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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Anthony e Rosinha Garotinho são presos no Rio


Ex governador do Rio, Anthony Garotinho foi preso no dia 16 de novembro sob acusação de compra de votos
Os ex-governadores do estado do Rio de Janeiro Anthony e Rosinha Garotinho foram presos na manhã pela Polícia Federal de Campos, no norte fluminense, na manhã desta quarta-feira (22), em nova operação deflagrada. 

Segundo a assessoria de imprensa,  o ex-governador Anthony Garotinho foi preso em seu apartamento na Praia do Flamengo, na zona sul da cidade, enquanto a a ex-governadora foi detida em sua casa em Campos dos Goytacazes, no norte fluminense. 
De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro, a investigação é um desdobramento da "Operação Chequinho". Os pedidos de prisão foram feitos pelo Ministério Público Eleitoral. 
A defesa dos ex-governadores confirmou que ambos foram presos pela PF, mas só se pronunciará sobre as prisões "quando tiver acesso aos documentos que embasaram os mandados de prisão, o que ainda não aconteceu".

Trajetória política, denúncias e prisão

Anthony Garotinho é suspeito por usar um programa social da prefeitura de Campos dos Goytacazes para a compra de votos. Ele está preso em sua própria casa desde o dia 22 de novembro.  Antes disso, o ex-governador do Rio havia sido preso por decisão da 100ª Zona Eleitoral de Campos , no dia 16, mas passou mal e teve de ser internado.  Depois de idas e vindas em hospitais, ele finalmente foi preso domicilarmente.  
Atualmente, Garotinho atuava como secretário de Governo do município de Campos, onde a mulher dele, Rosinha Garotinho, é prefeita. Além de ex-governador, ele também foi deputado federal e prefeito de Campos.

Garotinho deixou o PDT após divergências com Brizola e filiou-se ao PSB, partido pelo qual disputou a Presidência da República em 2002, ficando em terceiro lugar. Naquele mesmo ano, foi cabo eleitoral de sua mulher para sucedê-lo no governo do Rio. Rosinha Garotinho foi eleita no primeiro turno e nomeou o marido secretário de Segurança Pública.
Após ter trocado o PSB pelo PMDB, Garotinho deixou a legenda em 2009. No ano seguinte, foi condenado em primeira instância a dois anos e meio de prisão por formação de quadrilha, pena revertida em prestação de serviços. Concorreu ainda em 2010 ao cargo de deputado federal, tendo sido o segundo mais votado do país.
Em 2013, foi alvo de denúncia do Ministério Público junto com sua mulher por suposto desvio de verbas do governo do Estado. 
Em outubro, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE/RJ) decidiu cassar o mandato da prefeita de Campos dos Goytacazes, Rosinha Garotinho, e seu vice, Dr. Chicão.
Rosinha já foi governadora do estado do Rio de Janeiro, de 2003 a 2006, e está em seu segundo mandato como prefeita do município do norte fluminense. Rosinha Garotinho e seu vice também ficaram inelegíveis por oito anos por abuso de poder político e uso indevido dos meios de 
comunicação.


