Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Agosto 17, 2014

O que fazer primeiro? O importante ou o urgente?

São Paulo - A máxima “Não basta fazer certo a coisa, tem de fazer a coisa certa” nunca foi tão verdadeira como na atualidade. E não porque os conceitos de  eficiência  (fazer certo a coisa) e eficácia (fazer a coisa certa) tenham sido, de repente, recuperados e considerados essenciais. E sim porque nunca antes tivemos tantas atividades para fazer. Nas   empresas , há pelo menos três motivos para que essa realidade tenha se instalado. Primeiro, porque as equipes estão ficando gradativamente menores. Não é incomum que se diga que, antes, a   equipe   tinha quatro componentes, e agora são só três para fazer o trabalho de cinco. A necessidade de reduzir custos e a indisponibilidade de pessoas qualificadas estão por trás dessa dura realidade. O segundo motivo é o surgimento natural da cultura de multifuncionalidade, que tomou conta do mundo corporativo na virada do século. Hoje não basta que você seja muito bom em sua área — precisa ser múlti. Todos na empresa são vendedores, diz o ma

Para onde vai a Natura, um exército de 1,7 milhão de consultoras

Roberto Lima, ex-presidente da Vivo, assume a presidência da Natura com o objetivo de acelerar novas formas de vendas ( foto: Renato Stockler/Na Lata) Durante os últimos nove anos, o executivo Alessandro Carlucci foi a face da Natura para o mercado. O executivo, que começou a trabalhar na empresa há 25 anos e assumiu a posição de presidente em 2005, espelhou em suas ações e posturas a cultura que tornou a Natura uma das mais admiradas companhias brasileiras. Não por acaso, a empresa se sagrou campeã setorial do ranking AS MELHORES DA DINHEIRO por nove anos consecutivos. Ao mesmo tempo em que levou a receita líquida a se multiplicar por quatro, de R$ 1,7 bilhão, em seu primeiro ano na presidência, para R$ 7 bilhões, em 2013, Carlucci preservou a imagem de inovação e de defensora da sustentabilidade social e ambiental que marcou a história da maior fabricante nacional de cosméticos, fundada pelo empreendedor Antonio Luiz Seabra, em 1969. Quem o viu, no dia do anúncio de sua saída

Fernanda Lacerda, a Mendigata do Pânico, revela o significado de suas tatuagens

Dona de um corpo invejável, a atriz Fernanda Lacerda, de 26 anos, atrai olhares por onde passa com sua personagem. Estamos falando da Mendigata, que desde maio deste ano encanta o público do  Pânico na Band  com sua maneira desenrolada e divertida de atuar. Sozinha, com seus dreads, “dentes podres” e o corpão sempre à mostra, ou nos rolês com os “trutas” (como ela gosta de chamar os sem tetos que participam do quadro), ela tenta conseguir alguma gorjeta de quem passa por ela.Pesquisando mais sobre a beldade, descobrimos que ela tem tatuagens pequenas, que nunca aparecem nas gravações. Ao Cenapop, Fernanda revelou o significado dos os desenhos que fez na pele (veja acima). A primeira tatuagem ela fez quando tinha 15 anos, escondido de seu pai; uma pequena borboleta, na virilha. “A abelha que fica na virilha fiz com 15 anos. Eu era virgem, cheia de regras. Meu pai não deixaria nunca eu fazer uma tatuagem, jamais. Fiz a tatuagem na rebeldia, aonde ele não conseguiria ver,

Fique por dentro: A história das gravatas

Quando e onde surgiu a  gravata ? A resposta não chega a ser polêmica, mas definitivamente não é simples. Isso porque a ideia da gravata é um tanto relativo. Há registros de uso de lenços no pescoço por soldados chineses no  século III a.C.  – assim como na  Roma Antiga . O lenço, além de proteger do calor, servia para estancar sangue ou limpar a boca. Logo, podemos considerar ali o surgimento da gravata? Depende. Esse lenço ao redor do pescoço do chinês pode ser a primeira gravata da história Esse conceito  lenço-gravata  não vingou e só foi reaparecer muitos anos depois. Outro marco relevante quando se fala na origem da gravata aconteceu na metade do  século XVII d.C. , quando uma unidade militar croata passou por  Paris  durante a  Guerra dos Trinta Anos  usando, adivinhem, um lenço no pescoço. Foi quando o termo “gravata” surgiu. O lenço dos croatas, que virou moda na França e passou a ser usado pela nobreza e pela realeza da corte de  Luis XIV , passou a ser chamado de  “cr

