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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

AO VIVO - TV Senado - Audiência pública - 17/08/2017

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AO VIVO - Jovem Pan Morning Show

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Jornal da BandNews FM- 17/08/2017

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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Prisma no pódio e Creta líder dos SUVs – Mais vendidos na 1ª quinzena de agosto

chevrolet-prisma-2018

Se nas duas primeiras colocações entre os automóveis mais vendidos na 1ª quinzena de agosto não houve novidade – o Chevrolet Onix (8.201) emplacou mais do que a soma dos dois rivais mais próximos, com o Hyundai HB20 (4.227) em segundo -, a surpresa foi a presença do Chevrolet Prisma (3.562) no pódio.


Quarto na parcial de julho, o Ford Ka (2.928) caiu para sexto, superado pelo VW Gol (3.202) e pelo Toyota Corolla (3.141) e com o Renault Sandero (2.853) no encalço. O Fiat Mobi (2.474), décimo na última lista, subiu duas posições, com o VW Voyage (1.973) repetindo presença entre os líderes.



Hyundai Creta Prestige 2.0


Além do Prisma, o outro destaque entre os primeiros colocados foi o Hyundai Creta (1.896), líder entre os SUVs/crossovers pela primeira vez – separados por apenas 60 unidades, Honda HR-V (1.776) e Jeep Compass (1.716) foram 12º e 13º, respectivamente.
Logo atrás do Jeep Renegade (1.664) e do VW Fox (1.653), o Fiat Argo (1.606), que havia sido 15º na parcial do mês passado, caiu uma posição e ficou sob ameaça do bom desempenho do Nissan Kicks (1.542), este com potencial para fechar o mês próximo de seu recorde de vendas.
POS.MODELOPARC. AGO. 17
CHEVROLET ONIX8.201
HYUNDAI HB204.227
CHEVROLET PRISMA3.562
VW GOL3.202
TOYOTA COROLLA3.141
FORD KA2.928
RENAULT SANDERO2.853
FIAT MOBI2.474
VW VOYAGE1.973
10ºHYUNDAI CRETA1.896
11ºTOYOTA ETIOS HATCH1.836
12ºHONDA HR-V1.776
13ºJEEP COMPASS1.716
14ºJEEP RENEGADE1.664
15ºVW FOX1.653
16ºFIAT ARGO1.606
17ºNISSAN KICKS1.542
18ºVW UP!1.469
19ºTOYOTA ETIOS SEDAN1.430
20ºFIAT UNO1.414

 

COMERCIAIS LEVES

Na disputa entre os comerciais leves, apenas 165 unidades separaram o primeiro do terceiro colocados. A Fiat voltou a emplacar as duas mais vendidas, com a Toro (2.228) à frente da Strada (2.130). A VW Saveiro, com 2.063 unidades, veio no encalço das duas.
Briga acirrada também pela quarta posição – a vantagem da Toyota Hilux sobre a Chevrolet S10 foi de apenas 42 unidades (1.364 x 1.322).A VW Amarok, com 532 unidades, se aproximou da Ford Ranger (652), sexta. Ausente do top 10, a Renault Duster Oroch foi novamente o destaque negativo.
POS.MODELOPARC. AGO. 17
FIAT TORO2.228
FIAT STRADA2.130
VW SAVEIRO2.063
TOYOTA HILUX1.364
CHEVROLET S101.322
FORD RANGER652
VW AMAROK532
CHEVROLET MONTANA487
FIAT FIORINO435
10ºMITSUBISHI L200379



Fonte: Fenabrave

Fotos: Divulgação e Arquivo CARPLACE / MOTOR1

Jornalista da TV Record Adriana Araújo revela que já sofreu assédio sexual de político em Brasília

Adriana Araújo, apresentadora do "Jornal da Record" (Foto: Reprodução/Record)

Apresentadora do “Jornal da Record”, Adriana Araújo revelou que sofreu assédio sexual enquanto trabalhava. Ela conta que ficou assustada, mas que decidiu não denunciar por temer ser julgada.


