ANUNCIE SEU PRODUTO - e-mail net4eduardo@gmail.com - ANUNCIE SEU PRODUTO - email net4eduardo@gmail.com -

TELEVISÃO

Após 10 anos na Record, Bianca Rinaldi comemora retorno à Globo


A carreira de Bianca Rinaldi começou cedo, mas já no lugar em que muitos atores sonham em um dia poder trabalhar. Foi aos 15 anos de idade, quando entrou para a TV Globo e atuou como uma das paquitas do Xou da Xuxa. Ela ainda fez alguns trabalhos na casa, como uma das edições da novela Malhação para, em seguida, partir para outras emissoras. Em 1994 entrou para a Record, onde ficou até o ano passado, quando aceitou voltar à sua origem para estrelar na nova trama de Manoel Carlos, Em Família. 

“Sempre que saímos do conforto, da estabilidade, é um desafio grande. Emocional e financeiro. É abrir a porta e não saber o que encontrar. Mas eu estava em um momento em que queria mudar, experimentar coisas novas. Fiquei quase 10 anos direto na Record, o momento de transição era esse. Se eu renovasse por mais alguns anos com eles, talvez não tomaria uma iniciativa dessa depois”, explicou a atriz em entrevista ao Jovem Pan Morning Show

Na próxima novela das 21h da emissora, Bianca interpretará Silvia, uma cardiologista. De acordo com ela, a médica cuidará do coração de diversos personagens – no sentido real e também figurado. 
A carreira de Bianca Rinaldi começou cedo, mas já no lugar em que muitos atores sonham em um dia poder trabalhar. Foi aos 15 anos de idade, quando entrou para a TV Globo e atuou como uma das paquitas do Xou da Xuxa. Ela ainda fez alguns trabalhos na casa, como uma das edições da novela Malhação para, em seguida, partir para outras emissoras. Em 1994 entrou para a Record, onde ficou até o ano passado, quando aceitou voltar à sua origem para estrelar na nova trama de Manoel Carlos, Em Família. 


“Sempre que saímos do conforto, da estabilidade, é um desafio grande. Emocional e financeiro. É abrir a porta e não saber o que encontrar. Mas eu estava em um momento em que queria mudar, experimentar coisas novas. Fiquei quase 10 anos direto na Record, o momento de transição era esse. Se eu renovasse por mais alguns anos com eles, talvez não tomaria uma iniciativa dessa depois”, explicou a atriz em entrevista ao Jovem Pan Morning Show


Na próxima novela das 21h da emissora, Bianca interpretará Silvia, uma cardiologista. De acordo com ela, a médica cuidará do coração de diversos personagens – no sentido real e também figurado.



Veja como estão os atores da série Todo Mundo Odeia o Chris



Exibida nos Estados Unidos de 2005 a 2009 a série Everybody Hates Chris (Todo Mundo Odeia o Chris) faz grande sucesso no Brasil. O seriado inspirado nas experiências pessoais deChris Rock chega aos fãs brasileiros aos sábados na tela da Record, mas por muito tempo ocupou a grade diária da emissora.
Agora, o humorístico volta a ser exibido de segunda a sexta-feira na programação especial de fim de ano - de 23 de dezembro a 10 de janeiro, às 16h15.
Veja como estão os atores de Todo Mundo Odeia o Chris!
Cris Rock (Tyler James Williams)
Após o grande sucesso de Everybody Hates Chris, fez participações em outros seriados comoHouse Go On. Em 2012 fez uma participação na série Lab Rats, estrelada por seu irmão mais novo, Tyrel Jackson Williams. No episódio ele interpretou Leo (personagem do irmão) no futuro.


Rochelle Rock (Tichina Arnold)
A atriz e cantora atuou em outras produções da TV após o término de Everybody Hates Chris, como Par de Reis (2010), Já Chegamos? (2010), Happily Divorced (2011) e Malibu Stacy(2011-2013). Além disso, ela dedica seu tempo a instituições e eventos de caridade, incluindo Kids Choice Awards e NAACP Image Awards. Atualmente com 42 anos, Tichina passou o carnaval de 2013 no Brasil e sambou no Camarote CARAS na Sapucaí. Além do Rio de Janeiro, ela se divertiu em Salvador. 
Julius Rock (Terry Crews)
Depois de dar vida ao pai de Chris, o ator  em vários filmes como a comédia Missão Madrinha de Casamento e o longa de ação O exterminador do futuro: A salvação. O mais recente foi Os Mercenários 2, em 2012. Atualmente está na sitcom Arrested Development, exibida na  Netflix. Terry tem 45 anos.
Drew Rock (Tequan Richmond)
Também conhecido como T-Rich, o ator e rapper completou 21 anos em outubro. Após interpretar o irmão do meio de Chris, fez participações em vários seriados como Detroit 1-8-7 ePrivate Practice. Em General Hospital atuou em 38 episódios. Em 2013 fez o drama Blue Caprice.
Tonya Rock (Imani Hakim)
A atriz fez uma participação em Os Feiticeiros de  Waverly Place em 2009. Atualmente com 20 anos, está longe da TV.

Greg Wuliger (Vincent Michael Martella)
O ator e cantor que interpretou o melhor amigo do Chris é um dos atores mais ativos do elenco. Fez participações em seriados de grandes sucesso como The Mentalist (2012) e The Walking Dead (2013). Atualmente com 21 anos, ele faz dublagens e emprestou sua voz, por exemplo, para Phineas and Ferb The Movie, que estreia em 2014. É a estrela de Clinger, que estreia também no próximo ano.
Tasha (Paige Hurd)
A vizinha e 'namoradinha' de Chris foi também a musa de Justin Bieber no clipe Never Let You Go, em 2010. Fez ainda participações em outros clipes musicais I Own This, de Jasmine Villegas (2010) e Daughters, do rapper Nas, em 2012. Atuou nos filmes Peep Game (2010) eCrosstown (2013) e na atração 17th Street. A atriz está com 21 anos.




