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Como é viver no epicentro da guerra entre Rússia e Ucrânia

SOB BOMBAS Uma moradora de Donetsk é ajudada por vizinhos depois que a parede de sua casa desmoronou num bombardeio do Exército ucraniano  (Foto: Maurício Lima/The New York Times)
SOB BOMBAS
Uma moradora de Donetsk é ajudada por vizinhos depois que a parede de sua casa desmoronou num bombardeio do Exército ucraniano (Foto: Maurício Lima/The New York Times)
Valentina Davydenko, de 84 anos, conhece bem os horrores de uma guerra. Nascida em Donetsk, no leste da Ucrânia, ela era uma criança quando as tropas da Alemanha de Adolf Hitler avançaram pela cidade, numa ofensiva contra o território russo da União Soviética, no começo da década de 1940. Donetsk foi praticamente destruída durante a ocupação alemã, e sua população passou de 500 mil para 175 mil em menos de dois anos. A reconstrução só veio na década seguinte. “Não quero que a história se repita”, disse Valentina a ÉPOCA no fim de agosto. “Não quero que destruam outra vez minha Donetsk.”
Donetsk, mais uma vez, vem sendo destruída. Separatistas e o Exército da Ucrânia se confrontam com artilharia pesada, bombas e mísseis no subúrbio da cidade. Devastam casas e matam civis. Poucos em Donetsk imaginavam que a escalada de tensões iniciada com protestos em massa em Kiev, a capital da Ucrânia, no fim do ano passado, culminaria com uma guerra civil na porta de suas casas. É o que tem acontecido em várias cidades do leste da Ucrânia. A situação se deteriorou quando o Exército da Ucrânia interveio para tentar controlar o avanço dos rebeldes, depois que eles derrubaram um avião civil da Malaysia Airlines, em julho, matando 298 pessoas.
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O conflito na Ucrânia começou no ano passado, quando manifestantes pró-Ocidente tiraram do poder o presidente Viktor Yanukovych, um títere do presidente russo Vladimir Putin.
Yanukovych tomara uma série de medidas para se afastar da União Europeia e se aproximar da Rússia. A Ucrânia é um país dividido. Cerca de três quartos da população de 45 milhões é etnicamente ucraniana, com uma minoria de 17% russa. Os russos são predominantes no leste do país. A língua russa é falada por 24% dos ucranianos. Desde a ascensão de Vladimir Putin na Rússia, em 1999, e suas tentativas de retomar o domínio russo sobre os países que compunham a antiga União Soviética, a cisão na Ucrânia se radicalizou. No oeste, a maioria da população defende um governo voltado para o Ocidente e integrado à União Europeia. No leste, a visão é oposta: os habitantes querem continuar próximos da Rússia, que ainda veem como uma metrópole em que a Ucrânia deve se mirar.
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Donetsk é o retrato da complexidade demográfica da Ucrânia. Segundo dados do Censo, 48,25% da população local se declara etnicamente russa, e 46,65% se identifica como ucraniana. No entanto, o idioma materno de 87,8% é o russo. Apenas 11,1% dos habitantes têm o ucraniano como primeira língua. Valentina e sua família falam russo. Ela recebeu a reportagem de ÉPOCA sem saber de que país éramos. Ao saber que eu era brasileiro, a desconfiança deu lugar à euforia. “Do Brasil? Não acredito. Terminei de ler ontem um livro de Jorge Amado.” Ela lera Seara vermelha, traduzido pela primeira vez para o russo em 1949. Publicado logo depois da Segunda Guerra Mundial, Seara vermelha era presença obrigatória em todas as bibliotecas da antiga União Soviética e é até hoje um dos livros da literatura brasileira mais conhecidos na Rússia. “As pessoas se viam retratadas pelo sofrimento dos personagens”, diz Valentina. “Parecia um livro que falava sobre a gente.”

Na sala de estar, decorada com tapetes e móveis ainda da época da União Soviética, Valentina se senta em frente à televisão e pede que a filha Inna, de 59 anos, e a neta Anastasia, de 22, sirvam chá e chocolate. O chocolate oferecido é da popular marca Roshen, empresa do atual presidente ucraniano, Petro Poroshenko, contra quem os separatistas do leste travam uma guerra. Em 2012, a Roshen foi classificada como a 18ª maior empresa de doce do mundo. Neste ano, espera-se uma vertiginosa queda no faturamento, devido à proibição de importação pela Rússia – uma resposta de Putin à ousadia ucraniana de desejar não ser apenas mais um satélite russo.
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A conversa flui naturalmente. São três gerações de mulheres nascidas e criadas em Donetsk. “Do balcão do quarto, a gente vê os fogos dos bombardeios como se fosse um cinema. Mas tudo isso é real. Não é ficção”, diz Valentina. “Yanukovych não era um bom presidente. Fiquei feliz quando vi os protestos dos jovens, mas agora a situação está pior do que antes.” Yanukovych nasceu na região de Donetsk. A filha Inna é médica num hospital da região e prefere ser cautelosa. “Não há bons nem maus. Defendo a Ucrânia, mas não sou contra Putin”, diz. Anastasia, única neta de Valentina, é o retrato da geração que depôs Yanukovych. Ela nasceu em Donetsk, mas mora em Madri. Fala quatro idiomas, tem um namorado inglês e, em breve, apresentará sua dissertação de mestrado em turismo. “Nunca imaginei que isso aconteceria aqui”, diz Anastasia. Ela conta que nenhum dos seus amigos apoia os separatistas. “Os separatistas são bandidos oportunistas, mas também não apoio o governo de Kiev.”

