Pular para o conteúdo principal

Protestos em Brasília, esplanada dos Ministérios vira campo de guerra

Um carro em chamas é visto durante um protesto na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, contra a PEC 55, que limita os gastos públicos para os próximos 20 anos (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)
Estudantes e ativistas políticos entraram em conflito com policiais militares na tarde desta terça-feira (29) durante protesto contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55 – que limita os gastos do governo pelos próximos 20 anos – em frente ao Congresso Nacional. O grupo virou carros que estavam estacionados de baliza na lateral da Esplanada, e a corporação reagiu com bombas de gás lacrimogêneo.
Os manifestantes quebraram, então, vidros e aparelhos de ar condicionado dos ministérios do Esporte e Desenvolvimento Agrário e da Educação, arrancaram placas de trânsito, quebraram orelhões e atearam fogo a veículos. Por volta das 20h50, a Esplanada dos Ministérios já tinha sido liberada, mas os manifestantes davam continuidade ao ato na rodoviária do Plano Piloto. Pouco antes das 22h40, a PEC foi aprovada em primeiro turno no Senado.
Uma barricada foi montada na pista, com sacos de lixo, entulho e banheiros químicos. O Museu Nacional e outros prédios da Esplanada foram pichados. A PM voltou a dispersar bombas de gás na tentativa de dispersar o grupo.
Pelo menos quatro garotos foram detidos – três estavam com soco inglês. O ato ocorre no mesmo dia em que o Senado deve analisar a PEC em primeiro turno e a Câmara, as medidas anticorrupção.
  •  
Manifestantes atira um coquetel molotov em direção a policiais durante protesto contra a PEC 55, que limita os gastos públicos para os próximos 20 anos, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (Foto: Eraldo Peres/AP)Manifestantes atira um coquetel molotov em direção a policiais durante protesto contra a PEC 55, que limita os gastos públicos para os próximos 20 anos, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (Foto: Eraldo Peres/AP)
Em balanço divulgado no fim da noite, o governo do Distrito Federal informou que, além das quatro prisões, cinco ocorrências por dano foram registradas na Polícia Federal. O Corpo de Bombeiros fez 40 atendimentos sem gravidade. Na avaliação do governo, a PM "agiu dentro dos padrões técnicos para o enfrentamento desse tipo de situação e procurou preservar o patrimônio e a segurança das pessoas".
Parte do grupo aplaudiu os atos de vandalismo. Pelo menos três pessoas passaram mal durante o tumulto. Os manifestantes gritavam “Fora, Temer”, “Não à PEC”. Outra parte dos manifestantes pediu a policiais militares que fizessem um cordão em volta da pista para garantir a segurança dos que não estavam envolvidos com a confusão.
Pichações no Museu Nacional de Brasília durante protesto contra a PEC que limita o teto de gastos nesta terça-feira (29) (Foto: Luiza Garonce/G1)Pichações no Museu Nacional de Brasília durante protesto contra a PEC que limita o teto de gastos nesta terça-feira (29) (Foto: Luiza Garonce/G1)
  •  
Vidros quebrados e aparelhos de ar condicionado danificados no prédio do Ministério do Esporte e do Desenvolvimento Agrário nesta terça-feira (29), durante protesto contra PEC que limita teto de gastos (Foto: Luiza Garonce/G1)Vidros quebrados e aparelhos de ar condicionado danificados no prédio do Ministério do Esporte e do Desenvolvimento Agrário nesta terça-feira (29), durante protesto contra PEC que limita teto de gastos (Foto: Luiza Garonce/G1)
Em nota divulgada no fim da noite, o governo do Distrito Federal disse "repudiar os atos de vandalismo e de barbárie cometidos no decorrer do dia de hoje", e que "a violência política é inaceitável e deve ser combatida".
Também em nota, a União Nacional dos Estudantes (UNE) criticou a postura dos policiais. "Não incentivamos qualquer tipo de depredação do patrimônio público. O que nos assusta e nos deixa perplexos é a polícia militar do governador Rollemberg jogar bombas de efeito moral, gás de pimenta, cavalaria e balas de borracha contra a estudantes, alguns menores de idade, que protestam pacificamente. Esse é o reflexo de um governo autoritário, ilegítimo e que não tem um mínimo de senso de diálogo."
O porta-voz da Presidência da República, Alexandre Parola, fez um pronunciamento no Palácio do Planalto informando que o presidente Michel Temer "repudia" os atos de "vandalismo, destruição e violência".
  •  
Grupo arranca placa de trânsito durante protesto em Brasília nesta terça-feira (29) contra a PEC que limita o teto de gastos (Foto: Luiza Garonce/G1)Grupo arranca placa de trânsito durante protesto em Brasília nesta terça-feira (29) contra a PEC que limita o teto de gastos (Foto: Luiza Garonce/G1)
O ministro da Educação, Mendonça Filho, condenou de forma veemente os fatos ocorridos hoje na Esplanada dos Ministérios, particularmente no MEC, que foi invadido por mascarados com pedaços de ferro e pedras, destruindo móveis,computadores, cadeiras, vidraças, divisórias e depredando outros bens públicos.
"Os servidores do MEC viveram clima de terror. Isso é inaceitável. Como democrata que sou, entendo o direito de protesto, mas de forma civilizada, respeitando o direito de ir e ir. O que vimos hoje foram atos de violência e vandalismo contra os servidores públicos e contra o patrimônio", afirmou.
29/11/2016 17h50 - Atualizado em 29/11/2016 22h48