--------------------------------------------------------




Sabrina Sato assina com a TV Record


Após se despedir do humorístico "Pânico na TV", Sabrina Sato assinou contrato com a Record na tarde desta segunda-feira (16), em São Paulo.
Ainda sem data de estreia, Sabrina deverá estar à frente de um programa aos domingos na emissora do bispo Edir Macedo, conforme adiantou Karina Sato, irmã da apresentadora ao UOL.
Sabrina visitou a sede da emissora na Barra Funda, conheceu os principais executivos da empresa e revelou que está confiante com a nova etapa de sua carreira.
"Gente... Muito obrigada pelo carinho que tenho recebido. Tenho certeza que com vocês comigo tudo vai dar certo na nova casa. Me perguntaram: 'Por que você vai pra Record? Está preparada? Pronta?'  Estou indo porque meu coração me guia. Minha vontade de um desafio novo e sair da minha zona de conforto grita dentro de mim... Se estou pronta? Como falei antes, não vai ser fácil... Mas vou com as armas que tenho, coragem para seguir em frente, amor pelo que faço, vontade de aprender, gratidão e humildade", disse Sabrina em comunicado oficial da Record.
Em nota, a Record confirma a contratação da ex-BBB:
"A Record informa que a apresentadora Sabrina Sato assinou nesta segunda-feira (16/12) contrato com a emissora e passa a fazer parte de nosso elenco em 2014.
No próximo ano, Sabrina vai apresentar um programa com formato, dia e horário ainda a serem definidos".Depois do encerramento da edição deste domingo do "Pânico", na qual só apareceu em ações de merchandising previamente gravadas, Sabrina recorreu ao seu perfil oficial, no Facebook, para se despedir do programa.
"Hoje, 10 anos depois, sinto que é hora da filha sair de casa, andar sozinha. Tenho inquietações artísticas que preciso perseguir e desejos em minha vida pessoal que começam a despertar. Não está sendo fácil, dói demais, enquanto escrevo essa carta, ficar assistindo esse filme que passa na minha cabeça sem parar, é um filme que passa a minha historia, que se confunde com a história do 'Pânico' e é muito difícil diferenciar onde começa um e onde termina o outro", declarou.
A direção da Band não ficou confortável com decisão da apresentadora. Segundo nota publicada pelo colunista Flávio Ricco, existem queixas, inclusive, sobre a maneira como tudo aconteceu. Alega-se que a direção da Bandeirantes nunca foi informada de entendimentos que ela vinha mantendo, há quase dois meses, com a concorrente e sem ter ao menos a possibilidade de negociar a sua permanência.
Na manhã desta segunda, um dos criadores do "Pânico", Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, conhecido como Tutinha, alfinetou Sabrina durante participação no programa "Morning Show", da rádio Jovem Pan.
Questionado sobre o que desejava para Sabrina, que se despediu do humorístico na madrugada desta segunda, Tutinha foi direto. "Nós desejamos que ela se dane", disse aos risos. Em tom debochado, ele ainda comparou a saída da apresentadora com uma traição amorosa: "Tomamos um corno na cabeça. É triste tomar uns cornos da namorada de dez anos".
O empresário, dono da Jovem Pan, ainda criticou Sabrina por ter falado, em sua carta de despedida, que a saída do programa "dói demais". "Lágrimas de crocodilo. Como uma pessoa que fala que dói vai lá e dá um tiro na nuca de todo mundo? Então não dói tanto, né?"
Depois do encerramento da edição deste domingo do "Pânico", na qual só apareceu em ações de merchandising previamente gravadas, Sabrina recorreu ao seu perfil oficial, no Facebook, para se despedir do programa.
"Hoje, 10 anos depois, sinto que é hora da filha sair de casa, andar sozinha. Tenho inquietações artísticas que preciso perseguir e desejos em minha vida pessoal que começam a despertar. Não está sendo fácil, dói demais, enquanto escrevo essa carta, ficar assistindo esse filme que passa na minha cabeça sem parar, é um filme que passa a minha historia, que se confunde com a história do 'Pânico' e é muito difícil diferenciar onde começa um e onde termina o outro", declarou.
A direção da Band não ficou confortável com decisão da apresentadora. Segundo nota publicada pelo colunista Flávio Ricco, existem queixas, inclusive, sobre a maneira como tudo aconteceu. Alega-se que a direção da Bandeirantes nunca foi informada de entendimentos que ela vinha mantendo, há quase dois meses, com a concorrente e sem ter ao menos a possibilidade de negociar a sua permanência.
Na manhã desta segunda, um dos criadores do "Pânico", Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, conhecido como Tutinha, alfinetou Sabrina durante participação no programa "Morning Show", da rádio Jovem Pan.
Questionado sobre o que desejava para Sabrina, que se despediu do humorístico na madrugada desta segunda, Tutinha foi direto. "Nós desejamos que ela se dane", disse aos risos. Em tom debochado, ele ainda comparou a saída da apresentadora com uma traição amorosa: "Tomamos um corno na cabeça. É triste tomar uns cornos da namorada de dez anos".
O empresário, dono da Jovem Pan, ainda criticou Sabrina por ter falado, em sua carta de despedida, que a saída do programa "dói demais". "Lágrimas de crocodilo. Como uma pessoa que fala que dói vai lá e dá um tiro na nuca de todo mundo? Então não dói tanto, né?"Depois do encerramento da edição deste domingo do "Pânico", na qual só apareceu em ações de merchandising previamente gravadas, Sabrina recorreu ao seu perfil oficial, no Facebook, para se despedir do programa.
"Hoje, 10 anos depois, sinto que é hora da filha sair de casa, andar sozinha. Tenho inquietações artísticas que preciso perseguir e desejos em minha vida pessoal que começam a despertar. Não está sendo fácil, dói demais, enquanto escrevo essa carta, ficar assistindo esse filme que passa na minha cabeça sem parar, é um filme que passa a minha historia, que se confunde com a história do 'Pânico' e é muito difícil diferenciar onde começa um e onde termina o outro", declarou.
A direção da Band não ficou confortável com decisão da apresentadora. Segundo nota publicada pelo colunista Flávio Ricco, existem queixas, inclusive, sobre a maneira como tudo aconteceu. Alega-se que a direção da Bandeirantes nunca foi informada de entendimentos que ela vinha mantendo, há quase dois meses, com a concorrente e sem ter ao menos a possibilidade de negociar a sua permanência.
Na manhã desta segunda, um dos criadores do "Pânico", Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, conhecido como Tutinha, alfinetou Sabrina durante participação no programa "Morning Show", da rádio Jovem Pan.
Questionado sobre o que desejava para Sabrina, que se despediu do humorístico na madrugada desta segunda, Tutinha foi direto. "Nós desejamos que ela se dane", disse aos risos. Em tom debochado, ele ainda comparou a saída da apresentadora com uma traição amorosa: "Tomamos um corno na cabeça. É triste tomar uns cornos da namorada de dez anos".
O empresário, dono da Jovem Pan, ainda criticou Sabrina por ter falado, em sua carta de despedida, que a saída do programa "dói demais". "Lágrimas de crocodilo. Como uma pessoa que fala que dói vai lá e dá um tiro na nuca de todo mundo? Então não dói tanto, né?"Foi nos anos 2000, que a bailarina de formação, natural de Penápolis, interior de São Paulo, mudou-se para o Rio de Janeiro à procura de oportunidades artísticas. Antes de participar do Big Brother Brasil, apareceu na TV como dançarina do Faustão e figurante em novelas da Globo. Mas foi a partir da 3ª edição do BBB, em 2003, que viu sua popularidade decolar junto com suas marcas registradas: seu carisma e jeito caipira. 

