INCÊNDIO CRIMINOSO? A Polícia Civil vai investigar se o incêndio que atingiu parte do hotel Park Plaza, na região central de São Bernardo do Campo
A Polícia Civil vai investigar se o incêndio que atingiu parte do hotel Park Plaza, na região central de São Bernardo do Campo (Grande São Paulo), no final da tarde de hoje, foi criminoso. Seis apartamentos tiveram danos, e quatro pessoas foram intoxicadas pela fumaça. "Esperamos os laudos do Instituto de Criminalística para saber se o incêndio foi criminosos ou não", afirmou o delegado Victor Nutti, que investiga o caso.
O fogo começou por volta das 17h40 num apartamento do quinto andar que estava em reforma e servia como depósito, de acordo com o Corpo de Bombeiros. Colchões eram guardados no local. Outro foco de incêndio apareceu no sétimo andar, mas os bombeiros não sabiam afirmar se os focos tinham ligação entre si ou se começaram separados.
Kleber Martins Ribeiro, funcionário do hotel, contou que estava no apartamento ao lado daquele onde o fogo começou, no quinto andar, quando sentiu o cheiro de queimado. Ao se dirigir para a sacada do cômodo, viu o fogo saindo do apartamento ao lado e, no térreo, o gerente e funcionários gritando para ele descer.
Ribeiro saiu de onde estava e ajudou os hóspedes do quinto andar a descer. Segundo ele, apenas um hóspede permaneceu na sacada de um apartamento e foi socorrido pelos bombeiros.
O funcionário afirmou que no momento do incêndio estavam no hotel cerca de 70 pessoas, entre funcionários e hóspedes.
O hotel Park Plaza, do grupo Liau Hotels, fica no nº 1.501 da avenida das Nações Unidas, possui oito pavimentos e 165 apartamentos com varandas --47 hóspedes estavam registrados, mas não há informações se todos estavam no local na hora do incêndio.
| Editoria de Arte/Folhapress |
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Segundo um funcionário, todos os hóspedes foram retirados até as 19h30, quando as chamas já haviam sido apagadas pelos bombeiros.
As quatro pessoas socorridas do prédio foram encaminhadas para o pronto-socorro Pauliceia em estado leve.
Os bombeiros afirmaram que 26 carros da corporação e 82 homens foram encaminhados para o local.
Segundo o coronel Roberto Rensi, comandante metropolitano do Corpo de Bombeiros, o prédio estava em situação irregular, mas não sabia afirmar se o auto de vistoria estava vencido ou se não havia sido feito.

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