube na partida. Ressuscitaram o Fluminense. Lógico que vão falar muito de tapetão, mas foi um erro da Portuguesa. A lei é para todos - resumiu o procurador Paulo Schmitt em entrevista ao GloboEsporte.com.
Punição passa a valer a partir do dia seguinte ao julgamento
Documento CBF Atleta irregular (Foto: Reprodução)Artigo 214 descreve as penalidades para o caso de escalação irregular de atleta (Foto: Reprodução)
A diretoria do Fluminense já foi informada do caso, mas não quis se pronunciar sobre o assunto. Ao ser informado da possível punição, o presidente eleito da Portuguesa, Ilídio Lico, se mostrou tranquilo e garantiu que confia em seu departamento jurídico.
 - Não estamos sabendo de nada. Estava na reunião da CBF, conversei com vários presidentes de clubes e esse assunto não foi tocado. Confio muito nos nossos departamentos jurídico e de futebol e tenho certeza de que jamais deixariam algo assim passar. Fluminense está procurando pelo em ovo, todos nós sabemos que não era nem para eles estarem aí. Que subam no campo. Tenho certeza de que não haverá  maiores consequências - disse.
Já o diretor de futebol da Lusa, Carlos Ferreira, afirma que o clube não foi notificado sobre a suspensão. Ele explica que, normalmente, o advogado que defende o jogador no STJD passa o resultado ao Departamento de Futebol e avisa sobre eventuais punições. Nesse caso, não houve nenhum aviso. 
- Normalmente, a notificação chega através do advogado que é o representante da Portuguesa na CBF. Ele recebe a informação e já passa para o nosso Jurídico. Com email, é tudo muito simultâneo. Quando um jogador leva o vermelho, nós já não o escalamos no jogo seguinte, é automático. Mas quando há mais jogos, tentamos reverter. Nem chegou a haver essa negociação porque não fomos informados - explicou, em entrevista à Rádio Globo. 

Osvaldo Sestário defendeu Héverton no caso. Ele não atendeu às ligações do GloboEsporte.com.
As punições impostas pelo STJD passam a valer no dia seguinte ao julgamento, como deixa claro o artigo 133 do CBJD, independentemente da publicação em órgãos oficiais.
"Art. 133: Proclamado o resultado do julgamento, a decisão produzirá efeitos imediatamente, independentemente de publicação ou da presença das partes ou de seus procuradores, desde que regularmente intimados para a sessão de julgamento, salvo na hipótese de decisão condenatória, cujos efeitos produzir-se-ão a partir do dia seguinte à proclamação. (Redação dada pela Resolução CNE nº 29 de 2009)". 
Recentemente, o técnico Vanderlei Luxemburgo, então no Fluminense, foi julgado e punido em um dia de jogo do Tricolor. Ele comandou a equipe normalmente e cumpriu a pena nas duas rodadas seguintes. No dia 2 de agosto, uma sexta-feira, o atacante Fred foi punido com quatro jogos por sua expulsão diante do Vasco. Ele só entrou em campo no domingo seguinte, contra a Ponte Preta, graças a um efeito suspensivo conseguido no sábado. Já no dia 1º de novembro, o apoiador Felipe também foi punido com dois jogos por seu cartão vermelho contra o Cruzeiro. Na ocasião, no entanto, o departamento jurídico tricolor não conseguiu o efeito suspensivo e o jogador ficou fora do Fla-Flu do dia 3.
Cruzeiro escapou de perder pontos
Há alguns dias, o Cruzeiro escapou da punição de perder pontos no Campeonato Brasileiro por causa da suposta escalação irregular do goleiro Elisson contra o Vasco, no Maracanã. A Quarta Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva absolveu o clube na última sexta-feira. O Cruzeiro poderia sofrer punição com perda de três pontos por causa da escalação, mas, ainda assim, não corria risco de perder o título antecipado do Brasileiro.
 
Relacionado para o jogo contra o Vasco, no Maracanã, Elisson, de 26 anos, estaria sem contrato válido com o Cruzeiro na data. O goleiro foi escalado com a camisa 40. A diretoria celeste informou que encaminhou o contrato do jogador no dia 3 de junho à Federação Mineira de Futebol (FMF), que por sua vez disse ter repassado as informações à CBF. 
 
Entretanto, na documentação não foi informada, segundo a Federação, a data final do vínculo do jogador, já que o último contrato terminava em 31 de dezembro de 2012. O departamento técnico sinalizou que uma possível falha no sistema de registros pode não ter salvado a informação da data final. 
Em 2010, Prudente perdeu pontos em situação parecida com a da Lusa
O Grêmio Prudente perdeu três pontos no Campeonato Brasileiro em agosto de 2010. Após julgamento no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), o clube foi punido pela escalação irregular do zagueiro Paulão na derrota para o Flamengo, na terceira rodada do torneio. A equipe já havia recebido a punição, mas recorreu e tentou o efeito suspensivo.
Paulão foi expulso na estreia do Brasileirão contra o Avaí. Foi suspenso por dois jogos, porém cumpriu apenas um. Ele entrou em campo contra o Flamengo na segunda etapa da partida do dia 23 de maio de 2010, no Maracanã, em que o time da casa venceu por 3 a 1.
Além de ter perdido os pontos, que deixaram o time de Presidente Prudente na penúltima colocação, com 12 pontos, o clube teve que pagar uma multa de R$ 1 mil. O jogador, que corria o risco de ser suspenso por até um ano, foi absolvido. O advogado do clube alegou que o atleta atuou por apenas 20 minutos e que sua escalação não trouxe benefícios ao Prudente. Ele tentou com isso uma punição mais leve, com a retirada de apenas um ponto, mas, por maioria de votos, foi mantida a decisão de primeira instância.
O clube se defendeu afirmando que a notificação da punição de dois jogos ao zagueiro só chegou aos dirigentes na segunda-feira, um dia após o confronto.
- Achamos que foi errada a forma como o clube foi notificado, apenas na segunda-feira, de um julgamento que ocorreu na sexta-feira após as 20h. Lamentamos a perda destes pontos, mas iremos trabalhar para que, dentro de campo, consigamos recuperar as posições que perdemos - afirmou na época o presidente do conselho deliberativo, Walter Sanches.



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Pais vivem drama durante jogo

 Atlético-PR x Vasco 



Segurando o filho, Marco Aurélio ainda conversa e pega na mão de um dos torcedores do Atlético-PRNo meio da pancadaria na Arena Joinville, duas histórias, dois dramas. Com os filhos
, Joel Meneghelli e Marco Aurélio dos Santos viram a morte de perto diante da selvageria de vascaínos e atleticanos. Joel segurou o filho Igor, de 11 anos. Marco abraçou Marcos Vinícius, de 7 anos, e pedia por paz. Ao contrário do publicado pelo EXTRA no início da tarde desta segunda-feira, Marco aparece na foto e não Joel.
– Quando eu vi aquela confusão, eu só pensei em sair dali pela saída que tinha na lateral, onde estava a torcida do Atlético. Nessa hora, vi que eles vinham se aproximando, e tomei uma decisão: ou fugia correndo e poderia tropeçar com o meu filho ou ficava onde estava. Preferi ficar ali no meio do confronto, assim eles me veriam e poderiam fazer nada. Só pensei em salvar meu filho– disse.
Marco narra os momentos dramáticos na arquibancada. Uma gangue de um lado, a outra vindo para o confronto. Ele levantou os braços. Até que um homem, com a camisa do Atlético-PR, apareceu para ajudá-los.
– Então veio um cara do Atlético e eu gritei não bate no meu filho não, é uma criança, pelo amor de Deus. O cara veio e me disse: “Não não, fica tranquilo”. Tinha a saída onde eles estavam e eu pedi para ele me ajudar a sair porque os caras que estavam com ele poderiam nos bater. Ele me deu a mão e me levou até a saída, tirando quem estava do lado. Aí a polícia entrou e não vi mais ele. Vi mais tarde, na TV, era aquele careca que estava caído. Daí voltei para a torcida do Vasco e consegui sair – contou, se referindo a um dos quatro torcedores que ficaram feridos.
Marco explica que sempre há policiamento nos jogos que acontecem na Arena Joinville, mas que não entendeu porque no domingo houve um descaso com a segurança.

Entre as cenas de brutalidade, um pai tenta defender seu filho enquanto torcedores correm para se degladiarem– Aquilo foi uma selvageria. Em 37 anos, eu nunca tinha visto isso. Se tivesse policiamento teria sido diferente. No jogo do Atlético-PR com o Flamengo teve policiamento, não sei porque agora não. Meu filho ama futebol e sonhava ser jogador. Agora não sei como será. Só Deus que colocou aquele casa na nossa frente, para nos salvar – falou.
Marco pede ainda que seu filho não fique traumatizado e possa voltar a assistir, em paz, um jogo de futebol.
– Vai marcar ele, é uma criança. Tomara que não deixe isso afetá-lo para a sempre – contou.









Entre as cenas de brutalidade, um pai tenta defender seu filho enquanto torcedores correm para se degladiarem Foto: Pedro Kirilos / O Globo

É uma marca na vida do pequeno Marcos Vinícius. E também de Igor Meneghelli, de 11 anos. Ao lado do pai, de 37 anos, ele viveu drama idêntico. O comerciante afirmou que também levantou as mãos, em pedido de trégua. Pois ali havia uma 

criança.Joel com a mulher Andreia e o filho Igor

– Foi um pânico. Quando vimos a torcida do Atlético-PR invadindo, eu só pensei em correr e sair dali. Corri em direção à saída, mas era justamente por onde os atleticanos estavam vindo. Fiquei parado, protegendo o meu filho e com a mão levantada. Estava sem camisa, sem nada. Na mesma hora um cara do atlético chegou e falou: “Não é contigo. O negócio é com a Força Jovem”. Meu filho só chorava e dizia: “Nós vamos morrer, nós vamos morrer”. Ele entrou em choque. Eu só rezei para que Deus nos protegesse – contou.
Joel e Igor saíram de Apiúna, a 150 quilômetros de Joinville, para assistir à partida. O comerciante afirmou que já havia acompanhado jogos do Vasco em São Januário e no Maracanã, mas nunca tinha presenciado tal selvageria, como definiu. E já decretou: não levará o filho mais ao estádio.
– Foram os R$ 150 mais mal gastos da minha vida. Meu filho nunca tinha ido ao estádio, mas nunca pensei que aconteceria essa selvageria. Já fui ao Maracanã com 100 mil pessoas e nunca aconteceu nada. Sou vascaíno, mas isso é uma vergonha. Enquanto tiver torcida organizada, nunca mais levo ele a um jogo, só se for no camarote e blindado – disse o comerciante, que afirma estar com sentimento de culpa. – Imagina se tivesse acontecido algo com o meu filho? Se a gente tivesse sido pisoteado, apanhado? Não voltaria de jeito nenhum com o meu filho. Ele é meu bem mais sagrado.
O vascaíno explicou que as duas torcidas já estavam se ameaçando antes mesmo de a partida começar. A primeira confusão começou no portão principal do estádio, se desencadeou dentro da Arena Joinville e quase continuou fora.
– Eu deixei de entrar na entrada principal com o meu filho quando os vi brigando ali. Entramos por trás. Mas como podem deixar apenas uma corda separando as duas torcidas? Na hora da confusão, os torcedores arrancaram as barras do corredor de proteção e parte da arquibancada para brigar. Ainda bem que consegui voltar no meio da confusão e colocar meu filho em cima da grade para ele pular e eu também – disse.



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A Copa do Mundo de 2014, no Brasil, será 

a primeira a ter um grupo com três 

campeões mundiais

A Copa do Mundo de 2014, no Brasil, será a primeira a ter um grupo com três campeões mundiais. São sete títulos numa mesma chave.
O fato foi facilitado porque a Fifa optou em deixar como cabeças de chave as equipes melhores ranqueadas. Desta forma, a Itália e a França acabaram ficando fora do pote 1 (dos favoritos), diferentemente do que ocorreu com Bélgica, Suíça e Colômbia, por exemplo.
A tetra Itália estará no grupo D ao lado de Uruguai, que já conquistou o título por duas vezes, e Inglaterra, campeã em uma oportunidade. A Costa Rica, outra equipe da chave, nunca venceu.
Dessas três equipes, a última conquistar a taça foi a Itália, em 2006, na Alemanha. A Azzurra ganhou também em 1934, 1938 e 1982.

Já o Uruguai foi campeão em 1930 e em 1950, justamente no Brasil. A Inglaterra, por sua vez, levou o caneco em 1966.
Em 2010, a Copa da África do Sul contou com um grupo que tinha dois campeões mundiais, e nele estava justamente o Uruguai, que dividiu a chave A com a França, vencedora do Mundial de 1998. México e África do Sul eram os outros dois times.
Já a Copa de 2006 não teve nenhum grupo com dois campeões do torneio. Os embates entre seleções com ao menos um título mundial foram acontecer apenas nas quartas de final, quando a Alemanha encarou a Argentina e o Brasil enfrentou a França.
Outro fator inédito é que os últimos campeão e vice vão se enfrentar logo na primeira rodada da Copa: Espanha e Holanda jogam na abertura do Grupo B no dia 13 de junho, às 16h, em Salvador.