Ato contra a PEC do teto de gastos reúne 10 mil em frente ao Congresso

Grupo virou carros, quebrou vidros de ministérios e quebrou orelhões.
Trânsito foi bloqueado na S1; PM usou bombas de gás lacrimogêneo.

Do G1 DF
Um carro em chamas é visto durante um protesto na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, contra a PEC 55, que limita os gastos públicos para os próximos 20 anos (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)Um carro em chamas é visto durante um protesto na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, contra a PEC 55, que limita os gastos públicos para os próximos 20 anos (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)
Estudantes e ativistas políticos entraram em conflito com policiais militares na tarde desta terça-feira (29) durante protesto contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55 – que limita os gastos do governo pelos próximos 20 anos – em frente ao Congresso Nacional. O grupo virou carros que estavam estacionados de baliza na lateral da Esplanada, e a corporação reagiu com bombas de gás lacrimogêneo.
Os manifestantes quebraram, então, vidros e aparelhos de ar condicionado dos ministérios do Esporte e Desenvolvimento Agrário e da Educação, arrancaram placas de trânsito, quebraram orelhões e atearam fogo a veículos. Por volta das 20h50, a Esplanada dos Ministérios já tinha sido liberada, mas os manifestantes davam continuidade ao ato na rodoviária do Plano Piloto. Pouco antes das 22h40, a PEC foi aprovada em primeiro turno no Senado.
Uma barricada foi montada na pista, com sacos de lixo, entulho e banheiros químicos. O Museu Nacional e outros prédios da Esplanada foram pichados. A PM voltou a dispersar bombas de gás na tentativa de dispersar o grupo.
Pelo menos quatro garotos foram detidos – três estavam com soco inglês. O ato ocorre no mesmo dia em que o Senado deve analisar a PEC em primeiro turno e a Câmara, as medidas anticorrupção.
  •  
Manifestantes atira um coquetel molotov em direção a policiais durante protesto contra a PEC 55, que limita os gastos públicos para os próximos 20 anos, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (Foto: Eraldo Peres/AP)Manifestantes atira um coquetel molotov em direção a policiais durante protesto contra a PEC 55, que limita os gastos públicos para os próximos 20 anos, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (Foto: Eraldo Peres/AP)
Em balanço divulgado no fim da noite, o governo do Distrito Federal informou que, além das quatro prisões, cinco ocorrências por dano foram registradas na Polícia Federal. O Corpo de Bombeiros fez 40 atendimentos sem gravidade. Na avaliação do governo, a PM "agiu dentro dos padrões técnicos para o enfrentamento desse tipo de situação e procurou preservar o patrimônio e a segurança das pessoas".
Parte do grupo aplaudiu os atos de vandalismo. Pelo menos três pessoas passaram mal durante o tumulto. Os manifestantes gritavam “Fora, Temer”, “Não à PEC”. Outra parte dos manifestantes pediu a policiais militares que fizessem um cordão em volta da pista para garantir a segurança dos que não estavam envolvidos com a confusão.
Pichações no Museu Nacional de Brasília durante protesto contra a PEC que limita o teto de gastos nesta terça-feira (29) (Foto: Luiza Garonce/G1)Pichações no Museu Nacional de Brasília durante protesto contra a PEC que limita o teto de gastos nesta terça-feira (29) (Foto: Luiza Garonce/G1)