Anastasia também desconfia do que vê na TV e evita assistir a telejornais. “Vó, tudo o que você vê na TV é propaganda russa. Nem tudo o que você vê é verdade.” A televisão tem desempenhado um papel fundamental na percepção pública do conflito. O Ministério do Interior da Ucrânia bloqueou 14 canais de televisão a cabo russos, por “difundir uma propaganda de guerra e de violência”. No leste do país e em Donetsk, os canais russos são onipresentes, e as emissoras de TV ucranianas estão proibidas. Enquanto converso com as três mulheres da família Davydenko, o Primeiro Canal, rede estatal russa, exibe uma reportagem sobre “As mentiras da mídia ocidental sobre Putin”. A reportagem dura sete minutos. Anastasia critica a TV russa. A mãe e a avó discordam. “A Rússia não é nossa inimiga. Não queremos ser anexados por eles, mas precisamos da ajuda de Moscou”, diz  Inna. Valentina, a matriarca octogenária, prefere desligar a TV quando o conflito é mostrado. “Não gosto de ver tanques. É uma recordação forte para mim. A gente brincava na rua (em 1940) e via os tanques passando e os soldados alemães com armas pesadas.”
 
RETRATOS DE DONETSK 1. Valentina Davydenko (à esq.) conversa com a neta, Anastasia  2. Seara vermelha, livro de Jorge Amado, na mesa dos Davydenkos  3. Posto dos separatistas 4. Outdoor contra o governo ucraniano diz  que a região de Donetsk luta contra  o fascismo 5. Abrigo para refugiados   6. Filas para saque num banco  7. A credencial dos separatistas (Foto: Sandro Fernandes)
As armas pesadas agora estão na mão de seus compatriotas separatistas. Em abril, depois da queda de Yanukovych, as tensões entre Ucrânia e Rússia aumentaram. Putin anexou a península da Crimeia, no sul do país, de maioria russa. Milhares de moradores de cidades do leste, como Lugansk e Donetsk, decidiram pegar em armas e lutar contra o governo ucraniano. Patrocinados com arsenal e dinheiro pela Rússia, os separatistas proclamaram a República Popular de Donetsk. A região vizinha de Lugansk formou a República Popular de Lugansk. Em maio, as duas autoproclamadas repúblicas se uniram e formaram o Estado Federal da Nova Rússia, sem reconhecimento internacional.
O governo da Ucrânia classifica os combatentes do leste como terroristas. Parte da população os vê como heróis. Os mais jovens são fascinados por eles. Enquanto conversava com um morador de Donetsk na entrada de um prédio, um jipe Cherokee preto para a poucos metros. Um rapaz perto dos 20 anos dirige, com um rifle do lado de fora da janela. Da entrada do prédio vizinho, uma menina da mesma idade corre para cumprimentar o rapaz. “Andrei, Andrei. Não sabia que você agora era combatente.” Andrei assente com a cabeça antes de olhar para nosso grupo. “É melhor vocês entrarem. Já é tarde e não é seguro para vocês.” São 9 da noite, ainda há um pouco de luz no céu do verão europeu, um clima que pede um bate-papo na rua. Diante da ordem, não há nada a fazer a não ser entrar no prédio.

Dentro do edifício, a conversa continua. Um homem que não quer se identificar conta aos demais que ficou preso durante três dias pelas forças separatistas. “Estava jogando futebol, e eles disseram que eu conhecia um vendedor de drogas. Neguei, mas eles não acreditaram em mim e me levaram preso. Fiquei três dias lá dentro e tive de trabalhar também. Me usaram, depois me libertaram.” Quando pergunto se ele é contra os separatistas, ele desconversa. “Você é jornalista estrangeiro, né? Não, não, não sou contra os separatistas. Nem a favor.” A seu lado, o rapper Maksim Kislyak, de 20 anos, diz sem rodeios: “Somos russos. E a Rússia deve ajudar os russos”.

