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sábado, 27 de junho de 2020

Supremo escancara perseguição religiosa e endossa genocídio cultural no Brasil

Ministro Edson Fachin cria "abuso do poder religioso" para perseguir vozes cristãs na política
O voto do ministro do STF, Edson Fachin, que cria a categoria “abuso do poder religioso”, abre as portas para a perseguição já existente aos cristãos no país. Com maioria cristã e conservadora, o Brasil tem visto sua população ser calada politicamente mediante artifícios jurídicos de militância cada vez mais audaciosa.
“abuso de poder religioso” não existe na jurisprudência no Brasil, sendo uma invenção arbitrária e persecutória, pautada pela conduta frequentemente odiosa dos atuais ministros do STF. Há apenas abuso do poder político e econômico, mas o ministro pensa poder criar nova categoria específica para criminalizar a voz de cristãos na política.
O político que for acusado poderá perder o mandato, de acordo com Fachin, já a partir das eleições municipais deste ano. Os cristãos vêm se tornando a principal voz conservadora na política dos últimos anos.
Os ataques contra uma das comunidades religiosas mais perseguidas e caladas do mundo, junto dos judeus, já vêm ocorrendo há algum tempo.
No início do ano, o então presidente do STF, Dias Toffoli considerou como “liberdade de expressão” o filme que retratava Jesus Cristo como um homossexual, feita para provocar cristãos durante o Natal. A provocação foi seguida pelo ministro Toffoli, que defendeu o grupo Porta dos Fundos, autor do filme.
Perseguição a conservadores e à liberdade de expressão
Ao mesmo tempo, a liberdade de expressão de conservadores e cristãos é negada a todo momento, com jornalistas e blogueiros sendo caçados como criminosos, associados a crimes com a ajuda da mídia que tem a credibilidade ameaçada pela liberdade nas redes sociais. Nesta sexta-feira (26), o jornalista Oswaldo Eustáquio se tornou o quarto preso político do regime de terror instalado pelo Supremo.
A perseguição começou com a invenção do rótulo fake news, frequentemente associado a conservadorismo político ou meras críticas à esquerda, seguido por “gabinete do ódio”, mirando grupos e sites, até chegar ao indivíduo, prendendo e perseguindo jornalistas com base em notícias de sites de extrema esquerda.
Neste ano, a editora Estudos Nacionais publicou o livro Cristofobia: a perseguição aos cristãos no século XXI, do escritor espanhol Luis Antequera, que pode ser adquirido na Livraria Estudos Nacionais.
fonte: Estudo Nacionais.com

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