  •  
Vidros quebrados e aparelhos de ar condicionado danificados no prédio do Ministério do Esporte e do Desenvolvimento Agrário nesta terça-feira (29), durante protesto contra PEC que limita teto de gastos (Foto: Luiza Garonce/G1)Vidros quebrados e aparelhos de ar condicionado danificados no prédio do Ministério do Esporte e do Desenvolvimento Agrário nesta terça-feira (29), durante protesto contra PEC que limita teto de gastos (Foto: Luiza Garonce/G1)
Em nota divulgada no fim da noite, o governo do Distrito Federal disse "repudiar os atos de vandalismo e de barbárie cometidos no decorrer do dia de hoje", e que "a violência política é inaceitável e deve ser combatida".
Também em nota, a União Nacional dos Estudantes (UNE) criticou a postura dos policiais. "Não incentivamos qualquer tipo de depredação do patrimônio público. O que nos assusta e nos deixa perplexos é a polícia militar do governador Rollemberg jogar bombas de efeito moral, gás de pimenta, cavalaria e balas de borracha contra a estudantes, alguns menores de idade, que protestam pacificamente. Esse é o reflexo de um governo autoritário, ilegítimo e que não tem um mínimo de senso de diálogo."
O porta-voz da Presidência da República, Alexandre Parola, fez um pronunciamento no Palácio do Planalto informando que o presidente Michel Temer "repudia" os atos de "vandalismo, destruição e violência".
  •  
Grupo arranca placa de trânsito durante protesto em Brasília nesta terça-feira (29) contra a PEC que limita o teto de gastos (Foto: Luiza Garonce/G1)Grupo arranca placa de trânsito durante protesto em Brasília nesta terça-feira (29) contra a PEC que limita o teto de gastos (Foto: Luiza Garonce/G1)
O ministro da Educação, Mendonça Filho, condenou de forma veemente os fatos ocorridos hoje na Esplanada dos Ministérios, particularmente no MEC, que foi invadido por mascarados com pedaços de ferro e pedras, destruindo móveis,computadores, cadeiras, vidraças, divisórias e depredando outros bens públicos.
"Os servidores do MEC viveram clima de terror. Isso é inaceitável. Como democrata que sou, entendo o direito de protesto, mas de forma civilizada, respeitando o direito de ir e ir. O que vimos hoje foram atos de violência e vandalismo contra os servidores públicos e contra o patrimônio", afirmou.
A Secretaria de Segurança Pública informou que cerca de 10 mil pessoas se reuniam no gramado da Esplanada dos Ministérios no início da noite – o G1 tenta uma estimativa dos manifestantes. Policiais legislativos fizeram um cordão de isolamento em frente ao espelho d'água para evitar que os grupos avançassem em direção às entradas da Câmara e do Senado.
Policiais atiram bombas de gás em estudantes durante protesto contra a PEC 55, que limita os gastos públicos para os próximos 20 anos, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (Foto: Andressa Anholete/AFP)Policiais atiram bombas de gás em estudantes durante protesto contra a PEC 55, que limita os gastos públicos para os próximos 20 anos, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (Foto: Andressa Anholete/AFP)
