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A linha Chevrolet será global no Brasil, revelou ontem Dan Ammann, novo presidente mundial da General Motors. O executivo, que está em visita às unidades da fabricante no Brasil, afirmou que a próxima geração de produtos nacionais da marca estará alinhada a modelos disponíveis em outros países.
Com isso, a GM seguirá o caminho traçado pela concorrente Ford, que reduziu seu mix mundial de produtos para conter gastos, desenvolvendo carros de aspecto e mecânica similares para diferentes mercados. A estratégia da GM tem o mesmo objetivo. De global hoje, apenas a família do Cruze (médio) e a da S10 (utilitário) são produzidas no país. Ammann aproveitou sua visita ao Brasil para guiar os automóveis nacionais da Chevrolet. Dessa forma, ele teve contato com modelos cujo preço inicial é inferior a R$ 30 mil, como o compacto Celta. A marca desenvolve um sucessor para esse veículo, mas o projeto já foi adiado diversas vezes. A previsão atual de lançamento é 2016. "Estamos muito atentos a esse segmento [que representa 20% dos emplacamentos] e ao que a concorrência vem fazendo. Acredito que carro barato não precisa ser necessariamente ultracompacto", disse o executivo, referindo-se ao recém-lançado VW Up!. ARGENTINA Abalada pela tendência de queda nas vendas, a financeira da montadora lançou recentemente uma campanha de parcelamento facilitado para tentar inverter o cenário. Contudo, esse não é o único problema. As restrições à importação de automóveis na Argentina, principal parceira comercial das montadoras instaladas no Brasil, agravou a situação do setor. "Mas creio que essa seja uma situação econômica passageira", disse Ammann. O executivo evitou falar de novos investimentos, como os R$ 2,5 bilhões previstos para a modernização do complexo industrial de São José dos Campos (a 97 quilômetros de São Paulo). A unidade, que teve 1.053 funcionários demitidos no início deste ano, deverá ser a escolhida para a produção do substituto do Celta. O futuro compacto é chamado internamente de Jade. Outro ponto que está sendo avaliado pela empresa norte-americana é a importação de modelos de luxo. Os planos de trazer a linha Cadillac para o país, por exemplo, ainda estão em estudo. Com o dólar elevado, a General Motors estuda se essa operação seria viável. |
Imagens internet Réu em um processo sob acusação de cometer estupro numa festa da USP (e absolvido na primeira instância em fevereiro), Daniel Tarciso da Silva Cardoso conseguiu o registro de médico no Conselho Regional de Medicina de Pernambuco. Ele apresentou os documentos necessários, inclusive diploma, segundo o órgão. Seu cadastro data de abril e consta como regular. SEM CARTEIRA O caso motivou uma série de protestos no ano passado na Faculdade de Medicina da USP. O Conselho Regional de Medicina de SP já havia se antecipado a um eventual pedido de registro e dito em novembro que o negaria enquanto não tivesse acesso à sindicância da universidade para apurar o caso. Daniel não chegou a fazer solicitação em SP. EM CURSO O advogado dele, Daniel Casagrande, diz não saber informar se o cliente está exercendo a medicina em Pernambuco, mas afirma que ele não cometeu crime. fonte: Folha de S. Paulo

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