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Mostrando postagens de Julho 1, 2018

Crise argentina afeta montadoras e projeção de crescimento no Brasil

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - As dificuldades enfrentadas pela economia argentina devem produzir efeitos negativos sobre a produção brasileira e condicionar a revisão do PIB (Produto Interno Bruto) deste ano, segundo relatório da IFI (Instituição Fiscal Independente). O país vizinho é um dos principais parceiros comerciais do Brasil e, neste ano, tem enfrentado um cenário econômico conturbado e chegou a pedir ajuda ao FMI (Fundo Monetário Internacional). Um dos setores mais sensíveis a esse cenário é o automotivo. A Argentina recebe 76% das exportação do Brasil de veículos leves e 46% das de caminhões e ônibus, segundo a Anfavea, entidade que representa o setor automotivo. As vendas para o país vizinho também envolvem, segundo dados de 2017, grande volume de negócios nas áreas de máquinas e caldeiras (10%) e ferro e aço (4,5%). Para Celso Grisi, professor de comércio exterior da USP (Universidade de São Paulo), a queda na demanda por carros na Argentina deve afetar o PIB. As

Villas Boas - Se Exército intervier, será para cumprir Constituição e manter democracia

O comandante do Exército, general Villas Bôas, durante cerimônia em homenagem ao soldado Mário Kozel Filho, morto durante a ditadura militar.. O comandante do Exército brasileiro, o general Eduardo Villas Bôas, afirmou na quinta-feira (05JUL2018) que não existe a possibilidade de uma intervenção militar nos mesmos moldes do período do governo militar, entre 1964 e 1985. O comandante afirmou que, se o Exército intervier, será para respeitar a Constituição e manter a democracia. Com relação ao movimento intervencionista, que pede a volta dos militares no poder, Villas Bôas disse que há uma identificação na população com os valores das Forças Armadas e uma ânsia pelo reestabelecimento da ordem. "Eu nem vejo um caráter ideológico nisso. Mas, de qualquer forma, as Forças Armadas, e o Exército, pelo qual eu respondo, se, eventualmente, tiverem de intervir, será para fazer cumprir a Constituição, manter a democracia e proteger as instituições", afirmou. "Sempre o Ex

Chora Brasil! Os brasileiros ainda não aprenderam, a seleção é só mídia, nada, nada e sempre morre na praia

  A seleção Brasileira não é mais a mesma já faz tempo, com a derrota do para a Bélgica, mostra como o time é alavancado pela mídia em especia a Globo que é a  mais prejudicada com a com a derrota do Brasil. Sempre A mídia sempre enaltecendo o time que sempre está de salto alto, mas na hora da decisão  morre na praia, vergonhoso, o povo brasileiro nem no futebol pode acreditar mais, a seleção brasleira está como a economia, parada e desacreditada, para milhões de brasileiro que ainda acreditam temos a melhor seleção do mundo são escravo da mídia podre e vendida, um pais aonde a corrupção é a porta de entrada o que esperar de um  time de futebol,: lamentável.

Inferno verde e amarelo, a vitória do planejamento acabaram com sonho do hexa do Brasil na Rússia

A Seleção Brasileira nunca havia sofrido dois gols em uma mesma partida sob o comando de  Tite . Aconteceu nesta sexta-feira, último dia da participação nacional na Copa do Mundo da Rússia. Desencontrado defensivamente, o Brasil perdeu por 2 a 1 para a  Bélgica , em Kazan, e despediu-se do torneio. Com bons momentos ofensivos, a Seleção Brasileira foi vazada pela primeira vez por um  gol contra de Fernandinho . O volante que já havia sido vilão na histórica derrota por 7 a 1 para a Alemanha, quatro anos atrás, cabeceou para dentro após uma cobrança de escanteio aos 12 minutos do primeiro tempo. A Bélgica ampliou ainda na etapa inicial. Aos 30, em um contra-ataque rápido puxado por Lukaku, De Bruyne foi acionado na ponta direita e chutou cruzado para a rede. O gol fez a Seleção Brasileira pressionar durante toda a segunda etapa. O máximo que o time de Tite conseguiu, entretanto, foi uma cabeçada certeira de Renato Augusto, com assistência de Philippe Coutinho. A queda do Brasi

Gênio Sublime ou Farçante Patético?

A eficiência e a beleza dos dribles do craque Neymar não são suficientes para fazer dele uma unanimidade no país do futebol. Aos 26 anos, o jogador brasileiro tem os melhores índices dos atacantes da Copa, mas se tornou — no Brasil e no mundo — o mais debatido personagem do Mundial da Rússia.  Aplaudido por seus lampejos de genialidade, como no primeiro gol do Brasil no 2 a 0 sobre o México, saiu apupado de campo na segunda-feira passada, acusado de ser um fingidor. Neymar atrai amor e ódio. Poderá ser o redentor do futebol brasileiro se liderar a obtenção do hexacampeonato mundial. Se perder, provavelmente será visto como o maior culpado. Com a saída precoce do argentino Lionel Messi e do português Cristiano Ronaldo, inquilinos habituais do pódio anual dos melhores da Fifa, e dos conjuntos estelares das seleções da Espanha e da Alemanha, Neymar passou a ser, mais do que nunca, a estrela a ser vista, debatida e criticada. Nas redes sociais, tornou-se o nome mais citado dos 7