O ex-jogador Zinedine Zidane (centro) entrega bolinha com o nome de uma seleção para Jérôme Valcke











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FANÁTICA A estudante Marta Nunes, de 20 anos, faz parte de uma torcida organizada do Santos. Desde agosto, ela viu 16 jogos no estádio (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)


As garotas no 
futebol

Já faz tempo que futebol não é coisa de homem. Em 1991, a Fifa organizou a primeira Copa do Mundo feminina. Hoje, na glamourosa premiação de Melhor Jogador do Planeta, a melhor atleta de chuteiras divide os mesmos holofotes que sua contraparte masculina. É uma mudança que não se restringe às quatro linhas.No início de novembro, o suíço Joseph Blatter, presidente da Fifa, viajou a Teerã para apelar ao presidente iraniano, Hassan Rohani, que alterasse uma lei que impede as mulheres de ir aos estádios. Para Blatter, a presença das mulheres nas arquibancadas “também é futebol feminino”. Sete meses antes da Copa de 2014, as mulheres ocupam cada vez mais espaço entre os torcedores da versão masculina do esporte – ainda a mais popular e rentável. Seja nos estádios mundo afora ou nas partidas do Campeonato Brasileiro, a torcida feminina é uma força crescente.
Uma pesquisa encomendada pela Rádio Globo à agência Box1824 sobre o perfil da torcedora de futebol investigou o fenômeno. Depois de anos reduzido pela violência de torcidas organizadas, o interesse das mulheres nas arquibancadas ressurgiu entre torcedoras apaixonadas e jovens. Segundo a pesquisa, que ouviu 461 moradoras dos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, 59% das que se dizem torcedoras costumam assistir a partidas de futebol até duas vezes por semana – entre os homens, são 40%. Nada menos que 74% das torcedoras têm entre 18 e 39 anos, em comparação com 60% dos homens nessa faixa etária (leia mais dados no gráfico abaixo). Isso não quer dizer que as mulheres só passaram a gostar de futebol agora. No início do século passado, as partidas eram eventos da alta sociedade, e a mulher cumpria um papel importante. “A ideia era copiar os hábitos ingleses e tornar a prática restrita a uma determinada elite”, afirma Leda Maria da Costa, pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre esporte e sociedade da Universidade Federal Fluminense (UFF). Quando o Fluminense (um dos clubes mais antigos do Brasil) recebia algum jogo entre as décadas de 1910 e 1920, os jornais estampavam fotos com mulheres para dizer que o futebol era um programa para a família. O esporte ajudou a mulher a fazer parte do ambiente público. “Estar nos estádios era uma forma de paquerar, namorar e participar de um evento sem ser questionada”, diz Costa.
 
Paixão e graça nas arquibancadas (Foto: reprodução)

O afastamento da mulher dos estádios deu-se nas décadas seguintes, com a popularização do futebol pelo país. Elas não tinham independência, social ou financeira para ir aos estádios por conta própria. A violência selou a distância. As mulheres mantiveram viva sua paixão pelos clubes e pela Seleção Brasileira por meio da televisão. O retorno gradual das jovens às arquibancadas foi ajudado pelas melhorias nas estruturas dos estádios. Para Carmen Rial, professora de antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e estudiosa do futebol, o recente aumento de mulheres nos estádios reflete suas conquistas numa sociedade ainda machista. “A presença feminina espelha uma mudança geral, em que a mulher é mais reconhecida socialmente e pelos poderes públicos.” 
A estudante de relações internacionais Marta Nunes é filha única, e seus pais e primos nem sequer gostam de futebol. Moradora de São Bernardo do Campo, São Paulo, Marta tem 20 anos e acompanha o Santos Futebol Clube desde os 15. “Morava num prédio com muitos moleques e comecei a acompanhar futebol por causa deles”, afirma. O amor pelo time de Pelé e Neymar nasceu depois de um vizinho e seu pai a levarem para assistir a uma partida do Santos contra o Fluminense em 2008, na Vila Belmiro. “De agosto para cá, fui a 16 jogos.” Ela considera o estádio um ambiente ainda machista – a torcida organizada proíbe mulheres de ir a certas partidas. Marta atribui às companheiras responsabilidade por parte do preconceito. “Tem mulher que se filia só para encontrar namorado e aí vai para os jogos para conversar com as amigas.” É possível – e ninguém pode culpá-las. Alguns jogos de futebol são tão monótonos que um bate-papo é bem-vindo. Na hora de um ataque perigoso ou do grito de gol, a conversa acaba, e a emoção toma conta de homens e mulheres no estádio. Com elas na arquibancada, a festa fica cada vez mais completa.




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BRASIL VENCE O CHILE NO ULTIMO 

AMISTOSO DO ANO


 
O atacante Robinho deu um passo importante para tentar convencer o técnico Luiz Felipe Scolari a convocá-lo para a Copa do Mundo em 2014. O jogador, que começou na reserva, entrou no campo no segundo tempo e fez o gol decisivo na vitória da seleção brasileira sobre o Chile por 2 a 1 no último amistoso da temporada, em Toronto, no Canadá.


O primeiro gol foi marcado por Hulk. O atacante chileno Vargas, que joga pelo Grêmio, havia empatado a partida.
Nesse amistoso, Scolari colocou de volta entre os titulares o goleiro Júlio César, o zagueiro Thiago Silva e o atacante Hulk.
O Chile, além de Vargas, contou com Mena, que atua pelo Santos, e Valdivia, palmeirense --este entrou e saiu no decorrer do jogo.
Ao contrário da goleada contra Honduras, Neymar não foi perseguido com duras faltas no jogo desta noite.

O último jogo amistoso do time brasileiro antes da convocação para Copa do Mundo será no dia 5 de março, contra a África do Sul, em Johanesburgo.
O JOGO
O Brasil começou bem a partida e Neymar teve uma oportunidade aos 4 min, chutando de pé direito.
A equipe chilena precisou fazer duas alterações. Uma devido à lesão de Díaz e outra para acertar o time.


Aos 13 min, Oscar recebeu um presente de González na direita do ataque e viu bem Hulk avançando na esquerda. O atacante recebeu e chutou forte, abrindo o placar para o Brasil.
O técnico Sampaoli colocou Valdivia para que o Chile equilibrasse a situação no meio de campo e a equipe ficou até com mais posse de bola que a seleção brasileira.
Porém, não houve mais chances claras de gols para nenhum dos dois times. O goleiro Júlio César não foi ameaçado.
Na segunda etapa, o Brasil teve alterações. Robinho, William e Ramires entraram nos lugares de Jô, Hulk e Oscar.
Aos 3 min, Vargas finalizou pela primeira vez para o Chile e mandou para fora. O Brasil respondeu com Hulk, aos 10 min, batendo da entrada da área no travessão.
Com o jogo aberto e os brasileiros tentando aproveitar os contra-ataques, o adversário chegou ao empate.
A jogada começou com o goleiro chileno. Aos 25 min, Bravo cobrou tiro de meta, Beausejour cabeceou e Vargas aproveitou para deixar tudo igual.
Dante e Hernanes foram para campo nos lugares de Thiago Silva e Paulinho.
A seleção brasileira pressionou e conseguiu ficar à frente do placar novamente. Aos 33 min, Neymar tocou para Maicon na direita do ataque e ele cruzou preciso para Robinho fazer o seu gol na volta ao time.
Até os minutos finais o Brasil ficou no campo de ataque e era perigoso principalmente nos contra-ataques. Ainda perdeu boas chances de ampliar o placar.
Nos acréscimos, Lucas Leiva substituiu Neymar.



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CRUZEIRO É TRÍ CAMPEÃO DO BRASILEIRÃO  ANTECIPADO  







Mesmo antes do final do seu jogo, contra o Vitória, em Salvador, o Cruzeiro já pôde festejar o título de campeão brasileiro de 2013.Com a derrota do Atlético-PR para o Criciúma por 2 a 1, partida que começou às 19h30, em Santa Catarina, a equipe mineira pode perder todas as suas quatro partidas restantes no torneio que não sairá do primeiro lugar da tabela de classificação.

O time lidera a competição desde a 16ª rodada.


A partida do Cruzeiro contra o Vitória, que acabou 3 a 1 para os mineiros, começou às 21h50. Então, em Santa Catarina, quando o juiz apitou o fim de Criciúma x Atlético-PR, o duelo em Salvador estava no intervalo da partida.
Os jogadores cruzeirenses receberam a notícia que eram campeões já no gramado, antes do começo do segundo tempo. Eles pularam em campo, acenaram para os torcedores, mas logo em seguida tiveram que ir para as suas posições em campo para o início da etapa final.

Neste ano, o Cruzeiro se tornou o primeiro time a conquistar o Campeonato Brasileiro, disputado com pontos corridos, vencendo todos os rivais pelo menos uma vez.
O Cruzeiro também igualou nesta quarta-feira o recorde do São Paulo de campeão com maior antecedência da história do Nacional por pontos corridos.
Em 2007, a equipe do Morumbi, quando a equipe também era comandada pelo técnico Muricy Ramalho, garantiu o título do Brasileiro matematicamente na 34ª rodada.
Com o título conquistado nesta quarta-feira, o Cruzeiro quebrou a hegemonia do eixo Rio-São Paulo, que faturou as últimas nove edições do Campeonato Brasileiro.
A última vez que um time fora do Rio de Janeiro e de São Paulo levantou o caneco da competição foi em 2003, quando o próprio clube mineiro ganhou o primeiro torneio da era dos pontos corridos.




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PALMEIRAS ADIA O TITULO DA SERIE

 B, O TIME JOGA MAL E PERDE PARA

PAISANDU


Wagner Carmo/Gazeta PressO Mangueirão, em Belém, parecia o palco perfeito para os jogadores e a comissão técnica 
do Palmeiras festejarem a conquista da Série B do Brasileiro sem o risco de ouvir vaias, já que estavam longe dos exigentes torcedores do Pacaembu. Mas faltou o time fazer sua parte em campo: com atuação sofrível, perdeu por 1 a 0 para o Paysandu.
Com o resultado decepcionante, o Verdão correrá o risco de ter a festa esvaziada. A equipe segue precisando apenas de um ponto para ser campeão e tentará somá-lo às 16h20 (de Brasília) de sábado, no Pacaembu, diante do Boa. O título pode vir mesmo com derrota caso a Chapecoense não vença o Bragantino no mesmo dia e horário, em Santa Catarina.
De qualquer forma, foi muito pouco. A noite que poderia ser de comemoração teve uma invenção de Gilson Kleina, que deixou Fernando Prass no banco para dar ao goleiro Fábio sua primeira chance como profissional. O Papão, por sua vez, fez um belo gol trocando passes na grande área adversária até Yago Pikachu chutar nas redes vazias, aos 13 minutos do segundo tempo.
A irritação palmeirense ficou clara na expulsão de Henrique, que reclamou tanto que chegou a se jogar no chão e levou dois amarelos em poucos segundos para ser expulso. Já a torcida do Paysandu, que compareceu em excelente número, fez festa. O time continua na zona de rebaixamento, mas mostrou força e tenta continuar a campanha para não ir à terceira divisão enfrentando o Icasa às 21h50 (de Brasília) desta sexta-feira.O jogo – Gilson Kleina surpreendeu ao promover a estreia profissional do goleiro Fábio exatamente em uma das partidas mais importantes do time no ano. Mas a presença de Fernando Prass no banco não é a explicação para mais um desempenho nada empolgante do dono da melhor campanha da Série B do Brasileiro neste ano.
O técnico gostou da formação com três zagueiros na vitória sobre o Joinville, no sábado, e a manteve, independentemente da postura do Paysandu. André Luiz, Henrique e Marcelo Oliveira ainda tinham a proteção de Eguren, Márcio Araújo e também do ala Wendel, que mais parecia um lateral. Tudo para segurar o ímpeto do Paysandu.
Apesar de ter o veterano centroavante Marcelo Nicácio, o Papão apostava em um estilo de jogo rápido, inclusive com Nicácio pelos lados. A intensa movimentação acuou o Verdão no começo do confronto e Fábio, já aos seis minutos, executou com dificuldade a primeira defesa da carreira em cabeçada de Raul.
Felipe Menezes, titular por conta das lesões de Wesley e Mendieta e da presença de Valdivia na seleção chilena, mostrava, mais uma vez, que não tinha condições de ser o responsável na armação das jogadas. Mesmo no campo de defesa, dava dribles inúteis e perdia quase todos os passes que tentava, irritando Gilson Kleina.
Na marra, principalmente na correria de Márcio Araújo, o Palmeiras conseguiu adiantar um pouco o seu jogo para tirar o adversário de sua intermediária, mas faltava qualidade para Juninho levar a bola até Alan Kardec ou Ananias, atacantes que passaram quase todo o primeiro tempo como se fossem espectadores.
À medida que avançava, contudo, o Verdão ficava mais exposto na defesa, tanto que André Luiz levou cartão para conter os rápidos contra-ataques adversários. Em um deles, o estreante Fábio virou herói ao defender com as pernas um arremate de Marcelo Nicácio, aos 31 minutos.
Só nos 15 minutos finais de primeiro tempo o Palmeiras deu mostras de que poderia controlar a partida, tocando a bola com tranquilidade e até criando boa oportunidade com Juninho, que soltou a bomba na grande área e parou nas mãos do goleiro Matheus. Antes do intervalo, Ananias ainda isolou ao concluir a única triangulação ofensiva de qualidade do time.
O período de descanso antes do segundo tempo, contudo, foi mal utilizado pelo líder da Série B. E muito bem aproveitado pelo Paysandu, que soube exercer uma pressão mais efetiva mesmo aos 41 segundos, em bola que Marcelo Nicácio apareceu livre na grande área e chutou muito longe do gol. Mas o aviso estava dado.
O Papão foi além da intermediária, fazendo da grande área do Palmeiras um setor propício para tocar a bola como quisesse. Assim, aos 13 minutos, com Henrique como espectador na pequena área, Djalma rolou para Pikachu só escorar com o pé para o gol vazio, embora o goleiro Fábio tenha sido o único a realmente se mexer para evitar que as redes fossem balançadas.
Kleina só resolveu mexer no esquema depois de ter sofrido gol, já que parecia satisfeito com o 0 a 0 diante de um time que segue na zona de rebaixamento. Abriu mão dos três zagueiros sacando André Luiz para apostar na movimentação de Serginho. Na prática, não foi além de abrir mais espaços para o contra-ataque paraense.
Sem saber o que fazer, o técnico transformou Márcio Araújo em lateral direito ao tirar Wendel e colocar o lateral esquerdo Fernandinho como meia e, no desespero, tirou o inútil Ananias para apostar na altura do centroavante Caio. Mas nada era capaz de salvar a sofrível atuação palmeirense no Pará. A expulsão de Henrique, se jogando no chão de tanto reclamar e levando dois amarelos em poucos segundos, já nos acréscimo, expôs a irritação do capitão de um time que passou vergonha nesta noite.



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O Atlético-MG exorcizou o fantasma

 que o assombrava desde 1971

conquistando a Copa Libertadores 2013




Em uma partida dramática, o time fez 2 a 0 no Olimpia --com gols de Jô e Leonardo Silva. Assim, devolveu a derrota sofrida pelo mesmo placar no Paraguai. A decisão foi para prorrogação, que acabou empatada. O título da Libertadores veio nos pênaltis (4 a 2).


