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Mostrando postagens de Outubro 30, 2016

Mazda, na contra -mão do downsizing

O caminho para reduzir emissões não era diminuir os motores. E só a Mazda sabia disso Após anos diminuindo cada vez mais os motores a combustão, a indústria automotiva se viu obrigada a dar um passo atrás na tendência de downsizing. Até então, o grande objetivo dos fabricantes foi reduzir as emissões de C02, sem se importar com os óxidos de nitrogênio (NOx) e as partículas emitidas. Mas mudanças na forma como os testes são feitos farão os motores voltarem a crescer. Exceto os da Mazda, que nunca encolheram.  Nos últimos dez anos, motores 2.0 foram substituídos por 1.6, 1.4 e até mesmo 1.0 com turbo e injeção direta. De fato, as emissões destes motores mais novos são menores, mas não sempre. Renault, Opel e Fiat hoje alinham motores Euro 6 que atendem às exigências de emissões em testes de laboratório, mas que em testes com condições reais chegam a emitir 15 vezes mais NOx que o limite permitido. Em dias frios, motores a diesel menores precisam ativar seu sistema de proteção

Deveríamos parar de comer carne?

Há, no mundo, quase um bovino para cada quatro humanos. O rebanho mundial ocupa um quarto do território terrestre. Faz sentido? Comer não é só uma questão de matar a fome. A decisão sobre que comida colocar no prato tem implicações econômicas, ambientais, éticas, culturais, fisiológicas, filosóficas, históricas, religiosas. Embora a porcentagem de vegetarianos venha se mantendo mais ou menos estável ao longo da história, há um interesse crescente no assunto – restaurantes naturais e vegetarianos ficam lotados na hora do almoço, tornou-se comum, pelo menos nas classes médias urbanas, a preocupação em reduzir o consumo de carne, e surgiu uma indústria bilionária de produtos naturais que, nos Estados Unidos, já movimenta quase 8 bilhões de dólares. Esta reportagem não ensina você a comer. Felizmente, essa ainda é uma decisão pessoal, que depende apenas do seu julgamento sobre o que é certo e o que é errado e – não menos importante – do seu gosto. O que essa matéria faz é tentar a

PEC 241: Congelar verba social por 20 anos igualará Brasil ao Congo

Se o Congresso congelar por vinte anos as verbas sociais, como propõe o presidente Michel Temer, igualará o Brasil a alguns dos países mais miseráveis, como Congo, República Centro Africana e Madagascar. O que significa que serviços públicos oferecidos pelo governo, como  saúde ,  educação  e  assistência , tenderão a ser similares, em qualidade e alcance da população, aos daquelas nações. Ao mesmo tempo, o Brasil se descolará da trajetória histórica de investimentos sociais vistos em lugares desenvolvidos como Estados Unidos, Europa e Japão. A comparação foi feita com base no banco de dados do  Fundo Monetário Internacional (FMI) e em estatísticas da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), clube de nações seguidoras de economia de mercado, pelo economista brasileiro Felipe Rezende, professor da faculdade Hobart and Willian Smith Colleges, dos Estados Unidos. Rezende partiu de cálculos do Bradesco sobre os efeitos da  PEC 241  nos gastos federais.

Ajuste fiscal de Temer pune pobres, diz Conselho de Economia

Na Índia, Temer afirmou que não há perseguição aos mais pobres. Economistas discordam Em recente viagem à Índia,  Michel Temer  foi perguntado pela  BBC Brasil  sobre o motivo de ter escolhido um ajuste fiscal ( congelar verbas sociais por 20 anos ) que pune os pobres e poupa os ricos. Respondeu que a crítica “não tem procedência” e que “não há nenhuma perseguição aos mais pobres”. Uma explicação pouco convincente, segundo certos economistas, incluindo o conselho federal da categoria. Para eles, o congelamento sacrificará os mais pobres, ao afetar serviços públicos como saúde, educação e assistência, áreas que no presente ajudam a promover um mínimo de proteção social e igualdade e que no futuro terão menos recursos. Uma avaliação que explica por que os aliados do presidente no Congresso fazem a proposta  avançar a toque de caixa , sem muita discussão. Para o Conselho Federal de Economia, o governo deveria enfrentar a crise fiscal com medidas pró-crescimento econômico e uma c

Daruma demite 31 funcionários na fábrica em Taubaté, SP

Funcionários demitidos na porta da fábrica A fábrica Daruma demitiu 31 funcionários nesta sexta-feira (4) em  Taubaté (SP), de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos. A empresa teria alegado necessidade de adequação da produção ao mercado. Na próxima segunda (6), haverá uma reunião entre a empresa e o sindicato para verificar se há previsão de novas demissões. O setor em que os demitidos atuam não foi divulgado.  A empresa foi procurada por telefone pelo  G1 , mas nenhum representante foi encontrado para comentar o assunto.  A Daruma atua na fabricação de produtos de telefonia, impressoras, equipamentos eletrônicos, entre outros. fonte: http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2016/11/daruma-demite-31-funcionarios-na-fabrica-em-taubate-sp.html