Durante o confinamento engatou um romance com Dhomini, que terminou o jogo vitorioso, e foi eliminada quando foi para o paredão junto com o então namorado. Como várias ex-BBBs, fez um ensaio de nudez para a "Playboy" assim que deixou o reality. No mesmo ano, decidiu investir seu lado cômico e tipo físico no "Pânico", programa que fazia sucesso na rádio e estava migrando para a TV. Desde então, é assessorada por sua irmã, Karina.

Boninho, diretor do BBB, minimizou a importância do reality na carreira de Sabrina. "Se a Sabrina não tivesse ido para o BBB, não faria a menor diferença. Ela se daria bem de qualquer jeito por ser engraçada e espontânea". 

Nos dez anos em que esteve no "Pânico na TV!", explorou a fama de "burra" em quadros em que exibia seus atributos físicos, de biquíni, até migrar para reportagens em que descontraia os entrevistados com ironia.

No início de 2012, seguiu os colegas do "Pânico" quando romperam o contrato com a RedeTV! e assinaram com a TV Bandeirantes sem aviso prévio. Na ocasião, o vice-presidente da Rede TV! Marcelo de Carvalho comparou o "Pânico"  a "uma mulher argentina gostosa" que, ao abandonar o marido, deixa para trás gastos tão altos que dariam para sustentar "a Gisele Bündchen e ainda sobra metade do dinheiro".

Desde maio de 2013, ela namora João Vicente de Castro, sócio do canal de humor na internet Porta dos Fundos. Já teve relacionamentos com o deputado federal Fábio Faria e com o humorista Carlinhos, na época em que ele participava do "Pânico". 
fonte:




------------------------------------------------- 




Adeus Pânico, fuiii! É oficial, Sabrina 
Sato vai mesmo para a Record.


A apresentadora se despediu há pouco, nesta quinta-feira (12), de Emílio Surita, líder do "Pânico", na sede da Band, durante gravações de fim de ano.O clima entre os humoristas e profissionais do programa é de tristeza. Esperava-se que a japa voltasse atrás na decisão de mudar de emissora.
Sabrina estava no "Pânico" havia dez anos.
O "F5" procurou o diretor do "Pânico", Alan Rapp, e o líder da trupe, Emílio Surita. A reportagem não obteve resposta até o momento.



--------------------------------------------------



Novo casal 

Emerson Sheik e Antônia Fontenelle 


AgNews
Antônia Fontenelle deu pistas na semana passada pelo Twitter que está apaixonada. "Meus amores, estou em falta com vocês, né? É que eu tô amando e sendo amada, daí a gente some, né? rsrs Papai Noel caprichou...", escreveu ela, preferindo não revelar o nome do dono do seu coração. O nome do jogador do Corinthians, Emerson Sheik, foi logo apontado como o novo amor da atriz, que procurada pelo UOL, preferiu não confirmar. "Logo vocês vão saber", limitou-se a dizer.

A reportagem entrou em contato com a assessoria do jogador, nesta segunda-feira, 9, que confirmou que os dois estão mesmo juntos. "Eles se conheceram há algum tempo e têm amigos em comum e de um mês para cá começaram a se conhecer melhor", disse o assessor do jogador.

O novo casal está em clima de lua de mel. Passaram uns dias no litoral de Pernambuco e curtiram no fim de semana na festa "Holiday Folia", no Wet'n Wild de Salvador. No Instagram, Antônia contou que foi sua primeira visita ao local. "Meus amores, eu não conhecia Porto de Galinhas, vocês acreditam? Meu amor me trouxe, que delicia que é isso aqui. Tô amando", contou a loira. Sheik está de férias e em viagem, com o término do Campeonato Brasileiro, de acordo com a assessoria do jogador.
Desde que ficou viúva de Marcos Paulo, em novembro de 2012, Fontenelle não assumiu nenhum relacionamento e teve um breve romance com Bruno Martins, filho do diretor da Globo Manoel Martins, durante o Rock in Rio. O craque do Corinthians, por sua vez, já teve seu nome envolvido com várias mulheres, entre elas a dançarina do Faustão Roberta Apratti, a modelo uruguaia Mari Ramos e a atriz FrancielyFreduzeski. Sheik é pai de três meninos, Kevin, Emerson Filho e Henry, que moram no Rio de Janeiro com as respectivas mães.