Reforma Trabalhista causa demissão em sindicatos de São José

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Após o início da nova legislação trabalhista, em vigor desde o dia 11 em todo o país, sindicatos de São José dos Campos estão se reorganizando para enfrentar a nova realidade. O Sindicato dos Metalúrgicos, por exemplo, precisou recorrer à demissões no quadro de funcionários para se readequar.
Apesar de admitir as dispensas, a diretoria não confirma o número de funcionários demitidos. O sindicato possui 10 mil associados em atividade, de acordo com a direção. Sem poder contar com a contribuição sindical obrigatória, vetada após a reforma, a solução é intensificar o trabalho de filiação de novos membros para angariar recursos. O valor corresponde a um dia trabalhado anualmente.
De acordo com o presidente do sindicato, Antonio Ferreira de Barros, o Macapá, não foi só o fim do chamado imposto sindical o causador das demissões, mas sim as demissões e a nova realidade das fábricas da região.
“Nós somos contra esse imposto sindical, sempre fomos. Claro que vamos deixar de receber esse dinheiro, mas sempre nos preparamos para sobreviver exclusivamente da nossa receita de associados. O grande problema mesmo tem sido as demissões na indústria e a contratação de novos funcionários por salários muito mais baixos. Então, para repor o que recebíamos de um associado, precisamos sindicalizar mais duas ou três pessoas”, conta.
Outro sindicato da cidade que afirma ser contrário à contribuição obrigatória, o Sindicato dos Químicos também pretende reforçar o trabalho de associação de novos membros para garantir a subsistência.
A entidade conta com 4.700 sócios que trabalham na indústria química e farmacêutica da região. Apesar de não contar mais com o imposto sindical, o presidente Davi Paulo de Souza Junior garante que não pretende enxugar o quadro de funcionários.
“O único ponto em que combinamos com a reforma trabalhista é o fato do imposto não ser mais obrigatório para os trabalhadores. Defendemos há muito tempo essa bandeira e acredito que essa resolução irá acabar com sindicatos de fachada. O que vamos fazer agora é intensificar nossa campanha salarial e de sindicalização. Até porque os trabalhadores precisam saber que só um sindicato forte pode os auxiliar nas negociações futuras com os empregadores”, afirma.
Servidores
Já para o Sindicato de Servidores de São José afirma que nada muda após a mudança na legislação trabalhista. De acordo com a coordenadora Maria Zelita dos Ramos, o sindicato já não contava com a contribuição sindical no orçamento.
“Pra gente não muda nada. Esta reforma não é boa para nenhum trabalhador e vamos acompanhar o decorrer dos acontecimentos. Nunca recebemos e somos contra imposto sindical”, afirma. O sindicato conta com 3.500 associados atualmente.

fonte: Meon Notícias

Fiscais da prefeitura ameaçam entrar em greve em São José dos Campos, SP

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Os fiscais da Prefeitura de São José dos Campos ameaçam entrar em greve por tempo indeterminado nesta quinta-feira (23) caso a administração não reavalie um projeto de lei, enviado à Câmara, que institui uma nova jornada de trabalho à categoria.
De autoria do Executivo, a propositura pretende incluir turnos inclusive aos finais de semana e feriados. De acordo com o Sindicato dos Servidores, além da mudança nos horários de turno, não haverá remuneração correspondente.
A categoria vem se reunindo nas sessões de Câmara para tentar convencer vereadores a votarem contra o projeto. Nesta quinta haverá uma reunião entre representantes do sindicato e das secretarias de Gestão Administrativa e Finanças e de Governança, no Paço Municipal.
“Nossa reivindicação é que seja retirado esse projeto da pauta, já que existe uma imposição de turno sem que ninguém receba a mais por isso”, afirma o diretor do sindicato, Bruno Riema.
A categoria realiza a fiscalização de ambulantes, o alvará das obras, reformas e comércios, além de atuar também nas questões de meio ambiente, de defesa do consumidos e tributária. Atualmente, a classe conta com 75 fiscais.
Por meio de nota, a Prefeitura de São José informou que tem mantido uma constante pauta de negociações com o Sindicato dos Servidores.
A nota ainda aponta que “neste caso, a questão pontual da fiscalização acaba de entrar na pauta de reivindicações do Sindiserv e já está sendo discutida. A Prefeitura considera como normal as manifestações do Sindiserv pois fazem parte do convívio democrático entre trabalhador e empregador”.

fonte: Meon Notícias

AO VIVO - Jovem Pan Morning Show - 22/11/2017

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AO VIVO - Jogo Aberto - Band/ FoxSports 22/11/2017

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Orientação vocacional: Você ainda não sabe o que estudar?

