Segundo a revista digital African Report, mercenários da empresa russa privada, Wagner Group, saíram de Bamako, capital do Mali, e de Bangui, capital da República Centro-Africana (RCA), para reforçarem ao exército russo na Ucrânia.
Também segundo o The Times, foram enviadas unidades de combate, que se encontravam na RCA, com a missão de infiltração nas defesas de Kiev e um dos objetivos seria a captura do Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. Algumas fontes informaram que se trata de um contingente de até 400 homens.
Ainda segundo a African Report, foram registradas no aeroporto de Mpoko, em Bangui, várias partidas de aeronaves e helicópteros russos.
Quando o exército russo lançou a ofensiva contra a Ucrânia, foi divulgado em um suposto grupo não-oficial do Grupo Wagner, no Telegram, a seguinte mensagem:
“Sabemos que em Kiev, bem como nas principais cidades da Ucrânia, a população está a mobilizar-se para formar unidades de defesa territorial. (…) A escolha é sua. (…). Mas acreditem em mim, tentem evitar alistar-se em tais unidades”.
O Grupo Wagner é reconhecido pela Rússia, mas não pela comunidade internacional. Usam equipamentos, documentos e informações, além de hospitais militares, russos, mas não fazem parte das forças armadas.
fonte: Hoje no Mundo Militar
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