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terça-feira, 13 de março de 2018

Veja 5 sedãs seminovos para passar longe na hora da compra

Chery Celer Sedan: além da dirigibilidade, o conjunto frágil deixa a desejar. Desvalorização é um dos pontos fortes

Mercado de usados pode esconder surpresas desagradáveis para o cliente. Saiba quais são os carros que devem ser evitados entre os sedãs

Falamos à exaustão que é preciso tomar cuidado com os preços tentadores no mercado de usados. Por trás de um valor em conta, ainda mais na hora de comprar um carro bem equipado, pode existir uma grande dor de cabeça. Portanto, vale a pena ficar atento. A reportagem do iG Carros enumera cinco sedãs de diversos segmentos para você nem passar perto na hora de procurar seu carro novo.

Investir R$ 35 mil em um entre os sedãs compactos manuais, ainda mais pouco rodado, pode parecer um negócio dos melhores. Mas este não é o caso do Chery Celer Sedan, que pode trazer muitas dores de cabeça escondidas em um pacote completinho. Ele vinha equipado com airbag, ar-condicionado, CD Player e MP3, direção hidráulica, freio ABS, retrovisores e vidros elétricos, rodas de liga leve e travas elétricas.
Entretanto, a fragilidade do projeto acaba comprometendo o Celer. Montado em Jacareí (SP), não era difícil encontrar modelos saindo de fábrica com desalinhamentos na carroceria. Além disso, todas as respostas deixam a desejar. A folga na direção deixava o Celer impreciso e nada seguro em curvas, bem como o isolamento acústico. O modelo era vendido com motor 1.5, de 113 cv e 15,5 kgfm de torque, números que não nada animadores na hora de pisar no acelerador.  E conforme apurado pela reportagem do iG Carros, sua produção foi interrompida com a recente compra da Chery pelo Grupo CAOA.

2 - Peugeot 408 2.0 AT4 2013 - R$ 42.990


Peugeot 408: Trancos e consumo elevado afastam o sedã francês das melhores opções do segmento
Divulgação
Peugeot 408: Trancos e consumo elevado afastam o sedã francês das melhores opções do 

segmento

Um dos modelos que estão há mais tempo no mercado entre os carros zero quilômetro de hoje. O obsoleto câmbio de quatro marchas fo bastante usado na linha do Peugeot 408 e tirava toda a competitividade do modelo frente a concorrentes como Chevrolet Cruze e Honda Civic, que já apareciam com câmbio automático de cinco e seis marchas. Aliado ao motor 2.0, de 143 cv de potência, o consumo também era elevado, descartando o 408 das opções interessantes do segmento. A fragilidade da caixa de quatro marchas, que mostrava trancos entre as trocas, entre outros problemas, acabou levando à troca pela de seis marchas, em 2014.  

De acordo com números do Inmetro, o carro fazia 6,1 km/l na cidade e 8,9 km/l na estrada, quando abastecido com etanol. O problema foi resolvido quando a Peugeot instalou uma nova caixa automática de seis marchas, fabricado pela japonesa Aisin. Além disso, o sedã está prestes a sair de linha. Hoje em dia, a marca francesa oferece apenas uma versão do sedã, com motor 1.6 THP, turbo flex, de 173 cavalos. 

3 - Fiat Grand Siena 1.0 2017 - R$ R$ 42.990


Fiat Grand Siena 1.0: deixa muito a desejar no desempenho. Pacote de equipamentos não justifica o preço
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Fiat Grand Siena 1.0: deixa muito a desejar no desempenho. Pacote de equipamentos não justifica o preço

Fique longe da versão 1.0 do Fiat Grand Siena. Na prática, continua sendo o mesmo motor fraco e gastão da linha Fire, de 75 cv de potência e gritantes 9,9 kgfm de torque. Imagine isso num sedã de 1.133 kg. E se você está pensando que o modelo compensa isso tudo com um bom pacote de equipamentos, está errado.
Ele integra ar-condicionado, direção hidráulica, travas elétricas e vidros elétricos. Nada além do mínimo que se espera de um carro que beira os R$ 45 mil nas concessionárias. Se quiser um Grand Siena, vale a pena procurar por alguma unidade 2016 que rodou pouco, mas já com motor 1.4 ou 1.6. Eles não são tão econômicos, mas acabam entregando mais agilidade na cidade. Com a chegada do novo sedã Cronos, ainda é possível encontrar o Grand Siena com algum desconto nas lojas, tanto com motor 1.0 quanto com o 1.4, já que o 1.6 saiu de linha. 

4 - Renault Logan 1.6 Easy-R 2016 - R$ 51.990


Renault Logan 1.6 Easy-R: a caixa automatizada não prioriza conforto e consumo de combustível
Divulgação
Renault Logan 1.6 Easy-R: a caixa automatizada não prioriza conforto e consumo de combustível

O câmbio automatizado Easy-R é uma das bolas na trave da Renault nos últimos anos. A marca francesa prefere não falar nada sobre o assunto, mas é certo que a dupla Logan e Sandero está prestes a receber versões equipadas com  câmbio automático CVT e retoques no desenho. Com isso, passará a ficar mais competitiva no mercado atual. Os trancos do sistema automatizado Easy-R acabaram causando certa repulsa por parte dos clientes e agora será sibstituído por uma caixa bem mais eficiente.
Na casa dos R$ 50 mil, comprar um sedã compacto automatizado e com bons equipamentos estaria longe de ser um mal negócio. Mas você teria que relevar todos os trancos e o consumo de combustível elevado gerado pela transmissão. O melhor cenário seria abrir mão do câmbio Easy-R e partir para a versão manual, que rende mais com o bom motor 1.6 de 118 cv e 16,1 kgfm de torque.

5 - Lifan 530 1.5 2015 - R$ 31.990


Lifan 530: um tiro no pé para a marca chinesa, que prefere investir em SUVs compactos
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Lifan 530: um tiro no pé para a marca chinesa, que prefere investir em SUVs compactos

A história do Lifan é bem parecida com a de seu conterrâneo, o Chery Celer Sedan. Um conjunto frágil, com poucos atrativos na parte de equipamentos e dirigibilidade. O Lifan 530 nunca empolgou nas vendas, e é alvo de várias reclamações nos fóruns especializados na internet. Barulhos internos, ruídos no motor e a fragilidade da embreagem são algumas das ocorrências frequentes. Além disso, o espaço interno fica apertado para cinco ocupantes e duas respectivas bagagens.

Além do mais, falta fôlego ao motor 1.5 de 103 cv e 13,6 kgfm de torque. O rodar do sedã compacto chinês também está longe de ser dos mais agradáveis, mostrando certa instabilidade em altas velocidades. Muito por conta da direção que, a exemplo do Celer, é pouco direta. Curiosamente, todas as marcas chinesas estão abandonando o segmento de sedãs compactos para investir apenas nos SUVs.  Um deles é  o Chery Tiggo, que está prestes a voltar às lojas na nova geração, com alguns ajustes feitos pelo Grupo CAOA, que passou a controlar a marca chinesa no Brasil.  Outros dois exemplos são JAC T40 e Lifan X60. 


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