Pular para o conteúdo principal

SAÚDE PUBLICA : CRACK O ABISMO PARA O INFERNO


Em apenas 10 segundos o usuário abre a porta para o abismo


 


Toda vez que um viciado em crack acende seu cachimbo assina uma nova sentença de morte. Com o poder de escravizar às primeiras tragadas, a pedra à base de cocaína arrasta o usuário à sarjeta em pouquíssimo tempo. A droga, que avança como uma praga pelo território gaúcho, faz mais vítimas do que qualquer outra porque afunda o dependente numa degradação física e psicológica que o empurra ao crime para saciar o vício devastador.
Conheça algumas histórias:

Prostituição para comprar crack:
Jéssica, 15 anos, é filha de pai traficante e mãe usuária de cocaína. Nasceu em uma família pobre da periferia. Começou a fumar maconha aos 10 anos. Por causa do vício, parou de estudar aos 12. Ano passado, iniciou um tratamento para dependência química, mas desistiu um mês depois. Grávida de quatro meses, Jéssica está de volta à mesma clínica há um mês.


Eu comecei roubando cigarro da minha mãe. Depois, conheci a maconha. Com 13 anos, fui numa festa com uma amiga. Ela tem dinheiro, sabe, daí gastamos uns 150, 200 pila em cocaína. Cheirei lá na festa mesmo. E assim começou. Sabe, meu pai era traficante, daí puxou tudo aquilo. Sempre foi mais fácil conseguir a droga. Meu pai morreu na cadeia. Agora meu padrasto tá preso por tráfico. Tem meus tios que são traficantes, meu primo, os namorados das minhas irmãs… Então, tudo vem dessa convivência. O crack eu conheci quando tive uma briga feia com a minha mãe. Fui lá pro meu primo, daí ele pediu se eu queria experimentar alguma coisa mais forte. Daí eu tava chorando, tava muito nervosa e falei: ‘vô me jogar de vez’. Daí eu experimentei. Nossa! Tu fica muito louco, a sensação é de que todos os problemas somem. Mas aí, depois que passa, vem a frustração. Tu lembra que tu vendeu tuas coisas pra fumar. Nossa! Daí, sabe o que tu faz? Vai lá, vende mais uma coisa e fuma para esquecer disso. E assim tu vai indo até um ponto em que tu não tem mais nada, ninguém mais confia em ti. É tu e tu. Não tem essa de fumar uma pedra só. Tu passa dois, três dias dando estouros (fumando). Uma vez me prostitui por R$ 50 pra comprar crack. O problema não é só a droga, o problema é… ai, esqueci a palavra, como é… a, sim, o comportamento. O problema é o comportamento que faz usar droga. Já fiquei internada ano passado. Mas quem é que, na minha idade, vai querer ficar sem rádio, sem música, sem festa, sem namorar, sem nada? Imagina! Eu fugi. 
Agora tô grávida e minha mãe me largou de mão. Daí eu pensei que não quero dar pro meu filho a vida que eu levo. Tô começando tratamento e quero sair de cara limpa. Todas as manhãs me prometo: ‘só por hoje não vou usar droga’.


Empresa virou fumaça:

Sandro, 33 anos, cresceu em uma família de classe média. Ele começou a usar drogas aos 12. Já teve uma empresa e situação financeira confortável. Perdeu tudo para o crack. Acaba de concluir o segundo tratamento para dependência química. Hoje, Sandro está em busca de emprego.
“Eu comecei a usar drogas porque quis, mas tive influência de amigos. Comecei com inalantes como benzina, em seguida conheci as boletas (comprimidos), a maconha, a cocaína. Foi uma escala. Em 1997 eu conheci o crack. O crack me derrubou muito rapidamente. No começo, a pedra causa prazer, mas depois tu te torna escravo. Tu nem sabe mais por que tá usando e fazendo todas as coisas para usar, como assaltar. Eu estava em situação praticamente de rua quando fui internado numa fazenda (terapêutica). Quando voltei à sociedade fiquei alguns meses de pé, mas aí recaí na cocaína. Minha família brigou comigo e eu saí de casa. Me mantive até 2008 entre altos e baixos. Nessa época eu tinha saído de Caxias, vivia em outra cidade. Eu tinha um estabelecimento comercial e uma situação financeira razoável. Mas aí, ano passado, eu tive uma forte recaída no crack. Em 40 dias botei tudo fora. Perdi meu negócio, vendi toda a mobília da casa, arrumei dívidas com traficantes. Se eu aparecer nessa cidade onde eu vivia provavelmente não tenha tempo de explicar nada: eles vão me matar. Eu peguei uma quantidade grande de crack e sumi. Na fissura, a gente acaba roubando do próprio traficante, o que é decretar a própria morte. Eu passei dias fumando alucinado, fugindo. Aí voltei a Caxias. Fiz um novo tratamento e estou desde dezembro (de 2008) sem usar droga. Tem sido difícil porque quando a gente entra em recuperação se desliga do mundo e dos problemas. Quando volta para a sociedade os problemas estão esperando. Mas dá pra resolver. Agora estou procurando emprego. Sei que vou viver em recuperação porque é uma doença incurável. Talvez, se eu achar que estou recuperado, eu pense que posso usar mais um pouquinho, né?”
Recaída pela sexta vez:
Marciano, 25 anos, é filho de comerciantes de classe média. Começou a fumar maconha aos 12 e a cheirar cocaína aos 15. Conheceu o crack aos 20. Já tratou a dependência química em três fazendas terapêuticas e duas clínicas, mas recaiu. Há 20 dias se internou por vontade própria. Quando deu este depoimento estava em tratamento há cinco dias. O crack o venceu uma semana depois. Marciano abandonou tudo mais uma vez.
“Eu comecei a fumar maconha por achar que eu ia ficar mais legal. Aí eu me apaixonei pela droga. Com 15 anos, conheci a cocaína. Comecei a usar cocaína, maconha e álcool. Meu pai não aceitou isso. Com 16 anos fui internado pela primeira vez. Fiquei um mês. Fugi por não acreditar naquilo, achar que não precisava. Eu ainda queria usar droga. E aí saí e comecei a usar cada vez mais, cada vez mais. Larguei os estudos. Aos 18 tive envolvimento com crime. Depois fui para uma fazenda terapêutica. Saí de lá bem, mas daí fui para uma festa, fiquei bêbado e recaí. Um dia quase tive uma overdose. Tomei comprimidos tarja preta com algumas coisas lá que não sabia o que era. Mas eu achava que batia alguma coisa e tomei com álcool. Aí não lembro o que fiz, só sei que entrei numa festa por cima do telhado. Ô, que horror aquilo lá! A situação ficou tão feia que minha mãe foi embora de casa. Daí, na intenção de me ajudar, minha família me perguntou o que eu queria para largar a droga. Fui morar com um amigo. Uma semana depois, conheci o crack através de um cara lá que eu queria pegar cocaína pra cheirar e ele disse que só tinha crack. Aí eu peguei pra ver como era. Um mês depois eu já não fui mais trabalhar, comecei a usar todo dia e a vender tudo o que eu tinha. Fui morar na casa de um traficante. Era dia e noite fumando crack, vendendo, roubando, fazendo coisas ilegais que não quero falar o quê, tá ligado? Eu já não comia. Um dia, não aguentei mais e pedi pra ser internado. Fiquei nove meses, foi em 2007. Mas aí recai porque conheci um cara muito legal, sabe? Ele fumava maconha e eu voltei a fumar. Achei que um baseado não ia dar em nada. Aí comecei a cheirar cocaína de novo e a fumar crack, de novo. E agora faz cinco dias que tô internado, sabe? Nos três primeiros não dormi por causa da abstinência. Eu sei qual é o caminho, só preciso seguir nele.”
Veja imagens:
A estimativa oficial é de que haja 50 mil usuários de crack no Rio Grande do Sul. O dado é alarmante, mas a realidade pode ser ainda pior, uma vez que a estatística se baseia em pessoas que procuram ajuda em centros de reabilitação, o que exclui uma imensa parcela que convive com a droga e o tráfico diariamente.
O estrago social provocado pelo crack tem impacto nítido em Caxias, a começar pela violência. Desde que a droga aportou na cidade, há duas décadas, os índices de criminalidade só aumentaram. Até março deste ano, a droga já motivou 51% dos 31 assassinatos.
— Na fissura por mais droga, muitos usuários se envolvem em assaltos, furtos, se endividam com traficantes. Terminam pagando com a própria morte — diz o delegado Marcelo Grolli, do 3º Distrito Policial (3º DP) de Caxias.
O crack, assim denominado porque a pedra emite pequenos estalos quando queimada, leva fama de ser uma droga barata desde que seu consumo explodiu nas periferias brasileiras, nos anos 1990. Mas o baixo custo da pedra, em torno de R$ 5, é uma ilusão. Da mesma maneira que não se tem notícia de alguém que tenha experimentado crack uma única vez, um dependente não se satisfaz com uma pedra. Na fissura, o usuário fuma 20, 30 pedras ao dia. Para custear vício, primeiro se desfaz do que tem, depois parte para o crime.
No Estado, as apreensões de crack se multiplicam a cada ano, um indício claro de que mais gente está consumindo e precisa de dinheiro para tal. Entre janeiro e março, a Brigada Militar (BM) de Caxias realizou 52 operações de combate ao tráfico e apreendeu 697 pedras (264,14 gramas), quase o dobro das 378 (326,47) recolhidas no mesmo período do ano passado. Em 2008, 10.293 pedras (2,6 quilos) foram apreendidas.
A polícia calcula que, em Caxias, haja pelo menos 160 pontos de venda de crack e outras drogas, como maconha e cocaína, ainda mais consumidas do que o crack. Ano passado, a Polícia Civil responsabilizou 126 pessoas por tráfico. De janeiro a março de 2009, 36 pessoas já foram indiciadas. Nos pontos de venda, traficantes costumam aceitar de tudo dos viciados em desespero, de laptops a bonecas.
— É comum encontrar todo tipo de material nos pontos de tráfico. Qualquer coisa serve como moeda de troca – revela o tenente-coronel Júlio César Marobin, comandante do 12º Batalhão de Polícia Militar (12º BPM), de Caxias.
— Num Natal, meu filho conseguiu trocar por crack até o peru da nossa ceia. Toda noite eu tinha que colocar o botijão de gás no meu quarto senão meu filho vendia por pedra – conta a caxiense Everly de Jesus Rodrigues, 45 anos, mãe de um garoto de 18 anos morto a tiros em consequência do vício, mês passado.
O drama que o crack leva para dentro das famílias não aparece nas estatísticas policiais, mas é gravíssimo. Nos últimos tempos, casos de mães que acorrentam seus filhos na tentativa de conter o vício têm aparecido com frequência na imprensa. Entretanto, a maioria das famílias silencia, por medo ou vergonha, enquanto dinheiro e objetos são levados de casa.
— O usuário não se penaliza com barbaridades que comete, com parentes ou desconhecidos, porque o crack anestesia o afeto — diz Maria Virgínia Agustini, coordenadora da política de saúde mental da Secretaria Municipal da Saúde.
A lotação de instituições de reabilitação e ambulatórios de desintoxicação é uma demonstração dessa epidemia que atinge centenas de lares gaúchos, ricos e pobres. Só em Caxias, 514 pessoas em atendimento, sendo que 90% são dependentes de crack.
— Se o diabo inventou um inferno na terra, esse inferno é o crack — ressalta Roberto Faleiro, coordenador da Casa de Passagem São Francisco.
Do total de usuários em tratamento, 35% abandonarão tudo no meio do caminho. Entre os que concluírem o processo, 90% vão recair na pedra.
— O crack provoca muitas sequelas no organismo e é difícil conseguir algum resultado de longo prazo — revela o psiquiatra Celso Luís Cattani, especialista em dependência química.