---------------------------------------------------



Melhores da TV 2013, segundo APCA

 Mateus Solano e Tatá Werneck estre 

os indicados


O júri da categoria televisão da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) divulgou nesta terça-feira (2) a lista de indicados ao prêmio de melhor da TV em 2013.
Os vencedores serão anunciados na próxima segunda-feira (9).
Serão contempladas sete categorias: melhor série, ator, atriz, diretor, programa infantil, programa de variedades e programa jornalístico/documentário. Produções da TV aberta e paga foram selecionadas.
A entrega dos troféus ocorrerá em cerimônia no primeiro trimestre de 2014, junto com as outras categorias da APCA, como música, teatro, cinema e literatura.
A TV Globo é líder em indicações, com dez ao todo. Seguida dos canais Globosat, Gloob e GNT, com oito indicações.
Produções da Band, da Record, da extinta MTV Brasil, da HBO, da TV Brasil e da TV Cultura, entre outras emissoras também estão na disputa.
Os atores Mateus Solano, Tatá Werneck e Elizabeth Savalla, todos de "Amor à Vida" (Globo), concorrem nas categorias melhor ator e atriz. Nessa última, Bianca Comparato disputa pelo trabalho nas séries "A Menina sem Qualidades" (MTV Brasil) e "Sessão de Terapia" (GNT).
Os jornalistas Keila Jimenez, colunista da Folha, Alberto Pereira Jr., editor do "F5", André Mermelstein, da "Tela Viva", Cristina Padiglione, colunista do "Estado de S.Paulo", João Fernando, do "Estado de S.Paulo", Edianez Parente, Leão Lobo, da CNT, e Paulo Gustavo Pereira participaram da votação na categoria TV.
No ano passado, a novela "Avenida Brasil" (Globo), levou três dos sete prêmios oferecidos pela APCA na categoria televisão: prêmio da crítica, melhor atriz para Adriana Esteves, que interpretou Carminha, e melhor ator, para José de Abreu, que viveu Nilo.Veja a lista completa de indicados em 2013:
MELHOR ATOR
- Alexandre Nero ("Salve Jorge"/TV Globo)
- Claudio Cavalcanti ("Sessão de Terapia"/GNT)
- José Carlos Machado ("Sessão de Terapia"/GNT)
- Lázaro Ramos ("Lado a Lado"/TV Globo)
- Mateus Solano ("Amor à Vida"/TV Globo)
MELHOR ATRIZ
- Ângela Leal ("Dona Xepa"/TV Record)
- Bianca Comparato ("A Menina sem Qualidades"/MTV e "Sessão de Terapia"/GNT)
- Elizabeth Savalla ("Amor à Vida"/TV Globo)
- Jussara Freire ("Pecado Mortal"/TV Record)
- Tatá Werneck ("Amor à Vida"/TV Globo)
MELHOR SÉRIE
- "Agora Sim" (Sony)
- "Latitudes" (TNT/YouTube)
- "A Menina sem Qualidades" (MTV Brasil)
- "O Negócio" (HBO)
- "3 Teresas" (GNT)
MELHOR DIRETOR
- Fabrício Mamberti ("Saramandaia"/TV Globo)
- Felipe Hirsch ("A Menina Sem Qualidades"/MTV Brasil)
- José Luiz Villamarim ("O Canto da Sereia"/TV Globo)
- Ricardo Waddington ("Amor & Sexo"/TV Globo)
- Selton Mello ("Sessão de Terapia"/GNT)
MELHOR PROGRAMA INFANTIL
- "Detetives do Prédio Azul" (Gloob)
- "Gaby Estrela" (Gloob)
- "Historietas Assombradas" (Cartoon Network)
- ""Osmar - A Primeira Fatia do Pão de Forma " (Gloob)
- "Pedro e Bianca" (TV Cultura)
MELHOR PROGRAMA DE VARIEDADES
- "Amor & Sexo" (TV Globo)
- "Arte do Artista" (TV Brasil)
- "Esquenta!" (TV Globo)
- "O Infiltrado" (The History Channel)
- "O Mundo Segundo os Brasileiros" (Band)
MELHOR PROGRAMA JORNALÍSTICO/DOCUMENTÁRIO
- "Habitar" (SescTV)
- "A Liga" (Band)
- "Presidentes Africanos" (Band/Discovery)
- "Profissão Repórter" (TV Globo)
- "A Verdade de Cada Um" (Nat Geo)



-------------------------------------------------



Autorretratos digitais, 'selfies' se tornaram um fenômeno cultural de massa



Caio Castro faz cara de pato com Regina Cazé

De Neymar ao papa, de Gisele às meninas Obama, o mundo aderiu à "selfie". Você, mesmo se não associar o nome à coisa, já fez a sua.

Sexta à noite é dia da selfie arrumada para balada no elevador. Na foto, o jogador Neymar #partiu!

Segundo o dicionário Oxford, a palavra traduz a fotografia que a pessoa tira de si mesma com um smartphone ou webcam e publica na internet, em redes sociais como Facebook ou Instagram.Foi eleita a palavra de 2013 pelo mesmo dicionário pela alta de 17.000% em seu uso no período de um ano.

