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sexta-feira, 18 de maio de 2018

Nova droga é aprovada nos EUA e pode ajudar milhões a prevenir enxaquecas

Enxaqueca: Dispositivo que emite corrente elétrica de baixa intensidade pode diminuir número de episódios do problema

Aparelho pode ser alternativa para prevenir o problema em pacientes que não toleram os medicamentos disponíveis


A agência americana Food and Drug Administration (FDA) aprovou nesta semana um dispositivo que usa corrente elétrica para prevenir enxaqueca em pacientes que não toleram os medicamentos contra o problema.

Existem diversos tipos de tratamentos que usam corrente elétrica para interferir na atividade cerebral e tratar doenças. A modalidade usada pelo novo dispositivo, que será vendido com o nome comercial de Cefaly, é a técnica da estimulação elétrica transcutânea (TENS).


O método, não invasivo, tem finalidade analgésica e é amplamente usado para o tratamento de dores crônicas, como as provocadas por um traumatismo pós-operatório. A técnica consiste em colocar eletrodos sobre a pele do paciente que emitem uma corrente elétrica de baixa intensidade.
O Cefaly é feito de plástico, tem o formato de uma tiara e funciona com auxílio de uma bateria. Os eletrodos presentes no dispositivo devem ser colocados sobre a testa do paciente. A corrente elétrica de baixa intensidade, que pode provocar uma sensação de formigamento, estimula nervos associados às dores da enxaqueca.
Segundo o FDA, o Cefaly deve ser usado antes do início da dor, por até vinte minutos por dia e apenas em pessoas com mais de 18 anos. O dispositivo poderá ser comprado nos Estados Unidos mediante a apresentação de uma receita médica.
Em comunicado, o FDA citou um estudo feito na Bélgica com 67 pacientes que tinham ao menos duas crises de enxaqueca por mês e que haviam deixado de fazer uso de medicamentos contra o problema durante três meses. Segundo os resultados, as pessoas que usaram o Cefaly relataram um número significativamente menor de episódios de enxaqueca em um mês do que aquelas que foram submetidas a um tratamento placebo. O dispositivo, porém, não elimina completamente as crises e nem reduz a intensidade da dor quando a enxaqueca ocorre. A agência não reportou efeitos adversos graves com o uso da técnica.
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(Thinkstock/VEJA/VEJA)

O stress é um importante fator que desencadeia e agrava a enxaqueca. Segundo o neurologista Antônio Galvão, a dor e o stress envolvem mecanismos cerebrais semelhantes e estão relacionados aos mesmos neurotransmissores, como a serotonina, que influencia o humor, o sono e o apetite. Por isso, processos cerebrais causados por uma situações de stress 

podem levar à enxaqueca. 

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