Repórter de Cristo - Leia mais: http://reporterdecristo.com/crack-a-pedra-do-inferno/ #ixzz1pp1qBsvy
 


Leva 10 segundos para fazer o efeito, gerando euforia e excitação; respiração e batimentos cardíacos acelerados, seguido de depressão, delírio e "fissura" por novas doses. "Crack" refere-se à forma não salgada da cocaína isolada numa solução de água, depois de um tratamento de sal dissolvido em água com bicarbonato de sódio. Os pedaços grossos secos têm algumas impurezas e também contêm bicarbonato. Os últimos estouram ou racham (crack) como diz o nome.
Cinco a sete vezes mais potente do que a cocaína, o crack é também mais cruel e mortífero do que ela. Possui um poder avassalador para desestruturar a personalidade, agindo em prazo muito curto e criando enorme dependência psicológica. Assim como a cocaína, não causa dependência física, o corpo não sinaliza a carência da droga.
As primeiras sensações são de euforia, brilho e bem-estar, descritas como o estalo, um relâmpago, o "tuim", na linguagem dos usuários. Na segunda vez, elas já não aparecem. Logo os neurônios são lesados e o coração entra em descompasso (de 180 a 240 batimentos por minuto). Há risco de hemorragia cerebral, fissura, alucinações, delírios, convulsão, infarto agudo e morte.

