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Mostrando postagens de Março 23, 2014

GM dá férias coletivas a 6.000 trabalhadores de São Caetano, sindicato vê risco de acabar 3º turno

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  A General Motors vai colocar em torno de 6.000 trabalhadores em  férias  coletivas de 14 a 27 de abril. Isso significa que mais da metade dos cerca de 11 mil empregados da sede da montadora, em São Caetano, ficarão em casa durante 14 dias do mês que vem. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano, toda a linha de produção ficará paralisada. Só seguirão trabalhando os profissionais do centro tecnológico, da engenharia experimental (que desenvolve projetos), da ferramentaria e da área administrativa. Em reunião com a GM ontem, o presidente do sindicato Aparecido Inácio da Silva, o Cidão, disse que negociou para que não fossem contabilizados os 14 dias como férias coletivas, mas apenas 12, pelo fato de haver dois feriados em abril (dias 18 e 21). “Pelo menos eles terão menos dias descontados de suas férias”, disse. Assim, os trabalhadores que têm férias a vencer terão mais 18 dias de descanso, em vez de 16. “Em mais de 20 anos de sindicato eu nunca vi férias coletivas e

Lepo lepo: Brasileiro inventa tantos neologismos que ameaça a existência da língua portuguesa

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  O brasileiro é antes de tudo um criativo. No pior sentido: ele cria caso, cria escândalo, cria até a palavra “factoide” e cria, como nenhum outro povo, aquilo que os gramáticos chamam de neologismo. A ponto de o próprio idioma português correr perigo de sobreviver à inventividade do brasileiros. Eu sinceramente temo pela venerável língua portuguesa por causa das monstruosidades e barbarismos que introduzem nela a cada minuto. É impossível controlar os usuários da língua. Mas será que não dá para pedir que os artistas parem de fazer besteira em nome dela? Analisemos o exemplo mais recente de neologismo: o “lepo lepo”. Antes do último carnaval, se você perguntasse o significado do termo, ninguém saberia responder. Mas os trios-elétricos de Salvador o consagraram, martelando no cérebro da patuleia o reggae “Lepo lepo”, da banda soteropolitana Psirico. Hoje quase todo mundo foi obrigado a decorar o refrão da música e a aprender o que a palavra quer dizer: “Eu não tenho carro, não te

Síria, três anos depois

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Em março de 2011, quando a população da Síria foi às ruas protestar contra o governo do ditador Bashar al-Assad, as manifestações foram recebidas com otimismo e possibilidade de melhora do país. Três anos depois, o quadro não é bom. O país está dividido em quatro, com grande parte do território controlado pelo regime sírio, mas também forte  presença de organizações classificadas como terroristas . Rebeldes lutam entre si e contra o governo no norte, perto de Aleppo, e a minoria curda declarou autonomia no nordeste do país. Enquanto as negociações de paz não saem do papel, os números da crise humana são alarmantes: mais de 2,4 milhões de refugiados e cerca de 150 mil pessoas mortas desde o início do conflito, que sofrem por ataques de armamento convencional,  improvisado  e  químico . No mês em que a guerra completa três anos, confira abaixo a situação do país, as principais facções em guerra e os impressionantes números da maior crise de refugiados do mundo na atualidade. >

Teksid investe R$ 250 milhões no alumínio

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Atenta à revolução que marca um volume crescente de  alumínio  nos motores brasileiros para veículos leves, a  Teksid , empresa do Grupo Fiat, investe R$ 250 milhões na expansão da fundição e usinagem do metal nas suas instalações em Betim (MG). A empresa já fez aporte de R$ 100 milhões e aplicará outros R$ 150 milhões nos próximos oito meses para concretizar a primeira fase do programa de expansão até janeiro de 2015, quando os primeiros blocos de alumínio estarão disponíveis. A própria Fiat pode ser um dos primeiros clientes, pois segundo  Automotive Business apurou junto ao mercado a montadora teria projeto para adotar propulsor de alumínio em resposta ao EA211 da VW e ao Fox da Ford.  O empreendimento da Teksid estará completo em 2016, quando a capacidade de transformação de alumínio na empresa passará das atuais 7 mil toneladas/ano (dedicada à produção de 800 mil cabeçotes/ano) para 24 mil toneladas/ano, metade para blocos e metade para 1,4 milhão de cabeçotes/ano. A área constr

Ex-jogador Edilson paga dívida de R$ 102 mil e deixa prisão em Salvador

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Preso desde a noite de quarta-feira, o ex-jogador Edilson, conhecido como Capetinha, deixou a cadeia nesta sexta. O pentacampeão mundial estava detido em decorrência de um processo por falta de pagamento de pensão alimentícia, mas a família dele depositou R$ 102 mil em juízo e conseguiu a liberação. "Acabou. Ele está abatido, mas agora está tranquilo", relatou Eliomar, irmão de Edilson, em contato com o  UOL Esporte  logo depois de o alvará de soltura ter sido entregue à Polinter (Polícia Interestadual). Edilson foi processado pela ex-mulher, Ivana Maturino Solon, por falta de pagamento de pensão alimentícia ao filho do casal. A ação movida por ela tinha valor de R$ 7,1 milhões, mas a defesa do ex-jogador alegou que esse valor era irreal. Para ser liberado, Edilson precisou bancar R$ 102 mil referentes à pensão alimentícia atrasada. O juiz decidiu que a família do ex-jogador não tinha de bancar os R$ 20 mil de honorários de advogados de Ivana, custo que vinha sendo p

