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Mostrando postagens de Março 20, 2016

Com medo de ser preso, Lula se cerca de um time composto por mais de vinte advogados

Em algumas paredes das galerias da Penitenciária Feminina Sant’Ana, o maior presídio de mulheres da América Latina, localizado em São Paulo, está escrito em caligrafia muito torta:  “quem fala a verdade não precisa de advogado, quem fala meia verdade precisa de um, quem mente inteiro é bom ter dois” . Não há notícias de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenha feito alguma visita a essa prisão, mas é muito provável que ele conheça os dizeres registrados naqueles muros.  Para enfrentar as descobertas da operação Lava Jato, tentar se defender das acusações que pesam contra si e procurar se esconder sob a prerrogativa do foro privilegiado, Lula escalou um pelotão composto por 21 advogados, entre eles seis dos mais notáveis do País que desembarcaram no caso na semana passada. E, segundo apurou ISTOÉ, após a Páscoa todos ficarão sob a coordenação de um ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, hoje aposentado – ele já teria até se apresentado ao juiz federal Sérgio Mor

Flagra! Fiat Mobi sem disfarce na versão de entrada, preço inicial abaixo dos R$ 30 mil

E continuam a pipocar os flagras do Fiat Mobi, novo compacto da marca que será lançado em abril. Desta vez quem apareceu (e limpinho!) foi a versão de entrada Easy, justamente aquela que deverá ter preço inicial abaixo dos R$ 30 mil. As imagens são do site  Carpointnews , gentilmente cedidas ao  CARPLACE . Para ter preço de briga, o Mobi Easy apresenta diversas partes da carroceria sem pintura, como a parte inferior do para-choque, os nichos onde ficariam os faróis de neblina, as maçanetas, os retrovisores e até a grade frontal. Itens de conforto como ar-condicionado e direção hidráulica serão opcionais, bem como os vidros dianteiros elétricos e a trava elétrica das portas. Com porte bastante compacto (são cerca de 3,60 m de comprimento), o Mobi vai assumir a responsabilidade de ser o carro de entrada da Fiat. Logo na estreia, já mata o Uno Vivace, versão que não havia recebido a reestilização. Quanto ao Palio Fire, será uma questão de tempo (e vendas). Se o Mobi “emplacar” d

Direção do Sindicato da CUT é vaiado por metalúrgicos da Volks no ABC em ato pró-Dilma

Ato realizado pela direção do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, quinta-feira, na unidade da Volkswagen, em São Bernardo, ficou registrado por sonoras vaias dos trabalhadores à presidente Dilma Rousseff (PT) e ao petismo, simbolizando descontentamento até mesmo da categoria, na qual, em seu berço, serviu de base para origem do partido. O discurso adotado na assembleia, convocada sob a tese de defesa da democracia, não foi bem digerido por boa parte dos participantes da atividade, que chegou a entoar coro de ‘Fora, PT’ e ‘Fora, Dilma’. Série de manifestantes abandonou o evento durante a fala dos organizadores. Os metalúrgicos da fábrica compareceram em peso à assembleia – aproximadamente 2.500 pessoas. Desde janeiro existem cerca de 2.000 operários em lay-off (suspensão do contrato de trabalho) – de um total de 10,5 mil empregados, ou seja, em torno de 20% entraram no sistema – devido ao momento de crises política e econômica. Por conta da instabilidade no País, o governo federal

Os dez principais mitos - verdadeiros ou não - do mundo do carro

Diz a lenda que quem conseguisse capotar um Citroën DS ganhava um novo da fábrica | Crédito: Divulgação 1. GP ou Jeep? Há duas versões para a origem do nome Jeep. A mais aceita é que seria a pronúncia em inglês de GP (General Purpose, uso geral). A outra viria do desenho Popeye, que contracenava com Eugene, the Jeep, um animal capaz de se teletransportar de um lugar para outro. Quase como o 4x4. 2. Grátis para Ferrari  A Ferrari não paga para expor no Salão do Automóvel de São Paulo. Ao menos era a lenda até 2012, quando ela não assinou o cheque e perdeu lugar no Anhembi. A Fiat não pensou duas vezes: aproveitou a deixa e virou atração ao colocar uma 458 Italia no estande. fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/materia/top-ten-lendas-urbanas