O pulmão se fragmenta. Problemas respiratórios como congestão nasal, tosse insistente e expectoração de mucos negros indicam os danos sofridos.
Dores de cabeça, tonturas e desmaios, tremores, magreza, transpiração, palidez e nervosismo atormentam o craqueiro. Outros sinais importantes são euforia, desinibição, agitação psicomotora, taquicardia, dilatação das pupilas, aumento de pressão arterial e transpiração intensa. São comuns queimaduras nos lábios, na língua e no rosto pela proximidade da chama do isqueiro no cachimbo, no qual a pedra é fumada.
O crack induz a abortos e nascimentos prematuros. Os bebês sobreviventes apresentam cérebro menor e choram de dor quando tocados ou expostos à luz. Demoram mais para falar, andar e ir ao banheiro sozinhos e têm imensa dificuldade de aprendizado.

O caminho da droga no organismo

Do cachimbo ao cérebro

1. O crack é queimado e sua fumaça aspirada passa pelos alvéolos pulmonares
2. Via alvéolos o crack cai na circulação e atinge o cérebro
3. No sistema nervoso central, a droga age diretamente sobre os neurônios. O crack bloqueia a recaptura do neurotransmissor dopamina, mantendo a substância química por mais tempo nos espaços sinápticos. Com isso as atividades motoras e sensoriais são superestimuladas. A droga aumenta a pressão arterial e a frequência cardíaca. Há risco de convulsão, infarto e derrame cerebral
4. O crack é distribuído pelo organismo por meio da circulação sanguínea
5. No fígado, ele é metabolizado
6. A droga é eliminada pela urina
Ação no sistema nervoso

Em uma pessoa normal, os impulsos nervosos são convertidos em neurotransmissores, como a dopamina (1), e liberados nos espaços sinápticos. Uma vez passada a informação, a substância é recapturada (2). Nos usuários de crack, esse mecanismo encontra-se alterado.
A droga (3) subverte o mecanismo natural de recaptação da substância nas fendas sinápticas. Bloqueado esse processo, ocorre uma concentração anormal de dopamina na fenda (4), superestimulando os receptores musculares - daí a sensação de euforia e poder provocada pela droga. A alegria, entretanto, dura pouco. Os receptores ajustam-se às necessidades do sistema nervoso. Ao perceber que existem demasiados receptores na sinapse, eles são reduzidos. Com isso as sinapses tornam-se lentas, comprometendo as atividades cerebrais e corporais
O crack nasceu nos guetos pobres das metrópoles, levando crianças de rua ao vício fácil e a morte rápida. Agora chega à classe média, aumentando seu rastro de destruição 

Fonte: Anjos Caídos, Içami Tiba. Editora Gente, 6ª edição
Fonte: Globo Ciência/1996 Ano 5 nº 58

Comentários

ᘉOTÍᑕIᗩS ᗰᗩIS ᐯISTᗩS

Estudante da USP acusado de estuprar colega obtém registro de médico

Imagens internet Réu em um processo sob acusação de  cometer estupro  numa festa da USP (e absolvido na primeira instância em fevereiro), Daniel Tarciso da Silva Cardoso conseguiu o registro de médico no Conselho Regional de Medicina de Pernambuco. Ele apresentou os documentos necessários, inclusive diploma, segundo o órgão. Seu cadastro data de abril e consta como regular. SEM CARTEIRA O caso motivou uma série de protestos no ano passado na Faculdade de Medicina da USP. O Conselho Regional de Medicina de SP já havia se antecipado a um eventual pedido de registro e dito em novembro que o negaria enquanto não tivesse acesso à sindicância da universidade para apurar o caso. Daniel não chegou a fazer solicitação em SP. EM CURSO O advogado dele, Daniel Casagrande, diz não saber informar se o cliente está exercendo a medicina em Pernambuco, mas afirma que ele não cometeu crime. fonte:  Folha de S. Paulo

Votação de reforma trabalhista testa força política de Temer no Congresso

Fragilizado pela denúncia criminal apresentada contra o presidente Michel Temer, o governo conta com margem apertada para aprovar no Senado, hoje, a ampla reforma da legislação trabalhista que o peemedebista apresentou como uma das bandeiras de seu governo. A oposição quer aproveitar o clima criado pela denúncia, que está sob análise da Câmara dos Deputados, para tentar barrar a votação e atrasar ainda mais o calendário programado pelo Palácio do Planalto, que contava com a aprovação do texto em junho. Levantamento da reportagem mostra que o governo tem o apoio declarado de 43 senadores para aprovar a reforma. Como se trata de um projeto de lei, o apoio de metade mais um dos presentes na sessão basta para o governo - se os 81 senadores comparecerem, seriam suficientes 41 votos. O Planalto conta com a aprovação da reforma para dar uma demonstração de força no Congresso e reagir ao clima negativo criado pela discussão da denúncia criminal na Câmara, que aprovou a reforma traba...

