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A ditadura digital que vaporiza o Presidente




Quando o Presidente Bolsonaro, neste último domingo, dia 26, teve por três vezes a sua conexão interrompida, enquanto se defendia das mentiras da Rede Globo numa live, logo pensei: estão vaporizando o Presidente. Explico.
Administradores digitais, talvez esse seja o nome mais moderado para caracterizar aqueles que promovem uma verdadeira ditadura digital contra o Presidente e contra toda a direita conservadora. Comentei no artigo de ontem como a ditadura judicial desautorizou o Presidente Bolsonaro de nomear o Diretor Geral da Polícia Federal em nome do futuro. Hoje comento como as forças digitais estão desautorizando, ou no termo do Grande Irmão, vaporizando as declarações do Presidente.
Sob o regime do Grande Irmão
O senador americano Ted Cruz questionou a Mark Zuckerberg numa audiência parlamentar em 2018, o motivo pelo qual as empresas de tecnologias dos Estados Unidos estavam bloqueando conteúdos de viés conservador. Zuckerberg não deu rodeios: “entendo este questionamento contra o Facebook, pois a empresa está no Vale do Silício, local com tendências extremamente de esquerda”. Esta afirmação descarada é a prova de que estamos sob o regime do “grande irmão” (big brother).
Na distopia 1984, escrita no final da década de 40 por George Orwell, o personagem Winston Smith sobrevive num mundo que é governado por uma ditadura burocrática conhecida como o Grande Irmão. O principal traço deste governo déspota é o controle social. As casas eram vigiadas por agentes e contavam com o apoio da tecnologia das teletelas para que o grande irmão pudesse observar a vida privada dos cidadãos.
No mundo do grande irmão quem não estivesse alinhado com os princípios do partido tinha o nome “removido dos registros, suprimida toda a menção dele, negada sua existência anterior, e depois esquecido. Era-se abolido, aniquilado; vaporizado era o termo corriqueiro”. De semelhante modo como que vem vaporizando os conteúdos da direita conservadora na internet em nossos dias.
Vaporizando a internet
Pessoas que não rezam a cartilha do globalismo vêm apagando seus vídeos no Youtube, palavras têm sido evitadas para não despertar a fúria dos algoritmos. O professor Olavo já foi inúmeras vezes bloqueado pelo grande irmão Facebook devido a postagens. O Twitter em março de 2020 apagou uma série de vídeos que o Presidente postou em sua conta pessoal quando caminhava pelas ruas com a população. O Facebook e o Instagram não ficaram para traz, também apagaram as mesmas publicações Presidenciais alegando violação “as orientações de saúde pública” contra o COVID-19.
Como se não bastasse, na CPI das Fake News, grupelhos de deputados da falsa direita e velhos caciques da esquerda têm vociferado pelo controle do conteúdo que circula na internet. Excelências que não conseguem encontrar o sujeito da frase, propõem um balaio de sandices de leis, tolhendo o único bem que nos restou neste país: o direito de se expressar.
Legalizando a vaporização
Se a ditadura digital já estava avançando pelas mãos dos administradores digitais do Vale do Silício; ou com o Marco Civil da Internet que confere poder aos juízes em retirar conteúdos de sites para atender a “interesse da coletividade”; a CPI das Fake News irá legalizar a vaporização das vidas digitalizadas. E como nesta era pós-vírus chinês o mundo caminha para uma virtualização das vidas humanas, vaporização digital significará aniquilação de vidas civis com seus CPF e Identidades. Uma vida desplugada, desconectada e em off-line da cibersociedade, que nesta altura, abocanhara toda nossa forma de se relacionar.
Orwell imaginava que o totalitarismo poderia ser viável pela burocracia, tendo a tecnologia como um suporte no controle ideológico. Porém, ao que tudo indica, o totalitarismo está dominando pela tecnologia, tendo a burocracia e a aplicabilidade da lei como suporte para legitimação do controle social. Por isso me desesperei com as desconexões do Presidente Bolsonaro.
Pareceu-me, um sinal de uma vaporização intermitente contra o Presidente.
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Assisti ao filme “O Poço” exibido pela Netflix. A produção se propôs a fazer uma crítica ao modo de vida ocidental. No meu entender não passou de um suspense barato, com cenas grotescamente nojentas e uma representação chinfrim da ideia de camadas sociais e mobilidade social. Pode ser uma crítica ao sistema? Claro que pode. Mas lembre-se: é o sistema criticando o próprio sistema, pois foi veiculado na plataforma de streaming da Netflix. Outro tentáculo do Grande Irmão.
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Fontes:
Depoimento de Mark Zuckerberg proferido junto ao senado americano na Commerce and Judiciary Committees no Capitol Hill em Washington, 10 de abril de 2018.
Estudos Nacionais.com

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