Essa foi a primeira vez que o Atlético-MG conquistou a principal competição sul-americana. Ele já havia defendido pênalti nos acréscimos do jogo das quartas de final contra o Tijuana e na decisão por penalidades diante do Newell's Old Boys nas semifinais.
Desde 2008, a Libertadores não era decidida nos pênaltis. A última havia sido o triunfo do equatoriano LDU sobre o Fluminense, no Maracanã.
A conquista de ontem coroou o trabalho do técnico Cuca, que tinha fama de pé-frio e azarado, e do meia-atacante Ronaldinho, campeão do torneio pela primeira vez.
Desde o título com o Barcelona na Copa dos Campeões em 2006, Ronaldinho perseguia uma conquista de relevância. Já Cuca tinha perdido duas grandes oportunidades no torneio continental.


A primeira em 2004, quando o São Paulo foi eliminado na semifinal pelo Once Caldas. Sete anos depois, fez a melhor campanha da primeira fase com o Cruzeiro, mas caiu nas oitavas de final.
Hoje, o Atlético-MG começou pressionando, embalado pela sua torcida, que entoava o cântico "eu acredito" desde a chegada ao estádio.
O Olimpia se defendia e explorava o contragolpe. Apagado no primeiro jogo, Ronaldinho mostrava disposição, mas não criou jogadas.
Bernard, que se movimentava pela esquerda, estava bem marcado. Tardelli era o mais lúcido e foi quem criou a melhor chance. Jô, enfiado entre os zagueiros, brigava muito, porém sem sucesso.


Mesmo priorizando a marcação, o Olimpia criou a melhor chance da etapa inicial. Salgueiro enfiou bola para Bareiro, que saiu na cara do gol --Victor fez bela defesa.
No segundo tempo, Cuca voltou com Rosinei no lugar de Pierre para melhorar a saída de bola. Logo aos 2min, o meia cruzou, a zaga adversária falhou e Jô abriu o placar.
O clube mineiro aumentou a pressão. Na bola aérea, principal jogada do time, Réver acertou o travessão e ainda obrigou o goleiro Silva a fazer grande defesa. O arqueiro uruguaio ainda salvou o time paraguaio em um chute de Ronaldinho.
Cuca colocou Alecsandro no lugar do lateral Michel e Guilherme na vaga de Tardelli. Manzur foi expulso no final do jogo. De tanto insistir, veio o gol --aos 42min, em cabeçada de Leonardo Silva.


Com um jogador a mais na prorrogação, o Atlético-MG pressionou, sem sucesso. Desta forma, o troféu inédito veio nos pênaltis.



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São paulo sofre a oitava derrota seguida e está cada vez mais no fundo do poço




Para piorar, Luis Fabiano saiu lesionado e Aloísio está suspenso para o jogo contra o Corinthians, às 16h de domingo, no Pacaembu. Desde o primeiro tempo, parte dos 6.725 torcedores gritou "É Marco Aurélio!". O ex-superintendente de futebol é atualmente vereador em São Paulo e pré-candidato à presidência do clube tricolor paulista. A eleição vai ocorrer em abril do ano que vem.
Os pedidos do público revelam a insatisfação cada vez maior com a administração do São Paulo, cujo mandatário é Juvenal Juvêncio. No último domingo, ele se envolveu em uma discussão em churrasco promovido na sede social do clube.
O São Paulo tem apenas oito pontos ganhos em dez jogos. Está na 16ª colocação, uma antes da zona do rebaixamento no Campeonato Brasileiro.
O clube tricolor paulista tem o pior início na era dos nos pontos corridos, superando a marca de 12 pontos nos 10 primeiros jogos, em 2005. O JOGO
São Paulo e Internacional disputaram de forma antecipada - a data inicial era 7 de agosto - um jogo válido pela 12ª rodada do Nacional.
A alteração foi pedida pelo clube tricolor paulista em razão da Copa Audi e da Copa Suruga, das quais o clube tricolor paulista vai participar nas duas próximas semanas.
O clube tricolor paulista começou melhor e Douglas, improvisado pela lateral esquerda, quase marcou o gol de abertura em um chute cruzado. Muriel defendeu, sem dar rebote.
Aos 13min, o Internacional abriu o placar. Leandro Damião girou e arriscou de fora da área. A bola saiu rasteira e entrou no canto direito de Rogério Ceni: 1 a 0.
O gol desestabilizou o São Paulo. Até o final da primeira etapa, só o adversário ameaçou. Ora nos arremates de D'Alessandro, ora nos de Forlán.
Para o segundo tempo, o clube tricolor paulista voltou com Aloísio no lugar de Osvaldo. Criou mais oportunidades, mas desperdiçou todas elas. A mais incrível foi com Jadson. Após driblar Muriel, ele tocou para fora, pressionado por um defensor adversário.


O Internacional também perdeu uma chance incrível. Kléber cruzou e Josimar, quase na pequena área e sozinho, bateu de primeira. Para fora.
Sem Luis Fabiano, que sentiu uma lesão na coxa direita, Ademílson foi a campo e pouco contribuiu para mudar o resultado.
Aloísio levou uma cartão amarelo e terá de cumprir suspensão automática. Paulo Miranda cai ao menos duas vezes no gramado reclamando de câimbras.
O Internacional assumiu a primeira colocação do Brasileiro, com 18 pontos ganhos, após quatro vitórias consecutivas.


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Despedida do Paulinho do Corinthians

muito choro

Paulinho chora durante entrevista coletiva no Corinthians


Na despedida do Corinthians, na tarde desta segunda-feira, Paulinho chorou e prometeu voltar. Ele viaja até o final da semana para Londres, onde fará exames médicos e assinará contrato com o Tottenham, da Inglaterra. "É difícil de falar de um momento como esse. Mas tenho certeza de que foram três anos maravilhosos na minha carreira. Anos de conquistas. Anos de trabalho, com pessoas corretas e coerentes que sempre me ajudaram. Até logo, daqui a pouco eu volto", disse o volante durante entrevista, no centro de treinamento Joaquim Grava, no Parque Ecológico (zona leste de São Paulo).

A transferência de Paulinho foi acertada em meio à Copa das Confederações, da qual ele foi campeão com a seleção brasileira no domingo. Os R$ 59 milhões a serem pagos serão divididos em duas parcelas, uma neste ano e a outra em 2014. Metade do valor cabe ao Corinthians, que tinha 50% dos direitos econômicos do volante. O restante vai para o Audax, recém-promovido à elite do futebol paulista.
"Passei por coisas, muito mais boas do que ruins. Um dia eu volto, seja daqui a cinco, seis ou sete anos. As conquistas individuais são em função desse clube. E o Corinthians vai estar em meu coração para o resto da vida", declarou Paulinho.
O jogador não participará dos jogos contra o São Paulo, pela final da Recopa Sul-Americana. Mas afirmou que estará nas arquibancadas do Pacaembu para a segunda partida. Ele agradeceu desde a comissão técnica à torcida.
"O Tite e a comissão me deram a oportunidade de mostrar o meu trabalho. Vou chegar muito longe ainda. E a torcida do Corinthians é a melhor do mundo", disse.
Contratado do Bragantino após o Paulista de 2010, Paulinho ganhou espaço aos poucos e virou uma das estrelas corintianas ao fazer gols em jogos decisivos e ser fundamental no esquema do técnico Tite.
Ele conquistou o Campeonato Brasileiro de 2011, a Taça Libertadores e o Mundial de Clubes de 2012 e o Campeonato Paulista deste ano.
Em 167 partidas pelo clube, fez 34 gols.
Antes mesmo de virar titular absoluto na seleção brasileira, Paulinho já havia despertado interesse de outros clubes europeus, como a Inter de Milão, que chegou a fazer uma proposta que foi recusada pelo jogador.
Foi antes de um jogo do Corinthians que Paulinho se reencontrou com o pai depois de 12 anos. Já em campo, o atleta foi surpreendido com a presença do pai que estava na arquibancada do estádio dos Aflitos para vê-lo enfrentar o Náutico, em outubro de 2012.
Os dois se cumprimentaram através das grades, rodeados por microfones de repórteres.
O pai de Paulinho foi embora de casa durante a infância do jogador, que então seria criado pela mãe e pelo futuro padrasto, quem sempre chamou de pai.

fonte:http://www1.folha.uol.com.br/esporte/2013/07/1304444-paulinho-chora-e-promete-voltar-volante-fara-exames-essa-semana-pelo-tottenham.shtml

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COPA LIBERTADORES: PALMEIRAS FICA NO EMPATE COM TIJUANA DO MÉXICO E ESTÁ PETO DA VAGA



Kleber jogo Tijuana (Foto: AFP)Grama sintética? O Palmeiras fez sua melhor partida fora de casa na Libertadores no ralo e temido piso do estádio Caliente, em Tijuana, e volta do México com um bom empate por 0 a 0. Prova de que empenho, organização e vontade fazem mais diferença do que o terreno da partida. Não é o bastante para dizer que o Verdão está entre as melhores equipes da competição. Falta poder de fogo, falta ser incisivo, ter alguém que intimide a defesa adversária. Se houvesse um craque, só um, a vitória seria uma realidade. Mas a equipe compensou com muita obediência tática e disposição para sair do México com um empate.
No dia 14, o Palmeiras vai jogar por qualquer vitória para eliminar o Tijuana no Pacaembu, e enfrentar Atlético-MG ou São Paulo nas quartas de final. Novo empate sem gols levará a decisão para os pênaltis, e uma igualdade com gols classifica os mexicanos. Até lá, muito treino, nada de jogo.
Kleber em disputa com o goleiro Saucedo, do Tijuana (Foto: AFP)
Difícil achar um só personagem na atuação coletiva do Verdão, mas é preciso destacar Bruno. O goleiro, a quem todos olham com desconfiança quando ele precisa atuar, mais uma vez foi bem. Fez três boas defesas e substituiu o titular Fernando Prass à altura. Não é apenas a grama que é artificial no estádio Caliente. Vazio para um jogo de oitavas de final de Libertadores, ele precisava do incentivo de um locutor para se tornar barulhento. Uma figuraça que se sentava próximo à imprensa, e, com um microfone, pedia o grito da galera:
- No te escucho, cabecera norte! ("não te escuto, setor norte") - inflamava o rapaz, quase um animador de auditório, ou então um daqueles brasileiros que cornetam (no bom sentido) nos jogos de vôlei de praia.
Na entrada dos times em campo, música da Fifa, crianças e latidos (também artificiais) para receber o Tijuana, já que o mascote é um cachorro. Uma tentativa de imitar os esportes do país vizinho, os Estados Unidos. Mas faltou emoção, faltou torcida, faltou paixão.
Kleber jogo Palmeiras Tijuana (Foto: AP)O atacante Kleber leva chute de Perellano, do Tijuana (Foto: AP)
Grama, árbitro e atacante de soçaite
Sem o barulho da torcida e na grama sintética, o Palmeiras sentiu-se à vontade como numa pelada de firma. E como em toda boa pelada de firma, o árbitro faz suas trapalhadas. Inacreditável ele não ter visto o pênalti em Wesley, na única boa jogada do meia, que perdeu até a chuteira, em todo o primeiro tempo. Há jogadores que estão em todos os lugares do campo. Isso parecia ocorrer com Wesley. Só que ele atrapalhou em todos os setores.
O Verdão surpreendia pela desenvoltura. Marcava com as linhas compactas e adiantadas, não deixava o Tijuana criar, até que os mexicanos reagiram. Os pontas Martínez, clone malfeito de Neymar, e Riascos, inverteram o lado. A marcação dos Xolos também foi ao campo de ataque. O Palmeiras passou a ficar menos tempo com a bola e levou sustos. Vários.
Tiago Real errou, Henrique rebateu mal, e Martínez bateu muito mal. Ao menos ninguém disse que ele precisa ir para a Europa para evoluir. Depois Arce bateu falta com perigo, e Bruno espalmou. A última chance foi digna daqueles atacantes do futebol de segunda-feira à noite. Moreno arrancou e, sem vergonha alguma, sozinho na grande área, isolou. Se fosse no soçaite, fingiria uma lesão e sairia mancando. Sorte que o primeiro tempo já estava no fim.
Marcelo Oliveira Palmeiras jogo Tijuana (Foto: EFE)Marcelo Oliveira, em disputa pelo alto, no jogo do Palmeiras contra o Tijuana (Foto: EFE)
Sem definição, mas perto da vaga
Com os nervos no lugar, o Verdão voltou a controlar o jogo. A marcação chegou a ser exemplar em alguns instantes, com dois ou três jogadores cercando o mexicano que tinha a bola, e saída rápida em contra-ataque com Vinícius pela esquerda, em cima do fraco lateral-direito Nuñez. E Moreno, aquele do gol perdido, logo foi substituído.
Se não fossem os torcedores atrás de um dos gols, com uma banda e centenas de bandeiras rubro-negras, o silêncio reinaria no estádio Caliente. A ponto de o locutor testar o microfone e, de repente, no meio da partida, emitir sons como “sim” e “alô”. Retrato da atuação morna, sem pimenta, dos Xolos.
Tiago jogo Tijuana (Foto: AFP)Tiago Real foi titular contra o Tijuana (Foto: AFP)
O grande problema é que falta definição. O adversário não oferece perigo nem resistência, mas o Palmeiras sucumbe ao ritmo lento. Isso já havia ocorrido em Lima, diante do Sporting Cristal. Kleber até acertou bom chute, mas à esquerda do gol de Saucedo.
Se o Verdão não definiu, o Tijuana tentou. E foi hora de Bruno aparecer. Primeiro em chute de Ruiz, depois na finalização do forte e rápido Riascos, o melhor em campo. O goleiro espalmou as duas bolas e mostrou a todos que podem confiar nele.
Com Souza no lugar de Wesley, o Palmeiras se fechou ainda mais para explorar os contra-ataques. Faltou “o cara”. O time continua sem fazer gols fora de casa na Libertadores, mas pela primeira vez não sofreu. E, para as pretensões de Gilson Kleina, está ótimo. A vaga nas quartas, uma utopia no início da competição, está próxima.
Charles jogo Palmeiras Tijuana Libertadores (Foto: EFE)Charles. e, disputa pelo alto, no jogo do Palmeiras contra o Tijuana, pela Libertadores (Foto: EFE