Em entrevista ao “Programa do Porchat” desta segunda-feira (07), a jornalista revelou o assédio que sofreu de um político brasileiro enquanto trabalhava em Brasília e relatou como tudo aconteceu. “Nunca falei publicamente sobre isso. Em 2005, no auge do mensalão, eu tinha feito ancoragem ao vivo a tarde inteira e depois eu tinha que fazer entrevistas para repercutir. Eu fui atrás do líder do governo, eu tava numa saleta esperando por ele, entrou uma liderança da base de menor patente, quando ele se viu sozinho comigo numa salinha pequena, me emparedou contra uma divisória, veio pra cima de mim tentando me beijar a força e dizendo palavras de cunho sexual grosseiras, violentas”, disse.
Adriana contou como saiu daquela situação: “Na hora eu fiquei tão assustada, mas ao mesmo tempo eu me senti com tanto medo que eu tinha que ter uma reação para sair daí, porque eu estava sozinha com ele, o cinegrafista não tinha chegado para gravar a entrevista com o líder, eu tava com microfone na mão, consegui colocar a mão no peito dele para empurrar e eu lembro exatamente as palavras que eu disse que foi minha salvação: ‘o seu partido está numa difícil demais hoje para o senhor se vê envolvido num escândalo de assédio sexual’. Olhei para ele muito brava, tremendo por dentro e falei: ‘nunca mais se aproxime de mim'”.
A apresentadora do “Jornal da Record” disse que, no mesmo dia, quanto terminou o trabalho, contou tudo para sua chefe em Brasília, que propôs ajudá-la a denunciar na polícia e na mídia, mas ela recusou. “Nesse momento não. Eu não queria naquele momento que era já tão difícil, um escândalo político tão grande. Eu temi também o julgamento, as pessoas dizem: ‘quer aparecer. Tá falando porque quer aparecer’. O preconceito não vem só dos homens, também vem das mulheres”, declarou.
Confira o relato de Adriana Araújo, na íntegra, no vídeo abaixo.

MC Guimê diz que foi tratado como 'animal' na adolescência e hoje sofre preconceito em Alphaville

MC Guimê
De gorro, tênis e calça de moletom, Guilherme Dantas, de 24 anos, desfila em sua Range Rover Evoque pelas ruas de Alphaville. "Senhor Guilherme", como é chamado pelos seguranças e porteiros, se sente à vontade e quase nunca é incomodado dentro do condomínio de luxo localizado na Grande São Paulo - conhecido reduto de celebridades que vivem em mansões que chegam a tomar um quarteirão inteiro e custar mais de R$ 20 milhões.
Fora de Alphaville, Guilherme vira MC Guimê e não consegue dar muitos passos sem ser abordado por um fã pedindo uma selfie. Em oito anos de carreira, o jovem já acumula mais de 16 milhões de seguidores em redes sociais e emplacou o hit País do Futebol como uma das músicas mais tocadas durante a Copa do Mundo de 2014 no Brasil, além de virar tema de abertura de novela das 19h na TV Globo no mesmo ano.
Em entrevista à BBC Brasil em uma pracinha dentro do condomínio onde mora, o cantor de funk conta que já sofreu preconceito nesses dois "mundos" onde viveu, mas que se adaptou e hoje consegue se sentir bem em ambos - mesmo ainda sendo alvo de discriminação.
"Enfrentar preconceito, eu já enfrentei muito. Não só aqui no condomínio, mas já enfrentei preconceito em aviões, aeroportos e, como dizem, em lugares de rico", afirma Guimê, que pediu para que a entrevista não fosse feita em sua casa, pois a piscina estava em reforma.
Fã de Zé Ramalho e Djavan, o funkeiro também defende a legalização da maconha e disse que as letras de suas músicas, tidas por algumas pessoas como machistas, apenas visam a "exaltar" as mulheres.
Para ele, seus verdadeiros fãs estão nas periferias.
MC Guimê no Alphaville, onde moraDireito de imagemFELIPE SOUZA/ BBC BRASIL
Image caption"Eu já ouvi gente falar assim: 'Vou cantar funk e vou virar rico'. Piadinha tosca", diz MC Guimê
O funkeiro, que faz shows em casas noturnas onde ingressos chegam a custar mais de R$ 300, lembra-se de algumas situações nas quais sentiu um preconceito velado.
"Às vezes, eu vou num restaurante chique e percebo que a outra mesa não está te olhando com carinho. Está te olhando e pensando: 'O que esse cara está fazendo aí, cheio de tatuagem, novão. Eu estou com tantos anos de vida, trabalhei para estar aqui, sou dono de empresa e esse cara está aqui'. Você vê que esse preconceito rola", diz.
Com roupas de grife, correntes chamativas e bebidas caras, ele posa para fotos ao lado de astros do esporte, como o jogador de futebol Neymar e o surfista Gabriel Medina. O cantor é um dos nomes mais importantes do funk ostentação, que traz letras de uma vida de luxo e excessos.
Mas o MC conta que também era alvo de preconceito mesmo antes de iniciar sua carreira, há oito anos.
"Quando não estava bem e tinha 15 anos, me lembro diversas vezes de que entrei em ônibus, no centro de Osasco (onde morava) e em vários lugares onde não era tratado como ser humano", diz.
Fachada da casa do cantor MC Guimê, no Alphaville, em São PauloDireito de imagemFELIPE SOUZA/ BBC BRASIL
Image captionFachada da casa do cantor MC Guimê, no Alphaville, em São Paulo
Por outro lado, ressalva que muitas pessoas que o tratavam com desdém antes da fama, mudaram o tratamento nos últimos anos.
"Quando você está com uma roupa feia, numa má condição, pessoas te olham e te tratam como um animal, um inseto. E quando você está bem as pessoas te tratam como ser humano. E eu vi esses dois lados", diz o funkeiro.

