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O filho do Aedes aegypti, chikungunya, um risco maior que o ebola

Aedes aegypti (Foto: James GathanyCDC/PHIL/Corbis)
No domingo, a família se diverte reunida. Na segunda-feira e nos dias seguintes, o ânimo desaparece pouco a pouco. A casa toda adoece. Crianças, jovens, adultos, idosos – um após o outro. Alguns se queixam de febre acima de 39 graus, outros de dores de cabeça e manchas vermelhas na pele. Todos padecem de terríveis dores nas articulações dos dedos, tornozelos e pulsos. Elas inflamam e incham. Abrir as mãos para alcançar um copo ou vestir a roupa se torna tão difícil e dolorido quanto vencer uma corrida de longa distância. Os que conseguem dar alguns passos, curtos e lentos, se apoiam em cadeiras, cabos de vassoura, muletas emprestadas pelos vizinhos. Tentam buscar socorro para arrastar até o hospital aqueles que mal conseguem se levantar. Ao chegar lá, descobrem que não são os únicos afetados pelos estranhos sintomas. Centenas de pessoas caíram de cama e disputam os mesmos cuidados.
Essa é a experiência compartilhada nas últimas semanas pelos moradores de Feira de Santana, na Bahia, a cerca de 100 quilômetros de Salvador. Mais de 400 pessoas foram diagnosticadas com uma doença nova no Brasil – a febre chikungunya, causada pelo vírus de mesmo nome. Outros 689 casos suspeitos estão em investigação por lá. A origem da palavra é africana. Na língua maconde, da Tanzânia, onde o vírus foi identificado pela primeira vez, nos anos 1950, chikungunya significa “aqueles que se dobram”. É uma referência à postura curvada dos doentes. De uma hora para outra, até os rapazes mais atléticos podem sentir na pele o que é ter 80 anos e sofrer de artrite crônica. Dói bem mais que dengue durante vários dias ou semanas. Em alguns casos, meses.
O vírus consegue infectar muita gente em pouco tempo porque é transmitido por um mosquito bem conhecido dos brasileiros: o Aedes aegypti, o mesmo da dengue. Ao prever um verão com epidemias simultâneas de dengue e de febre chikungunya, o Ministério da Saúde lançou na semana passada mais uma campanha de combate aos focos do mosquito. Desta vez, com um claro alerta: “O perigo aumentou. E a responsabilidade de todos também”.

O vírus avança rapidamente pelo Brasil – e pode chegar a todas as regiões nos próximos meses. Em junho, cinco militares que retornaram de uma missão no Haiti receberam o diagnóstico da doença em São Paulo. No bimestre seguinte, surgiram no Brasil 37 notificações de infecção importada. Na maioria dos casos, a doença foi contraída no Caribe. Com a circulação desses viajantes, não demorou muito para que o vírus fosse introduzido definitivamente por aqui. Em setembro, surgiram no município de Oiapoque, no Amapá, as duas primeiras notificações de transmissão em território brasileiro.
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De lá, o vírus avançou pelo Nordeste até provocar epidemia na Bahia – a região mais afetada até o momento. No total, o Brasil já tem 824 casos confirmados em 15 Estados. O chikungunya raramente mata. Em 2004, cerca de 60% dos habitantes das Ilhas Reunião, um departamento francês no Oceano Índico, se infectaram. A doença deixou a população debilitada e afetou gravemente a economia. Ninguém podia sair de casa para trabalhar, estudar ou consumir. Houve 266 mil casos e apenas 256 mortes – o que significa uma taxa de letalidade de 0,1%. Mais tarde, na epidemia indiana de 2006, houve 1,3 milhão de casos e nenhuma morte. Os caribenhos, acostumados às agressões do vírus, dizem que o chikungunya não mata, mas aleija.

A doença conhecida como “prima da dengue” se espalha enquanto os brasileiros se preocupam com um inimigo ainda inexistente no país: o ebola. É um erro. O risco de o ebola entrar no Brasil, se instalar e começar a ser transmitido para várias pessoas é mínimo. A dengue – que afeta milhares e causa centenas de mortes todos os anos no país – e o chikungunya são ameaças muito concretas. Só neste ano, o Brasil registrou 556 mil casos de dengue e 379 mortes.
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“O chikungunya é um mal anunciado”, afirma o epidemiologista Marcos Boulos, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. “Ninguém pegará ebola no Brasil, mas muita gente corre o risco de ter dengue ou febre chikungunya. Não precisa nem morar na periferia.” Um levantamento sobre a circulação do Aedes aegypti, divulgado na semana passada pelo Ministério da Saúde, revelou que 44% dos 1.453 municípios participantes estão em situação de alerta ou risco para dengue e febre chikungunya. O trabalho demonstra que 117 cidades, incluindo dez capitais, estão em estado de alerta por causa do alto grau de criadouros encontrados. Segundo o Ministério da Saúde, nesses municípios foram encontrados focos do mosquito em quatro de cada 100 casas visitadas em outubro.