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A Orientação vocacional geralmente é realizada por psicólogos, que através da pesquisa e análise de provas de interesses, aptidões e personalidade, apoia ao aluno no percurso acadêmico e profissional indicado, além de sugerir estratégias de autoconhecimento.
Mas qual é nossa vocação profissional? Este é um dos interrogantes que surge quando estamos por finalizar o ensino médio ou quando não começamos ainda uma formação de educação superior. Se não conhecemos nossa vocação, fica difícil saber qual caminho profissional devemos seguir.
Sem dúvida, encontrar áreas de estudo relacionadas aos nossos interesses, habilidades e aptidões não é tarefa fácil, especialmente se não foram exploradas 100% e algumas ainda não foram descobertas. Por isso é muito importante identificar os pontos que nos ajudam a tomar a decisão certa.


O que eu gosto de fazer?

Este primeiro ponto é primordial. Não devemos confundir nossos hobbies com nossas habilidades e destrezas. Muitos de nós gostamos de ver televisão, mas apesar disso, esta ação não está internamente relacionada com a nossa vocação, a não ser que alguns programas concretos sobre: animais, arte, esportes, moda, etc, nos agrade muito. Neste caso, podemos considerar isto como uma inclinação sobre o que nos chama a atenção para estudar, sem ser um fator determinante.
Devemos estabelecer em quais áreas nos destacamos e quais nos apaixonam. Por exemplo, se gostamos de matemática e consideramos que temos habilidades nas carreiras que as contêm, então será um ponto de partida para escolher uma formação relacionada com a mesma.


Que opções de estudo existem?

Atualmente a oferta educativa é tão ampla e variada. Podemos fazer infinitas pesquisas pela internet para desta maneira encontrar o que queremos estudar, desde uma carreira técnica ou tecnológica até uma carreira profissional. Quando estabelecemos a área de interesse, podemos nos enfocar em encontrar uma formação que se adapte ao que queremos fazer por muitos anos.
No mundo todo, diversas instituições educativas oferecem cursos que se adaptam as nossas necessidades e preferências, dando-nos um abanico de possibilidades nas quais teremos mais espaço para optar por um tipo de estudo de acordo às habilidades que possuímos. Alternativas como: flexibilidade horária, metodologia de estudo, modalidade, formas de pagamento e financiamento contribuem para reduzir o filtro e alcançar as respostas para nossas inquietudes.
Níveis de estudo na Educação Superior: 
  • Carreira de nível Técnico: É um estudo caracterizado por ser mais curto que uma carreira profissional (1 a 2 anos), de menor custo, conciso e de maior especificidade ao se aprofundar em áreas concretas, com um alto nível de prática. Se o estudo for realizado numa instituição reconhecida pelo Ministério de Educação, independentemente do país, se obtêm um título de Técnica/o.

  • https://www.educaedu-brasil.com/curso-tecnico
  • Carreira Tecnológica: É similar à carreira técnica; duração intermedia de formação (2 a 3 anos). Diferencia-se da anterior por sua metodologia e processo de investigação; está pensada para sistematizar a experiência. O título recebido é o de Tecnóloga/o, sempre e quando se trate de uma instituição respaldada pelo Ministério de Educação do Brasil.
  • Carreira Profissional (Licenciatura ou Bacharelado): O tempo de duração é mais prolongado (4 a 5 anos, ou mais); o conhecimento é vasto, dá igual importância à parte teórica e prática. Abarca matérias intrínsecas à área de estudo e outras humanísticas, sem que estejam diretamente vinculadas com a temática da carreira. Os títulos recebidos em sua grande maioria dão a possibilidade ao aluno de seguir seus estudos em cursos de pós-graduação. https://www.educaedu-brasil.com/graduacao

 


Indagar, investigar, explorar.