Papa Francisco na Basília de São Pedro com jovens católicos em romaria

Mas a mania vem de longe. A expressão teria sido cunhada em 2002 pelo australiano Nathan Hope, ao publicar na rede uma foto de sua boca costurada após uma noite de bebedeira. À rede de TV australiana ABC, ele negou ser o pai do neologismo e afirmou que era apenas uma gíria usada na época.

A atriz Meryl Streep com Hillary Clinton em jantar do Departamnto de Estado

Mas o que chama a atenção, mais que a origem ou o uso da palavra, é como o ato em si virou hábito.
Até a conclusão desta edição, a hashtag #selfie havia sido usada 58 milhões de vezes no Instagram. Entre os lusófonos, a prática se estende à hashtag #eu, com 2,5 milhões de usos.



Podem ser closes do rosto ou fotos de corpo inteiro; em situações invejáveis, como um passeio de barco sobre o mar azul, ou até num cenário fúnebre, caso de um velório.
É comum, entre os mais jovens e celebridades de todo o mundo, o hábito de publicar várias selfies em sequência, quase como se o sujeito escrevesse uma autobiografia.
Adepto do autorretrato digital, o ator Luiz Pacini, 38, afirma que gosta de se recriar. "Eu uso meu Instagram para interpretar, fotografo várias personas durante o meu dia a dia", diz.

Rodrigo Faro publica 'selfie' com a filha bebê

Pacini publica fotos como a de um banho em um dia de calor no Rio ou uma série de diferentes barbas e bigodes.
"Não tem a ver com ego, é mais um lance artístico mesmo", avisa.
A estudante de letras da UnB Bárbara Gontijo, 19, também praticante, aponta a necessidade de aprovação como chave para entender o apelo da selfie. "Eu nunca tive a autoestima muito boa. Tiro as fotos e publico as que ficam boas. As pessoas curtem e me sinto melhor."




----------------------------------------------------



Mateus Solano, um espetáculo em 
interpretação 

01.jpgO primeiro papel que Mateus Solano encarou na vida foi o de um abajur, em uma peça infantil, aos 4 anos de idade. Não exigiu muito esforço. “Eu ficava lá no palco, paradinho”, lembra ele. Mas foi amor à primeira vista. Jovem, seu sonho de sucesso era morar perto de teatros, “como o Carlos Gomes e o João Caetano, na praça Tiradentes, no centro do Rio de Janeiro”, para poder ensaiar muito. A televisão nunca foi seu alvo, mas foi por intermédio dela que conquistou a crítica e seduziu o grande público. Sua interpretação de Félix, o arrebatador vilão da novela “Amor à Vida”, da Rede Globo, levou o ator de 32 anos a ser reconhecido como um dos melhores de sua geração e a ser escolhido por ISTOÉ como “Brasileiro do Ano em Televisão”.