O covarde da cotovelada em Ribeirão Preto SP, veja o vídeo

A Polícia Civil prendeu o homem acusado de agredir uma mulher de 30 anos na madrugada de sábado, 16, na Avenida Antonino Dias Bastos (Marginal), em São Roque. O crime aconteceu por volta das 05h00 da manhã em frente ao São Roque Clube, na calçada do outro lado da via, entre uma loja de motos e o bar Cancun. A mulher sofreu traumatismo craniano, foi socorrida e internada na UTI do Hospital Regional de Sorocaba.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                           Entenda o caso De acordo com a polícia, toda a situação ocorreu em uma das avenidas mais movimentada de São Roque, em frente ao São Roque Clube, na calçada

O que Marina tem de diferente de Campos?

Desde que se  uniram para disputar a eleição deste ano, Eduardo Campos e Marina Silva evitaram explicitar divergências políticas e ideológicas. Com a  morte do ex-governador  de Pernambuco em acidente aéreo, a ex-senadora foi oficializada  pelo PSB como candidata a presidente. Ela afirmou que, se eleita, pretende manter os compromissos assumidos por Eduardo Campos. Veja abaixo como os dois se posicionaram em relação a diferentes temas. Economia Campos e Marina defenderam a  austeridade e o tripé macroeconômico  adotado entre 1998 e 2006, na gestão de Fernando Henrique Cardoso: metas de inflação, câmbio flutuante e superávit fiscal. Banco Central Os dois também pregavam a independência do Banco Central. Caso fosse eleito, Campos pretendia consolidar a autonomia da autarquia através de uma lei que desse um mandato de três anos ao presidente do BC, período em que ele não poderia ser demitido. Marina defende que é preciso dar autonomia ao Banco Central, mas  sem a necessidade de

GM de SCS celebra 84 anos, desde 1930 fazendo história

O complexo industrial da  GM  em São Caetano do Sul (SP) comemora neste mês de agosto  84 anos  de atividades e a marca de 6 milhões de veículos produzidos. Segundo a fabricante, um Chevrolet Cobalt atingiu o sexto milhão de unidades.  A fábrica fica em um terreno de 290,5 mil metros quadrados e tem capacidade produtiva superior a 50 carros por hora. Começou a operar nos anos 1930 montando alguns poucos furgões por semana e de forma quase artesanal.  A implantação da GM no Brasil estava ligada à estratégia da companhia americana, de aproveitar as oportunidades que surgiam no exterior. O primeiro carro de passeio realmente produzido em São Caetano do Sul foi um Opala 1968.  A unidade de São Caetano do Sul passou por diversas expansões para poder acompanhar a modernização da linha Chevrolet no Brasil. Monza, Vectra e Omega também foram feitos nessa fábrica. Hoje são feitos fabricados ali os modelos Agile, Cruze hatch e sedã, Spin, Montana e Cobalt.  Linha de Montagem da GM na A

Bicicleta antifurto que vira cadeado vai revolucionar o mercado, confira!

Yerka Project é o protótipo de uma bicicleta desenvolvido por Andrés Roi, Cristóbal Cabello e Juan José Monsalve, três chilenos que estudam Engenharia, ela se parece com uma bicicleta comum, mas foi feita para evitar furtos. A proposta da Yerka é se transformar no próprio cadeado. O tubo diagonal do quadro é composto por duas partes, e, ao dividi-lo, você encaixa a bicicleta a uma grade ou poste, por exemplo, e conecta o selim, que funciona como trava. Apesar de parecer complicado, os donos da ideia garantem que é possível montar tudo em 20 segundos. Ao parar bicicletas convencionais na rua é necessário levar um cadeado para garantir que ela estará te esperando quando voltar. Mas se alguém mal intencionado conseguir quebrar o dispositivo de segurança fica fácil levar a magrela para casa. Já no sistema criado pelos estudantes, a quebra da trava inutiliza a bike. YERKA PROJECT (FOTO: DIVULGAÇÃO) Ainda em fase de testes, o projeto não tem financiamento e nem previsão para che