Belém (PA), Porto Velho (RO), Maceió (AL), Natal (RN), Recife (PE), São Luís (MA), Aracaju (SE), Vitória (ES), Cuiabá (MT) e Porto Alegre (RS) são as capitais com maior risco de infestação. A proximidade do verão, com a combinação de chuva e calor, favorece a procriação do mosquito. “Se não agirmos com rapidez, em janeiro teremos até dez casas com foco do mosquito a cada 100 imóveis”, afirma Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância do Ministério da Saúde. É muita coisa.

Apesar da grande quantidade de criadouros de mosquitos, o número de casos de dengue no Brasil caiu 61% em 2014. Todas as regiões apresentaram queda. A mais acentuada ocorreu no Sudeste, 67%. As mortes caíram 41%. No conjunto dos Estados, o Rio de Janeiro foi o que mais conseguiu reduzir o número de casos de dengue em 2014. As notificações caíram 97% em relação ao ano passado. Em 2008, o Estado viveu sua maior epidemia de dengue. Tendas do Exército foram instaladas para dar alguma assistência aos doentes que não conseguiam ser atendidos nos postos e hospitais. Desde então, novas estratégias de controle e prevenção ajudaram a conter o avanço do vírus. “Fatores climáticos, como o baixo índice de chuvas, e a imunização natural da população infectada em epidemias anteriores também favoreceram a queda nos registros”, diz Alexandre Chieppe, superintendente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental, da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro. 
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Isso não significa que o Rio, São Paulo e outros Estados densamente povoados estejam livres da ameaça. Como alerta o Ministério da Saúde, o perigo aumentou. Uma das grandes preocupações em relação ao chikungunya é a demanda extra que ele lançará sobre as unidades de saúde que já funcionam com sobrecarga. Não há tratamento específico para a doença. O melhor que os médicos podem fazer é recomendar repouso e ingestão de líquidos, além de aliviar os sintomas com analgésicos e anti-inflamatórios. Como as dores persistem, o paciente volta nos dias seguintes com as mesmas queixas. “Imagine o que acontecerá ao sistema de saúde se a cada dia centenas de pessoas a mais começarem a procurar atendimento em unidades já sobrecarregadas”, diz Boulos, da USP. O pior: muitos pacientes ficam debilitados por muito tempo e precisam de várias sessões de fisioterapia – algo raro na rede pública e disputadíssimo nos serviços privados.

Diferentemente da dengue, que tem quatro subtipos, o chikungunya é único. Quem se recupera da infecção torna-se imune. Quem já teve dengue não está nem menos nem mais vulnerável ao chikungunya. Apesar dos sintomas parecidos e da forma de transmissão similar, as doenças são provocadas por vírus diferentes. Há uma peculiaridade em relação ao chikungunya. “Ele infecta os mosquitos com mais facilidade que o vírus da dengue. Talvez essa seja nossa grande preocupação para 2015”, diz Alexandre Chieppe. 

O vírus só pode ser detectado por exames de laboratório. Por enquanto, as amostras são enviadas ao Instituto Evandro Chagas, em Belém, ou a outros laboratórios públicos. Em breve, os particulares também poderão oferecer o serviço. O Fleury Medicina e Saúde trabalha no desenvolvimento de um kit de diagnóstico. O teste deverá ser lançado nas próximas semanas. “Prevemos uma demanda de 100 exames por dia só na cidade de São Paulo”, diz o virologista Celso Granato, diretor clínico e responsável técnico do Fleury.

Não existe vacina contra o chikungunya. Em breve, haverá uma contra a dengue. Na semana passada, um estudo publicado na revista The New England Journal  of Medicine revelou os resultados promissores de uma vacina desenvolvida pela empresa Sanofi Pasteur. O produto reduziu em 60% os casos de dengue em crianças e adolescentes de 9 a 16 anos. Segundo o laboratório, a vacina também evitou que 80% dos doentes precisassem ser hospitalizados. Não é fácil fazer uma vacina contra a dengue, porque ela é causada por quatro tipos diferentes do vírus. A única empresa que alcançou esse objetivo foi a Sanofi Pasteur. Ela pedirá o registro da vacina no Brasil no primeiro semestre de 2015.
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Quando ela estiver disponível, será uma solução apenas para parte do problema. Os imunizados estarão protegidos contra a dengue, mas poderão cair de cama por causa do chikungunya. Não há no mercado nenhuma forma de imunização contra ele, embora uma vacina criada pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), dos Estados Unidos, tenha se mostrado eficaz em testes com 25 adultos saudáveis. Convencer a população a combater os criadouros dos mosquitos – uma missão historicamente inglória – é mais urgente do que nunca. Vem verão e vai verão, entra campanha e sai campanha, e os depósitos de larvas não diminuem. Os lixões, os pneus velhos, os vasinhos com água parada e as piscinas em casas fechadas continuam onde sempre estiveram. Em tempos de pouca chuva, dividem o papel de criadouro do mosquito com baldes e bacias destampadas nos quintais. Não há nada mais democrático que um vírus transmitido por mosquito. Para adoecer, não é preciso nem sequer dividir o mesmo ambiente com o infectado. O Aedes aegypti cuida de tudo. Sem respeitar as fronteiras entre os bairros, ele promove a união do sangue de ricos e pobres.

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