CRÉDITO: http://globoesporte.globo.com/jogo/libertadores-2013/30-04-2013/Tijuana-palmeiras.html

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Organizadas prometem “quebrar tudo” se presos não forem libertados até dia 17





Um ato pedindo a liberdade dos 12 corintianos presos em Oruro foi organizado pelas torcidas uniformizadas do clube antes da partida desta quarta-feira entre Corinthians e San José pela Libertadores. Um movimento inicialmente pacífico terminou com uma promessa nada tranquila. A ameaça feita na Praça Charles Miller por um membro da Gaviões é que caso os torcedores presos não sejam soltos até o dia 17 haverá uma manifestação na Avenida Paulista, em frente ao Consulado Boliviano. “A gente já é tachado de maloqueiro, então vamos quebrar tudo. Vamos para a Paulista de novo se até o dia 17 nossos irmãos não forem libertados. Se for preciso entrar em confronto com a polícia, vamos entrar. Mas ninguém entra e ninguém sai do consulado”.
Antes da ameaça feita em microfone de um carro de som cedido pela Força Sindical, membros da Gaviões da Fiel e da Pavilhão 9 e da comunidade boliviana em São Paulo, fizeram um apelo aos governos de Bolívia e Brasil pela liberdade dos presos, suspeitos da justiça boliviana pela morte de Kevin Beltrán, torcedor do San José morto depois de ser atingido por um sinalizador disparado por um corintiano.
“Não podemos aceitar a injustiça que estão passando. Eles não têm culpa. A justiça boliviana é muito lenta e não dá direito de defesa aos corintianos. É preciso fazer algo. Já são 50 dias e nada mudou”, disse Juan Ventura, que se apresentou como representante no Brasil da Associação dos Bolivianos no Exterior.
Durante o manifesto, Ricardo Cabral, advogado da Gaviões da Fiel e do menor H.A.M. que assumiu ter sido o autor do disparo que matou Kevin, entrou em contato via celular com um orelhão instalado dentro do presídio de Oruro. “Aê, irmãos. Vamos gritar os 90 minutos pelo Corinthians e pedir nossa liberdade. É difícil demais ficar longe do Pacaembu e do
 
Corinthians”, disse Tadeu Macedo de Andrade, tesoureiro da Gaviões, um dos 12 presos em Oruro. “Ô lê lê, o lá lá, Liberdade já. Liberdade já”, cantou Tadeu, pedindo que os torcedores repetissem o canto dentro do estádio. “Quero vocês gritando os 90 minutos pelo Corinthians e por nós”.
A esposa de Tadeu, Paola Andrade, estava na manifestação. Segundo ela, a Gaviões da Fiel contratou um escritório de advocacia para defender os presos em Oruro. Sergio Marques, da Maristela Basso Advogados, foi a Oruro para acompanhar o caso. A reconstituição do crime, que havia sido marcada para a última segunda-feira, dia 8, foi adiada para o dia 15.




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COPA LIBERTADORES: O Corinthians se
 classifica e vai avançando na competição

                       
O Corinthians vinha fazendo uma de suas piores partidas no ano e via o Millonarios crescer perigosamente até que Danilo apareceu. Velho conhecido da torcida, o camisa 20 foi decisivo mais uma vez, marcou um gol na única chance que teve, garantiu o 1 a 0 na Colômbia e classificou os atuais campeões para a próxima fase da Copa Libertadores.
O resultado deixa o clube do Parque São Jorge com dez pontos, na liderança do grupo 5 da Copa Libertadores ao lado Tijuana, que tem os mesmos pontos, mas perde no saldo de gols, primeiro critério de desempate. Como o segundo colocado é o San Jose, com cinco, Corinthians e Tijuana decidirão quem ficará na primeira colocação na próxima quarta, na rodada decisiva da fase de grupos. A classificação antecipada pode significar um respiro considerável para o técnico Tite, que sofreu com a maratona de jogos no início do ano. Quem viu o primeiro tempo em Bogotá, no entanto, não acreditaria no desfecho da partida.
O início do Corinthians foi dos piores possíveis. O time foi surpreendido pela marcação atenta do Millonarios e não soube reagir à altura quando o time colombiano saiu para jogar.
Candelo, Ortiz e Otálvaro comandaram o ataque dos donos da casa, com o apoio dos dois laterais e a complacência de parte do time corintiano, que não mostrou nenhum esforço em especial na marcação. Montero exigiu uma grande defesa de Cássio antes do décimo minuto de jogo. Em pelo menos dois outros lances, o time da casa assustou novamente.
O Corinthians só reagiu por volta por 30 minutos de jogo, quando Tite deslocou Emerson para a esquerda. Foi o camisa 11 quem deu trabalho ao goleiro rival pela primeira vez, quando aproveitou um chutão da defesa, chutou de longe e forçou Zapata a espalmar para o meio da área.
Mais que o lance isolado, no entanto, o que mudou o Corinthians foi a maior participação de Paulinho e Danilo, que chamaram o jogo e equilibraram a partida. Após um passe de Danilo, Alexandre Pato recebeu na área, bateu cruzado e viu Zapata fazer grande defesa com o braço esquerdo.
Nada que desse ao Corinthians a supremacia em campo, que seguiu com o Millonarios mesmo após o intervalo. Com apenas 4 minutos do segundo tempo, Moreno arriscou de longe, pegou Cássio adiantado e carimbou o travessão alvinegro.
A falta de fôlego do Corinthians incomodou Tite, que mexeu logo aos 11 minutos. Jorge Henrique entrou na vaga de Alexandre Pato e demorou alguns segundos para encontrar Danilo na entrada da área. O meia, conhecido por seu papel decisivo em jogos importantes, fez o que se espera dele. Depois de limpar a marcação, ele bateu com o pé esquerdo no canto de Zapata, que nada pôde fazer.
Foi a solução inesperada para os problemas do Corinthians, que a essa altura encontrava grande dificuldade para chegar ao ataque. Com a vantagem, o time recuou e passou a se defender com esmero diante de um Millonarios desesperado, que jogava suas últimas chances de classificação em bolas alçadas na área, que só levavam perigo quando Cássio arriscava uma saída desajeitada do gol.
Tite estava tão satisfeito com o resultado que não hesitou em isolar Danilo no ataque e recuar a equipe. Edenílson entrou na vaga de Romarinho, fechou o meio-campo e selou a vitória, mas não sem sufoco. Até os minutos finais, os colombianos tentaram aproveitar cada vacilo rival, mas não conseguiram transpor a barreira alvinegra, apesar da pressão. 
Agora, o Corinthians retorna ao Brasil na noite desta quinta-feira e encara o São Bernardo, pelo Paulista, no próximo domingo. Na quarta que vem, a equipe recebe o San Jose pela última rodada, enquanto o Millonarios enfrenta o Tijuana, fora de casa, sem chance nenhuma de avançar à próxima fase. 

Personagens da Partida

Melhores

  • Danilo 
    Discreto e decisivo como sempre. Não brilhou, mas garantiu a vitória
  • Ortiz 
    Enquanto esteve em campo, foi fundamental para o ritmo de seu time

Piores

  • Cássio 
    Mostrou insegurança em pelo menos dois lances, confirmando má fase
  • Alexandre Pato 
    Uma rara exibição ruim, aparecendo pouco e saindo cedo de campo

Resumo da Partida http://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/libertadores/pos-jogo/2013/04/03/danilo-decide-corinthians-vence-fora-e-avanca-na-libertadores.htm

Millonarios0x1Corinthians
Técnico: Hernán TorresTécnico: Tite
12. Zapata
23. Ochoa
2. Torres
19. Pedro Franco
Saiu28. Alex Diaz
Entrou11. Leudo
30. Ramirez
Saiu21. Ortiz
Entrou9. Perlaza
20. Otálvaro
Saiu10. Candelo
Entrou10. Tancredi
18. Rentería
17. Montero
12. Cássio
2. Alessandro
4. Gil
13. Paulo André
6. Fábio Santos
5. Ralf
8. Paulinho
Saiu14. Romarinho
Entrou21. Edenilson
20. Danilo Gol
Saiu11. Emerson Cartão amarelo
Entrou3. Chicão
Saiu7. Alexandre Pato
Entrou23. Jorge Henrique




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PALMEIRAS FOI HUMILHADO PELO MIRASSOL, PERDEU POR 6 A 2 SÓ NO PRIMEIRO TEMPO








O Palmeiras teve outro capítulo vergonhoso em sua rica história. O time foi humilhado com péssima exibição, levou seis gols do Mirassol no primeiro tempo e perdeu por 6 a 2 o confronto realizado no estádio José Maria de Campos Maia, válido pela 15ª rodada do Campeonato Paulista. Todos os gols do jogo foram marcados na etapa inicial. Caio e Ronny fizeram os do alviverde, mas em nada diminuíram o vexame que deixa Gilson Kleina extremamente ameaçado de demissão. A torcida do Mirassol ainda colocou o Palmeiras como "freguês" nos minutos finais.O treinador do Palmeiras foi forçado a colocar pela primeira vez o zagueiro Marcos Vinícius de titular por conta do excesso de problemas no setor. O estreante marcou gol contra aos 40 segundos de jogo. Foi o começo de uma tragédia de 45 minutos. O Palmeiras entrou em campo tendo um time desfigurado, com oito desfalques (Maurício Ramos, Leandro Amaro, Vilson, Henrique, Souza, Valdivia, Maikon Leite e Kleber Pinheiro), quatro volantes titulares (Charles, Leo Gago, Márcio Araújo e Wesley) e extremamente perdido em campo. A catástrofe em Mirassol começou logo cedo.

Maurício Ramos teve indisposição estomacal no vestiário e o zagueiro revelado nas categorias de base, Márcio Vinícius, fez o primeiro jogo no profissional. Pior estreia parece ser impossível. O novato fez gol contra aos 40 segundos ao tentar cortar cruzamento de André Luiz.

A defesa do Palmeiras estava cheia de espaços, e em mais 10 minutos de jogo, o time do interior já aplicava goleada, com gols dois gols de Caion, sendo o segundo um golaço ao ganhar na corrida de Márcio Araújo e encobrir Fernando Prass.Com desvantagem de 3 a 0, Gilson Kleina trocou o volante Charles pelo meia Ronny. O alviverde reagiu e marcou dois gols com Caio, aos 22, e Ronny, aos 30.Quando o Palmeiras demonstrava possibilidade de reação, a tragédia foi consolidada. O Mirassol fez mais três gols em apenas sete minutos e abriu incrível vantagem para o segundo tempo.

O primeiro deles, quarto do Mirassol no jogo, foi aos 39 minutos com Leomir. Aos 43, minutos Medina fez Fernando Prass sofrer novo gol de cobertura. E, nos acréscimos, Camilo teve facilidade para conduzir a bola na área e chutar na saída de Prass.

"Vamos ver o que o Kleina tem para falar. Para não ser mais vergonhoso", disse o atacante Ronny, do Palmeiras, dando o tom do sentimento dos jogadores palmeirenses no intervalo.

A primeira atitude tática de Kleina foi colocar João Denoni, anteriormente sem chance de atuar com o treinador, no lugar de Leo Gago. O Palmeiras foi à frente, só que sem forças apenas evitou não aumentar a humilhação.

Sem a reação esperada, Kleina ainda colocou outro jogador anteriormente renegado, o lateral-direito Ayrton, na vaga de Weldinho.

O Palmeiras pareceu preocupado em não ver o adversário aumentar a tragédia. O time pouco ameaçou o oponente, apenas Wesley esteve perto do gol em dois chutes de longes. Já o Mirassol nada fez. E não precisava: o caixão palmeirense estava devidamente fechado.

Os palmeirenses ainda tiveram que engolir gozações da torcida do Mirassol nos minutos finais de jogo: “Um, dois, três, o Palmeiras é freguês”, cantavam os torcedores. Na noite desta quarta-feira, o grito fez todo o sentido. 

http://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/paulista/pos-jogo/2013/03/27/palmeiras-leva-6-no-1-tempo-e-humilhado-pelo-mirassol-e-ouve-gritos-de-fregues.htm

Personagens da Partida

Melhores

  • Caion 
    Abusou de dribles e correria para cima da defesa do Palmeiras. Marcou dois gols, segundo um deles de cobertura
  • Camilo 
    Teve muita tranquilidade com a bola no pé, e colocou velocidade no jogo com passes longos. Ainda fez belo gol

Piores

  • Marcos Vinícius 
    Zagueiro estreou no profissional por emergência e fez gol contra com 40 segundos. Jamais se reabilitou. Foi perdido em campo
  • André Luiz 
    Parecia cansado desde o primeiro minuto do jogo. Perdeu todas as disputas na velocidade, e passou insegurança ao time

Resumo da Partida

Mirassol6x2Palmeiras
Técnico: Ivan BaiteloTécnico: Gilson Kleina
1. Gustavo Cartão amarelo
Saiu2. Pio Cartão amarelo
Entrou15. Mineiro
3. Augusto
4. Gian
6. Diogo
5. Alex Silva
8. Leomir Gol Cartão amarelo
10. Camilo Gol
Saiu7. André Luis
Entrou13. Medina Gol
9. Caion Gol Gol
Saiu11. Tiago Luís
Entrou16. Felipe Lima
25. Fernando Prass
Saiu22. Weldinho
Entrou2. Ayrton
35. Marcos Vinícius Gol contra Cartão amarelo
33. André Luiz Cartão amarelo
6. Juninho
18. Márcio Araújo
Saiu28. Charles
Entrou17. Ronny Gol
Saiu31. Léo Gago Cartão amarelo
Entrou5. João Denoni
11. Wesley
29. Caio Gol
38. Leandro



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CORINTIANOS CONTINUARÃO PRESO NA BOLÍVIA

corintianos presos
Acusados de terem participação na morte do torcedor Kevin Espada durante a partida entre San Jose e Corinthians no dia 20 de fevereiro, o grupo de 12 torcedores do Alvinegro do Parque São Jorge continuará preso na Bolívia por tempo indeterminado.
O recurso contra o pedido de prisão preventiva foi negado pela Justiça boliviana nesta terça-feira (12), e os 12 torcedores retornaram algemados para o presídio sob forte esquema de segurança.
A defesa dos corintianos continua trabalhando para mostrar que os 12 acusados não têm qualquer envolvimento com a morte de Kevin, e os advogados de acusação estão dispostos a ouvir os argumentos.
Os torcedores estão presos em Oruro desde o dia 20 de fevereiro, e a situação não se alterou mesmo quando um menor de idade resolveu se entregar no Brasil dizendo ser o autor do disparo do sinalizador que matou o boliviano Kevin.
Autoridades brasileiras continuam empenhadas em ajudar os torcedores, que estariam passando por maus-tratos na prisão boliviana, ficando, inclusive, sem comer antes do julgamento desta tarde.