INÍCIO DIFÍCIL 
Em 2000, Solano mandou fitas de testes para a Rede Globo,
mas não foi aprovado. Só anos depois ganhou uma chance e
se destacou ao interpretar Ronaldo Bôscoli na minissérie "Maysa"
Bonito e com 1,90 de altura, Solano tem todo o perfil de galã – papel que ele desempenhou na novela “Viver a Vida” (2009), quando fez os gêmeos Miguel e Jorge. Félix, no entanto, foge do padrão dramatúrgico por ser um protagonista vilão gay, dono de um humor afiado e capaz de crueldades inimagináveis. Ele admite que estava um pouco preso no início da novela, até que o diretor Wolf Maya mandou a senha: “Tira essa bicha do armário, se diverte!”. Solano obedeceu. “Foi fundamental para eu me libertar do lugar sombrio que estava me impondo, quase eliminando as piadas do personagem. Faltava brincar mais”, reconhece. Para o autor Walcyr Carrasco, Solano está indo além das expectativas. “Ele está fazendo muito melhor do que eu escrevi.”
Ele admite que estava um pouco preso no início da novela, até que 
o diretor Wolf Maya lhe disse: “Tira essa bicha do armário,  se diverte!”
O nome de Solano já está sendo disputado por autores para próximos trabalhos na Rede Globo, mas nem sempre foi assim. “Vou te contar uma história”, diz ele. “O primeiro vídeo que mandei para avaliação na emissora, em 2000, sequer chegou a entrar no cadastro para testes, porque não foi aprovado.” Anos depois, ele fez um novo vídeo e foi chamado para participações especiais. Chamou a atenção mesmo ao interpretar Ronaldo Bôscoli, na minissérie “Maysa”, em 2009, e quando fez o Mundinho, de “Gabriela”, em 2011.
02.jpg
FAMÍLIA
Casamento em 2011 com Paula Braun, com quem tem uma filha, Flora,
de 3 anos, e abaixo com os irmãos, Gabriel e Mariana (ele está atrás)
Em 2014, Solano prepara-se para brilhar em outros palcos. No cinema, onde ainda é novato, estará nos filmes “Confia em Mim”, com direção de Michel Tikmonoff, e “O Menino do Espelho”, baseado em livro de Fernando Sabino, e está cotado para encarnar Erasmo Carlos na telona. “Esse convite não me foi feito ainda, mas já vi entrevistas do Erasmo falando que gostou da ideia, e achei um barato”, revela. No teatro, irá estrear “Do Tamanho do Mundo”, escrito por sua mulher, a atriz Paula Braun, em São Paulo, a partir de abril. A peça já passou por cinco cidades. Na capital paulista, finalmente terá patrocínio. O ator não lamenta as vacas magras das outras montagens. “Foi muito bom que tenha acontecido assim, de eu ter que bancar do meu próprio bolso, porque percebi que cheguei a um lugar muito bacana, que é conseguir levar o público da tevê para o teatro e pagar o teatro com esse público.” Solano acha que falta investimento na formação de público teatral, e o motivo não é o propalado preço alto dos ingressos. “O (Antonio) Fagundes fala sempre isso: o cara viaja do Nordeste para São Paulo e paga R$ 300 para assistir a uma luta de MMA. Ele optou, entendeu?”
O aumento de poder aquisitivo da população não significa aumento de plateia, segundo ele. “As pessoas têm, hoje, acesso à tevê de LED, mas o que muda entre a anterior e essa é a qualidade da imagem, porque o conteúdo ainda precisa acompanhar um público que, apesar de ter dinheiro agora, não teve incentivo educacional para se enriquecer culturalmente”, diz. “Falta educação para mostrar que uma boa peça e um bom livro valem mais do que mil imagens prontas”, complementa.
Solano é seguido por 60 mil no Twitter, mas não tem Facebook. Ele não quer
ser escravo da tecnologia. “Rola uma vida paralela que não estou disposto a viver”
De origem judaica por parte de mãe, Mateus Solano Schenker Carneiro da Cunha nasceu em Brasília, mas viveu lá apenas os primeiros meses de vida. O pai, João, diplomata, foi transferido para Washington, nos Estados Unidos, e, depois, para Lisboa, em Portugal – onde os pais se separaram. Aos 4 anos, ele, a mãe, a psicóloga Míriam, e o irmão caçula, Gabriel, voltaram para o Brasil e se fixaram no Rio de Janeiro, onde o ator mora até hoje. E a família aumentou: ganhou a irmã Mariana, filha de seu pai com a segunda mulher, Lídia, e o padrasto, Jorge, a quem atribui “importante papel” em sua formação. Hoje o ator tem sua própria família. Desde 2008, ele e Paula vivem juntos – a união foi oficializada em 2011 em uma cerimônia pequena – e são pais de Flora, de 3 anos.
A rotina atribulada de gravações nessa reta final da novela faz as 24 horas do dia parecerem pouco para Solano. O tempo que sobra é precioso. Ele prefere se entregar a um bom livro a se dispersar com a internet. Não tem página no Facebook (embora existam criações falsas, abarrotadas de “amigos”) e usa o Twitter, onde tem mais de 60 mil seguidores, com parcimônia. No Instagram, posta fotos da filha somente para a família e amigos. “E já me sinto um pouco escravo”, afirma. “Não quero entrar nesse mundo paralelo que engole o tempo. Tecnologia é o tipo de coisa que afasta a gente, não aproxima. A partir de um ponto, rola uma vida paralela que não estou disposto a viver.” Atualmente, ele lê a série “Game of Thrones”. “Um épico maravilhoso de sete livros, cada um tem 700, 900 páginas, e eu estou doido para ler todos. Literatura me alimenta como ser humano e como ator.”
03.jpg
RELIGIÃO
Solano (à frente) com o irmão Gabriel e o rabino Nilton Bonder
na cerimônia do Bar-mitzvah. A família de sua mãe é judia
Recentemente, Solano acha que perdeu uma grande chance de se alimentar como cidadão. “Fiquei muito chateado por não ter participado das manifestações devido ao trabalho. Queria muito botar minha cara lá, ver que a histórica inércia do brasileiro está sendo vencida”, diz. O consolo era pensar que estava fazendo algo muito importante, uma vez que Félix aborda o preconceito, a liberdade individual e a hipocrisia. “Quando a Edith (Bárbara Paz) conta que o Félix é gay, na verdade quem sai do armário não é ele, e sim todas as pessoas que estão em volta, que colocavam um tapa-olho para não ver ou fingir que não viam uma sexualidade que estava ali, voando em purpurina na frente deles”, diz Solano. “Eu falava para mim mesmo: ‘Puxa, não estou indo nas manifestações, mas estou falando para um público que tem suas vontades, seus desejos e impulsos reprimidos’.” Não deixa de ser uma forma de ajudar a construir um Brasil melhor.




--------------------------------------------------------------------------------------------------







Juca Oliveira 

"o Caipira"


Aos 78 anos, muita gente prefere passar os dias de pijama, reclamando do mundo e da vida. Não é o caso de Juca de Oliveira, que chegou a essa cifra em março. “Não gosto de exaltar o passado ou de sonhar com o futuro. O que me interessa é o presente”, diz o ator, que tem trabalhado mais que muito galã de TV. Ele interpretou no ano passado o perverso Santiago, pai da megera Carminha em Avenida Brasil, na TV Globo. Destacou- se também como o judeu Samuel na última novela das 6 da emissora, Flor do Caribe. E vem mais trabalho pela frente.

Nas próximas semanas, ele começa a ensaiar um monólogo baseado na peça Rei Lear, de William Shakespeare, previsto para estrear em São Paulo em janeiro. Autor de peças festejadas, como Caixa 2 e Às favas com os escrúpulos, Juca também quer arranjar tempo para um novo compromisso, marcado para quase todas as próximas quintas-feiras de sua vida: a reunião semanal da Academia Paulista de Letras, para a qual foi nomeado em março e que assume no dia 28 de novembro. Pode ser verdade que ele não goste de lustrar o passado. Mas isso não o impede de falar de sua trajetória com gosto.