Um estudante da Universidade Federal de Minas Gerais de 20 anos informou que o tumulto começou no espelho d’água, quando manifestantes jogaram água em policiais. Ele conta que um militar reagiu com spray de pimenta depois de uma ser atingido por uma garota.
Outra jovem, do Rio de Janeiro, diz considerar o protesto importante. "São 20 anos que eu vou sofrer, meus filhos [também vão sofrer]. E não tem nenhuma consulta ao povo."
Manifestantes se reúnem em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, em ato contra a PEC do teto de gastos (Foto: Gustavo Garcia/G1)Manifestantes se reúnem em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, em ato contra a PEC do teto de gastos (Foto: Gustavo Garcia/G1)
Manifestantes quebram um carro estacionado na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, durante protesto contra a PEC 55, que limita os gastos públicos para os próximos 20 anos (Foto: Eraldo Peres/AP)Manifestantes quebram um carro estacionado na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, durante protesto contra a PEC 55, que limita os gastos públicos para os próximos 20 anos (Foto: Eraldo Peres/AP)
Os manifestantes carregavam cartazes com críticas à PEC e entoavam palavras de ordem contra o presidente da Repúblicao, Michel Temer. Um grupo de estudantes de arquitetura da UnB fez uma "forca móvel" com bonecos representando saúde e educação. Havia pelo menos quatro carros de som durante o protesto.
Um ônibus da Polícia Militar ficou estacionado no gramado central da Esplanada, e banheiros químicos foram instalados na região. Ambulantes aproveitaram o protesto para vender pipoca, picolé e água.
Trânsito
Por volta das 17h, o trânsito foi interditado no Eixo Monumental no sentido Esplanada-Torre de TV, entre o Congresso Nacional e a rodoviária do Plano Piloto. A recomendação era para que os motoristas utilizassem a via S2, que segue no mesmo sentido e passa por trás dos ministérios.
  •  
Um carro em chamas é visto durante um protesto na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, contra a PEC 55, que limita os gastos públicos para os próximos 20 anos (Foto: Andressa Anholete/AFP)Um carro em chamas é visto durante um protesto na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, contra a PEC 55, que limita os gastos públicos para os próximos 20 anos (Foto: Andressa Anholete/AFP)
A concentração dos estudantes começou no fim da manhã, em frente ao Museu Nacional. O governo do DF informou que "equipes da Polícia Militar acompanham desde cedo a movimentação na região central". O ato também é monitorado por câmeras do Centro Integrado de Comando e Controle. A marcha começou por volta de 17h.
PEC do teto
A proposta em análise no Senado estabelece que as despesas da União (Executivo, Legislativo e Judiciário) só poderão crescer conforme a inflação do ano anterior. O texto é considerado pelo governo um dos principais mecanismos garantir o reequilíbrio das contas públicas.
Pelo texto da PEC, se um poder desrespeitar o limite de gastos sofrerá, no ano seguinte, algumas sanções, como ficar proibido de fazer concurso público ou conceder reajuste a servidores.
Inicialmente, os investimentos em saúde e em educação entrariam no teto já em 2017, mas, diante da repercussão negativa da medida e da pressão de parlamentares aliados, o governo concordou em fazer com que essas duas áreas só se enquadrem nas regras a partir de 2018.