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Longe de sua torcida, no México, o

 Corinthians não resistiu ao Tijuana e foi

 superado por 1 a 0, na noite desta quarta-

feira

SÃO PAULO - Longe de sua torcida, no México, o Corinthians não resistiu ao Tijuana e foi superado por 1 a 0, na noite desta quarta-feira, pela Copa Libertadores. O revés encerrou uma série de 16 jogos sem derrotas do time brasileiro, que vinha embalado na competição desde o inédito título conquistado no ano passado. Com este resultado, o Corinthians bateu na trave e ficou a apenas um empate de igualar marcar histórica que já durava 44 anos. O Sporting Cristal detém o recorde de 17 jogos sem derrotas na Libertadores, graças às boas campanhas de 1962, 68 e 69, mas sem troféus nestas edições.
O time brasileiro não perdia na competição desde a trágica eliminação precoce diante do Tolima, no dia 2 de fevereiro de 2011, ainda na fase preliminar da edição daquele ano. O tropeço desta noite, porém, tem consequências menos dramáticas. O Corinthians estacionou nos quatro pontos, no Grupo 5, e segue na segunda colocação. No entanto, ficou mais distante do líder Tijuana. Os mexicanos somam agora nove pontos.
A equipe do técnico Tite volta a campo pela Libertadores já na próxima semana. O adversário será o mesmo Tijuana, desta vez no Pacaembu, na quarta-feira. Punido, o time brasileiro ainda não sabe se poderá contar com torcida no estádio. A Conmebol vai julgar recurso do clube nesta quinta.
Antes disso, o Corinthians vai enfrentar o Ituano, no sábado, em rodada do Campeonato Paulista. A partida será disputada no mesmo Pacaembu, mas com a presença da torcida. A diretoria espera casa cheia para compensar a ausência de público no jogo passado da Libertadores.
O JOGOApós jogar com estádio vazio na semana passada, o Corinthians não se assustou com os gritos da empolgada torcida mexicana e nem demonstrou maior incômodo com a grama sintética do Estádio Caliente nesta quarta.
Nem mesmo o ataque surpreendente do Tijuana no primeiro minuto pareceu intimidar os brasileiros. Atento, Gil bloqueou finalização de Martínez e evitou o gol relâmpago dos donos da casa.
Os brasileiros logo equilibraram a partida e criaram duas boas chances em sequência. A partir dos pés de Paulinho, a bola balançou as redes nas duas ocasiões, com intervalo de apenas três minutos, mas não teve grito de gol. O árbitro anulou os dois lances por impedimento. No primeiro, aos 12, Gil cabeceou para dentro da área, Danilo ajeitou a bola, em posição irregular, e Paulinho finalizou. Aos 15, Renato Augusto cruzou rasteiro da direita e o volante só desviou para as redes.
O Tijuana, com melhor futebol do que o esperado, reagir sempre pela direita, em rápidas investidas de Riascos. Em sua melhor chance, o atacante recebeu sem marcação, invadiu a área e bateu forte, mas por cima do travessão, aos 23 minutos.
Corinthians e Tijuana mantiveram o duelo equilibrado e até morno nos minutos finais da primeira etapa. E o jogo só voltou a ganhar em emoção depois do intervalo. Guerrero assustou a torcida local ao fazer boa jogada aos 13. Ele escapou pela esquerda, entrou na área e bateu rasteiro. O goleiro Saucedo fez a defesa.
A resposta do time mexicano veio com Pellerano. Aos 15, ele arriscou de fora da área e deu um susto em Cássio. O goleiro, porém, não conseguiu evitar o gol do Tijuana aos 19. Ele saiu mal do gol, após cobrança de falta na área, e só viu o ataque mexicano escorar de cabeça, em posição duvidosa na área. Na sobra, Gandolfi só empurrou para as redes, de calcanhar.
O gol levantou a torcida mexicana, que passou a gritar "olé" a cada lance do Tijuana. O time da casa, porém, passou a jogar mais recuado, ao invés de se arriscar no ataque, diante da pressão corintiana.
Preocupado, o técnico Tite arriscou e trocou Paulo André por Romarinho. Também sacou Renato Augusto e colocou Douglas em campo. Mas as mudanças não surtiram efeito. O Corinthians até deu susto no Tijuana nos instantes finais, porém não alcançou o gol e empate.
TIJUANA 1 x 0 CORINTHIANS


TIJUANA-MEX - Cirilo Saucedo; Abrego, Javier Gandolfi, Pablo Aguilar e Joe Corona; Cristian Pellerano, Núñez, Fernando Arce e Fidel Martínez (Garza); Duvier Riascos (Enríquez) e Alfredo Moreno (Ruíz). Técnico: Antonio Mohamed.


CORINTHIANS - Cássio; Alessandro (Edenílson), Gil, Paulo André (Romarinho) e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Renato Augusto (Douglas); Alexandre Pato e Guerrero. Técnico: Tite.
GOL - Gandolfi, aos 19 minutos do segundo tempo. 
CARTÕES AMARELOS - Paulinho, Moreno, Fábio Santos, Gandolfi, Aguilar, Guerrero.
ÁRBITRO - Victor Carrillo (Peru).
RENDA E PÚBLICO - Não disponíveis.
LOCAL - Estádio Caliente, em Tijuana (México). 




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A falta de criatividade imperou no estádio do Morumbi, mas não impediu o São Paulo de vencer os bolivianos do Strongest, nesta quinta-feira

   A falta de criatividade imperou no estádio do Morumbi, mas não impediu o São Paulo de vencer os bolivianos do Strongest, nesta quinta-feira, por 2 a 1. Pela segunda rodada da fase de grupos da Libertadores, e com o esquema de três atacantes retomado por Ney Franco, o São Paulo atuou de forma desorganizada e viu sua torcida pedir raça nas arquibancadas antes de Luis Fabiano balançar as redes de Vaca, aos 34 do segundo tempo.
Depois da derrota contra o Atlético-MG na estreia, o time avança a três pontos e divide com os bolivianos a vice-liderança do Grupo 3 da principal competição continental.
Depois de um primeiro tempo em que pecou na marcação de meio-campo, deu espaço aos bolivianos, pouco criou e ainda levou, logo aos 20 minutos, um gol do zagueiro Barrera por erro defensivo, o São Paulo voltou do mesmo jeito para a etapa complementar, mesmo com o empate anotado por Osvaldo. Apenas Aloísio, com seu estilo de jogo tradicionalmente combativo, e Ganso, acionado aos 16 do segundo tempo, buscaram jogo. E foi justamente com uma assistência do camisa 8, ovacionado pela torcida, que o Fabuloso voltou a marcar no Morumbi depois de um mês na seca e igualou Rogério Ceni como maior artilheiro São Paulo em Libertadores.
O próximo desafio São Paulo será longe de casa, em Penápolis, pelo Campeonato Paulista, competição em que defende a liderança. Pela Libertadores, o Grupo 3 já vive sua terceira rodada no próximo meio de semana, quando o São Paulo antecipa sua punição referente às finais da Sul-americana e enfrenta o Arsenal de Sarandí na quinta-feira, às 19h15 (de Brasília), no Pacaembu. O desafio do Strongest é mais duro: quarta, contra o Atlético-MG, no Independência. O Jogo
Em clima de decisão e com torcedores chegando já com bola rolando graças ao horário inusitado da partida - 21h30 e não 22 horas, como de costume -, o São Paulo começou pressionando o Strongest, um adversário que não possuía jogadores de grande força física e parecia intimidado nos primeiros minutos, dada a ofensividade do time da casa. Após um minuto de silêncio respeitado pelas próprias arquibancadas e pelo menos até metade do primeiro tempo, só deu São Paulo.
Logo no lance de abertura, para acuar ainda mais os bolivianos, Osvaldo partiu em velocidade pelo meio e sofreu falta dura de Méndez, que levou cartão amarelo. Jadson até completou para o gol, mas o árbitro já havia interrompido o lance para desespero do camisa 10. Na cobrança de falta precisa, Rogério Ceni obrigou o baixinho Daniel Vaca a se esticar todo para praticar a defesa e evitar, de cara, o que poderia ser o primeiro gol da partida.




























Gazeta Press
Ganso entrou no segundo e o placar ainda marcava 1 a 1. Foi dele o passe para o gol de Luis Fabiano

Baseado principalmente na boa fase de Jadson, o São Paulo seguiu arriscando no campo de ataque, pelo lado direito. Depois de desperdiçar uma chance após bela jogada na entrada da área, o camisa 10 armou outra boa oportunidade aos oito minutos, quando Osvaldo errou na sequência e Denílson aproveitou a sobra para bater de fora e ver a bola passar raspando o travessão do goleiro Vaca. Até aquele momento da partida, o time da casa dominava amplamente as ações e não dava qualquer espaço para tentativas dos bolivianos.
Imprevisível como a vida, o futebol proporcionou um baque de grandes dimensões para o torcedor são-paulino aos 21 minutos do primeiro tempo, logo quando o time do Morumbi criava chances e chegava bem próximo de abrir o placar. Em uma despretensiosa cobrança de escanteio de Pablo Escobar, ex-jogador de clubes como Ponte Preta e Santo André, Cristaldo apareceu na primeira área, onde não havia marcadores do São Paulo, e encobriu Rogério Ceni. A bola não entraria, mas Barrera apareceu, também sem a atenção dos brasileiros, para completar de carrinho e inaugurar o marcador.
Há 200 dias sem perder no Morumbi, o São Paulo sentiu a pressão de novamente sair atrás no placar. O time corria atrás da desvantagem, mas aparentava desorganização dentro de campo. Com Jadson e Osvaldo mais sumidos do que o costume e abalado pelo baque do primeiro gol, a marcação no setor de meio-campo estava enfraquecida e Harold Reina se destacava chamando a atenção nas saídas dos volantes São Pauloes. Isso tudo enquanto Pablo Escobar se movimentava para receber, sem sucesso.
Na reta final do primeiro tempo, motivado pela força de sua torcida, Luis Fabiano perdeu boa chance após passe de Aloísio, que começava a se destacar como grande nome do São Paulo na partida. Na primeira jogada organizada pelo ex-Figueirense, o Fabuloso atirou por cima do gol de Vaca. Mas na segunda, não teve jeito. Após lance do Boi Bandido pela direita, o camisa 9 bateu para boa defesa de Vaca. No rebote, o goleiro até tentou o milagre, mas não evitou que Osvaldo marcasse e corresse para o abraço.
Desligado no fim do primeiro tempo, mas com o empate garantido aos 43 minutos, o São Paulo voltou sem inspiração para a etapa complementar. Depois de 15 minutos sem um único chute em direção ao gol de Vaca, a falta de criatividade ficou evidente. O time era presa fácil para a marcação do Strongest e os jogadores do meio para frente ficavam parados, como que esperando o passe chegar aos pés. Impreciso, o São Paulo despertou a irritação da torcida e só reagiu quando Ney Franco acionou Paulo Henrique Ganso.
O camisa 8 levantou a torcida logo que saiu do banco de reservas e teve tempo para ver, de pé, Aloísio fazer mais uma grande jogada pelo lado, cortar a marcação e servir Jadson que, no meio da área, acertou o travessão de Vaca. Com Ganso em campo - e querendo jogo -, o São Paulo retomou a soberania e mudou a postura dentro de campo. Luis Fabiano perdeu uma boa chance logo de cara para colocar o time em vantagem. A animação, no entanto, não durou muito tempo.
Ainda desorganizado mesmo com Cañete na vaga do exausto Aloísio, o São Paulo exagerou nas enfiadas de bola de Ganso e Jadson, buscando justamente os três atacantes. No momento em que a torcida já começava a pedir ‘raça’ ao time nas arquibancadas, um ataque com o toque de Ney Franco definiu o placar: Cañete inicou a jogada pelo meio e deixou Ganso livre na área, onde teve espaço para tocar no meio e ver Luis Fabiano se atirar para anotar o gol da virada, o gol da festa no Morumbi.
FICHA TÉCNICA -  SÃO PAULO X THE STRONGEST
Local : Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP) 
Data : 28 de fevereiro de 2013, quinta-feira 
Horário : 21h30 (de Brasília) 
Árbitro : Enrique Cáceres (Paraguai) 
Assistentes : Rodney Aquino e Dario Gaona (ambos do Paraguai) 
Cartões amarelos : Wellington (São Paulo); Méndez, Barrera, Soliz (The Strongest) 
Público : 31.273 torcedores 
Renda : R$ 918.305,00
GOLS : Barrera, aos 21 minutos do primeiro tempo. Osvaldo, aos 43 minutos do primeiro tempo, e Luis Fabiano, aos 34 minutos do segundo tempo. 
SÃO PAULO : Rogério Ceni; Douglas, Lúcio, Rafael Toloi e Cortez; Wellington, Denilson (Ganso) e Jadson (Fabrício); Aloísio (Cañete), Luis Fabiano e Osvaldo 
Técnico : Ney Franco
THE STRONGEST : Daniel Vaca; Diego Bejarano, Mendez, Barrera e Torrico; Walter Veizaga, Nelvin Soliz, Alejandro Chumacero e Cristaldo (Kunningham); Pablo Escobar e Harold Reina 
Técnico : Eduardo Villegas




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O Corinthians disputará suas partidas da Taça

 Libertadores sem o apoio da torcida 



O Corinthians disputará suas partidas da Taça Libertadores sem o apoio da torcida em consequência da morte de um jovem boliviano de 14 anos que foi atingido por um sinalizador disparado por um membro da torcida do time paulista durante a partida de quarta-feira contra o San José, informou a Conmebol.