É importante investigar muito além do nome do curso que queremos estudar. Como diz o ditado “a embalagem pode nos atrair mais que o conteúdo”. Ao escolher uma carreira, devemos considerar estes pontos:
  • Matérias
  • Duração
  • Campos de ação
  • Trajetória da instituição
  • Se a instituição e o curso são reconhecidos pelas autoridades de educação pertinentes
  • Convênios com outras instituições
  • Corpo docente
  • Comentários de alunos e graduados
  • Atividades extracurriculares

Buscar assessoria:

Ao concluir o ensino médio, não devemos nos precipitar em determinar o que vamos fazer a nível universitário sem antes pesquisar muito. Com o passar dos anos, uma decisão apressurada pode traduzir-se em frustração.
Por sorte existem diversas instituições que oferecem testes vocacionais aos seus alunos em potencial, geralmente são espaços acadêmicos, nos quais se busca reconhecer os talentos de cada pessoa, em áreas pontuais. Poderíamos pesquisar diretamente nas universidades onde gostaríamos de estudar, muitas delas oferecem este tipo de assessoria. Podemos também realizar oficinas ou programas curtos que estimulem nossa capacidade cognitiva na execução dos conteúdos que queremos abordar.
Não devemos deixar de lado os testes online gratuitos oferecidos na internet tanto por instituições de ensino quanto por páginas web independentes, tais como: guiadacarreira.com.br/teste-vocacional/testevocacional.orgtestevocacionalonline.com.br.
É aconselhável buscar orientações profissionais aprovadas por instituições de renome.


Quanto tempo quero dedicar a minha formação profissional?

Com certeza o tempo que queremos destinar a nossa preparação acadêmica vai ser um componente essencial na decisão que tomarmos. Como mencionávamos, o tempo de duração varia conforme os tipos de formação existentes: carreiras técnicas, carreiras tecnológicas, licenciaturas e bacharelados.
Devemos definir se estamos inclinados a gastar menos tempo estudando porque queremos nos enfocar principalmente em trabalhar ou em ter mais tempo livre ou se pelo contrário, buscamos um estudo que contenha muitas horas de dedicação porque nos apaixona a aprendizagem que será adquirida durante esse período.
Nenhuma das duas escolhas está errada, ambas vão favorecer nosso desenvolvimento pessoal e profissional. Pessoal já que estaremos fazendo o que nos faz sentir bem de acordo com a nossa vontade. Profissional porque no futuro, o entorno laboral no qual vamos nos desempenhar, como vamos avançar nele e a autorrealização que vamos atingir, será o reflexo da nossa decisão e de como vamos afrontá-la no transcurso da vida.


Gostaria de me formar no que meus pais, familiares ou amigos estudaram.

Em algumas ocasiões, as profissões dos nossos pais, irmãos, núcleo familiar e amigos, influi no que pensamos que é nossa verdadeira vocação. Apesar disso, não é sempre assim.
Se partirmos do principio de que temos que seguir os passos dos demais por sua vida profissional exitosa, porque parecem pessoas apaixonadas pelo que fazem e satisfeitas com o trabalho que desempenham; deixando de lado nosso conhecimento, interesses, gostos, talentos, habilidades e aptidões, não estamos indo pelo caminho correto. Outro erro comum é optar por áreas que estão na moda, só porque são estudadas por famosos e porque são divulgadas em diversos meios de comunicação e redes sociais.
Apesar da assessoria brindada por pessoas do nosso entorno e próximas a ele sobre suas próprias experiências acadêmicas, ao longo de suas trajetórias profissionais, desde o que estudaram ou estudam até sua ocupação atual, ser um enorme marco de referência e guia para nós, esmo assim devemos investigar se o que para estas pessoas parece apaixonante ou as experiências negativas que tiveram são o espelho do que aconteceria com a gente se escolhêssemos a mesma profissão.
Investigar, indagar, averiguar, explorar é nossa maior tarefa.



O aspecto econômico me interessa mais que minha vocação
.

