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Mostrando postagens de Maio 8, 2016

O que mudou na # segurança pública após ataque do PCC em 2006

Os ataques organizados pelo PCC (Primeiro Comando da Capital) contra agentes de segurança no estado de São Paulo, nos moldes do que ocorreram em maio de 2006, não devem mais se repetir. Não porque houve mudanças no sistema de segurança de São Paulo, mas porque não valeriam a pena para o PCC. Essa é a opinião de especialistas ouvidos pela reportagem sobre os dez anos dos Crimes de Maio, quando foram registradas 564 mortes no estado, entre civis e policiais. “As condições para aquilo [os crimes de maio de 2006] continuam as mesmas, não mudaram. Poderiam acontecer, mas tenho muita convicção de que não vale a pena para o PCC. Pelo menos na condição atual, na conjuntura, acho que a avaliação deles é de que não valeria a pena. Acho que a própria avaliação daquele momento foi de que aquilo trouxe mais prejuízo do que ganhos. Tanto do ponto de vista econômico, porque evidentemente atraiu uma repressão maior, e também do ponto de vista da reação da resposta absolutamente violenta

Os velhinhos mais vendidos em abril

Fusca Quais foram os carros de passeio e comerciais leves descontinuados há pelo menos 10 anos que se destacaram no ranking de usados da Fenabrave O carrinho da marca alemã somou 6.798 unidades comercializadas em abril. Número suficiente para colocar o modelo na liderança entre os velhinhos e na 20ª colocação do ranking de usados mais vendidos da Fenabrave. 2.Ford Escort Reprodução/By Deni Studio O modelo teve 4.343 unidades vendidas no mês passado, que garantiram ao carro a 34ª colocação no ranking. Apenas uma posição atrás do seu sucessor, o Ford Focus. 3.Chevrolet Monza Divulgação O médio da marca americana somou 3.462 unidades, que garantiram ao carro a 43ª posição na lista da Fenabrave. 4.Chevrolet Kadett Chevrolet Produzido entre 1989 e 1998, o modelo foi o 50º colocado no ranking, com 2.854 unidades vendidas. Comerciais leves 1.Ford F-1000 Divulgação Substituída em 1998 pela Ford F-250, a picape grande da marca americana foi o comercial leve

"Os Pingos nos Is". Mete o "pau" nesta cambada

fonte:  https://www.youtube.com/watch?v=Wyu3yF1R4j4

Fenabrave divulga a lista das picapes mais vendidas em abril

Com o avanço da novata Toro, a Fiat conseguiu algo inédito: dominar as vendas de picapes na faixa de baixo e na faixa de cima. Confira agora os principais destaques de abril em cada uma das categorias. PEQUENAS Mesmo com uma pequena redução na participação de mercado em abril (57,9%), a Fiat Strada manteve o enorme domínio entre as picapes pequenas. Com 5.425 emplacamentos, o modelo da marca italiana repetiu uma vantagem superior a 2,3 mil unidades sobre a rival mais próxima. Mesmo com a linha 2017 nas concessionárias, a VW Saveiro (3.042) praticamente repetiu o desempenho de março, com um avanço de apenas 0,07%. A responsável por reduzir as participações das líderes foi a Montana. Com 904 emplacamentos, a Chevrolet praticamente triplicou os números do mês anterior, embora tenha sido a que mais perdeu espaço no período de um ano (-65%). MÉDIAS / GRANDES Em seu terceiro mês de mercado, a Toro definitivamente mostrou a que veio. Ao emplacar 3.954 unidades, quase

Quem é Michel Temer?

  T emer assumiu a presidência do Brasil, mas de onde ele veio? Michel Temer é o atual presidente do Brasil. Situação essa que deve durar, pelo menos, até que o processo do impeachment seja finalizado com uma votação no senado - o que pode ocorrer em até 180 dias. Apesar de ser nosso novo presidente, e essa ser a primeira vez que Temer tem, de fato, chance de se consolidar como chefe do Executivo brasileiro, o poder está longe de ser uma novidade. Temer já assumiu os mais diversos cargos na política brasileira - incluindo o de presidente, quando ele substituiu não só Dilma, mas também Lula e Fernando Henrique Cardoso. Temer é paulista, nasceu em Tietê (SP) no ano de 1940. Aos 16 se mudou para São Paulo capital, onde terminou o Ensino Médio e, em 1959, ingressou na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, parte da USP. Foi justamente nessa época que ele começou a se meter com política - nessa fase, em escala estudantil. Em 1963 chegou a ser indicado para assumir a presidênci