A medida é cautelar. Significa que vai ficar valendo até que se tome uma decisão final, o que deve ocorrer, segundo a entidade, em até 60 dias."As partidas do Corinthians como mandante serão disputadas de portões fechados. Nos jogos que o clube disputará como visitante, seus torcedores não terão acesso a ingressos", disse nesta quinta-feira o porta-voz da Conmebol, Nestor Benítez (veja a classificação e calendário da Libertadores)



Reprodução
Comunicado da Conmebol que pune o Corinthians de forma cautelar
Comunicado da Conmebol que pune o Corinthians de forma cautelar
Trata-se da primeira medida tomada pela entidade desde a morte do jovem Kevin Beltrán, que foi atingido no olho por um sinalizador disparado desde o setor reservado para a torcida do Corinthians.
O clube já vendeu 82.500 ingressos para os três jogos da fase de grupos que fará em casa em 2013 --o primeiro é na quarta, ante o Millonarios. A equipe ainda não se pronunciou, mas deixou claro que tem condições de ressarcir todos os torcedores que compraram ingressos. Até as 23h desta quinta-feira, o Corinthians disse que ainda não havia sido comunicado oficialmente, mas na nota já é sabido que o clube terá três dias de prazo para apresentar a defesa.
O drama ocorreu pouco depois do gol do Corinthians, marcado aos 5 minutos de jogo pelo peruano Paolo Guerrero, durante a partida que terminou empatada em 1 a 1. Benítez ainda disse que a punição será mantida até que a polícia boliviana esclareça os fatos que provocaram a morte do torcedor.


"Os dirigentes do Corinthians têm um prazo de três dias para apresentar sua defesa", completou o porta-voz.
Pouco depois do incidente, a policia aprendeu 12 torcedores do Timão que permanecem detidos na delegacia de Oruro, cidade situada a 240 km ao sul da capital La Paz.
O polícia boliviana declarou nesta quinta-feira ter fotos que provam que o sinalizador foi disparado foi disparado por um torcedor corinthiano.
Alex Argozino/Editoria de Arte/Folhapress
Um canal de TV da Bolívia exibiu imagens que mostram o momento em que o sinalizador é lançado pela torcida do Corinthians que estava no estádio em Oruro. Não é possível identificar se é o artefato que matou o torcedor do San José.




http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1234861-corinthians-vai-jogar-com-portoes-fechados-na-libertadores-diz-porta-voz-da-conmebol.shtml




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Nova namorada de Ronaldo diz para a sogra: "Quero adotar um filho"







Ronaldo cumprimenta a colunista com dois beijos e recebe de volta a provocação: "Três para casar". A DJ Paula Morais, 27, sua nova namorada, diz, rindo: "É isso mesmo, amor. Três pra casar!"


"Vamos lá para o camarote do prefeito [do Rio]?", convida o craque, encostado no balcão do espaço da Brahma na Sapucaí. Os dois saem em disparada pelos corredores do sambódromo. Quatro seguranças tentam alcançar o casal, que abre caminho por conta própria.
*
As pessoas gritam, querem um autógrafo, uma foto. "Namorada do Ronaldo, me ajuda!", pede uma fã. De short curto, salto alto e sem parar de correr, Paula olha para trás, sorri, "não dá!".
*
Os dois dão risada, rodopiam. Ela salta no colo do ex-jogador, que a carrega por alguns segundos; se beijam, ela volta ao chão.
*
Chegam ao camarote de Eduardo Paes, prefeito do Rio. "Obrigado aí por tudo o que você tem feito pela dona Sonia", afirma Ronaldo, referindo-se à mãe. "Você só entra aqui com a autorização dela, cara!", diz Paes.
*
Em poucos minutos, dona Sonia é localizada e aparece na sala. Está de vestido curto, branco, e colar e brincos de pedras verdes. Beija o filho, senta num sofá. Paula se acomoda ao lado da sogra.
*
"Ela tá cuidando bem dele, né, dona Sonia?", pergunta Paes. "Tá, sim", diz a mãe.
*
Os dois estão namorando há cerca de três meses. Paula é goiana e mora no Rio há mais de uma década. É sobrinha de Orlando Morais, marido de Glória Pires. Os dois se conheceram por meio de amigos em comum. Não desgrudaram mais.
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"Estamos morando juntos. Quer dizer, mais ou menos. Ficamos na casa dele no Leblon, ou então ele fica na minha casa, na Barra. Ele adora. Mas lá tem a minha mãe, o meu irmão, é muita gente", explica Paula. Neste ano, devem passar uma temporada em Londres.
Ronaldo perdeu 18 quilos no Medida Certa, quadro do "Fantástico", da Globo. Depois que começaram a namorar, emagreceu outros dois.
*
"Eu tô cuidando dele, sim, dona Sonia. Todo dia, de manhã, ele acorda e toma mel, geleia real. E come uma fruta. O primeiro alimento tem que ser vivo. Depois então pode comer um pãozinho." Paula segue: "Eu faço 'abacatada'. Sabe abacate batido? Ele diz: 'É da minha infância, a minha mãe fazia pra mim'".
*
A cada três horas, como recomendam os nutricionistas, Ronaldo volta a se alimentar. "Eu dou sempre pra ele uma frutinha, alguma coisinha."
*
O craque levanta a camiseta. "Sabe há quanto tempo eu não tinha uma barriga assim, definida?"
*
"Graças a Deus!", diz dona Sonia à nora. "Eu fiz até promessa para ele emagrecer." A mãe do craque desconfia inclusive que a Globo desafiou Ronaldo a perder peso por sua influência. No ano passado, ela encontrou amigos da emissora: "Por que vocês não levam o Ronaldo para o 'Medida Certa'?". "Não sei se foi isso ou se leram o meu pensamento", afirma.
*
"Eu insistia com o Ronaldo: 'Filho, eu me cuido tanto, você tem que se cuidar também'. Por causa da saúde, né? Eu tenho os meus netos para ver crescer."
*
Novos bebês podem chegar, provoca a Folha. Dona Sonia pega a mão de Paula: "Ela vai me dar um netinho também". Paula abre um sorriso: "Se Deus quiser, dona Sonia. Eu tenho muita vontade de adotar um filho". Ronaldo já fez vasectomia.
*
"É mais fácil administrar os cofres do Rio de Janeiro do que administrar as contas da dona Sonia", afirma Ronaldo a Eduardo Paes. A mãe balança a cabeça, sorrindo, para negar a informação. "Aí é que eu quero ver!", segue o ex-craque. "Ela chega para mim no fim do ano e diz: 'Ronaldo, o cartão vai estourar um pouquinho'. Já viu, né?"
*
Dona Sonia sai do sofá, vai até o filho, senta em seu colo. Ronaldo abraça a cintura dela. "Mas tenho que ser justo: tudo é para os netos, nada é para ela. É uma dedicação tão grande, de tempo, de tudo", diz o ex-jogador. "Eu faço um pouquinho para cada um e todos ficam felizes, né?", emenda dona Sonia.
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A namorada conta à sogra que Ronaldo vai receber orientações de uma familiar dela que é médica ortomolecular. Ele está fazendo exames. "O Ronaldo emagreceu de uma só vez", diz Paula. Um desafio para os dois: largar o cigarro. Recentemente, ela também voltou a fumar.
*
O casal corre sete quilômetros todos os dias, indo e voltando do Leblon ao Arpoador. "Ela é atleta", diz Ronaldo. Já ele às vezes amolece, quer parar para tirar fotos com fãs. "Eu digo 'amor, vamos, amor, vamos'", conta a namorada. O ex-jogador às vezes acelera no final e desafia: quem chegar primeiro, ganha. "Ele detesta perder."
*
Dona Sonia olha para o filho, que fala com o prefeito sobre vários assuntos. "Ele adora essa agitação. Não vive sem isso", diz a mãe. Ronaldo provoca o peemedebista Paes: "Vocês ficam me desprezando... O PSDB taí, me convidando para um monte de coisas". "O que você quiser!", responde o prefeito. O ex-craque ri: "Bom é se dar bem com todo mundo, né?".
*
Dona Sonia acaricia o rosto do filho, que fecha os olhos. Ela se despede: "Tenho que ir". Ronaldo sai do camarote e cai no samba com a nova namorada na Sapucaí.
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Ricky Chung - 8.ago.99/Reuters
PRIMEIRONA A ex-jogadora Milene Domingues, 33, foi a primeira mulher de Ronaldo Nazário, então craque da Inter de Milão. Ficaram juntos de 1999 a 2003. O primogênito Ronald Lima, 12, nasceu na Europa. O final da relação foi conturbado. "Nosso casamento durou quatro anos, mas dois foram aos trancos e barrancos. Claro que eu via o que acontecia [traições], mas em algumas situações aguentei o papel de boba para tentar preservar a vida do meu filho", disse ela anos depois.
PRIMEIRONA A ex-jogadora Milene Domingues, 33, foi a primeira mulher de Ronaldo Nazário, então craque da Inter de Milão. Ficaram juntos de 1999 a 2003. O primogênito Ronald Lima, 12, nasceu na Europa. O final da relação foi conturbado. "Nosso casamento durou quatro anos, mas dois foram aos trancos e barrancos. Claro que eu via o que acontecia [traições], mas em algumas situações aguentei o papel de boba para tentar preservar a vida do meu filho", disse ela anos depois.
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Samir Baptista - 6.set.04/Folhapress
velozes e furiosos O ex-jogador e a modelo e apresentadora mineira Daniella Cicarelli, 34, se casaram numa suntuosa cerimônia no Castelo de Chantilly, nas proximidades de Paris, no dia 14 de fevereiro de 2005, após sete meses de noivado. Não durou três meses. Pouco antes de se separarem, ela apareceu em público com uma camiseta e a frase estampada: "Quanto mais conheço os homens, mais eu amo o meu cachorro". Depois, os dois ficaram amigos, mas nunca muito próximos.
VELOZES E FURIOSOS O ex-jogador e a modelo e apresentadora mineira Daniella Cicarelli, 34, se casaram numa suntuosa cerimônia no Castelo de Chantilly, nas proximidades de Paris, no dia 14 de fevereiro de 2005, após sete meses de noivado. Não durou três meses. Pouco antes de se separarem, ela apareceu em público com uma camiseta e a frase estampada: "Quanto mais conheço os homens, mais eu amo o meu cachorro". Depois, os dois ficaram amigos, mas nunca muito próximos.
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Mastrangelo Reino - 13.set.09/Folhapress
RECORDE Bia Antony, 27, foi o relacionamento mais longo do ex-craque. Ex-namorada de Nelsinho Piquet, a brasiliense formada em engenharia conheceu Ronaldo em 2007. Ficaram juntos por seis anos, entre idas e vindas, e tiveram duas filhas: Maria Sophia, 4, e Maria Alice, 2. Há dois anos, depois de um teste de DNA, ele reconheceu o filho que teve com uma modelo. Alex, que na época tinha cinco anos, passou a conviver com Bia e os outros filhos do ex-jogador. Em dezembro, o casamento chegou ao fim.
RECORDE Bia Antony, 27, foi o relacionamento mais longo do ex-craque. Ex-namorada de Nelsinho Piquet, a brasiliense formada em engenharia conheceu Ronaldo em 2007. Ficaram juntos por seis anos, entre idas e vindas, e tiveram duas filhas: Maria Sophia, 4, e Maria Alice, 2. Há dois anos, depois de um teste de DNA, ele reconheceu o filho que teve com uma modelo. Alex, que na época tinha cinco anos, passou a conviver com Bia e os outros filhos do ex-jogador. Em dezembro, o casamento chegou ao fim.



http://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/1231172-nova-namorada-de-ronaldo-diz-para-a-sogra-quero-adotar-um-filho.shtml




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Ex-capas da Playboy gravam clipe para divulgar viagem de corintianos ao Japão









Aline RiscadoJaque KhuryAryane SteinkopfScheila Carvalho e Dani Bolina. Esse seria um time feminino de dar inveja a qualquer clube ou seleção mundial se o quesito fosse beleza. Quem teria conseguido reunir esse timaço de gatas? O Corinthians.Aline RiscadoJaque KhuryAryane SteinkopfScheila Carvalho e Dani Bolina. Esse seria um time feminino de dar inveja a qualquer clube ou seleção mundial se o quesito fosse beleza. Quem teria conseguido reunir esse timaço de gatas? O Corinthians. 


Na tarde da última quinta-feira, as ex-capas da Playboy e da Sexy se reuniram em uma casa em Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo, para a gravação de um clipe que divulgará uma promoção que pretende distribuir 130 pacotes de viagens para o Mundial de Clubes no Japão.


Em meio a muito bate-papo e confidências sobre seus cuidados de beleza, como a alimentação de Scheila, à base de ovos cozidos - mais especificamente as claras -, as musas foram se arrumando para o ápice do dia, que aconteceria no estádio do Pacaembu, antes do duelo entre Corinthians e Inter, às 21 horas. Cremes nas pernas, para destacar ainda mais o corpo das meninas, fizeram parte da preparação de todas.




O making of do evento durou pouco mais de três horas - isso devido ao atraso de algumas das gatas. Aryane foi uma das que mais demoraram a comparecer ao local para a preparação do clipe, mas, em menos de uma hora, a ex-panicat já estava desfilando seu jeans colado e a blusa decotada pela casa.


No quesito horário, o recorde de atraso ficou por conta de Aline Riscado. Com problemas no aeroporto, a bailarina do Faustão, que veio do Rio de Janeiro, só chegou ao local depois das 19h, quase na hora da ida das musas para o estádio.




A essa altura, as musas já estavam todas com top, shorts, meião e chuteira vestidas. Enquanto esperavam a última das meninas chegar, a alimentação ficou por conta de alguns sanduíches de metro e muitas frutas. No quesito bebida? Energético era o mais requisitado. Mas refrigerantes sem açúcar também tinham seu espaço.


O alívio dos responsáveis pelo vídeo se misturou com um desespero para correr com tudo e chegar ao estádio a tempo do desfile das musas, que ainda precisavam se vestir de gueixas. A apreensão ficou ainda maior por conta do laço da roupa. A dificuldade de amarrar o roupão das gatas causou certo pânico até que Dani conseguiu dar um jeitinho no seu próprio laço e saiu amarrando os das colegas.


Com a chegada ao estádio apenas às 20h20, a correria tomou conta da organização do clipe. As musas desceram às pressas da van, e a festa começou. A reação do público foi aumentando de intensidade (e nas gracinhas) conforme elas foram atravessando os setores. Até quando passaram perto garotinhos que acompanham os jogadores até o gramado, ouviu-se um "gostosas". Quando deixaram os roupões caírem, já bem perto da torcida organizada, e ficaram apenas de top e shorts, bem curtos, as 27 mil pessoas no Pacaembu foram à loucura.

