Pular para o conteúdo principal

Você tem R$ 160 bilhões para ajudar a Petrobrás? É o que ela precisa

Esse é o valor que a empresa, cujas ações bateram recorde negativo na semana passada, terá de pagar a credores nos próximos três anos. Ninguém sabe como conseguir tanto dinheiro


Imagine ser sócio de uma empresa competitiva, dona de um mercado imenso – uma verdadeira máquina de fazer dinheiro. Mas imagine também que o governo obrigue sua empresa a vender produtos com prejuízo e queimar um terço de seu caixa. Imagine ainda que seus funcionários mais graduados tenham se unido a fornecedores para roubar a companhia durante anos. As compras desnecessárias e superfaturadas levaram sua empresa a se endividar muito, e em dólar – em um período em que o valor da moeda americana disparou. Restou uma dívida cinco vezes maior do que a empresa tem em caixa. Agora, só de juros, você e seus sócios têm de gastar quase um terço dessa reserva por ano. E ainda paira sobre sua cabeça uma ação na Justiça americana, que pode lhe custar mais alguns bilhões em multas. O.k., a empresa tem patrimônio. Pode vender algo, fazer algum dinheiro e recuperar a confiança dos credores... mas quem tem pressa para vender, ainda mais numa crise, vende mal. Agora, pare de imaginar. O pesadelo é de verdade.