O rombo de bilhões deixado por Dilma

Com provavelmente dois anos e meio de mandato pela frente, Michel Temer  recebe um governo com tripla crise:  econômica, política e administrativa . Os números mostram um país paralisado desde 2015, cuja presidência Dilma Rousseff recebeu na forma de um segundo mandato, mas que ela governou muito pouco ou quase nada. Agora afastada, Dilma deixa para Temer uma Esplanada dos Ministérios em descompasso. Sem dinheiro, muitos ministérios, embora com uma folha de pagamento gigante , têm pouco a fazer.  O Itamaraty, por exemplo, atrasa alugueis no exterior e sofre até com falta de papel higiênico. Temer pega um governo de cofres vazios e um país mais vigilante contra manobras fiscais e menos tolerante com aumentos de tributos. Os números são claros. É possível que Temer retome a governabilidade e tenha amplo apoio de políticos e empresários? Sim. Mas, antes, precisará de dinheiro. Em março, o governo levou ao Congresso uma previsão de déficit na meta fiscal em R$ 96 bilhões. Temer terá,

"Michel Temer pode ser melhor que Itamar Franco"?

O sociólogo e cientista político  Simon Schwartzman , pesquisador do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade do Rio de Janeiro, está parcialmente otimista sobre o governo de  Michel Temer . "Não será uma maravilha", diz. "Mas haverá uma perspectiva econômica mais otimista até as eleições de 2018." Para ele, a reforma econômica é tão urgente que mesmo reformas necessárias, como a política, podem ser postergadas. Schwartzman diz que uma equipe minimamente coerente na área econômica pode contribuir para mudar o panorama de incerteza brasileiro. Para ele, o PT tende a resistir às mudanças, mas a oposição tende a arrefecer à medida que secar também a fonte de financiamento público dos movimentos populares ligados ao partido. "O PT precisa se reinventar de alguma maneira se quiser continuar existindo" .  ÉPOCA — Quais serão as urgências de Michel Temer na Presidência? Simon Schwartzman —  A questão urgente é o equilíbrio econômico, pois o país está nu

"O governo Temer deverá ser uma transição para mais reformas depois de 2018"

Para a consultoria internacional Eurasia, o tamanho do ajuste fiscal necessário é tremendo e o novo governo deve dar apenas o primeiro passo para o reequilíbrio das contas públicas O impeachment da presidente  Dilma Rousseff  não encerrará por completo a crise na qual o Brasil se encontra. Com o ambiente político nacional altamente polarizado e um nível crescente de descontentamento nas ruas, quem quer que esteja no terceiro andar do Palácio do Planalto enfrentará muitas dificuldades para governar. Mas um governo liderado pelo  presidente Michel Temer  trará tanto boas e más noticias. A boa notícia é que uma agenda de reformas essencias para voltar a um crescimento econômico mais sustentável, mas politicamente muito dificeis, vão ser enfrentadas.  Apesar das nuvens cinzas no horizonte, o plano de voo do novo governo comandado pelo presidente Michel Temer contará com alguns trunfos.  O primeiro será recorrer a um choque de confiança como estratégia política . Ao trocar o mini

“A crise no Brasil não se encerrará logo”

  Especialista em processos de impeachment na América Latina, o cientista político diz que o governo Temer tomará medidas impopulares que vão tornar mais agudo o mal estar público Aníbal Pérez-Liñan  é professor da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, e autor do estudo  Presidential Impeachment and the New Political Instability in Latin America  (Impeachment Presidencial e a Nova Instabilidade Política na América Latina). Nele, elenca fatores que considera determinantes para o início de um processo de impedimento de um presidente. O cientista político avalia que a  América Latina  vive um novo ciclo de processos de instabilidade política, agora solucionados por vias constitucionais – mas não sem causar danos. Em entrevista à ÉPOCA, o cientista político argentino disse que a crise política brasileira não deve se encerrar com a saída da presidente  Dilma Rousseff  e avaliou os possíveis impactos do processo brasileiro na América do Sul. ÉPOCA – O senhor lista qu