Se este é o caso, então estamos indo pelo caminho incorreto. É verdade, o aspecto econômico é uma variável que deve ser considerada, mas não é a mais importante. Se optarmos por uma profissão que por seu campo de ação traga altos ingressos, mas seu conteúdo não é interessante, e não se adapta aos nossos interesses, não estaremos tomando uma decisão acertada.
Existem profissões com menor saída laboral que outras, apesar disso e se consideramos nossas habilidades, é mais provável que no futuro conseguiremos tirar um grande da nossa escolha; estaremos agrupando o que somos, o que queremos ser e onde queremos chegar. Com a ampla oferta acadêmica atual, encontraremos carreiras com temáticas que se ajustam aos nossos desejos profissionais.
O Dr. Rick Sommer, diretor executivo dos programas acadêmicos da universidade de Stanford University dos Estados Unidos, manifestou que os estudantes que realmente buscam um desafio, conseguem desenvolver seus talentos ao máximo. Assim são as coisas, se nos desafiamos e encontramos uma formação da qual gostamos, conseguiremos alcançar mais facilmente nossas metas e objetivos.
Vale lembrar! A área e o nível de estudo que escolhermos vão refletir no crescimento e progresso que atingiremos ao longo da nossa trajetória profissional. A motivação para triunfar será o que nos apaixone, nos mobilize e impulse a ser melhores a cada dia,  e nos permita demonstrar em qualquer espaço, nossa capacidade de adaptação e compromisso em qualquer ocupação na qual nos dediquemos.

Desertora do Exército norte-coreano relata rotina com estupros, higiene precária e menstruação interrompida

soldada na Coreia do Norte
Uma ex-soldado da Coreia do Norte diz que ser mulher no quarto maior exército do mundo era tão desgastante para o organismo que ela logo parou de menstruar. E estupro, afirma, era uma realidade para muitas das companheiras com quem serviu.
Por quase 10 anos, Lee So Yeon dormiu na parte de baixo do beliche, em uma sala que dividia com mais de duas dúzias de mulheres. Cada uma delas possuía um gaveteiro para guardar seus uniformes. Em cima do móvel, cada uma mantinha duas fotografias emolduradas. Uma era do fundador da Coréia do Norte, Kim Il-sung. A segunda, do seu agora falecido sucessor, Kim Jong-il.
Estima-se que cerca de 40% das mulheres norte-coreanas com idades entre 18 e 25 anos estejam nas forças armadas. Aproximadamente 70% dos desertores da Coreia do Norte são do sexo feminino. Mais da metade tem entre 20 e 30 anos, em parte porque é mais fácil para pessoas jovens nadar em rios e resistir a jornadas difíceis. Lee partiu há uma década, mas mantém o cheiro daquele lugar vivo na memória.
"Nós suávamos bastante. O colchão em que dormíamos era feito de cascas de arroz e não de algodão. Então, todo o odor do corpo penetrava no colchão. Todo o cheiro de suor se mantinha ali. Não é agradável".
Uma das razões para isso eram as condições precárias das instalações de lavanderia e banheiro.
"Uma das coisas mais difíceis era não poder tomar banho adequadamente", diz Lee So Yeon.
"Porque não havia água quente. Com uma mangueira, eles captavam água de um riacho nas montanhas. Às vezes, essa água chegava com sapos e cobras".
Lee So Yeon, que serviu como sargento em uma unidade de sinalização perto da fronteira sul-coreana, deixou o exército aos 28 anos. Em 2008, ela decidiu fugir para a Coréia do Sul. Na primeira tentativa, ela foi capturada na fronteira com a China e enviada para um campo de detenção por um ano.
Em sua segunda tentativa, pouco depois de sair da prisão, ela nadou o rio Tumen e atravessou a fronteira com a China. Lá, na fronteira, ela se encontrou com um agente que providenciou para que passasse da China para a Coréia do Sul.

