VENEZUELA A BEIRA DE UMA REVOLUÇÃO: O presidente eleito da Venezuela, Nicolás Maduro, ameaçou nesta terça-feira "radicalizar" a revolução se a violência persistir, após manifestações que deixaram sete mortos na segunda-feira


Maduro insistiu que "está disposto a radicalizar a revolução, ir fundo nas causas de miséria e da destruição econômica", e afirmou que "conta com o apoio de um povo e de uma Força Armada Nacional Bolivariana". Maduro afirmou que foi informado de que "infelizmente" já são "sete mortos" e indicou que "todo o país sabe quem é responsável por essas mortes" e pelos ataques às sedes do partido do Governo, o Socialista Unido da Venezuela (PSUV) e de centros médicos que o Governo mantém com empregados cubanos.

Segundo informou hoje o Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Maduro ganhou com 50,78% dos votos, frente a 48,95% de Capriles, o que


Por sua parte, Capriles acusou hoje o governo de Maduro de ordenar os fatos de violência para evitar uma apuração de votos. "O ilegítimo e seu governo ordenou que exista violência para evitar a recontagem dos votos! Eles são os responsáveis!", escreveu Capriles em sua conta na rede social Twitter.
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