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fonte: youtube/ Joice Hasselmann TV

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Em meio a crise, fome, desemprego, o ditador Maduro vence eleições 67,7% dos votos válidos contestados pela oposição

Nicolás Maduro, logo após o anúncio de vitória nas eleições deste domingo (20) (Foto: REUTERS/Carlos Garcia Rawlins)

O presidente da VenezuelaNicolás Maduro, foi reeleito para mais 6 anos de mandato após as eleições deste domingo (20), que tiveram horário ampliado, denúncias de fraude, tentativa de boicote da oposição, abstenção de 54% e falta de reconhecimento por grande parte da comunidade internacional.

Segundo o Conselho Nacional Eleitoral, Nicolás Maduro venceu com 67,7% dos votos válidos, aos 92,6% das urnas apuradas. O chavista obteve 5.823.728 votos. A presidente do Conselho Nacional Eleitoral, Tibisay Lucena, anunciou que a votação teve a participação de 46% do eleitorado e um total de 8,6 milhões de votos.

Em seu discurso da vitória, em frente ao Palácio Miraflores, em Caracas, Maduro disse que obteve um "recorde histórico": "Nunca antes um candidato presidencial venceu com 68% dos votos populares e nunca antes havia conseguido 47% do segundo candidato", afirmou.

Em segundo lugar, ficou o candidato opositor Henri Falcón, com 1.820.552 de votos (21%). Pouco antes do anúncio dos resultados da eleição, Falcón declarou que não reconheceria o processo eleitoral deste domingo e exigiu a convocação de novas eleições.

O candidato presidencial Henri Falcón vota neste domingo (20) em Barquisimeto (Foto: Carlos Jasso/Reuters)

O candidato presidencial Henri Falcón vota neste domingo (20) em Barquisimeto (Foto: Carlos Jasso/Reuters)

O pastor evangélico Javier Bertucci obteve 925.042 votos (11%), e ficou em terceiro lugar. Bertucci também contestou a votação e afirmou que fez um balanço da presença do que chamou de "manchas vermelhas" perto das seções eleitorais "que poderiam ter influenciado os resultados".

O outro candidato, Reinaldo Quijada, obteve 34.614 votos (0,4%).


Eleições em meio à crise


esde 2013, quando Maduro assumiu o governo, a Venezuela sofreu ondas de protestos violentos, que deixaram cerca de 200 mortos, e uma derrocada socioeconômica.

O cenário de apagões, falta de comida, remédios, transporte e água e hiperinflação, com um salário mínimo que permite a compra de um quilo de leite em pó, provocou uma emigração em massa nos últimos quatro anos.

fonte: G1

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