Patriotismo e necessidade de garantir uma refeição por dia

Filha de um professor universitário, So Yeon, agora com 41 anos, cresceu no norte do país. Muitos homens de sua família haviam se alistado antes, e, quando a fome devastou a Coreia do Norte nos anos 1990, ela voluntariou-se - movida pelo pensamento de ter ao menos uma refeição garantida por dia. Milhares de outras jovens mulheres fizeram o mesmo.

soldada na Coreia do Norte

"A fome resultou em um período particularmente vunerável para as mulheres", diz Jieun Baek, autor de North Korea's Hidden Revolution (A Revolução Escondida da Coreia do Norte, em tradução livre). "Mais mulheres tiveram que ingressar na força de trabalho e ficaram sujeitas a maus-tratos, especialmente a assédio e violência sexual".
Assim como Jieun Baek, Juliette Morillot, autora de Coreia do Norte em 100 perguntas, originalmente publicado em francês, acredita que o depoimento de Lee So Yeon está de acordo com outros relatos que ouviram, mas alertam que desertores - aqueles que abandonam o serviço militar sem autorização - têm de ser tratados com cautela.
"Há uma alta demanda por informações da Coreia do Norte", diz Baek. "De algum modo, essas pessoas são quase que incentivadas a contar histórias exageradas à mídia, especialmente se são pagas para isso. Muitos desertores que não querem estar na mídia são muito críticos dos 'desertores de carreira'. Vale a pena ter isso em mente".
Já informações de fontes oficiais do governo norte-coreano que contradizem os depoimentos podem ser mera propaganda de regime.

Alimentação precária e problemas de saúde

No início, entusiasmada por um certo patriotismo, ela, então com 17 anos, aproveitou a vida no Exército. Ficou impressionada com um secador de cabelo que recebeu, embora a eletricidade irregular significasse que usaria pouco o acessório.
A rotina diária de homens e mulheres era parecida. Mulheres tendiam a ter, no entanto, um regime de treinos físicos ligeiramente menor - e eram obrigadas a realizar tarefas diárias como limpar e cozinhar, o que soldados homens eram dispensados de fazer.
"A Coreia do Norte é uma sociedade tradicionalmente dominada por homens e papeis de gênero permanecem", diz Morillot.
O treinamento duro e as refeições limitadas e de baixa qualidade cobraram seu preço nos corpos de Lee So Yeon e de suas colegas recrutas.
"Depois de seis meses a um ano de serviço, não menstruávamos mais devido à desnutrição e ao ambiente estressante", diz ela.

exército da Coreia do Norte
Image captionGoverno admite gastar 15% de seu orçamento com as Forças Armadas (Crédito: AFP KCNA via KNS)

"As mulheres soldado diziam estar felizes por não estarem menstruando. Elas afirmavam que estavam felizes porque a situação era tão ruim que se também menstruassem teria sido pior".
So Yeon diz que, embora o governo admita gastar 15% de seu orçamento com as Forças Armadas (fontes independentes dizem que a proporção pode chegar a 40%) o Exército falhava no fornecimento de itens tão básicos quanto absorventes, e que ela e outras colegas frequentemente tinham como única escolha reutilizá-los.
"As mulheres até hoje usam o tradicional algodão branco", diz Juliette Morillot. "Eles precisam ser lavados todas as noites, distantes das vistas dos homens. Por isso, as mulheres levantam-se cedo e lavam".
Recém-chegada de uma visita de campo onde falou com várias mulheres soldado, Morillot confirma o fenômeno.
"Uma das garotas com quem falei, que tinha 20 anos, me disse que treinou tanto que teve a menstruação interrompida por dois anos", contou ela.
Embora Lee So Yeon tenha se juntado ao Exército voluntariamente, em 2015 foi anunciado que todas as mulheres na Coreia do Norte devem prestar sete anos de serviços militares a partir dos 18 anos de idade. Já os homens são obrigados a servir por 10 anos (é o serviço militar obrigatório mais longo do mundo).
Ao mesmo tempo, o governo da Coreia do Norte deu um passo incomum ao distribuir uma produtos de beleza de uma marca governamental.
"Pode ter sido uma maneira de se redimir pelas condições do passado, de corrigir este fenômeno bem conhecido de que as condições ruins para as mulheres", diz Jieun Baek. "Pode ter sido uma maneira de melhorar o ânimo e fazer com que mais mulheres pensem: Uau, nossas necessidades serão atendidas".
Apesar disso, as mulheres soldados baseadas em cidades do interior nem sempre têm acesso a banheiros privados. Algumas disseram a Morillot que muitas vezes têm que fazer suas necessidades na frente dos homens, tornando-se especialmente vulneráveis.

