ANUNCIE SEU PRODUTO - e-mail net4eduardo@gmail.com - Apoio crescente ao general Mourão aumenta tensão nos quartéis - ANUNCIE SEU PRODUTO - email net4eduardo@gmail.com - Após zerar testes de colisão, Onix terá reforços estruturais - Minístro da Fazenda Henrique Meirelles é hostilizado em Nova York, assista

sábado, 27 de maio de 2017

Sonda Juno revela que Júpiter tem mais mistérios do que se pensava

Gif em infravermelho de imagens feitas pela Juno (Foto: J.E.P. Connerney et al.)


Quando os cientistas acham que Júpiter não pode mais nos surpreender, a sonda Juno surge com novidades. Desde que começou a orbitar o gigante gasoso, em julho de 2016, várias novidades vieram à tona.
 (Foto: Image Courtesy of NASA/SwRI)"Estamos vendo que várias de nossas ideias estão incorretas e são até mesmo ingênuas", afirmou Scott J. Bolton, pesquisador da Missão Juno, em uma conferência da Nasa

Uma das primeiras descobertas surgiram das imagens ovais que apareciam na superfície do planeta. Os pesquisadores descobriram que se tratavam de ciclones de 1400 km de extensão — alguns com cerca de 100 km de altura
Agora, mais dois estudos foram publicados na Science: um descreve as tempestades polares do planeta, o outro examina os campos magnéticos e as impressionantes auroras do gigante. Além disso, um combo de 44 pesquisas está sendo publciado no periódico Geophysical Research Letters
Os cientistas estão se baseando nos dois primeiros voos rasantes que a sonda fez. Desde a primeira aproximação, já foram cinco no total. 
"As outras sondas que visitram Júpiter fizeram observações muito distantes a fim de evitar a intensa radiação das partículas do Sol que ficam presas no campo magnético de Júpiter", afirmou John Leif Jørgensen, da Universidade Técnica da Dinamarca, ao IFLScience
"A Juno, que foi criada para se esquivar destas radiações voando abaixo dos principais cinturões de radiação, consegue chegar muito mais perto e entregar um mapa bastante detalhado do campo magnético."
Sobre o campo magnético de Júpiter, pesquisadores descobriram que ele está crescendo. Também descobriram que a força da magnetosfera do maior planeta do Sistema Solar é duas vezes maior do que imaginaram, além de ser mais dinâmico do que anteriormente previsto.
 (Foto:  J.E.P. Connerney et al., Science (2017))“O mais empolgante sobre estudar Júpiter é que, comparado com a Terra, temos mais detalhes sobre como os campos magnéticos funcionam”, afirmou Jack Connerney, um dos pesquisadores, para o Science Alert.
Já as auroras parecem ser diferentes em Júpiter. Enquanto na Terra elas são formadas pela interação entre o campo magnético e as partículas carregadas do Sol que chegam através dos ventos solares, no gigante gasoso há um pequeno detalhe. 
Ao observar a autora do polo sul de Júpiter, os pesquisadores notaram que partículas carregadas (elétrons, na maior parte) não apenas chegam do Sol, mas também são ejetadas do planeta para o Universo. 
“É uma inversão de 180 graus do que estávamos assumindo inicialmente”, afirmou Connerney. “Nunca esperamos ver emissões auroriais tão fortes causadas por elétrons sendo canalizadas para fora da região polar”.
Uma das principais missões de Juno é descobrir se o gigante gasoso tem um núcleo sólido, o que tem grandes implicações para o nosso entendimento sobre a vizinhança. Por ter sido o primeiro planeta criado no Sistema Solar, essa informação pode ajudar a determinar como sistemas solares no geral são formados

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Com a presença de Neto, Chapecoense apresenta elenco para 2017

POSTAGEM EM DESTAQUE

AO VIVO - Jovem Pan Morning Show

AS MAIS VISTAS

Seguidores

COMPARTILHAR POSTAGENS