O habitat do homem é a floresta. Não é a cidade"

Quando pinça memórias da infância em São Roque e da época em que chegou a São Paulo, invariavelmente desperta o “r” acaipirado que aprendeu a domar como ator. É com emoção que ele fala da difícil relação com o pai, que por ter sido motorista de táxi ganhou o apelido de Tonico Sessenta, a placa do carro. Juca recebeu a reportagem no apartamento que mantém há 20 anos nos Jardins. Não é ali que ele vive a maior parte dos dias. Sempre que pode, ruma com a mulher, a flautista Maria Luísa, para sua fazenda em Itapira, cuja sede foi restaurada pelo arquiteto e amigo Paulo Mendes da Rocha.
Você atuou em Avenida Brasil, no ano passado, na última novela das 6 da Globo, Flor do Caribe, e começa agora a ensaiar a peça Rei Lear, de Shakespeare. Por que tanto trabalho aos 78 anos? 
Não sei dizer (risos). Outro dia, numa conversa com os atores Elias Gleizer, Luis Gustavo e Ângela Vieira, disse que o que eu devia fazer agora é passar os dias num botequim. Tomando pinga e cerveja e jogando conversa fora. Não é verdade? No entanto, trabalhei minha vida inteira e não consigo parar. E não são bobagens que tenho feito. O Rei Lear é um projeto hercúleo, um verdadeiro desafio. Exigirá muita disposição física e até psicológica.
Fale mais sobre o Rei Lear.
Já encenei três das maiores tragédias de Shakespeare: Ricardo III, Otelo e Julio César, na qual interpretei Marco Antônio, sob a direção de Antunes Filho. Há certo tempo fui ao lançamento de um livro do Geraldo Carneiro, nosso maior tradutor de Shakespeare. Não o conhecia, mas disse a ele: “O que sugere que eu interprete do autor, considerando que estou com o prazo de validade vencido?” Era o dia do aniversário dele, e acabei convidado para a festa em sua casa. Lá ele me disse: “Estou escrevendo um monólogo baseado no Rei Lear pensando em você. Topa fazer?”. Topei na hora. Farei não só o rei, mas suas filhas, o bobo da corte e outros personagens. A peça deverá estrear em janeiro, com direçã0 de Elias Andreato.
Que tal é virar um imortal da Academia Paulista de Letras?
Isso eu não esperava. É entusiasmante poder me encontrar com aquele pessoal toda quinta-feira (a primeira visita dele estava marcada para 19 de setembro). Passarei a ter contato com pessoas infinitivamente superiores a mim. Quem sabe aprendo alguma coisa. Esse novo status é engraçado. O Elias Andreato me mandou um e-mail logo que soube da história. “Juca, estou com um problema muito sério”, começava o e-mail. “Para dirigir um imortal vou ter de tirar outra carteira de habilitação”. Adorei (risos).
 
Uma das salas das Academia Paulista de Letras. A partir do dia 28 de novembro, Juca de Oliveira deve passar por lá todas as quintas-feiras para reuniões com outros "imortais" (Foto: Filipe Redondo / Editora Globo)
A imortalidade propriamente dita lhe agradaria?
Sou um caipira “humirde”. Sempre vivi no mato, e o contato com os bichos e as plantas me fez entender como as coisas funcionam. A morte é normal. Você enterra um cachorro ali e quando se dá conta nasceu uma árvore exatamente em cima. As coisas se desintegram. Não tenho medo da morte ou problema em relação à velhice. Essa também tem suas vantagens. Você não precisa mais ir a festas, nem votar... (apesar disso, Juca afirma que segue votando).
Você mantém este apartamento em São Paulo, mas passa a maior parte dos dias em sua fazenda em Itapira, a 170 quilômetros da capital. Por quê?
Quando você convive muito tempo com insetos, capivaras, gansos e passarinhos descobre algo muito simples: o habitat do homem é a floresta. Não é a cidade. Me sinto profundamente bem lá. Por que muitas crianças que se perdem na floresta conseguem sobreviver perfeitamente durante vários dias? Porque é normal. Somos como os gatos. Por que eles pulam de um apartamento e morrem? Porque não foram construídos para viver aqui em cima (ele aponta para a janela).
Que lembranças mais fortes você guarda do início da carreira?
Nasci em São Roque, numa família bastante pobre, e vim para a capital naquele afã de mudar de vida. Para conseguir isso naquela época, só estudando advocacia, engenharia ou medicina. Concluí o ginásio com tremenda dificuldade e vim para cá para trabalhar no banco Itaú, terminar o curso médio e tentar cursar uma faculdade. Só não sabia qual. Um colega de trabalho sugeriu então que eu fizesse um teste vocacional no Idort (Instituto de Organização Racional do Trabalho). Perguntei: “É de graça?”. Era. Para meu espanto, deu que eu devia cursar Direito, mas também tentar teatro. Comecei a estudar Direito na USP. Um pouco depois, encontro um jornal dizendo que um grupo de jovens precisava de atores. Os interessados deveriam ir a um colégio e declamar qualquer texto. Mas que texto poderia apresentar um caipira de São Roque, ainda com muito sotaque e com nada no bolso? Que mal conseguia ir ao teatro ou ao cinema?
Lembrei, então, que tinha visto o Sérgio Cardoso interpretar, de maneira absolutamente heroica, o Henrique IV, de Luigi Pirandello. Achei o texto em espanhol, traduzi um pedaço e me apresentei no tal colégio. Noutro dia, recebo uma carta dizendo que havia sido aprovado. Foi um dos momentos mais comoventes da minha vida. Depois entrei na Escola de Arte Dramática, abandonei o Direito, e as coisas foram dando certo.
Você certa vez escreveu que depois da fama teve vontade de reunir os amigos da época de penúria para dizer: eu não fiz de propósito. Por quê? 
É verdade! Porque certo dia saí pelas ruas e encontrei fotos minhas em tudo quanto é canto. De repente havia virado protagonista de espetáculos, galã da novela... Nino, o italianinho é dessa época (protagonizada por Juca, a novela foi exibida pela TV Tupi em 1969). Só que pelo fato de eu ter vivido em pensões paupérrimas, dividido com outras pessoas o pouco dinheiro e a comida que tínhamos, achava que poderia tê-las ofendido. Por ter subido tão rapidamente, sentia certa culpa. Mas não foi de propósito! Só estava tentando sobreviver.
 
