Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Janeiro 11, 2015

Cristina entra na listas de roupas e acessórios mais desejados pelos espectadores, veja ranking

Bastou Cristina (Leandra Leal) ser adotada por José Alfredo (Alexandre Nero) e assumir o comando da empresa familiar em  Império  para a personagem ganhar uma transformação em seu guarda-roupa. A moça abandonou o camelódromo, as roupas estampadas e os lenços na cabeça e passou a ostentar terninhos e joias mais chamativas, além de soltar a cabeleira ondulada. Funcionou: a personagem, que só havia aparecido uma vez nas listas de figurinos e acessórios mais desejados pelos espectadores da Globo, em agosto, volta a figurar na compilação de dezembro, com dois itens, um par de brincos e o belo cabelo loiro. A mocinha não é a única da novela das nove a aparecer nas listas. Maria Marta (Lilia Cabral), Maria Clara (Andreia Horta) e Maria Isis (Marina Ruy Barbosa) se consolidam como as maiores ditadoras de tendências da trama, com presença constante desde a estreia de  Império . O reality show  The Voice Brasil , cuja terceira temporada terminou em dezembro, também tem presença confirmada na

Eles disseram não para Dilma, ser ministro do PT não é mais tão atrativo quanto antes

O loteamento de cargos de ministros carrega a imagem de uma disputada guerra entre partidos e autoridades interessadas nos mais altos cargos da República. Essa impressão decorre do prestígio proporcionado por esses postos, das benesses inerentes às funções e da possibilidade de se dar um salto na carreira política com o uso da máquina pública. Observando-se a distância, parece impossível resistir aos encantos do poder proporcionados aos ministros de Estado. Entretanto, as dificuldades enfrentadas pela presidente Dilma Rousseff na montagem de um Ministério ao seu gosto e as negativas recebidas nas sondagens e nos convites mostram que as coisas não são bem assim. As vantagens de tornar-se ministro hoje são minimizadas pelos riscos de desgaste pessoal e profissional dos escolhidos e pela má fama do estilo de gestão centralizadora da presidente, que vem tornando esses cargos cada vez menos autônomos e atraentes. NÃO DEU O estilo centralizador da presidente Dilma Rousseff  afugentou o

Massacre na Nigéria pode ser visto por satélite

Um massacre de proporções ainda não determinadas aconteceu no começo do ano, no dia 3 de janeiro, na Nigéria. O Boko Haram -  o mesmo grupo que sequestrou centenas de meninas de uma escola nigeriana  - atacou o vilarejo de Baga e pode ter matado de 150 a até 2 mil pessoas, além de atear fogo em toda a cidade. Imagens de satélite  divulgadas nesta quinta (15) mostram um quadro de ampla destruição. Com o ataque, o Boko Haram passa a controlar ainda mais território, e mostra estar disposto a táticas cada vez mais brutais. Como surgiu esse grupo e o que ele quer?   Área de influência do Boko Haram na Nigéria (Foto: Giovana Tarakdjian/ÉPOCA) O nascimento do Boko Haram O Boko Haram surgiu em 2002 em Maiduguri, capital do Estado de Borno, na Nigéria. Borno, no nordeste do país, é uma das regiões mais empobrecidas da Nigéria. Além disso, conta com maioria da população muçulmana, enquanto que no restante do país a religião predominante é o cristianismo. O grupo foi criado pelo Mohamme

A trajetória de radicalização dos irmãos Kouachi, como são formados os jihadistas

Cherif Kouachi tinha vinte e poucos anos e um subemprego como entregador de pizzas quando, em 2003, no auge da “Guerra ao Terror”, os Estados Unidos invadiram o Iraque. Filho de argelinos, o francês morava na periferia de Paris e tinha pouco apego ao islã até conhecer o grupo liderado por Farid Benyettou, uma espécie de guru de uma mesquita próxima. Os rapazes de famílias pobres, desestruturadas e de baixa escolaridade se uniram em torno de Benyettou para conversar sobre jihad, a guerra sagrada, e os abusos do Exército americano no Iraque. Alguns foram para a guerra lutar contra o inimigo ocidental. Cherif estava a caminho do Oriente quando, em janeiro de 2005, foi preso pela polícia francesa. De acordo com o jornal britânico “The Guardian”, ele foi descrito pelos advogados responsáveis pelo caso como um “jovem frágil com poucas ideias políticas reais, psicologicamente manipulado por uma seita.” Na época, Cherif disse ao júri: “Eu queria voltar atrás, mas estava com medo de parecer