Objetificação das mulheres

Em um momento em que há uma grande campanha contra atitudes machistas na internet, MC Guimê conta que já recebeu diversas críticas por "tratar mulheres como objeto" em suas músicas.
Em "Plaquê de 100", que acumula 75 milhões de visualizações no YouTube, ele canta: "Contando os plaquês de 100 dentro de um Citroën, nóis convida (sic) porque sabe que elas vêm".
O funkeiro rebate as críticas dizendo que sua intenção é a de elogiar as mulheres.
"(Essa) é uma visão muito fechada, porque a nossa ideia acaba sendo exaltar. Do mesmo jeito que a gente coloca que a gente tá tirando uma onda, que a festa está linda, que a nossa vida é linda, as mulheres estão do nosso lado. Nunca fui um cara de falar algo para desmerecer a mulher", diz.
Ele nega ser machista. "Eu nunca fui um cara assim. O cara que vai para a balada pode ter R$ 10 milhões no bolso, mas se ele não estiver com umas minas ao redor dele, não estará feliz. A nossa música fala sobre essa verdade".

Maconha

O funkeiro já disse algumas vezes que usa maconha, mas recentemente passou a evitar o assunto. Em entrevista à BBC Brasil, ele voltou a defender a legalização do uso da erva e compará-la com o cigarro e bebidas alcoólicas.
MC GuimêDireito de imagemISADORA BRANT/ BBC BRASIL
Image captionMC Guimê conta que já recebeu críticas por "tratar mulheres como objetos" em suas letras
"Para mim, maconha não é droga. Ela é remédio e em vários países é legalizada. Então, a pessoa lá fora está com câncer ou com algum problema de estômago que não permite que ela se alimente direito, ela usa maconha. O cigarro de maconha nunca pode ser mais droga do que um cigarro de tabaco", afirma.
Por outro lado, o músico considera "um absurdo" legalizar o consumo de substâncias como cocaína e ecstasy.
"Isso não tem nem porque legalizar. Só se os boyzão que estão lá no poder e que adoram mandar um 'tirinho' legalizar essa porra. Não pode nem pensar em liberar cocaína e outras drogas químicas, como 'bala', ecstasy, crack. Se você quer ver um resumo do que o crack faz com a pessoa, vai na cracolândia. Você acha que tem que legalizar aquela porra? Tá louco? Vai matar todo mundo".

