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Unha Encravada: remédios, o que fazer, tratamento e causas

 


Enquanto algumas pessoas sofrem com as unhas encravadas de maneira crônica, outras vivem o incômodo pelo menos uma vez na vida. E apesar de ser uma inflamação localizada, ela costuma causar um grande incômodo e dor, que precisa de tratamento.

Saiba mais sobre o quadro e como cuidar!

O que é Unha Encravada?

A onicocriptose, conhecida popularmente como unha encravada, é uma inflamação que ocorre quando a unha fere a pele. Ou seja, quando a pontinha cresce de modo irregular, machucando, rompendo e lesionando a pele.

As causas variam entre cortes errados das unhas, sapatos apertados e traumas no local. Isso provoca inchaço, rubor, dor e formação de pus — que são sintomas comuns da inflamação.

O dedo mais afetado costuma ser o primeiro do pé (ou dedão). Mas todas as unhas podem encravar, inclusive as unhas da mão.

Apesar de ser bem localizada, a unha encravada gera um incômodo grande, e pode se agravar, de acordo com o tamanho e proporção da inflamação.

Alguns cuidados ajudam a evitar o aparecimento da unha encravada, mas, vale lembrar que, em alguns casos, podem existir  fatores genéticos envolvidos. Por isso, se as suas unhas costumam encravar com frequência, é sempre importante buscar ajuda médica para que as orientações e cuidados sejam iniciados.

Unha Encravada em bebês

A unha encravada pode aparecer na primeira infância e até mesmo em recém-nascidos. A manifestação em bebês é clinicamente parecida com o que acontece nos adultos, com os cantos das unhas perfurando a pele lateral.

Observa-se os sintomas na pele inchada, endurecida, avermelhada e, às vezes, com uma secreção amarela nas unhas.

Em crianças pequenas, as causas variam de alterações genéticas nos formatos das unhas ou o uso de sapatos apertados e macacões que cobrem o corpo inteiro, incluindo os pés.

As unhas dos pés dos bebês são moles e muito flexíveis, por isso, para reduzir as chances de crescerem na direção errada, a primeira medida de prevenção é evitar roupas apertadas, vestindo as .

Vestir as crianças com numerações maiores de calçados, meias e macacões que cubram até os pés.

Deve-se evitar, também, arredondar os cantos das unhas, cortando-las sempre retas e com frequência.

O tratamento em estágios iniciais consiste em massagens diárias na pele inchada com cremes à base de corticoide, para diminuir a inflamação e liberar os cantos das unhas.

Em casos mais avançados, consulte um médico especialista para colocar algum algodão ou curativo que ajude, gradualmente, a liberar os cantos das unhas sem  ferir ainda mais os dedos.

Em ambas as situações, a higiene é fundamental, portanto, os pais ou responsáveis devem limpar o local da inflamação com sabonetes antissépticos. O tratamento exige paciência, pois pode levar alguns meses.

Cirurgias não são indicadas em crianças, a não ser que sejam pequenos procedimentos, realizados no consultório médico, em casos de deformidades no crescimento da pele ao redor das unhas, e que podem surgir caso o tratamento não seja realizado.

Em hipótese alguma, tente desencravar a unha do seu bebê por conta própria. Antes, contate um pediatra se a vermelhidão se espalhar para além da área do dedo ou se observar a presença de febre.

Tipos de Unha Encravada

A unha encravada ocorre principalmente no dedão do pé, porém, pode acontecer em qualquer outro dedo. A inflamação pode se manifestar em duas formas:

Unilateral

Quando somente um canto da unha está perfurando a pele e ocasionando a inflamação.

Bilateral

Ambos os lados da unha estão inflamados.

Causas da Unha Encravada

A doença surge quando a unha não cresce no sentido vertical, fazendo a extremidade lateral perfurar a pele.

Das inúmeras causas para as unhas encravadas, os motivos habituais são:

Calçados inadequados

Os dedos se espremem com o uso de calçados apertados ou inadequados para determinadas atividades, como praticar esportes ou permanecer em pé durante muito tempo com sapatos de bico fino, por exemplo.

Situações assim fazem com que a ponta da unha se direcione para debaixo da pele e cresça na direção errada.

Corte das unhas

O corte das unhas deve ser retilíneo, pois cortes redondos podem entrar nas bordas  laterais dos dedos, produzindo a inflamação da pele.

