sexta-feira, 24 de maio de 2019

Boeing Brasil-Commercial é o novo nome da fábrica da Embraer em São José dos Campos, SP

Vista aérea Embraer Divulgação
Com a fusão, a fábrica que é sede da Embraer desde sua fundação vai para a Boeing
Arquivo/Meon/Divulgação
Boeing Brasil - Commercial é o nome da empresa que resultou da fusão entre a companhia brasileira e a empresa aérea norte-americana. O nome foi anunciado pela Boeing na tarde desta quinta-feira (23).
A fusão entre as duas empresas foi formalizada em janeiro. A Boeing Brasil - Commercial terá 80% de controle americano e 20%, da Embraer. A compra da linha civil custou US$ 4,2 bilhões (cerca de R$ 17 bilhões) à empresa norte-americana, que também terá 49% de uma joint-venture para comercialização do cargueiro KC-390 da Embraer. 
Em São José dos Campos, a marca Embraer continua na unidade de Eugênio de Melo, onde fica o setor de engenharia. A empresa brasileira continua também com as fábricas de Gavião Peixoto, Botucatu, Eugênio de Melo, OGMA (Portugal) e Melbourne  (EUA). 

Boeing Brasil - Commercial é como vai ser chamada a nova empresa em parceria com a Embraer — Foto: Reprodução/Twitter
A empresa fundada em São José em agosto de 1969 continuará existindo no Brasil e no mundo, atuando nos mercados de defesa e segurança, aviação executiva, aviação agrícola e serviços, além de participações em outras joint venture.
A aquisição do setor de aviação comercial da Embraer pela Boeing foi aprovada pelos acionistas da fabricante brasileira em fevereiro. A fusão ainda depende da aprovação dos órgãos regulatórios de mercado. A expectativa é que isso ocorra até o final deste ano. 
aprovaram os termos da parceria estratégica que irá possibilitar ambas as empresas a acelerar o crescimento em mercados aeroespaciais globais. 

Os termos aprovados definem que a joint venture contemplando a aviação comercial da Embraer e serviços associados terá participação de 80% da Boeing e 20% da Embraer. A parceria está sujeita à aprovação do governo brasileiro, após o que as empresas deverão assinar o acordo. A parceria estratégica será, então, submetida à aprovação dos acionistas, das autoridades regulatórias, bem como a outras condições pertinentes à conclusão de uma transação deste tipo.


fonte: Meon Notícias/Boeing

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