GM anuncia novo período de férias coletivas em SJC

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A General Motors anunciou novo período de férias coletivas setoriais na fabrica de SJC, a montadora alega ajustar a produção de acordo com a demanda de mercado, setores envolvidos, montagem de motores família 1, injetora de plastico, estamparia e áreas afins, período de férias entre 14/04 a 30/04 com retorno para 05/06.    A queda na demanda por caminhões, tanto no mercado interno quanto no externo, está levando a Mercedes-Benz do Brasil a reduzir a produção no país   A queda na demanda por caminhões, tanto no mercado interno quanto no externo, está levando a Mercedes-Benz do Brasil a reduzir a produção no país. Por isso, a montadora anunciou que dará férias coletivas de 20 dias para 450 funcionários da unidade de Juiz de Fora, na Zona da Mata. Por meio de sua assessoria, a empresa confirmou que os trabalhadores da linha de produção da planta mineira irão parar as atividades no período de 22 de abril a 12 de maio. Conforme a Mercedes, a medida tem como objetivo adequar a pro

Pesquisa: Para 58,5%, comportamento feminino influencia estupros

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Ipea divulgou estudo 'Tolerância social à violência contra as mulheres'. Instituto ouviu 3.810 pessoas em 212 cidades entre maio e junho de 2013 Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (27) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão do governo, mostra que 58,5% dos entrevistados concordam totalmente (35,3%) ou parcialmente (23,2%) com a frase "Se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupros". Segundo o levantamento, 37,9% discordam totalmente (30,3%) ou parcialmente (7,6%) da afirmação – 3,6% se dizem neutros em relação à questão. O estudo também demonstra que 65,1% concordam inteiramente (42,7%) ou parcialmente (22,4%) com a frase "Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas", enquanto 24% discordam totalmente, 8,4% discordam parcialmente e 2,5% se declaram neutros. A pesquisa ouviu 3.810 pessoas entre maio e junho do ano passado em 212 cidades. Do total de entrevistados, 66,5% são mulheres.

A luta nas ruas, as pessoas simplesmente querem mais e percebem que têm força para impor suas exigências

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Se a linguagem do futebol valesse na vida intelectual, diria que Moisés Naím marcou um gol de placa, com seu  O fim do poder . A tese central do livro é, em boa medida, contraintuitiva. O poder econômico parece se concentrar; a  China , uma tirania, é a  economia  mais dinâmica do planeta, e a revista britânica  The Economist  anunciou, com uma montanha de dados e uma imagem de Lênin na capa, que vivemos em plena era do capitalismo de Estado. Naím tem consciência do problema. “Sei que defendo que o poder está se degradando”, diz ele, “num cenário em que as manchetes apontam o contrário.” O ponto é que Naím não trabalha com o curto prazo. Como bom economista e acadêmico respeitado, faz o que muitos intelectuais, por preguiça, se recusam a fazer: trabalha com estatísticas. Cuida para não cair no logro das próprias impressões e vai formando seus argumentos. A ideia central de Naím diz respeito não tanto ao desaparecimento, mas à fragmentação do poder. A primeira imagem que usa é o xa

Escalamos o mais caro nacional da General Motors, Traiblazer LTZ 3.6 V6 contra o principiante Grand Santa Fé 3.3 V6, qual dos grandalhões vale mais a pena

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O território dos utilitários antes era dominado por jipões construídos sobre chassis, verdadeiras picapes fechadas. De uns anos para cá, o terreno passou a ser ocupado por espécies mais civilizados, os crossovers. Esses são os responsáveis pelo crescimento na aceitação desses veículos graças à proposta mais prática de unir os benefícios de um automóvel (uso de carroceria monobloco e suspensões sofisticadas) aos de um jipe (a carroceria estilo perua com mais espaço e posição elevada de direção). Não foi diferente no Brasil, onde o Chevrolet Trailblazer é um dos raros utilitários à moda antiga, encastelado contra crossovers de grande porte como o sul-coreano Hyundai Grand Santa Fe. Decidimos alinhar o Traiblazer LTZ 3.6 V6 contra o principiante Grand Santa Fe 3.3 V6 para ver qual dos grandalhões vale mais a pena. Motorização O motor 3.3 V6 de 270 cv a 6.400 giros e 32,4 kgfm de torque a 5.300 rpm é regido por um câmbio automático sequencial de seis marchas. A única opção a g

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