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Mostrando postagens de Julho 20, 2014

Gaza zona do medo: "Sob as bombas, vivo como um zumbi"

A escalada da violência entre o Exército de Israel e o Hamas, facção islâmica que controla a Faixa de Gaza, atingiu um novo pico na semana passada. A ação das forças israelenses se intensificou. Foi bombardeada uma escola que era usada como abrigo pela Organização das Nações Unidas, matando pelo menos 16 pessoas, inclusive funcionários da ONU. Sem acordo para um cessar-fogo, o número de vítimas fatais entre os palestinos ultrapassou 800 – a maioria civis, entre eles, muitas mulheres e crianças. Israel teve 35 mortos. O lançamento de mais de dois mil foguetes do Hamas provocou o cancelamento de voos internacionais a Israel, no que os israelenses classificaram como um “prêmio ao terrorismo”. Sob o medo de novos ataques e com o racionamento de água, comida e eletricidade, a vida em Gaza ficou ainda mais dramática. Na noite da quinta-feira 24, o palestino Ayman Fahmi Nimer, que mora no centro da cidade de Gaza, falou com a ISTOÉ poucas horas depois que um prédio vizinho foi bombardeado.

Novo Ford Ka, confira os testes em detalhes

Esqueça tudo que você conhece sobre o Ford Ka. Daquele subcompacto cheio de originalidade que chamou a atenção do mundo na época da estreia, em 1996, a novíssima geração conserva apenas o nome. Desenvolvido pela filial brasileira sobre a plataforma do New Fiesta (que também serve ao EcoSport), o Ka 2015 nasce maior do que nunca, cheio de tecnologia e com uma missão até então inédita:  ser o primeiro carro da família, coisa que o pequenino antecessor nunca conseguiu, por conta do porte compacto e da carroceria de apenas duas portas. Agora o novo hatch chega apenas em versão quatro portas e cabine mais ampla que a do Fiesta, para valorizar o espaço. Mas não é só: ele também tem a primazia de dar a partida no motor 1.0 de três cilindros da Ford no Brasil. E, para completar, é o primeiro 1.0 do país a contar com itens como controle de estabilidade e auxílio de partida em rampa. Essa mudança drástica na vida do Ka vêm acompanhada de um novo posicionamento de mercado, é claro. E r

O Templo de Salomão da Igreja Universal é quatro vezes maior do que o Santuário Nacional de Aparecida

Fiel a pé não terá acesso a templo da Universal Após quatro anos de obras que custaram R$ 680 milhões, o Templo de Salomão, construído no bairro do Brás, região central de São Paulo, pela Igreja Universal do Reino de Deus, vai ser inaugurado no dia 31 somente para convidados e autoridades. O espaço de 100 mil metros quadrados também não tem data para ser aberto aos fiéis - quem quiser assistir aos cultos terá de pagar a passagem para a empresa de fretamento contratada pela Universal, ao valor de R$ 45 por pessoa, para quem mora na capital. Nesta quinta-feira, 24, a cúpula da igreja promoveu uma entrevista coletiva em Santo Amaro, na zona sul, para explicar detalhes sobre o templo, o maior espaço religioso do País, quatro vezes maior do que o Santuário Nacional de Aparecida. O local acomodará um público de 10 mil pessoas, sentadas. O ambiente é suntuoso, com mármore rosa italiano, 10 mil lâmpadas de LED e oliveiras importadas de Israel. Autoridades Para a inauguração

Em entrevista à ISTOÉ, FHC faz uma avaliação, o PT perdeu a credibilidade

Os últimos três infortúnios eleitorais do PSDB na corrida ao Planalto, em 2002, 2006 e 2010, tiveram como característica comum a ausência do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso da campanha. Sem assumir a principal herança do partido – os dois mandatos de FHC, quando o Plano Real estabilizou a economia –, o PSDB parecia se apresentar ao eleitor vazio de identidade. Nas eleições deste ano, os tucanos resolveram se reconciliar com o passado e Fernando Henrique regressou ao epicentro da campanha, tanto pelo lado da oposição como do governo, que vê neste retorno uma possível vantagem comparativa. INFLAÇÃO É CARESTIA Para o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o Brasil enfrenta de novo o problema da alta dos preços O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, além de aconselhar-se com FHC, insiste nas referências ao legado do ex-presidente e tem exaltado a importância do seu governo. “Os anos FHC começaram a reescrever a história do Brasil”, tem dito Aécio em recentes entrevi