Abuso sexual é rotina

O abuso sexual, dizem Baek and Morillot, é frequente.
Morillot diz que quando abordou a questão de estupros no Exército com mulheres soldado "a maioria disse que acontece com outras". Nenhuma admitiu ter passado por esse tipo de experiência.
Lee So Yeon também diz que não foi estuprada durante sua temporada no serviço, entre 1992 e 2001, mas que muitas de suas companheiras foram.
"O comandante ficava em seu quarto, na unidade, após o serviço, e violava as mulheres sob seu comando. Isso aconteceria repetidamente".
O Exército da Coreia do Norte diz que leva a sério o abuso sexual, com pena de prisão de até sete anos para homens condenados por estupro.
"Mas na maioria das vezes ninguém está disposto a testemunhar. Então os homens geralmente ficam impunes", diz Juliette Morillot.
Ela acrescenta que o silêncio sobre abuso sexual no Exército está enraizado nas "atitudes patriarcais da sociedade norte-coreana" - as mesmas atitudes que garantem que as mulheres no Exército façam a maioria dos serviços domésticos.
As mulheres de origens pobres recrutadas para brigadas de construção, e alojadas em pequenos barracões ou cabanas informais, são especialmente inseguras, diz ela.
"A violência doméstica ainda é amplamente aceita e não denunciada, então no Exército ocorre a mesma coisa. Mas eu realmente deveria enfatizar o fato de existir o mesmo tipo de cultura (do assédio) no exército sul-coreano".

fonte: BBC Brasil

Picciani, Albertassi e Paulo Melo voltam para a prisão de Benfica, assista

Jorge Picciani se entrega à PF (Foto: Wilton Junior/Eestadão Conteúdo)



fonte: youtube

Caminhoneiro morre em tentativa de assalto a carro forte na Tamoios

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Um caminhoneiro morreu durante uma tentativa de assalto a um carro forte na noite desta terça-feira (21), na rodovia dos Tamoios (SP-99), em São José dos Campos.

De acordo com informações da Polícia Militar, a ocorrência começou por volta das 20h, na altura do km 13, na Vila Nair, sentido São José. Cinco homens, que estavam em um veículo, abordaram o carro forte e iniciaram a troca de tiros.


Um caminhão que passava pela via foi atingido pelos disparos. O caminhoneiro morreu no local. Os criminosos fugiram pela Carvalho Pinto  incendiaram um caminhão durante a fuga.
A Brinks, empresa responsável pelo carro forte, foi procurada pelo Meon, mas até o momento não foi localizada.
O tráfego foi liberado na rodovia por volta das 22h. A Polícia Civil vai investigar o caso.

fonte: Meon Notícias

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Enquete: Os principais Sindicatos da base metalúrgicas, qual desses fizeram o melhores acordos no último triênio durante a crise?

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Qual dos Sindicatos fizeram os melhores acordos da base metalúrgicas durante a crise econômica? O mais flexível e que menos impactaram a vida do trabalhador? Vote é fácil e rápido.
Criada por:Canadauence.com




fonte: Canadauence.com

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