Maksim tem mais de 4 mil seguidores no Vkontakte, rede social mais popular na Ucrânia e na Rússia. A opinião dele é igual à de muitos jovens do leste da Ucrânia. Os rapazes se amontoam nos postos de recrutamento das Forças Armadas ucranianas, convertidos em postos de recrutamento da milícia insurgente. Por toda a cidade, outdoors convidam os homens a participar da defesa da região. Os separatistas usam também as redes sociais para recrutar jovens. Acusam o governo de Kiev de fascismo, palavra mágica que evoca a mítica luta eslava contra os alemães, na Segunda Guerra Mundial. “Já tivemos uma invasão fascista aqui há 60 anos, mas a Rússia saiu vitoriosa”, diz Aleksei Terentyev, de 23 anos, um jovem que se alistou aos separatistas. “Agora os fascistas são ucranianos, mais uma vez com o apoio do Ocidente. Não podemos permitir isso.” Aleksei diz ser um forte patriota, que fará tudo a seu alcance para proteger Donetsk. “Temos de pensar em tudo. Se você compra um aparelho da Apple, você está matando um russo e matando a Nova Rússia. Você se torna cúmplice dos EUA, os terroristas  número um do mundo.”

Os separatistas têm um nível de organização incomum para um grupo que se diz formado apenas por cidadãos patriotas. Para atuar como jornalista no leste da Ucrânia, tive de passar por várias etapas da burocracia separatista. Além da autorização de trabalho do Exército ucraniano (para filmar ou fotografar durante os combates), é preciso pedir uma credencial aos separatistas na prefeitura de Donetsk e outra no “Ministério de Defesa” separatista. A confirmação da terceira credencial chegou a mim por e-mail. O responsável pelo credenciamento assinava a correspondência como “Podmogilny”, em português: “Sob o Túmulo”.
 
A guerra civil aflige os ucranianos (Foto: Reprodução)
Não pude retirar a credencial nem conhecer “Sob o Túmulo”. Na mesma semana em que fiz o pedido, o governo ucraniano ordenou a evacuação da cidade para uma ofensiva das forças de Kiev. Sem garantias de segurança, a maioria dos jornalistas abandonou Donetsk. Antes de deixar o hotel, a recepcionista Anna faz um pedido. “Digam a verdade e contem ao mundo o que acontece no leste da Ucrânia.” As três semanas no hotel, em meio à guerra civil, criaram entre hóspedes e funcionários um sentimento de cumplicidade. Emocionada, Anna afirma: “No mês passado, quando todos os residentes de Donetsk iam embora, os jornalistas começaram a chegar. A gente entendia que era um mau sinal. Agora, mesmo os jornalistas vão embora. Acho que a situação vai ficar ainda pior”.
Como habitante de Donetsk, Anna sofre com a tragédia em sua cidade. Antes da guerra civil, Donetsk era a quinta cidade mais populosa da Ucrânia. É considerada a capital informal do leste da Ucrânia, com o terceiro maior PIB per capita, a segunda maior média salarial do país. Donetsk se orgulhava de ter uma taxa de desemprego de 9,3%, a menor do país. A economia está baseada na indústria pesada, principalmente mineração de carvão e metalurgia. O mais bem-sucedido empresário da cidade, Rinat Akhmetov, é o homem mais rico da Ucrânia. Com uma fortuna estimada em US$ 12 bilhões, é conhecido como o “magnata do carvão e do aço”. Por sua pujança econômica,  Donetsk, no começo do conflito, atraiu milhares de pessoas de cidades ucranianas onde a situação se deteriorava. Cinco mil refugiados de cidades vizinhas estão distribuídos entre três residências universitárias.

Nos últimos meses, Donetsk deixou de ser um porto seguro. Até o fim de julho, o combate direto acontecia longe do centro da cidade, na zona do aeroporto, a quase 20 quilômetros. Agora, um silêncio sepulcral tomou conta do centro de Donetsk, só interrompido pelos bombardeios, cada vez mais intensos. À tarde, o agradável calçadão da orla do Rio Kalmius, antes tomado por pedestres, está vazio. Nas antes engarrafadas avenidas, passam-se horas sem que se aviste nenhum veículo civil. Poucos bancos ainda têm dinheiro em espécie. A maioria dos supermercados enfrenta escassez de produtos. Os cortes de água são diários. Num centro de refugiados, um antigo abrigo subterrâneo foi convertido em bunker. Por causa dos bombardeios, muitos prédios reativaram antigos bunkers soviéticos, abandonados e usados como depósitos pelos moradores. Quase todo o comércio de Donetsk fechou, e a maioria da população abastada fugiu da cidade.

De acordo com a ONU, 730 mil pessoas já cruzaram a fronteira da Ucrânia para a Rússia na condição de refugiados, desde o início do conflito. Outras centenas de milhares se deslocaram para outras regiões da Ucrânia. Abandonaram seus lares sem saber quando, nem se, voltarão. Anna, a recepcionista do hotel em que me hospedei, lembra que Donetsk foi reurbanizada há menos de dois anos, para receber em 2012 a Eurocopa, o torneio europeu de futebol. “É uma pena que todo o dinheiro investido tenha sido em vão, mas podemos reconstruir a cidade a partir das ruínas”, diz Anna. “O que demorará para reconstruir é a relação. Ucranianos e russos não são primos. São irmãos. E essa relação agora está destruída.”

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