Letras

Guimê diz usar palavrões em suas músicas "só em último caso".
"Quando eu comecei a cantar, eu era mais livre pra isso. Mas quando eu vi que minha responsabilidade era grande, que uma criança me ouve, que minha família quer me escutar, quer ter orgulho de mim, eu falei: 'Vamos tirar os palavrões'".
Por outro lado, ele diz que não pensar em mudar suas letras para transmitir uma mensagem mais politizada para o seu público da periferia.
"Não é porque eu tô falando do carrão que eu não vou mudar o país. É aí que a gente se engana porque falando do carrão, eu chego onde ninguém imaginava. Se eu fizer uma música falando de protesto não é o que vai vender. Se a gente for falar de protesto, protesto, protesto, vai vir vários outros aí falando uma pá de baboseira e tomar o lugar de quem tá em alta, que é nóis, a favela, a quebrada".
Ele diz considerar que, mais importante que escrever músicas de protesto, é gerar emprego.
"Nosso foco é chegar longe. Não é porque eu tô falando de festa que eu não estou ajudando o meu país, que eu estou ajudando a galera. Eu fiz vários outros MCs acreditarem, então eu estou ajudando de certa forma. Porque a galera que hoje vive do funk estrutura 20, 30 funcionários e todo mundo acaba trazendo retorno financeiro em casa. O funk de São Paulo é ostentação. É falar que o MC saiu da favela para ganhar dinheiro", diz Guimê.
"Não é porque eu vim de baixo que eu tenho que ficar embaixo. Olha onde eu cheguei, vai segurando."
fonte BBC Brasil

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AO VIVO - Vasco 0 x 0 Flamengo | Final do Estadual sub-20

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Jornal da BandNews FM - Com Ricardo Boechat - 16/08/2017

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Governo pretende baixar salário mínimo de 2018 e adiar reajuste para servidores

Meirelles anuncia mudança na meta fiscal - Foto: André Dusek/Estadão

Com a revisão das projeções econômicas para 2018, o governo reduziu o salário mínimo para o próximo ano. O valor de R$ 979 que consta na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) passará para R$ 969 durante a elaboração do Orçamento.


A queda aconteceu pela redução da projeção de inflação, que caiu de 4,5% para 4,2% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Por lei, até 2019, a remuneração mínima é definida com base no crescimento da economia de dois anos antes mais a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), índice próximo ao IPCA. Como o PIB recuou 3,6% em 2016, a variação negativa não se refletirá no salário mínimo de 2018.
Segundo o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, o valor do mínimo pode mudar até o início do próximo ano. Segundo ele, o Orçamento trabalha apenas com estimativas. “O salário mínimo só será conhecido em janeiro. Até lá, várias coisas podem mudar”, declarou.

Salários de servidores

Oliveira, anunciou atambém que pretende adiar em 12 meses do reajuste para os servidores públicos do Executivo federal. Pelo acordado inicialmente, as categorias teriam aumento a partir de agosto deste ano ou janeiro do ano que vem. O congelamento do reajuste não atinge os militares. 

Pela postergação dos aumentos, o governo espera economizar R$ 5,1 bilhões em 2018. Os reajustes para o Executivo federal foram negociados em 2015, ainda durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff. Quando Michel Temer assumiu, em 2016, manteve os acordos. Para adiamento dos aumentos, é necessária aprovação do Congresso Nacional.
Além disso, Oliveira anunciou ainda uma redução dos salários iniciais de todas as categorias do serviço público, elevando o número de patamares na escala de progressão na carreira de 12 para 30 níveis.
“Em dez anos, isso trará uma redução acumulada de R$ 70 bilhões com despesas de pessoal”, afirmou o ministro. Ele informou também que o governo pretende fazer uma implantação efetiva do teto remuneratório do serviço público (atualmente em R$ 33,7 mil), o que, apenas no âmbito da União, proporcionará economia de R$ 725 milhões.

Além das mudanças no salário, ministro ainda anunciou que serão extintos 60 mil cargos do Executivo Federal. A medida não terá impacto econômico, já que esses postos estão desocupados. Mas, segundo Oliveira, “com isso, no futuro, evitamos a ampliação da despesa”, disse.
*Com informações da Agência Brasil


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