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sábado, 10 de março de 2018

O vírus da obesidade

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O mundo está cada vez mais gordo. Mas e se a culpa disso, além dos hábitos alimentares ruins, também fosse de um vírus misterioso que faz suas vítimas ganharem peso mesmo se elas não tiverem comido demais?


Recentemente a mídia anunciou que pesquisadores americanos de Louisiana identificaram a presença do adenovírus, causador da gripe que é transmitido pelo ar, em grande parte de gordos ou obesos que participam do estudo.
Foram selecionadas 500 pessoas, metade obesa; outra metade, não. Entre os obesos, 30% apresentaram o vírus e, entre os magros, ele foi encontrado poucas vezes, menos que 5%. Daí foi criado o termo "infectobesidade".
O mesmo aconteceu em outra pesquisa com gêmeos. A equipe afirma que o adenovírus é, no mínimo, um dos fatores que pode causar a obesidade. Disseram os pesquisadores: "Percebemos que esses vírus levam a um inchaço das células adiposas, gerando a obesidade". Só não sabem por que isso acontece em algumas pessoas. Mesmo assim irão criar uma vacina que possivelmente estará pronta daqui a 5 ou 10 anos.

Outros estudiosos afirmam que a descoberta pode ajudar na guerra contra a obesidade, mas nem toda obesidade é infecciosa. No Brasil, cerca de 40% da população apresenta sobrepeso ou obesidade, índice semelhante à média mundial.
Lembramos que em regiões onde há falta de alimentos como no Sudão, por exemplo, não existe obesidade, mesmo com o vírus. Pesquisador inglês combateu a pesquisa afirmando que há milhares de anos o organismo do ser humano acostumou a guardar energia e atualmente com a falta de exercícios, acumula gordura.
Sabemos há muito tempo que a obesidade é multifatorial, isto é, depende de muitos fatores e é difícil acreditar que um vírus é o responsável e que uma vacina irá resolver o problema.
As pessoas que possuem sobrepeso ou os portadores de obesidade não se iludam com essa promessa. Não fiquem esperando a tal vacina e até lá deixando de se preocupar com o aumento de peso.
O correto ainda é fazer um cardápio sem muitas calorias e promover gasto calórico por intermédio de exercícios físicos.
Para um cardápio menos calórico o mais prático é evitar as gorduras, não exagerar nos carboidratos e utilizar mais verduras frutas e legumes. Esses últimos também não podem ser usados em excesso. Todo e qualquer alimento tem caloria, com exceção da água. Aliás, a água deve ser ingerida no mínimo dois litros por dia, fora das refeições.
Aguardo perguntas e sugestões.

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