Ex-goleiro Marcos deixa a UTI e vai para o quarto após cirurgia no coração

O ex-goleiro Marcos deixou a UTI do Hospital do Coração (Hcor), em São Paulo, e está no quarto para continuar a recuperação de uma cirurgia cardíaca realizada na última quinta-feira. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o ídolo palmeirense tem quadro estável e com boa recuperação. Marcos, de 43 anos, chegou a publicar vídeo nas redes sociais no último fim de semana para mandar recado aos fãs e mostrar a cicatriz no peito. Os médicos realizaram um procedimento para corrigir um prolapso da válvula mitral, problema identificado durante exame de rotinas cerca de um mês antes da cirurgia. O ex-goleiro preferiu não divulgar o tratamento, para evitar alarde. O hospital não tem previsão de alta nem da divulgação de novos boletins sobre o estado de saúde do paciente. O ídolo palmeirense se aposentou do futebol no fim de 2011. Desde então, atuou como embaixador do Palmeiras em eventos e cuidou de projetos pessoais. fonte: Istoé

Galã da Globo de 30 anos sofre ataque cardíaco e é internado em SP

O ator Felipe Titto, de 30 anos, sofreu um ataque cardíaco neste domingo (22) e teve de ser internado no Hospital São Luiz, no Morumbi, em São Paulo. De acordo com o G1, o hospital não divulgou boletim médico. Entretanto, a assessoria de Titto informou que o ator passa bem, mas ainda será submetido a novos exames. "Felipe está bem, está falando, está sem dor, mas ainda não tem previsão de alta", informou a nota à imprensa. Na rede social Snapchat, o galã publicou uma foto dele na cama do hospital. “Deu ruim, mas nóes é zikaaa” (sic), escreveu o artista, que tem no currículo trabalhos e novelas como Malhação (2004 A 2007), “Avenida Brasil” (2012) e “Amor à Vida” (2014). fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/fama/335998/gala-da-globo-sofre-ataque-cardiaco-e-e-internado-em-sp?utm_source=notification&utm_medium=push&utm_campaign=335998

GM encerra operações na Venezuela após confisco de fábrica da montadora pelo governo

Bloqueio de fábrica em centro industrial e o confisco de bens da montadora ocorre em meio à crise econômica no país Após as autoridades da Venezuela tomarem uma unidade da General Motors, a montadora norte-americana anunciou, na quarta-feira, o encerramento das operação no país. De acordo com o site  G1 , a planta da empresa localizada no centro industrial de Valencia teve o funcionamento impedido pelo governo venezuelano. "Ontem  (terça-feira) , a fábrica da GMV (General Motors Venezolana) foi inesperadamente tomada pelas autoridades públicas, impedindo as operações normais. Além disso, outros ativos da companhia, como veículos, foram retirados ilegalmente de suas instalações", afirmou a montadora por meio de comunicado. O confisco da unidade da GM ocorre em meio à crise econômica e política da Venezuela, onde outras empresas norte-americanas também já foram afetadas. Conforme o  G1 , a indústria automobilística do país enfrenta a falta de matéria-prima e div...

Roger agradece carinho da torcida do Bota com filha: "Marcou a minha vida"

Na derrota de 2 a 0 para o Avaí, atacante entra em campo com Giulia, que tem o seu nome gritado pelo público presente ao Nilton Santos: "Eu me senti muito amado" O Botafogo perdeu para o Avaí por 2 a 0 nesta segunda-feira, mas o atacante Roger deixou o Estádio Nilton Santos feliz pelo carinho dos torcedores com a sua filha Giulia. A menina de 11 anos, que é deficiente visual, entrou em campo com o pai e teve  o seu nome gritado pelo público presente ao jogo . Em entrevista ao programa "Bem, Amigos!", o centroavante agradeceu o carinho dos brasileiros desde que ela foi tema de uma matéria do programa "Globo Esporte", na última semana e disse que jamais esquecerá das manifestações dos alvinegros. Roger garantiu que a reportagem tinha como objetivo mostrar para a sua filha como é a sua profissão e ficou surpreso com tantas manifestações. O centroavante lamentou não poder retribuir o carinho dos torcedores com gols e mais uma vitória, mas fez questã...