O indivíduo também ficará vulnerável à doença ao retirar as cutículas, prática comum entre as manicures.

Isso se dá porque a cutícula age como uma camada protetora da unha, que, entre outras funções, impede que a unha cresça em seu formato errado e perfure a pele.

Higiene

Transpiração excessiva ou má higiene dos pés deixam a pele úmida e quente, o que são fatores de risco para desenvolver a unha encravada. Higienizar os pés e mantê-los secos é importante para prevenir doenças.

Avulsão da unha

A extração total da unha é desaconselhada,  a não ser em casos como câncer ou determinadas infecções fúngicas. Após o procedimento cirúrgico, a unha tende a crescer menor e mais enterrada na pele.

Traumas

A unha encravada pode ser desencadeada por tropeções, batidas ou queda de objetos pesados sob a unha. Os traumas também podem causar rupturas na unha, o que facilita a penetração de bactérias. Lesões repetitivas, como chutar uma bola de futebol, também pode causar a doença.

Variações anatômicas da unha

Algumas pessoas nascem com alterações genéticas, como formas especiais dos dedos, que podem causar pressão sobre os outros dedos do pé. Além disso, há também casos de pacientes com unhas curvadas ou grandes demais, que têm maior predisposição a perfurar a pele por seu crescimento não ser vertical.

Grupos de risco

Unhas encravadas são comuns em adultos e adolescentes, com menor incidência em crianças e bebês.

Entre a faixa de 20 a 30 anos, depois idosos acima dos 60, os médicos relatam mais casos em homens do que em mulheres.

Pacientes com imunidade baixa, problemas de circulação ou portadores de diabetes também fazem parte do grupo de risco e estão mais expostos a contrair infecções, por isso devem buscar ajuda de um profissional com frequência e tratar as unhas com regularidade.

Atletas são mais propensos a adquirirem a unha encravada nos pés. Isso acontece devido aosuor excessivo nessa região e ao atrito constante dos pés com os calçados. Se o indivíduo utilizar sapatos inadequados ou de tamanhos errados, maiores ou menores, a chance de inflamar as unhas aumenta.

Outros fatores que podem predispor uma pessoa ter uma unha encravada:

  • Edema nas extremidades inferiores;
  • Transpiração excessiva dos pés;
  • Tumores ósseos ou dos tecidos moles dos dedos dos pés;
  • Artrite;
  • Obesidade;
  • Deformidade do pé, como joanetes ou dedos anormalmente longos.

Quais os sintomas da Unha Encravada?

A unha encravada se manifesta quando a borda da unha cresce e entra na pele do dedo, ocasionando dor, vermelhidão e inchaço. Com o passar do tempo, a unha continua a crescer e perfurar ainda mais a epiderme.

A ferida provocada anteriormente se torna mais intensa, o que causa o agravamento dos sintomas e a presença de pus, que pode ser sinal de uma infecção ou uma reação do organismo contra a agressão na pele, já que a mesma fica à mercê de bactérias.

Outros sintomas devem ser considerados para o diagnóstico concreto da doença, como, por exemplo, o mau cheiro em unhas infeccionadas, odor causado pelo acúmulo de fungos e bactérias alojadas no local.

Às vezes, também há casos de coceira em unhas inflamadas.

Os graus de desenvolvimento da doença variam seus sintomas da seguinte forma:

Grau 1

O grau 1 da unha encravada costuma ter dor leve ou moderada, sem a presença de outros sintomas, pois isso ocorre apenas da lesão na pele, sem a ocorrência de infecções.

Grau 2

No grau 2, a unha encravada também manifesta inchaço e vermelhidão na borda da pele.

Grau 3

O inchaço se acentua e se nota sinais de infecções secundárias, com a presença de pus e/ou sangue e mau cheiro. Aqui, pode haver incômodos ao andar e calçar um sapato, por exemplo.

Diagnóstico: como é feito?

A onicocriptose é uma das condições mais comuns nos consultórios de dermatologistas e podólogos. Geralmente, não há necessidade de quaisquer técnicas especiais para o diagnóstico concreto, realizado durante uma inspeção visual para confirmar a presença dos sintomas.

Para determinar o tratamento adequado, o profissional irá avaliar o grau de desenvolvimento da doença e se há a presença de pus, o que pode ser sinal de uma infecção. Essa avaliação pode ser realizada a partir de análises de sangue e, em fase avançada, exames de raio-x dos ossos.