O empresário é você, dono da Petrobras, como todo brasileiro. Nos próximos três anos, para quitar as dívidas de curto prazo da companhia, você terá de ajudar a levantar inacreditáveis R$ 160 bilhões. Só assim a estatal conseguirá voltar a funcionar normalmente. No mundo ideal, três quartos desse valor, ou R$ 120 bilhões, deveriam ser ressarcidos pelo governo. Por três anos, de 2011 a 2014, a empresa foi obrigada pelo acionista majoritário – a União – a vender gasolina e diesel a preço abaixo do que pagava para importar petróleo e derivados. Na prática, a chance de o governo federal repor o dinheiro é nula. Resta à Petrobras se virar para acalmar os credores. E rápido. Na semana passada, as ações da empresa chegaram a valer R$ 4,26, menor valor da história. A estatal descobriu que o poço de sua crise não tem fundo.
A empresa já vinha se mexendo para tentar estabilizar a situação e começar a se recuperar. O problema é que o cenário, para as petroleiras em geral e para a Petrobras em particular, vem piorando mais rapidamente do que a companhia consegue colocar as ideias em prática. O plano da empresa para tentar se recuperar incluiredução de investimentosvenda de ativos e corte de custos. Lançado em julho, foi revisado em outubro e, novamente, há duas semanas. Com o novo ajuste, prevê cobrir os R$ 120 bilhões que a União lhe deve.
Pelos planos de ajuste, a empresa economizará R$ 30 bilhões com corte de investimentos, inflados nos anos da bonança por projetos ruins e superfaturados. Mais R$ 30 bilhões viriam, em um cenário ideal, de cortes de custos (em parte facilitada pela queda no preço do petróleo a importar). Outros R$ 60 bilhões seriam obtidos com a venda de ativos não ligados ao negócio principal da empresa, também filhos dos tempos de euforia. “Se tudo der certo, a empresa se tornará mais focada e menos endividada”, diz Pedro Medeiros, analista do setor de petróleo no Citibank. No atual cenário, há chances de tudo dar certo?
No próximo mês, Aldemir Bendine completará um ano de empresa. Funcionário de carreira do Banco do Brasil, teve como primeira missão apresentar um balanço crível de 2014, então em atraso. Apresentou, então, baixas no patrimônio de R$ 6 bilhões causadas por pagamento de propina, mais R$ 44 bilhões decorrentes deprojetos malfeitos. Sua segunda missão é adequar a empresa aos novos tempos. A terceira, torcer para que a Petrobras não sejacondenada pela Justiça dos Estados Unidos, onde é investigada porviolar a legislação de combate à corrupção, a temida Foreign Corruption Practice Act (FCPA).  Bendine ainda é visto, por muitos funcionários da empresa, como um estranho ao negócio. Entre especialistas fora da Petrobras, porém, prevalece a opinião de que ele tem o perfil correto e um plano de reestruturação aceitável para o momento – até por falta de ideias melhores. Isso não basta para que esses especialistas se tornem otimistas quanto ao futuro da empresa.
A realidade não tem colaborado. A intenção de vender um quarto daBR Distribuidora, primeiro por meio de ações, depois com a procura de um sócio, falhou. O plano de conseguir pelo menos R$ 6 bilhões com a venda de uma fatia da empresa voltou ao estágio zero. Até agora, a estatal só conseguiu se livrar de um ativo relevante, a participação de 49% na Gaspetro, por R$ 2 bilhões. O próximo passo é oferecer ao mercado seus 36% na Braskem, controlada pelo grupoOdebrecht – um dos investigados na Operação Lava Jato –, e aTranspetro, dona de terminais, navios e dutos, ainda sem valores estipulados. A cúpula da empresa avalia que conseguirá concluir algumas vendas ainda no primeiro trimestre de 2016, mas poucos especialistas de mercado partilham essa esperança. “Os interessados vão exigir um preço menor, e os negócios são complicados, porque dependem de contratos com a Petrobras e de mudanças na regulação”, diz o pesquisador Edmar de Almeida, do grupo de estudos de economia em energia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Por ser uma importadora, a Petrobras se beneficia, em parte, da violenta queda global no preço do petróleo. Ao contrário do que aconteceu até 2014, os preços oferecidos ao consumidor brasileiro agora estão 39% superiores à cotação externa no caso da gasolina e80% no caso do diesel. Essa margem de lucro contribui para recolocar o caixa da empresa num patamar confortável, de R$ 60 bilhões para R$ 100 bilhões. Mas esse fator não joga só a favor da empresa. Ele dificulta ainda mais o feirão que a Petrobras gostaria de fazer. Assim como a estatal, outras petroleiras mundo afora estão vendendo seus ativos, aumentando a oferta desse tipo de negócio. Com o barateamento do petróleo, todas fogem de entrar em novos projetos. Sobram, assim, menos atores interessados na Petrobras. Entre esses poucos bravos, há ainda ceticismo sobre a conveniência de fazer negócio com uma empresa afundada pela corrupção. Para completar, há o risco adicional de emperramento na burocracia da Petrobras, que cresceu em resposta à Lava Jato. “Os processos estão mais demorados, e os técnicos muito cautelosos, pois ninguém quer ser questionado depois”, diz Paulo Furquim, coordenador do Centro de Pesquisa e Estratégia do Insper.
Suponhamos que a Petrobras conseguisse contornar essas dificuldades e fazer boas vendas de ativos. Restariam outros obstáculos, tremendos, no caminho da recuperação. O cenário traz incerteza sobre a estratégia decidida pela Petrobras – o foco total no desenvolvimento do pré-sal. Ali, as reservas são maiores e os poços em atividade produzem até quatro vezes mais que  os localizados em águas mais rasas. Seu custo operacional, porém, é bem mais alto. Há seis meses, cada barril dali extraído precisaria ser vendido a US$ 40 para se pagar. Mas a cotação atual do barril está abaixo dos US$ 30. Conforme aprimora seu trabalho no pré-sal, a Petrobras consegue extrair óleo dessa região ultraprofunda com custo menor. Trata-se de uma corrida – a empresa só vence se conseguir baratear seus processos mais rapidamente do que despenca o preço do petróleo. “O corpo técnico da empresa tem conseguido baixar os custos dessas áreas rapidamente”, diz Pedro Medeiros, do Citi. Mas o corte de custos enfrentará resistência. Os trabalhadores, agrupados em sindicatos poderosos, resistem em perder benefícios.
Nos últimos dias, ressurgiu a expectativa de o governo autorizar umaoperação para levantar dinheiro com a emissão de novas ações. A hipótese ajudou a derrubar as cotações. “Seria necessário muito dinheiro para fazer diferença. E, com o valor baixíssimo das ações hoje, teria de ser oferecida uma quantidade de papéis monumental, que não encontraria compradores”, diz o analista Flavio Conde, da consultoria Whatscall. Em relatório, o Citi afirma que a operação seria arriscada para o governo, pois o Tesouro teria de comprar parte das novas ações para não perder participação na empresa, num momento de tentativa de ajuste das contas públicas. Bendine apresentou ao governo uma proposta desse tipo em 2015. Ela foi rechaçada pela equipe do então ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Nos últimos dias, ÉPOCA ouviu três profissionais ligados à alta administração da empresa, que negaram haver qualquer discussão desse tipo atualmente.
Nos últimos dias, ressurgiu a expectativa de o governo autorizar umaoperação para levantar dinheiro com a emissão de novas ações. A hipótese ajudou a derrubar as cotações. “Seria necessário muito dinheiro para fazer diferença. E, com o valor baixíssimo das ações hoje, teria de ser oferecida uma quantidade de papéis monumental, que não encontraria compradores”, diz o analista Flavio Conde, da consultoria Whatscall. Em relatório, o Citi afirma que a operação seria arriscada para o governo, pois o Tesouro teria de comprar parte das novas ações para não perder participação na empresa, num momento de tentativa de ajuste das contas públicas. Bendine apresentou ao governo uma proposta desse tipo em 2015. Ela foi rechaçada pela equipe do então ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Nos últimos dias, ÉPOCA ouviu três profissionais ligados à alta administração da empresa, que negaram haver qualquer discussão desse tipo atualmente.
A Petrobras afirma que a redução da dívida e a melhoria do retorno para os acionistas são “objetivos fundamentais”. Para isso, a empresa busca vender ativos, reduzir custos e melhorar o desempenho. A companhia informa que a crise global no setor também leva os fornecedores a reduzir valores cobrados nos equipamentos e serviços. De acordo com a Petrobras, a produção nos poços do pré-sal vem mostrando melhor relação entre custo e benefício do que se esperava inicialmente, o que permite cortar investimentos sem comprometer tanto a produção. A dimensão dos desafios mostra que, mesmo se todas as apostas derem certo, a Petrobras continuará em recuperação por muito tempo. Isso exigirá uma prolongada vigilância contra a corrupção, a ineficiência e as tentações de uso populista da companhia.