Documentos mostram esquema de propina funcionava desde governo Sarney

A 26ª fase da operação Lava Jato expôs, na última terça-feira (22),  a existência de um "departamento de propina" na empreiteira Odebrecht , que teria sido utilizado para movimentar altas somas de dinheiro em pagamentos ilícitos para agentes públicos e políticos principalmente em 2014. O esquema, no entanto, pode ser muito mais antigo. Documentos mostram que, durante o mandato presidencial de José Sarney (1985-1990), procedimentos bem semelhantes aos apontados pelos investigadores da Lava Jato envolviam 516 agentes públicos, empresários, empresas, instituições e políticos. Entre eles, há ex-ministros, senadores, deputados, governadores, integrantes de partidos como PSDB, PMDB e PFL (atual DEM). O  UOL  teve acesso a quase 400 documentos internos da empreiteira, a maioria datada de 1988, detalhando remessas e propinas a diversos políticos. A documentação estava de posse de uma ex-funcionária da Odebrecht. Como no esquema divulgado pela Lava Jato na terça-feira (22), er

Lula tem plano secreto para evitar prisão, saiba como

Numa crise que já revelou tramas e enredos antes inimagináveis, nada mais parece capaz de provocar surpresa nem espanto - e, no entanto, surpresa e espanto insistem em aparecer. Nos últimos dias, VEJA apurou o fio da meada que leva a um plano secreto destinado a tirar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva do Brasil, caso sua prisão seja decretada. O plano prevê que Lula pediria asilo a uma embaixada, de preferência a da Itália, depois de negociar uma espécie de salvo-conduto no Congresso, que lhe daria permissão para deslocar-se da embaixada até o aeroporto sem ser detido - e, do aeroporto, voaria para o país do asilo. A cronologia do plano, de acordo com os detalhes que VEJA conseguiu levantar, pode ser resumida como se segue. Domingo, 6 de março.  Sob o impacto da 24ª fase da Operação Lava-Jato, na qual foi levado coercitivamente para depor na Polícia Federal, Lula reuniu seus principais conselheiros. Ali, debateram duas alternativas. A primeira era uma intervenção no

No mundo, 44 países desfavorecem as mulheres em suas constituições

Muita gente diz que a desigualdade de gênero não existe mais, que machismo é coisa do passado. Seria bom se fosse assim, mas isso não é verdade. No mundo inteiro, ainda existem leis que discriminam mulheres das mais diversas formas - desde a culpabilização da vítima em casos de estupro e abuso até a proibição de ações simples, como dirigir ou usar calças compridas.  Era mesmo para ser um papo ultrapassado. Há 20 anos, 189 países assinaram uma plataforma das Nações Unidas chamada  Beijing Platform for Action , com o objetivo de discutir e revogar leis que se baseassem em gênero. No entanto, desde então, só metade deles conseguiu diminuir parcialmente o sexismo de suas constituições. Para lutar contra isso, a ONG  Equality Now  criou uma  lista  das leis mais absurdas que estão em vigor até hoje. Conheça alguns dos países que perpetuam o machismo de forma constitucional.  Onde quem manda é o marido Casamento no Sudão só se um guardião legal permitir. Sem a permissão dele, mulhe

Os 7 crimes de Dilma

Na terça-feira 22, a presidente Dilma Rousseff proferiu o seu mais inflamado discurso desde o início da crise política. O pronunciamento apoiou-se no pretenso argumento de que até agora ela não cometeu crime algum e que, por isso, estaria sendo vítima de um golpe contra a democracia. “Não cometi nenhum crime previsto na Constituição e nas leis para justificar a interrupção do meu mandato. Neste caso, não cabem meias palavras: o que está em curso é um golpe contra a democracia”, afirmou Dilma.  A retórica repetida como ladainha em procissão é típica de mandatários em apuros, quando não há muito mais o que fazer senão aguardar o fim que se avizinha. Em seus últimos dias como presidente, em 1992, Fernando Collor recorreu ao mesmo expediente. “Custe o que custar, eu serei o primeiro a estar na defesa e no embate da nossa Constituição. As manobras interessam aos que formam o sindicato do golpe”, disse Collor em agosto daquele ano. Ironicamente, quem estava do outro lado da trincheira, de