Tratamento: o que fazer para desinflamar a unha encravada?

Mesmo se a unha estiver somente levemente encravada, o indivíduo não deve cortá-la. Em qualquer caso, é indicado que se consulte um médico, principalmente se o problema for mais grave, como quando há presença de inchaço ou pus.

Depois da procura por um especialista, o tratamento consiste em uma série de medidas que deverão ser seguidas à risca. Em casos leves, pode ser feito em casa, pelo próprio paciente, que, ao seguir as orientações abaixo, irá desencravar a unha após uma ou duas semanas:

Mergulhar as unhas na água morna

Para aliviar a dor, mergulhe os dedos em uma bacia de água morna. O tratamento deve ser realizado durante cinco a dez minutos, uma ou duas vezes ao dia, para reduzir a inflamação.

Para ajudar no processo de cicatrização, pode misturar a água morna com uma ou duas colheres de sopa de sulfato de magnésio (sal de Epsom). O paciente pode usar uma compressa de água quente para produzir efeitos semelhantes.

Se a inflamação for muito incômoda, ao mergulhar o pé na água o paciente pode puxar suavemente a pele úmida e amolecida no canto do dedo, para libertar a unha. O processo deve ser feito por, pelo menos, uma semana.

Como o Podólogo desencravar a unha?

Muitas pessoas tentam resolver a unha encravada em casa, mas o ideal é buscar profissionais, como o podólogo para os casos mais simples (sem infecção).

O tratamento inclui corrigir unhas que têm formatos tortuosos e tendem a encravar.

Também podem ser usadas órteses de correção, que reduzem a dor e forçam a correção dos dedos. O que reduz a incidência da unha encravada.

Tratamento para unhas encravadas com pus

Se a unha já quebrou, ou está perto de quebrar, o médico deve receitar o uso de pomadas antibióticas para prevenir infecções ou tratá-las.

Após aplicar os medicamentos, deve seguir as mesmas orientações explicadas acima, como elevar a unha e mergulhá-las em água morna. Nesses casos, pomadas antibióticas, como Nebacetin, Nebacimed, podem ser boas opções desde que receitadas por especialistas.

Unhas encravadas com carne esponjosa

O tratamento depende do tamanho da lesão. As menores podem ser tratadas pela cauterização química, aplicação de um ácido sob a lesão para provocar sua destruição.

Os tratamentos básicos para unha encravada também devem ser realizados, como colocar um pouco de algodão entre a unha e a carne lateral onde se formou a carne esponjosa.

Antibióticos podem ser receitados em casos de infecção ou inflamação intensa.

Já as maiores devem ser tratadas pela eletrocoagulação, procedimento cirúrgico utilizado pelos dermatologistas através de um aparelho que destrói o tecido lesionado pela desidratação, ruptura e carbonização das células.

Conforme o caso, o médico pode indicar a cirurgia da retirada da lateral da unha afetada para se ter acesso à carne esponjosa e, então, removê-la com o procedimento dito anteriormente ou pela curetagem, raspagem realizada para remover a inflamação.

Cirurgia para unha encravada

Para casos que não tiveram eficácia com os tratamentos anteriores, é indicado uma cirurgia realizada com anestesia local.

Na maioria dos casos, o procedimento retira somente a parte da unha que está encravada. No pós-operatório, aconselha-se o paciente usar pomadas com antibióticos ou tomar antibióticos orais.

Se a doença ocorre com frequência, o procedimento cirúrgico remove toda a lateral da unha, induzindo o crescimento vertical sem ferir a pele ao lado. Em alguns meses a unha retorna à sua aparência e largura original.

Para acabar com a unha encravada é necessário eliminar a sua matriz, ou seja, a “fábrica” que está produzindo a unha defeituosa.

Em situações graves o tratamento recorre à avulsão completa da unha ou destruição química, por laser ou cauterização de parte da unha para evitar que volte a crescer.

Se a destruição dessa matriz ungueal não for feita, o procedimento cirúrgico vai ter um efeito passageiro e logo a unha começará a atormentar sua vida novamente.

Em alguns casos mais graves, nem mesmo a cirurgia consegue resolver o problema de forma definitiva, sendo necessário repetir o procedimento de tempos em tempos.