Comentários

ᘉOTÍᑕIᗩS ᗰᗩIS ᐯISTᗩS

Estudante da USP acusado de estuprar colega obtém registro de médico

Imagens internet Réu em um processo sob acusação de  cometer estupro  numa festa da USP (e absolvido na primeira instância em fevereiro), Daniel Tarciso da Silva Cardoso conseguiu o registro de médico no Conselho Regional de Medicina de Pernambuco. Ele apresentou os documentos necessários, inclusive diploma, segundo o órgão. Seu cadastro data de abril e consta como regular. SEM CARTEIRA O caso motivou uma série de protestos no ano passado na Faculdade de Medicina da USP. O Conselho Regional de Medicina de SP já havia se antecipado a um eventual pedido de registro e dito em novembro que o negaria enquanto não tivesse acesso à sindicância da universidade para apurar o caso. Daniel não chegou a fazer solicitação em SP. EM CURSO O advogado dele, Daniel Casagrande, diz não saber informar se o cliente está exercendo a medicina em Pernambuco, mas afirma que ele não cometeu crime. fonte:  Folha de S. Paulo

Votação de reforma trabalhista testa força política de Temer no Congresso

Fragilizado pela denúncia criminal apresentada contra o presidente Michel Temer, o governo conta com margem apertada para aprovar no Senado, hoje, a ampla reforma da legislação trabalhista que o peemedebista apresentou como uma das bandeiras de seu governo. A oposição quer aproveitar o clima criado pela denúncia, que está sob análise da Câmara dos Deputados, para tentar barrar a votação e atrasar ainda mais o calendário programado pelo Palácio do Planalto, que contava com a aprovação do texto em junho. Levantamento da reportagem mostra que o governo tem o apoio declarado de 43 senadores para aprovar a reforma. Como se trata de um projeto de lei, o apoio de metade mais um dos presentes na sessão basta para o governo - se os 81 senadores comparecerem, seriam suficientes 41 votos. O Planalto conta com a aprovação da reforma para dar uma demonstração de força no Congresso e reagir ao clima negativo criado pela discussão da denúncia criminal na Câmara, que aprovou a reforma traba...