"Maravilhoso participar disso, eu estou no meio dessa galera (torcida do Corinthians), que sofreu tanto na conquista da Libertadores. Pra mim, é um prêmio, uma honra estar aqui e também quero ir para o Japão. Na final (contra o Boca), lembro que estava bem tensa, me arrepio só de lembrar”, afirmou Jaque em entrevista exclusiva ao Virgula Esporte.




Para a gravação do clipe, os responsáveis pela campanha convocaram apenas “corintianas”. Exceção fica por conta de Aryane, fã do Botafogo, e Scheila, originalmente flamenguista. Mas ambas admitem ser simpatizantes do Corinthians por causa dos torcedores.


“Sou flamenguista, quando fui morar na Bahia, virei Vitória. Quando entrei para o É o Tchan, a gente vinha muito para São Paulo, e eu tinha muitos fãs corintianos, eles me puxaram, e eu simpatizei muito com a torcida do Corinthians. Me tornei também corintiana. Chego a me arrepiar vendo essa torcida”, disse Scheila.

Além das gatas, o Pacaembu ainda recebeu Bonecos de Olinda de grandes nomes da história do clube, como os ex-jogadores SócratesMarcelinho CariocaNetoRonaldo (o goleiro), eRonaldo Fenômeno, além do lutador Anderson Silva.



A ação ainda distribuiu cerca de 15 mil camisetas promocionais na entrada do estádio para os corintianos. A previsão é que sejam dados mais de R$ 1,7 milhão em prêmios.


Os interessados em participar da promoção terão de comprar um kit, que custa entre R$ 69 e R$ 249, que contará com um boné e 20 cupons para o sorteio dos grandes vencedores. As viagens para o Mundial dão direito a ingressos para os jogos da semifinal e final, hospedagem e passagem de ida e volta para o Japão.


Além de Aline, Jaque, Aryane, Dani e Scheila, estavam na gravação as musas da agremiação do Parque São Jorge Ana Paula Minerato, Tati Minerato e Jamile Pavlova.


Na tarde da última quinta-feira, as ex-capas da Playboy e da Sexy se reuniram em uma casa em Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo, para a gravação de um clipe que divulgará uma promoção que pretende distribuir 130 pacotes de viagens para o Mundial de Clubes no Japão.


Em meio a muito bate-papo e confidências sobre seus cuidados de beleza, como a alimentação de Scheila, à base de ovos cozidos - mais especificamente as claras -, as musas foram se arrumando para o ápice do dia, que aconteceria no estádio do Pacaembu, antes do duelo entre Corinthians e Inter, às 21 horas. Cremes nas pernas, para destacar ainda mais o corpo das meninas, fizeram parte da preparação de todas.


O making of do evento durou pouco mais de três horas - isso devido ao atraso de algumas das gatas. Aryane foi uma das que mais demoraram a comparecer ao local para a preparação do clipe, mas, em menos de uma hora, a ex-panicat já estava desfilando seu jeans colado e a blusa decotada pela casa.


No quesito horário, o recorde de atraso ficou por conta de Aline Riscado. Com problemas no aeroporto, a bailarina do Faustão, que veio do Rio de Janeiro, só chegou ao local depois das 19h, quase na hora da ida das musas para o estádio.


A essa altura, as musas já estavam todas com top, shorts, meião e chuteira vestidas. Enquanto esperavam a última das meninas chegar, a alimentação ficou por conta de alguns sanduíches de metro e muitas frutas. No quesito bebida? Energético era o mais requisitado. Mas refrigerantes sem açúcar também tinham seu espaço.


O alívio dos responsáveis pelo vídeo se misturou com um desespero para correr com tudo e chegar ao estádio a tempo do desfile das musas, que ainda precisavam se vestir de gueixas. A apreensão ficou ainda maior por conta do laço da roupa. A dificuldade de amarrar o roupão das gatas causou certo pânico até que Dani conseguiu dar um jeitinho no seu próprio laço e saiu amarrando os das colegas.


Com a chegada ao estádio apenas às 20h20, a correria tomou conta da organização do clipe. As musas desceram às pressas da van, e a festa começou. A reação do público foi aumentando de intensidade (e nas gracinhas) conforme elas foram atravessando os setores. Até quando passaram perto garotinhos que acompanham os jogadores até o gramado, ouviu-se um "gostosas". Quando deixaram os roupões caírem, já bem perto da torcida organizada, e ficaram apenas de top e shorts, bem curtos, as 27 mil pessoas no Pacaembu foram à loucura.

"Maravilhoso participar disso, eu estou no meio dessa galera (torcida do Corinthians), que sofreu tanto na conquista da Libertadores. Pra mim, é um prêmio, uma honra estar aqui e também quero ir para o Japão. Na final (contra o Boca), lembro que estava bem tensa, me arrepio só de lembrar”, afirmou Jaque em

entrevista exclusiva ao Virgula Esporte

   

Para a gravação do clipe, os responsáveis pela campanha convocaram apenas “corintianas”. Exceção fica por conta de Aryane, fã do Botafogo, e Scheila, originalmente flamenguista. Mas ambas admitem ser simpatizantes do Corinthians por causa dos torcedores.


“Sou flamenguista, quando fui morar na Bahia, virei Vitória. Quando entrei para o É o Tchan, a gente vinha muito para São Paulo, e eu tinha muitos fãs corintianos, eles me puxaram, e eu simpatizei muito com a torcida do Corinthians. Me tornei também corintiana. Chego a me arrepiar vendo essa torcida”, disse Scheila.

Além das gatas, o Pacaembu ainda recebeu Bonecos de Olinda de grandes nomes da história do clube, como os ex-jogadores SócratesMarcelinho CariocaNetoRonaldo (o goleiro), eRonaldo Fenômeno, além do lutador Anderson Silva.




A ação ainda distribuiu cerca de 15 mil camisetas promocionais na entrada do estádio para os corintianos. A previsão é que sejam dados mais de R$ 1,7 milhão em prêmios.


Os interessados em participar da promoção terão de comprar um kit, que custa entre R$ 69 e R$ 249, que contará com um boné e 20 cupons para o sorteio dos grandes vencedores. As viagens para o Mundial dão direito a ingressos para os jogos da semifinal e final, hospedagem e passagem de ida e volta para o Japão.


Além de Aline, Jaque, Aryane, Dani e Scheila, estavam na gravação as musas da agremiação do Parque São Jorge Ana Paula Minerato, Tati Minerato e Jamile Pavlova.






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ROBERTO RIVELINO EM DETALHES


Carreira

Nascido numa família de imigrantes italianos da localidade de Macchiagodena (Isérnia), começou sua carreira como amador no Clube Atlético Indiano na capital paulista[1]

[editar]Corinthians

Sua carreira profissional teve início no Sport Club Corinthians Paulista, onde tornar-se-ia um de seus maiores ídolos.
Foi com a camisa do Corinthians que o "Reizinho" marcou mais gols (141) em toda sua carreira.


Como jogador do Corinthians foi a época na qual Rivellino fez mais sucesso na seleção brasileira, Junto com o seu período no Tricolor ; foi um dos destaques da seleção que venceu a Copa do Mundo de 1970 e recebeu o apelido dos mexicanos de "Patada Atômica"; e foi o camisa 10 do Brasil de 1974, sendo um dos poucos jogadores brasileiros que apresentaram um bom futebol nessa Copa.
Quando foi campeão do mundo em 70, Rivellino teria declarado que trocaria aquela glória por um simples título de campeão paulista pelo Corinthians. Coisa que, em cinco anos de clube, ele jamais conseguiu. Teve essa chance na decisão de 1970 (ano em que também foi o principal jogador da seleção, na Copa do Mundo), contra o Palmeiras. Mas, como todo o time, jogou mal. Nos dias seguintes à perda do título, a diretoria do clube, que precisava de um bode expiatório, elegeu Rivellino como culpado. E negociou o seu passe com o Fluminense, do Rio de Janeiro. Partiu deixando um duplo sentimento de revolta e agradecimento no fundo do seu coração corintiano.

[editar]Fluminense

Rivellino estreou no Fluminense em 8 de fevereiro de 1975, num amistoso, em pleno sábado de Carnaval, justamente contra o seu ex-time. O resultado foi 4 a 1 para os cariocas, com três gols seus.
O Fluminense na época foi chamado de "Máquina Tricolor", sendo considerado uma das melhores equipes da época do futebol nacional, conquistou o bicampeonato estadual (75/76) e foi por duas vezes semifinalista do campeonato brasileiro: em 1975, perde para o Internacional, e em 1976 perde para o Corinthians, no jogo em que houve a famosa Invasão Corintiana.
Além de Rivellino, havia outros grandes craques, como Paulo César LimaDovalPintinhoCarlos Alberto Torres e Edinho, entre outros, numa equipe que vivia se exibindo pelo mundo em grandes torneios internacionais. Teve várias atuações de destaque pela equipe carioca, sendo que em um jogo contra o Vasco da Gama, marcou o gol mais famoso de sua carreira, aplicando o drible elástico no médio volante Alcir, da equipe cruzmaltina, e passando por mais dois jogadores cruzmaltinos antes de fazer o gol da vitória tricolor. No no Fluminense que Rivelino teve mais sucesso, sendo que foi no mesmo que jogou mais tempo: Treze anos(de 1970 a 1983).

[editar]Al Hilal

Em 1983 deixou o tricolor ao ser vendido para futebol árabe. No Al Hilal, da Arábia Saudita, onde foi campeão da Copa do Rei e bicampeão nacional. Desavenças com o príncipe Kaled fizeram com que Rivellino encerrasse sua carreira mais cedo, em 1985, aos 39 anos, sendo que pretendia jogar até os 42 anos.
Ainda no mesmo ano, no dia 22 de setembro de 1985, disputou uma partida como jogador do São Paulo contra a seleção da Arábia Saúdita. O jogo foi um amistoso, realizado no Morumbi, em São Paulo.[2][3]

[editar]Seleção Brasileira

Na Copa do Mundo de 1970, Rivellino, foi um dos destaques da Seleção Brasileira tricampeã do mundo no México em 1970, seleção esta que é tida por muitos como o melhor time de futebol já formado no mundo. Nessa época, Rivellino angariou um grande número de fãs internacionais, sendo talvez o mais famoso deles o argentino Diego Maradona, que o tinha como ídolo e exemplo em sua infância. Diego se entusiasmara pelas jogadas com a perna esquerda, já que Rivellino era canhoto como ele. Também gostava da sua postura rebelde dentro de campo, sempre de cabelos longos, gesticulando e incentivando seus companheiros. Depois da Copa de 1970, Rivellino ainda seria campeão pela Seleção Brasileira do Torneio da Minicopa, disputado no Brasil em 1972. Na Copa do Mundo de 1974, apesar de continuar se destacando e marcando belos gols, como o que fez contra a Alemanha Oriental ao cobrar uma falta extremamente precisa, mandando a bola numa brecha da barreira aberta por Jairzinho que se abaixou na hora certa, seria prejudicado pela fraca campanha da equipe. Em 1978 seria convocado para sua terceira Copa, mas acabou ficando na reserva na maior parte da competição.

[editar]Jogadas famosas

Rivellino teria começado seu futebol jogando em quadras, na modalidade conhecida por Futsal. Graças a essa origem, desenvolveu uma série de jogadas curtas com a perna esquerda que viriam a fazer grande sucesso nas categorias de base do Corinthians, mais tarde no time principal. É tido como o inventor do drible "elástico", que consiste em fazer um movimento de vai-e-vem com a bola usando o mesmo pé. Mas o próprio Rivellino já disse, por diversas vezes, que copiou o drible de um colega do futsal, de origem japonesa, o ex-camisa 8 do Corinthians Sérgio Echigo. Foi com a camisa do Fluminense, contra o Vasco da Gama que o drible eslástico ficou eternizado no imaginário popular.
Excelente cobrador de faltas, chamava a atenção pelos potentes tiros desferidos com a perna esquerda. Na Copa do Mundo de 1970, o primeiro gol da seleção brasileira foi feito por ele, em uma cobrança de falta contra a Tchecoslováquia.

[editar]Apelidos

  • Reizinho do Parque, dado pelo jornalista esportivo Antônio Guzmán na década de 1960, em sua época majestosa de Corinthians;
  • Patada Atômica, chamado assim pelos mexicanos na campanha da Seleção Brasileira na Copa de 70, por seus potentes chutes de canhota. Outros dizem que esse apelido foi dado pelo locutor Waldyr Amaral, durante a Copa do Mundo de 1970;
  • Bigode: chamado assim pelos colegas futebolistas. Quando jogador, tinha 1,71 m e 75 kg e atraía muito a atenção seu bigode, que começou a usar a partir de 1971 e que o manteve até então.
  • Riva: Utilizado carinhosamente por torcedores do Fluminense, o apelido é uma abreviação do seu sobrenome.

[editar]Títulos

Corinthians


Fluminense

Al Hilal

[editar]Prêmios

[editar]Seleção da América do Sul de todos os tempos

Foi escolhido ainda para integrar a seleção da América do Sul de todos os tempos. A enquete foi realizada com cronistas esportivos de todo o mundo.[carece de fontes]
Seleção da América do Sul
JogadorPaís
Fillol Argentina
Carlos Alberto Torres Brasil
Figueroa Chile
Daniel Passarella Argentina
Nilton Santos Brasil
Gérson Brasil
Di Stéfano Argentina
Rivelino Brasil
Didi Brasil
Garrincha Brasil
Pelé Brasil

Referências



Corinthians adota venda casada para o Mundial e cria

 barreiras para torcedor 'comum'


O torcedor do Corinthians que pretende adquirir ingresso sem utilizar o pacote de viagem oferecido clube corre o risco de não achar bilhetes ou então de ter de assistir ao Mundial de Clubes na torcida “neutra”. Para o torneio no Japão, em dezembro, o clube fechou parceria com a operadora de turismo CVC, que dará prioridade na aquisição de ingressos aos que se comprarem os planos oferecidos.A estratégia do Corinthians e CVC pode se configurar em “venda casada”, crime previsto por lei. Funciona basicamente da seguinte maneira: para ter direito a uma determinada compra, o consumidor é induzido a fechar outra aquisição.