Apesar de ter um apartamento em São Paulo, no bairro dos Jardins, Juca de Oliveira gosta mesmo de passar o tempo livre no interior, na sua fazenda em Itapira (Foto: Rogério Cassimiro/Época SP)
Sua relação com seu pai foi quase sempre conturbada. Quando vocês se acertaram?
Nossa relação era dramática. Achava que ele não era sério, descobri que ele traía minha mãe com uma namorada... Era um homem ignorante, sem cultura nenhuma. Uma de suas manias era dizer que eu nunca resultaria em nada, que não passaria de chofer de caminhão. Porque já precisei trabalhar transportando um caminhão de um sitiozinho a outro, costurando couro numa sapataria, esses serviços miúdos. Bem mais tarde, percebi que ele dizia essas coisas para me estimular. Minha reação sempre era: “Vou mostrar para esse filho da p... que ele está errado”. Ele ficou muito orgulhoso quando entrei na São Francisco. Mas imensamente frustrado quando eu optei pelo teatro. “Mas como? Não é lugar de homossexual e prostituta?”, ele dizia. Tempos depois, quando eu já fazia algum sucesso, descobri que ele me via sem eu saber. Pegava o trem em São Roque, comprava o ingresso e ia embora de fininho. Até que um dia ele me esperou na porta. Disse assim: “Gostei, viu? Mas oh, você não vai dar para isso,
não. Você vai engordar...” Olha que filho da p... Como ele era um pouco gordo, queria que eu me mantivesse em forma, para não prejudicar minha carreira. Quando ele morreu, nos anos 1970, Nino estava no auge. Internado no Hospital das Clínicas, ele adorava dizer para as enfermeiras que eu era o filho dele. Foi um momento extraordinário.
 
Você imagina como teria sido sua vida se tivesse optado pelo Direito? 
Só espero que o destino não me reservasse ser advogado dos mensaleiros. Acho que não aceitaria esse trabalho. Na minha opinião, todos já deveriam estar na cadeia. É o que a Justiça determinou.
Acompanhou o julgamento do mensalão?
Bastante. Porque escrevo sobre coisas que me incomodam. E a falta de ética é algo que me incomoda bastante. É um tema recorrente em minha obra. Lembro que, no início dos anos 1990, quando estreou no Rio de Janeiro minha peça Meno male!, que falava sobre a falta de caráter na política brasileira, o Collor tinha acabado de ser eleito. E promovia uma grande campanha contra os marajás. A imprensa, a população... estavam todos felicíssimos. Aflito, comentei com uma produtora: “A peça não terá repercussão nenhuma, porque a corrupção acabou”. Ao que ela me respondeu: “Espera, ainda vai ser muito pior”.
Como avalia o governo Dilma?
(Longa pausa.) O do Lula foi melhor, porque ao menos não permitiu um intervencionismo tão forte do Estado na economia. A Dilma interveio demais. Não gosto disso... Acho a Dilma muito atabalhoada, um pouco arrogante. Não acredito na simpatia dela com as pessoas. Parece que está alterando seu comportamento em função de seu interesse eleitoreiro. Tomara que eu me equivoque e ela vire uma grande estadista.
E o que acha do governo do Fernando Haddad?
Não observei nada de diferente.


---------------------------------------------------




Antonia, 
briga pela 
herança de 
Mardos 

Paulo
Antonia Fontenelle recorreu e conseguiu voltar à disputa pelos bens de Marcos Paulo, com quem era casada quando ele morreu.
Desde a morte do ator e diretor, em 2012, Antonia briga na justiça com as enteadas Vanessa (filha de Tina Serina), Mariana (filha de Renata Sorrah) e Giulia (filha de Flávia Alessandra).
Em outubro, uma sentença havia excluído Antonia da partilha de bens, mas uma nova decisão reverteu a situação da atriz, informou o "EGO".
Segundo a publicação, ainda cabe recurso das três filhas do diretor.

-------------------------------------------------


A noiva, Sheron Menezes


Sim! Sim: Sheron aceitou o pedido do namorado, Saulo Bernard (Foto:  TV Globo/ Alex Carvalho)


Depois de dois anos de namoro com o modelo Saulo Bernard, Sheron Menezes acaba de ficar noiva. "Aceitei na hora. Estou muito feliz, mas não esperava. Não teve essa coisa de ajoelhar, pedir minha mão para a minha mãe, nada disso. Afinal, já não sou uma menina e vou fazer trinta anos", diz ela, que comemora nova primavera dia 26. Sheron quer fazer tudo com calma e evitar aquelas famosas pressões que uma noiva enfrenta. "Muita calma nessa hora: ainda não marcamos a data do casório. É claro que quero festa e cerimônia na igreja, mas tudo no seu tempo. Inicialmente vamos morar juntos e ver no que vai dar", afirma ela, que já está usando uma aliança de compromisso na mão direita. O casal se conheceu em 2011, durante o show do Red Hot Chili Peppers, no Rock in Rio. E se na vida pessoal tudo vai muito bem, na profissional não é diferente: a atriz acaba de voltar às novelas em Além do Horizonte. Na trama, escrita por Marcos Bernstein e Carlos Gregório, ela faz comédia pela primeira vez na TV. "A gente que faz novela sabe muito bem quando uma trama vai pegar e mesmo estando no início posso garantir: essa novela é boa e vai agradar", diz ela, que interpreta a Keila, esposa de Kleber (Marcello Novaes). "Ele manda e desmanda da porta pra fora, mas dentro de casa é um marido submisso. Esse tipo de relação desequilibrada não é a minha". 


fonte:http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/bruno-astuto/noticia/2013/11/bsheron-menezesb-esta-noiva-estou-muito-feliz-mas-nao-esperava.html

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Com a presença de Neto, Chapecoense apresenta elenco para 2017

POSTAGEM EM DESTAQUE

AO VIVO - TV Senado - Audiência pública - 17/08/2017

AS MAIS VISTAS

Seguidores

COMPARTILHAR POSTAGENS