Ex-goleiro Marcos deixa a UTI e vai para o quarto após cirurgia no coração

O ex-goleiro Marcos deixou a UTI do Hospital do Coração (Hcor), em São Paulo, e está no quarto para continuar a recuperação de uma cirurgia cardíaca realizada na última quinta-feira. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o ídolo palmeirense tem quadro estável e com boa recuperação. Marcos, de 43 anos, chegou a publicar vídeo nas redes sociais no último fim de semana para mandar recado aos fãs e mostrar a cicatriz no peito. Os médicos realizaram um procedimento para corrigir um prolapso da válvula mitral, problema identificado durante exame de rotinas cerca de um mês antes da cirurgia. O ex-goleiro preferiu não divulgar o tratamento, para evitar alarde. O hospital não tem previsão de alta nem da divulgação de novos boletins sobre o estado de saúde do paciente. O ídolo palmeirense se aposentou do futebol no fim de 2011. Desde então, atuou como embaixador do Palmeiras em eventos e cuidou de projetos pessoais. fonte: Istoé

Galã da Globo de 30 anos sofre ataque cardíaco e é internado em SP

O ator Felipe Titto, de 30 anos, sofreu um ataque cardíaco neste domingo (22) e teve de ser internado no Hospital São Luiz, no Morumbi, em São Paulo. De acordo com o G1, o hospital não divulgou boletim médico. Entretanto, a assessoria de Titto informou que o ator passa bem, mas ainda será submetido a novos exames. "Felipe está bem, está falando, está sem dor, mas ainda não tem previsão de alta", informou a nota à imprensa. Na rede social Snapchat, o galã publicou uma foto dele na cama do hospital. “Deu ruim, mas nóes é zikaaa” (sic), escreveu o artista, que tem no currículo trabalhos e novelas como Malhação (2004 A 2007), “Avenida Brasil” (2012) e “Amor à Vida” (2014). fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/fama/335998/gala-da-globo-sofre-ataque-cardiaco-e-e-internado-em-sp?utm_source=notification&utm_medium=push&utm_campaign=335998

GM encerra operações na Venezuela após confisco de fábrica da montadora pelo governo

Bloqueio de fábrica em centro industrial e o confisco de bens da montadora ocorre em meio à crise econômica no país Após as autoridades da Venezuela tomarem uma unidade da General Motors, a montadora norte-americana anunciou, na quarta-feira, o encerramento das operação no país. De acordo com o site  G1 , a planta da empresa localizada no centro industrial de Valencia teve o funcionamento impedido pelo governo venezuelano. "Ontem  (terça-feira) , a fábrica da GMV (General Motors Venezolana) foi inesperadamente tomada pelas autoridades públicas, impedindo as operações normais. Além disso, outros ativos da companhia, como veículos, foram retirados ilegalmente de suas instalações", afirmou a montadora por meio de comunicado. O confisco da unidade da GM ocorre em meio à crise econômica e política da Venezuela, onde outras empresas norte-americanas também já foram afetadas. Conforme o  G1 , a indústria automobilística do país enfrenta a falta de matéria-prima e div...

Roger agradece carinho da torcida do Bota com filha: "Marcou a minha vida"

Na derrota de 2 a 0 para o Avaí, atacante entra em campo com Giulia, que tem o seu nome gritado pelo público presente ao Nilton Santos: "Eu me senti muito amado" O Botafogo perdeu para o Avaí por 2 a 0 nesta segunda-feira, mas o atacante Roger deixou o Estádio Nilton Santos feliz pelo carinho dos torcedores com a sua filha Giulia. A menina de 11 anos, que é deficiente visual, entrou em campo com o pai e teve  o seu nome gritado pelo público presente ao jogo . Em entrevista ao programa "Bem, Amigos!", o centroavante agradeceu o carinho dos brasileiros desde que ela foi tema de uma matéria do programa "Globo Esporte", na última semana e disse que jamais esquecerá das manifestações dos alvinegros. Roger garantiu que a reportagem tinha como objetivo mostrar para a sua filha como é a sua profissão e ficou surpreso com tantas manifestações. O centroavante lamentou não poder retribuir o carinho dos torcedores com gols e mais uma vitória, mas fez questã...