Comentários

ᘉOTÍᑕIᗩS ᗰᗩIS ᐯISTᗩS

Helicóptero do Ibama é incendiado por ‘terroristas’ em Manaus

  Segundo reportagem da Agência Brasil, um helicóptero do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foi incendiado na madrugada desta segunda-feira (24), em Manaus (AM). A aeronave estava estacionada no Aeroclube do Amazonas, localizado no bairro Flores, na capital do estado. Segundo a secretaria estadual de Segurança Pública, câmeras de segurança registraram o momento em que dois homens pularam o muro do estabelecimento e atearam fogo no helicóptero. Quando os bombeiros chegaram ao local, as chamas já tinham se espalhado e destruído a parte dianteira da aeronave. Policias militares e civis também atenderam à ocorrência, mas como o Ibama é um órgão da União, as investigações ficarão a cargo da Polícia Federal (PF), que já recebeu as imagens captadas pelo sistema de vigilância. Há também um vídeo do momento em que os bombeiros trabalhavam para apagar o fogo (veja abaixo) Consultado, o Ibama ainda não se manifestou sobre o ataque. Até a publicaç...

Idosa se emociona após mensagem de Bolsonaro: “Eu te amo meu presidente” (veja o vídeo)

O presidente Jair Bolsonaro tem rompido barreiras e cada vez mais conquistado o coração da população brasileira. Um homem simples como sempre foi, luta por valores honrosos e em defesa da família. Nesta quinta-feira, dia 16, o presidente publicou em suas redes sociais um vídeo de uma senhora, Dona Maria, se emocionando com uma mensagem sua de agradecimento. “A senhora demonstrou muito carinho pela minha pessoa, ficou muito honrado e sensibilizado com isso”, disse Bolsonaro na gravação. Dona Maria foi às lágrimas após ver a mensagem do presidente. “Meu presidente, eu te amo muito! Eu brigo por tu e não deixo ninguém falar mau de você”, disse Maria, aos prantos. Confira a emocionante manifestação de carinho: fonte: Jornal da Cidade

Você anda de carro só com cheiro de combustível? Fique atento com rico da pane seca

Você é daqueles que   costuma andar de carro só com cheiro de combustível? Se sim, não faça mais isso. Você pode estar pondo em risco o automóvel e a integridade física de quem está lá dentro. Veja as dicas de Daniel Lovizaro, gerente de Assistência, Serviços e Treinamento Técnico automotivo da Bosch, e encha o tanque! RISCO MÁXIMO O principal risco da pane seca é que o veículo pare de funcionar de forma imediata, podendo ocasionar acidentes graves no trânsito. BOMBA Há o risco de redução da vida útil da bomba elétrica de combustível, cuja função é levar o que está no tanque para o sistema de alimentação do motor. Isto porque este componente é elétrico e refrigerado pelo próprio combustível. Assim, com o tanque sempre na reserva, a capacidade de refrigeração fica reduzida, aumentando a temperatura de trabalho do sistema. SUJEIRA Com o tanque sempre vazio também pode ocorrer o acúmulo de sujeira dentro da peça. As impurezas aspiradas pela bomba podem gerar saturação ...

AO VIVO - Globo - Desfile das Escola de Samba - Rio de Janeiro - 12/02/2018

fonte: youtube

Confira a fabricação dos motores do Onix e do Prisma na GM de Joinville

Todas as fases produtivas são monitoradas em tempo real e à distância Depois de prontos e inspecionados, os motores são levados para a fábrica da GM de Gravataí (RS) pois de prontos e inspecionados, os motores são levados para a fábrica da GM de Gravataí (RS) Os trabalhos começam com a usinagem do cabeçote de alumínio, que chega de um fornecedor de Minas Gerais já fundido. Os tempos do  Chevette  e do  Monza , carros de grande sucesso da  General Motors nas décadas de 1980 e 1990, ficaram definitivamente para trás. O processo de fabricação de  automóveis  mudou muito desde então. Fábrica de Joinville, às margens da BR-101, destaca-se pelo ambiente bem iluminado, silencioso e de temperatura agradável A fábrica onde são feitos os motores das linhas Prisma e Onix, em Joinville, chama a atenção pela tecnologia inserida em todas as fases do processo de usinagem do cabeçote e da montagem do motor.  A primeira etapa de usinagem cuidará d...

Fiat Mobi e Chevrolet Onix duelam em requisito segurança em novo teste Latin NCAP,

O  Fiat Mobi  foi mal no teste de segurança do Latin NCAP divulgado nesta terça-feira (01) e conquistou só uma estrela na proteção a adultos. A segurança de crianças ficou com duas estrelas.  Segundo o órgão, o desempenho do modelo na simulação de teste dianteiro foi razoável, mas a estrutura do carro se mostrou "inapropriada para suportar impacto lateral". O Mobi ofereceu proteção "pobre" para o peito do motorista em acidentes laterais e "débil" e "marginal em outras regiões do corpo. Apenas a cabeça e partes das pernas tiveram proteção considerada "boa" nos testes. Para classificar a segurança a adultos, o órgão atribui pontos que podem chegar ao máximo de 34, porém o  Mobi  conquistou apenas 19,20 pontos.  Já a segurança de crianças pode chegar a 49 pontos, mas no caso do compacto foram apenas 26,98 pontos. " O impacto lateral é o grande problema do carro porque há alta penetração do pilar B. Como mostram as imagens, a estrut...

AO VIVO - Ferroviária X Santos - Campeonato Paulista - Narração - 10/02/2018

fonte: youtube