Os ingressos que o Corinthians terá direito a comercialização serão destinados exclusivamente aos compradores do pacote firmado com a CVC (com hotel, traslado e, dependendo do plano, com passagens aéreas).
Neste caso, para o torcedor corintiano assistir ao Mundial no espaço destinado ao clube no estádio, é preciso comprar pacote de viagem com a CVC, cujos preços variam de R$ 5 mil a R$ 14 mil. O Corinthians estreia no dia 12 de dezembro, sem adversário definido.
“Quem não comprar ingresso pelo pacote oficial não vai ter acesso à torcida do Corinthians. Vai ter que ficar em outros setores. E quem comprar o pacote de viagem vai ter a prioridade para adquirir o ingresso”, disse uma pessoa responsável pela comercialização.
Se um torcedor, por exemplo, não quiser adquirir todo o pacote oferecido (hospedagem, traslado, etc..), ele só terá como opção comprar o ingresso diretamente com a Fifa, cujo sistema de venda ainda não foi apresentado. A entidade deve iniciar a venda em setembro.
O Procon notificou o Corinthians por venda casada na final da Libertadores contra o Boca Juniors e considera irregular o programa Fiel Torcedor. A instituição informa que a prática adotada pelo clube impede o cidadão de ter o direito a um produto ou serviço, restringindo a venda de ingressos.

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Quem é o mais apto atleta olímpico de todos eles?

Quer competir nas Olimpíadas? A ciência diz que seu VO2 máximo melhor ser-se por ela


Em 7 de agosto, às 11h30, Hunter Kemper irá saltar para a água na Serpentine, o famoso lago na antiga coutada real em Londres agora chamado Hyde Park, para o início do triatlo olímpico. Sua freqüência cardíaca irá rapidamente whomp-whomp, whomp-whomp até 172 batimentos por minuto como ele e os outros 54 concorrentes começar debatendo seu caminho no curso de natação. O pé 6 2 polegadas, 175 libras (188 cm, 79 kg) Kemper, 36, vai sustentar que a frequência cardíaca ao longo de um 1.500 m natação seguido por um passeio de bicicleta de 40 km e uma corrida de 10 km.
É tudo menos um passeio no parque. Seu objetivo é "maximizar a minha saída naquele dia", ou seja, sugar de uma hora e 48 minutos de dor. "Isso é muito difícil de fazer", diz ele. "Às vezes, fugir. É tão doloroso, você pensa, eu não posso ir mais um minuto. "Mas ele vai.
Em Dorney Lake, perto de Windsor Castle, remadores de barco das mulheres dos EUA oito estará pensando ao longo das mesmas linhas. Em sua corrida de 2.000 m, estas mulheres poderosas, em média, mais de 6 pés (183 cm) de altura e pesando cerca de £ 175 (79 kg), cada um vai fazer o equivalente a 200 intermediária limpa - levantar uma barra de joelhos para peito - ao mesmo tempo, fazendo agachamentos perna. Eles serão sugando em três vezes o oxigênio que a maioria de nós e convertendo muito mais do que a potência muscular. "Você começa com um sprint flat-out, e 40 segundos na corrida você é como, Oh-s, eu não vou fazer isso", diz Esther Lofgren, parte do atual campeão mundial e oito. "Felizmente, nós fizemos isso antes."
Na maratona masculina, Wilson Quênia Kipsang - um motor de física proporções perfeitas para correr longas distâncias rapidamente, com pernas longas e finas e um coração enorme - vai estabelecer um ritmo que parece gracioso em sua economia: cerca de 4 min. 45 seg. por quilômetro ao longo de 26 milhas mais, uma velocidade que irá destruir a maioria dos concorrentes. Os quenianos vivem e treinam em 8.000 pés (2.440 m), nas terras altas da África do Vale do Rift. Alta Viver confere vantagens em resistência, como mais de transporte de oxigênio as células vermelhas do sangue. Lotes de corredores vão até lá para tentar igualar os hábitos de trabalho dos quenianos rigorosos, mas poucos podem igualar-los no dia da corrida. O melhor maratonista EUA, Meb Keflezighi, é um transplante dessa região.
São os quenianos e etíopes os mais aptos pessoas no mundo? Ou é a altura, remadores tonificados rasgando a água em direção a linha de chegada? Os triatletas arame certamente pode competir para o título, para não mencionar aqueles relativamente pequeno - em comparação com remadores - perna e pulmão máquinas conhecido como ciclistas. No ano passado, vencedor do Tour de France, Cadel Evans, pesa 141 £ (64 kg), talvez o peso ideal para pedalar até um Alp.
Todos os atletas que se qualificam para a equipe Olímpica dos EUA estão aptos. Boxers, taekwondoers, lutadores, ginastas, nadadores, velocistas, ciclistas, esgrimistas, arqueiros e trampolinists não obter um bilhete para Londres, porque eles estão apenas em muito boa forma. E o vencedor do decatlo reivindica o título honorário de "maior atleta do mundo." Mas de fitness a nível olímpico tem um significado diferente. "Todo mundo está procurando uma borda e na borda vem de ter certeza que você está competindo em todos os aspectos de desempenho: biomecânica, o mental, aspectos nutricionais", diz Chris Carmichael, que tem dezenas treinados de atletas olímpicos, incluindo George Hincapie e Moisés Ed. "No nível olímpico, eles estão olhando para o desempenho contra apenas estar apto." Os atletas mais aptos nem sempre conseguem medalhas. Mas eles sempre terão uma vantagem importante.
A Ciência de Aptidão
o ritmo começa a um min 7 fácil. 30 seg. uma milha, um relógio qualquer corredor dedicado conseguia. No laboratório os EUA Centro Olímpico de Treinamento do desempenho em Colorado Springs, hop atletas em uma esteira - ou uma bicicleta estacionária se eles estão os ciclistas - ligados a instrumentos para medir o seu desempenho. Aos poucos, o ritmo se acelera até que o atleta não pode mais suportá-lo e clicar no botão vermelho, exausto.
Os fisiologistas trabalhar em quatro componentes mensuráveis ​​da aptidão: VO2 máx, limiar de lactato, a economia de movimento e sustentado da produção máxima. Biomecânica é importante na medida em que o menos energia que um atleta gasta em um determinado movimento - um golpe de natação, por exemplo - o mais estarão disponíveis para a saída de pico. Há unmeasurables também, como os aspectos mentais de treinamento e competição - uma razão cada equipe olímpica emprega psicólogos do esporte.
Os cientistas e formadores em Colorado Springs evitar mais apto a palavra que se aplica aos seus atletas por causa das exigências diferentes entre os esportes. "Não é one size fits all", diz Rob Schwartz, força e treinador de condicionamento para os esportes de combate, como luta livre e boxe. "Existem vários parâmetros de aptidão, se é força, potência, flexibilidade, coordenação, agilidade ou consciência cinestésica - você pode sentir que você está fazendo no espaço." Mas todos os corpos têm corações, pulmões e músculos, e maximizar a sua produção é claramente uma característica de fitness. Fisiologistas os EUA Comité Olímpico de ter calculado a diferença entre a medalha de ouro e glória em quarto lugar história de pouca sorte (oh, você estava nas Olimpíadas?) Como metade de 1% em média - 0,005. "Nosso objetivo é apertar crítica que a metade de 1% de atletas da equipe dos EUA", diz Randy Wilber, fisiologista do esporte sênior do centro de treinamento de Colorado Springs. Esta diferença pode ser entregando uma pequena quantidade de oxigénio adicional para os músculos esforço ou um pouco menos de ácido láctico. Fitness pode explicá-la.
Se o seu corpo é uma máquina, VO2 max mede seu deslocamento. VO2 max mede mililitros de oxigénio por minuto por quilograma de peso corporal, convertidos para uma percentagem. Quanto maior o número, mais oxigênio que você está começando a seus músculos. A maioria de nós pode atingir 50% em um dia bom. Top faculdade relógio atletas em cerca de 75%. Ciclistas de elite dos Estados Unidos estão na faixa de 82% para a de 85%, mas eles estão usando apenas as pernas. (Lance Armstrong rachado 90%; acreditar no que quiser sobre o seu alegado uso de drogas, o cara tem um motor indiscutivelmente enorme.) A maior taxa Wilber já medido foi de 91%, em um esquiador de cross-country escandinavo cujo coração foi chugging como uma locomotiva a 197 batimentos por minuto.
Cientistas costumavam pensar VO2 máximo definido de fitness, mas homens e mulheres que não conseguem decifrar os principais VO2 max-pontuações ainda chegar ao pódio com regularidade. Assim, o foco foi ampliado para o lactato ou limiar, anaeróbio. Se você já foi correr ou nadar uma corrida e encontrou-se com tanta dor que você não poderia ir mais um centímetro, que foi o seu limiar de lactato pagando uma chamada. Isto acontece porque o ácido láctico e iões de hidrogénio positivos formar na bioquímica do exercício e interferir com a contração do músculo se o ácido láctico não pode ser removido de forma suficientemente rápida. Não contração, nenhuma ação.
A maioria dos esportes pode ser caracterizado como aeróbia ou anaeróbia. Sprinting é anaeróbica, a distância é demasiado curto para obter oxigénio bombeada para baixo a partir do coração. Você só drenar tudo o que está nos músculos das pernas. Wrestling é muito. Ciclismo e distância são aeróbias.
O remo é tanto uma anaeróbia e um esporte aeróbico. Em uma corrida de 2.000 m, a 250 m inicial é um sprint flat-out em que os remadores gerar energia sem muito oxigênio fluindo para os músculos, a 1.500 m do meio é aeróbico como seus corações empurrar o oxigênio em sua corrente sangüínea para as pernas e braços. Mas como o barco se aproxima da linha de chegada, os nervos já não será capaz de limpar o ácido láctico que foram construindo. Os níveis de ácido atingirá o pico a cerca de 20 milimoles por 100 ml de sangue. É quando o painfest começa. "Quando você chegar a 20, você está na terra do nunca", diz Fritz Hagerman, o fisiologista do exercício eminente da Universidade de Ohio, que começou o primeiro laboratório Olímpico o desempenho dos EUA em 1977. "Você queria que você estivesse morto, e você tem medo você não vai ser."
Fitness, como todo professor de ginástica lhe disse, é uma função da dor. Para os lutadores, isso significa duradouros 30 - a 90 minutos sem parar "grind" fósforos, para ser capaz de entregar mais dor e cansaço que eles estão tendo dentro "Wrestlers usar o termo quebrar o seu adversário", diz Schwartz. Os mais aptos atletas que marcou os seus limiares de lactato através da formação projetado para fazer exatamente isso. O mais ácido láctico seu corpo pode processar, mais poder você sair dela e quanto mais tempo você pode continuar. Remadores usar uma bicicleta ergométrica para medir a potência expressa em watts, que são convertidos em um tempo de 2.000 m. Desde seus dias de faculdade em Harvard, Lofgren melhorou sua pontuação erg por 15 segundos. Fitter também é igual a mais rápida. "Um comprimento do barco é de cerca de 3 segundos", diz ela. "Se a sua pontuação erg melhora de 15 segundos, você é de cinco comprimentos de barco melhor."
Alcançando aptidão olímpico exige um regime de treinamento que não está disponível para part-time atletas. Quer remar na equipe feminina dos EUA? Melhor estar preparado para ficar um remo na água às 7 da manhã por duas horas em um diário de 10.000 m para a linha de resistência de 12.000 m. Depois, você pode tomar café da manhã. Às 11 horas há uma hora de musculação. Em seguida, mais comida e descanso. Às 5 da tarde você está de volta no barco para um de duas horas, a linha de 8.000 m, trabalhando sobre a técnica e poder. Você vai precisar de consumir 5.000 calorias por dia. Você vai dormir bem. Em Chula Vista do USOC, na Califórnia, centro de treinamento, Lofgren, 27, diz que atletas de pista - não slouches próprios - foram provocando os remadores sobre seus treinos loucos. "Eles estavam nos dizendo que escolheu o esporte errado", diz ela.
Isso definitivamente não é verdade de Lofgren. Genes assunto. Eles determinam, em última análise o quão rápido ou forte você pode ser. Todo mundo nasce com uma mistura de músculos de contração rápida, de contração lenta e contração intermediária. Se você não tem a combinação certa de contração rápida e de contração intermediária músculos de suas pernas, você nunca vai estar em forma o suficiente para ser um velocista. De contração lenta músculos não podem ser treinados para se tornar rápido-twitch músculos, embora o inverso é verdadeiro. Lofgren pais eram ambos remadores de elite, ou seja, ela era mais propensos a ter mais da contração lenta músculos conducentes à remo.
Ela também pode ter herdado de seus pais ética de trabalho. Para os atletas de topo, como Lofgren e Kemper, fitness é um trabalho de seis dias por semana. Kemper, pai de três filhos, mora em Colorado Springs para treinar na altitude, ele tem sido um profissional desde 1998. Ele começa às 7h30 com um mergulho de 5.000 m. Ele nada não em primeiro lugar porque é o primeiro evento em seu esporte, mas porque "é a coisa mais difícil para mim fazer se eu estou cansado." Depois de uma pausa, ele corre 10 a 12 milhas (16 a 19 km), em seguida, bate fora para o almoço. Então ele está com a moto por um par de horas, pedalar 200 a 240 milhas (320-385 km) por semana. E não se esqueça de um par de horas de musculação e alongamento a cada semana.
Às vezes é difícil para os atletas Superfit como Kemper a desaparecer nas semanas antes de uma grande corrida. "Você não quer chegar a uma corrida e dizer, 'Eu poderia ter usado mais dois dias de treinamento." Você não quer que isso aconteça em Londres ", diz ele. Então, ele fez certo de que ele é colocado na quilometragem. Apesar de todas as máquinas de nutrição, ciência e exercício, ainda há uma fórmula simples para se tornar um campeão olímpico. Os atletas vencedores são simplesmente dispostos a trabalhar mais do que ninguém para alcançar seu objetivo. "Você não ganha uma medalha olímpica por ser talentoso", diz Carmichael, o treinador. "Você ganha uma medalha olímpica, trabalhando a sua bunda." Há algo de muito desporto em que.
Tópicos relacionados: atleta , ginástica , Jogos Olímpicos , incidente Pré Olímpico

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