A Regra do Jogo: Dante desconfia de Gibson

Dante (Marco Pigossi) vai desconfiar de Gibson (José de Abreu) depois do resgate de Aninha (Letícia Braga) em A Regra do Jogo. A menina surgirá na mansão da família após Kiki (Deborah Evelyn) chantagear o pai. O policial não acreditará na história contada pelo avô. Gibson afirmará que os sequestradores da criança pediram resgate, e ele pagou, além de ter montado um esquema de investigação com seus seguranças e ex-policiais. "Eu não queria e não podia te envolver nisso, mas depois a gente conversa melhor", despistará o líder da facção ao neto.  Essa sequência vai ao ar a partir do dia 20 na novela das nove da Globo. Antes, o público verá Dante desconfiado da mãe.  Ele não vai acreditar em Kiki , que afirmará que não voltou antes para mostrar que estava viva por conta de sua relação com Zé Maria (Tony Ramos). A loira dirá que teve uma filha com ele e tinha medo de o amante ser preso. O policial chegará a desconfiar de que ela é da facção criminosa da trama e está acobert...

GM vai apresentar no Salão do Automóvel em SP, Novo Tracker turbo

Uma das principais atrações da Chevrolet para o Salão do Automóvel, que acontece de 10 a 20 de novembro, o reestilizado Tracker foi flagrado com camuflagem pela nossa reportagem nos arredores de São Paulo (SP). Com mudanças concentradas na dianteira, o Tracker 2017 recebeu novos para-choques, faróis de LEDs e grade estreita, ficando alinhado a nova identidade visual da GM. O interior também muda e recebe um novo painel com quadro de instrumentos analógicos, além de tela multimídia de 7″ com o novo MyLink. fonte:  http://carplace.uol.com.br/flagra-chevrolet-tracker-2017-e-pego-antes-da-estreia/

Os perigos e consequências de emprestar seu nome para terceiros

Por  Victor Manuel Barbosa Vicente  e  Dany Rogers . Os estudos da pesquisadora  Cecília Mattoso , desenvolvidos na COPPEAD/UFRJ, resultaram no livro  Me empresta seu nome? Um estudo sobre os consumidores pobres e seus problemas financeiros . Já a pesquisadora  Jessica Campara  e outros pesquisadores, desenvolveram o estudo intitulado  O dilema dos inadimplentes: antecedentes e consequentes do ‘nome sujo’ . Estes materiais demonstraram uma relação entre o empréstimo do nome para contração de dívidas de terceiros e o endividamento das pessoas em todas as classes sociais. Mostra ainda que o problema atinge com mais ímpeto as classes menos abastadas financeiramente. O bom coração do brasileiro e a sua vontade em querer ajudar e ser solidário acabam resultando em sérios problemas. Segundo dados do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 1 em cada 10 brasileiros contrai dívidas por emprestar seu nome para terc...

Empate heroico no Palestra

Palmeiras busca empate, mas Cruzeiro leva vantagem por semifinal Os 32.067 pagantes que estiveram no Estádio Palestra Itália viveram fortes emoções na noite desta quarta-feira. O Cruzeiro chegou a abrir 3 a 0, mas o Palmeiras conseguiu o empate por 3 a 3, resultado que garante aos mineiros a vantagem na briga por uma vaga na semifinal da Copa do Brasil pelos gols fora de casa (avança com 0 x 0, 1 x 1 ou 2 x 2 em Belo Horizonte). Inoperante no primeiro tempo, o Palmeiras apenas assistiu os gols de Thiago Neves, Robinho e Alisson. Na etapa complementar, o time mandante entrou no jogo com dois gols de Dudu e, empurrado pela torcida, ainda conseguiu empatar por meio de Willian. O jogo de volta será às 21h45 (de Brasília) de 26 de julho, no Mineirão. Na semifinal, o ganhador enfrenta Grêmio ou Atlético-PR. Pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro, às 16 horas de sábado, o Palmeiras pega o Grêmio, no Pacaembu. Já o Cruzeiro, às 16 horas de domingo, encara o rival Atlético-MG, no ...