Cuidados pós-cirurgia

Após a cirurgia, o paciente deve manter o dedo elevado por um ou dois dias e evitar ao máximo se movimentar. A atadura é removida poucos dias após o procedimento, e é aconselhado realizar as seguintes orientações:

  • Usar sandálias ou outros calçados de dedos abertos;
  • Mergulhar as unhas em água morna por 15 minutos, duas vezes ao dia;
  • Para aliviar a dor, o médico pode prescrever medicamentos como aspirina, ibuprofeno ou naproxeno. Antibióticos podem ser usados para prevenir infecção, mas somente sob orientação médica.

Após a cirurgia de remoção parcial, a unha cresce em torno de alguns meses. Caso ela tenha sido removida inteira, pode levar um ano para crescer por completo novamente.

Medicamentos: qual remédio é bom para unha encravada?

Os medicamentos comumente indicados para o tratamento de unha encravada são:

Medicamentos caseiros: qual o tratamento natural?

O tratamento natural para unha encravada consiste naqueles cuidados que ajudam a evitar ou não agravar o quadro. Isso significa:

  • Manter a região bem arejada;
  • Fazer compressas com água morna ou mesmo sachês de chá anti-inflamatório;
  • Mergulhar o pé em solução salina;
  • Fazer compressas com algodão embebido em antisséptico, conforme orientação médica;
  • Não cutucar, abafar ou pressionar o local.

Convivendo

A região da inflamação deve ser mantida sempre limpa, de preferência limpa com água-oxigenada, para evitar infecções. O paciente não deve cortar a parte da unha encravada sem antes consultar um profissional.

Não tente drenar a infecção ou furar com uma agulha, senão pode piorar o quadro de infecção.

Caso o problema seja nos pés, o paciente deve fazer o uso de sandálias ou chinelos e evitar sapatos fechados ou altos até o fim do tratamento.

Meias coloridas também devem ser evitadas, pois podem soltar corantes na pele e vazar para as feridas, ocasionando complicações principalmente aos alérgicos. Se o paciente passou pela cirurgia de remoção da unha, siga as mesmas orientações e também pratique o repouso dos pés ou mãos.

Complicações

Unhas encravadas não se curam sozinhas e, caso não tratadas, podem formar a carne esponjosa, onde existe o acúmulo de pus e inflamação na pele ao redor da unha.

Além do desconforto e da dor, a doença pode servir como gatilho para infecções graves em pacientes com dificuldade de cicatrização e sistema imunológico fragilizado, como diabéticos e portadores de problemas circulatórios. Nessa população especial, a unha encravada pode provocar:

  • Úlceras, lesões superficiais em tecido cutâneo ou mucoso;
  • Celulites, infecção dos tecidos moles;
  • Erisipelas, infecção causada pela bactéria Streptcoccus pyogenes;
  • Gangrena, morte de um tecido causado por uma infecção;
  • Osteomielite, infecção dos ossos.

Como prevenir unha encravada?

O paciente deve manter as unhas higienizadas e fazer o uso de sapatos adequados, para evitar que a unha encrave. O ideal é seguir as seguintes orientações e consultar um podologista para obter mais detalhes sobre o jeito certo  de cuidar das unhas, principalmente se o problema for constante:

  • Ao cortar as unhas, não arredonde os cantos ou as corte muito curtas. O ideal é que mantenha o corte quadrado, finalizado com uma lixa e, de preferência, sem retirar as cutículas;
  • Use tesouras ou alicates limpos, higienizados e afiados. Caso as unhas sejam grossas, antes de cortá-las, deixe os pés ou mãos de molho em água morna para amolecer e facilitar o corte;
  • Não faça o uso de sapatos apertados e pratique esportes com calçados adequados;
  • Mantenha suas unhas limpas e secas. Roer as unhas pode contribuir para adquirir a doença.

A unha encravada é um problema simples que pode ser tratado em casa em seus estágios iniciais. Contudo, se negligenciado pelo paciente, além de desencadear dores e incômodos, deixa a pele exposta a bactérias e a infecções. Por isso é essencial prevenir e tratar a doença corretamente.

Ajude também seus amigos e familiares. Compartilhe com eles este artigo para que possam saber mais sobre a doença tão comum!

Fontes consultadas

Dr. Lucas Fustinoni

Médico tricologista, com foco no tratamento da calvície, queda de cabelo e doenças do couro cabeludo. Membro da Sociedade Brasileira do Cabelo, World Trichology Society, European Hair Research Society,  International Association of Trichologists, entre outras sociedades internacionais.

fonte: Minuto Saudável

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