A Regra do Jogo: Dante desconfia de Gibson

Dante (Marco Pigossi) vai desconfiar de Gibson (José de Abreu) depois do resgate de Aninha (Letícia Braga) em A Regra do Jogo. A menina surgirá na mansão da família após Kiki (Deborah Evelyn) chantagear o pai. O policial não acreditará na história contada pelo avô. Gibson afirmará que os sequestradores da criança pediram resgate, e ele pagou, além de ter montado um esquema de investigação com seus seguranças e ex-policiais. "Eu não queria e não podia te envolver nisso, mas depois a gente conversa melhor", despistará o líder da facção ao neto.  Essa sequência vai ao ar a partir do dia 20 na novela das nove da Globo. Antes, o público verá Dante desconfiado da mãe.  Ele não vai acreditar em Kiki , que afirmará que não voltou antes para mostrar que estava viva por conta de sua relação com Zé Maria (Tony Ramos). A loira dirá que teve uma filha com ele e tinha medo de o amante ser preso. O policial chegará a desconfiar de que ela é da facção criminosa da trama e está acobert...

GM vai apresentar no Salão do Automóvel em SP, Novo Tracker turbo

Uma das principais atrações da Chevrolet para o Salão do Automóvel, que acontece de 10 a 20 de novembro, o reestilizado Tracker foi flagrado com camuflagem pela nossa reportagem nos arredores de São Paulo (SP). Com mudanças concentradas na dianteira, o Tracker 2017 recebeu novos para-choques, faróis de LEDs e grade estreita, ficando alinhado a nova identidade visual da GM. O interior também muda e recebe um novo painel com quadro de instrumentos analógicos, além de tela multimídia de 7″ com o novo MyLink. fonte:  http://carplace.uol.com.br/flagra-chevrolet-tracker-2017-e-pego-antes-da-estreia/

Os perigos e consequências de emprestar seu nome para terceiros

Por  Victor Manuel Barbosa Vicente  e  Dany Rogers . Os estudos da pesquisadora  Cecília Mattoso , desenvolvidos na COPPEAD/UFRJ, resultaram no livro  Me empresta seu nome? Um estudo sobre os consumidores pobres e seus problemas financeiros . Já a pesquisadora  Jessica Campara  e outros pesquisadores, desenvolveram o estudo intitulado  O dilema dos inadimplentes: antecedentes e consequentes do ‘nome sujo’ . Estes materiais demonstraram uma relação entre o empréstimo do nome para contração de dívidas de terceiros e o endividamento das pessoas em todas as classes sociais. Mostra ainda que o problema atinge com mais ímpeto as classes menos abastadas financeiramente. O bom coração do brasileiro e a sua vontade em querer ajudar e ser solidário acabam resultando em sérios problemas. Segundo dados do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 1 em cada 10 brasileiros contrai dívidas por emprestar seu nome para terc...

Empate heroico no Palestra

Palmeiras busca empate, mas Cruzeiro leva vantagem por semifinal Os 32.067 pagantes que estiveram no Estádio Palestra Itália viveram fortes emoções na noite desta quarta-feira. O Cruzeiro chegou a abrir 3 a 0, mas o Palmeiras conseguiu o empate por 3 a 3, resultado que garante aos mineiros a vantagem na briga por uma vaga na semifinal da Copa do Brasil pelos gols fora de casa (avança com 0 x 0, 1 x 1 ou 2 x 2 em Belo Horizonte). Inoperante no primeiro tempo, o Palmeiras apenas assistiu os gols de Thiago Neves, Robinho e Alisson. Na etapa complementar, o time mandante entrou no jogo com dois gols de Dudu e, empurrado pela torcida, ainda conseguiu empatar por meio de Willian. O jogo de volta será às 21h45 (de Brasília) de 26 de julho, no Mineirão. Na semifinal, o ganhador enfrenta Grêmio ou Atlético-PR. Pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro, às 16 horas de sábado, o Palmeiras pega o Grêmio, no Pacaembu. Já o Cruzeiro, às 16 horas de domingo, encara o rival Atlético-MG, no ...