Pular para o conteúdo principal

Governo Temer vai apresentar em 15 dias mudanças nas regras da Previdência

A previdência dos nossos filhos: Temer e seu filho Michelzinho, de 7 anos, no Palácio do Jaburu. O presidente sabe da importância de uma reforma nas regras das aposentadorias

Nas últimas décadas, vários temas têm gerado polêmica no Brasil como a descriminalização da maconha, a ampliação dos casos de aborto legal, a autorização para o porte de armas, a legalização de bingos e cassinos, os direitos de uniões homoafetivas, entre outros. Devido a questões religiosas, políticas, ideológicas ou corporativas, os debates raramente são profícuos e acabam contaminados por reações irracionais dos diversos grupos de interesses. Há, no entanto, um assunto insuperável no quesito tabu: a reforma da previdência.
Apesar da constatação elementar de que o rombo bilionário é insustentável, o País conseguiu promover apenas duas reformas parciais, uma no governo FHC e outra no governo Lula, que não resolveram o problema. Toda vez em que o assunto vem à tona, imediatamente surge no imaginário das pessoas a figura de um velhinho carente que terá os seus direitos usurpados. Não é nada disso. Trata-se, na verdade, de buscar alternativas para garantir o pagamento das aposentadorias das próximas gerações. Ciente da gravidade, o presidente Michel Temer está disposto a superar as pressões e promover uma reforma.
No início do ano passado, já com as finanças públicas em frangalhos, a então presidente reeleita Dilma Rousseff empunhou, ao menos nos discursos, essa bandeira. Na ocasião, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, conseguiu apenas emplacar pequenos ajustes nas regras das pensões, como a que reduz o período de recebimento dos benefícios pelas jovens viúvas. Alterações mais profundas não avançaram porque o PT, partido da presidente, sempre boicotou o debate, como se fosse possível tapar o sol com a peneira.
O déficit do INSS vem crescendo exponencialmente desde 2011, passando de R$ 35,5 bilhões para R$ 85,8 bilhões, no ano passado. O salto previsto pelos especialistas será ainda maior até 2018, atingindo R$ 178 bilhões. Há vários fatores que ajudam a explicar por que a conta não fecha. Fraudes, má gestão, privilégios para uma minoria de servidores e queda na arrecadação são alguns deles. Mas, no médio prazo, o mais importante é o envelhecimento da população brasileira. Diante do aumento do número de idosos, as despesas da Previdência Social vão saltar de R$ 500 bilhões por ano para incríveis R$ 14 trilhões em 2060.
Como proporção do PIB, significa que as despesas com aposentadorias, que hoje representam 7,4% de todos os bens e serviços da economia, totalizarão 17,2% do PIB em pouco mais de 40 anos. Como o modelo de previdência brasileiro pressupõe que os trabalhadores da ativa financiem os inativos, é fácil traçar um quadro explosivo no futuro diante da queda de natalidade no País e do aumento da expectativa de vida das pessoas. Não é à toa que diversos países europeus, cujo envelhecimento populacional já é uma realidade, mudaram recentemente suas regras para a aposentadoria, como Alemanha, Espanha e Suécia.
Seja por convicções ideológicas ou por espírito de corpo, as centrais sindicais sempre são contrárias a qualquer alteração. O discurso de defesa dos direitos dos trabalhadores é, em teoria, elogiável. No entanto, pouco importa para eles se o Estado terá recursos para honrar esses direitos no futuro. É justamente esse ponto que o novo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, tem enfatizado nos seus discursos. Em primeiro lugar, nenhuma proposta ousará retirar direitos adquiridos de quem já se aposentou. Além disso, todos os especialistas defendem modelos de transição, que não penalizem quem está muito próximo de “pendurar as chuteiras”.
A confusão, porém, está no fato de que jovens trabalhadores, que acabaram de ser registrados, já se consideram detentores de um benefício que, segundo eles, jamais poderia ser rediscutido. Os primeiros dias do novo governo têm sido de intensos debates. Na segunda-feira 16, Temer se reuniu, no Palácio do Planalto, com os representantes de quatro das seis principais centrais sindicais. A CUT e a CTB não participaram sob a alegação de que não reconhecem o atual governo (em até seis meses, o Senado Federal definirá se aprova ou não o afastamento definitivo da presidente Dilma).
Para superar os enormes obstáculos sobre a reforma da previdência, o governo tem apostado na tática do “diálogo”. Ao mesmo tempo em que não pode empurrar decisões goela abaixo da sociedade, a equipe econômica tem pressa e pretende anunciar os detalhes da reforma no dia 3 de junho. Há um consenso de que janela de oportunidade política é curta.
IDADE MÍNIMA Um dos pontos polêmicos em estudo é a adoção de uma idade mínima como regra geral, algo comum nos principais países desenvolvidos. Hoje, no Brasil, 55% dos trabalhadores já se aposentam pela idade mínima (60 anos para mulheres e 65 anos para homens), pois não conseguem atingir os 35 anos de contribuição. Nesse caso, a aposentadoria é de um salário mínimo. Apenas 28% dos trabalhadores se aposentam por tempo de contribuição e, via de regra, ganham mais do que um salário mínimo.
Para esses trabalhadores, é o fator Previdenciário, mecanismo criado no governo FHC, que define o tamanho da aposentadoria. Quanto mais cedo eles se aposentam, menor é o valor do benefício. Além disso, 17% recebem aposentadoria por invalidez. Os especialistas ouvidos pela DINHEIRO defendem a adoção de uma idade mínima, que pode variar de 65 anos a 67 anos, para todos os homens e as mulheres, incluindo os trabalhadores rurais, com uma contribuição mínima de 20 anos. Atualmente a contribuição mínima é de 15 anos (leia matéria aqui).
“A idade de 65 anos normalmente é a norma para a qual estão caminhando a maioria dos países”, disse Henrique Meirelles, na quarta-feira 18. “Aparentemente é a norma para o Brasil, também.” No Japão, a idade mínima é de 65 anos; Na França e nos Estados Unidos, de 67 anos; e no Reino Unido, de 68 anos. Cauteloso, o presidente Temer ainda não bateu o martelo sobre o assunto. “Mais importante do que a idade mínima é igualar as idades entre regimes e gêneros, pois a atual diferença não faz nenhum sentido”, afirma Leonardo Rolim Guimarães, consultor de orçamento da Câmara dos Deputados e ex-secretário de Políticas de Previdência Social. “Se a mulher vive mais do que o homem, por que ela se aposenta mais jovem?”
No ano passado, o governo Dilma criou um sistema alternativo de pontos para calcular o valor do benefício, que soma a idade com o tempo de contribuição. Atualmente, são 85 pontos para mulheres e 95 pontos para homens, com elevação gradual até o fim de 2026, quando a pontuação chegará a 90 pontos para mulheres e 100 pontos para homens. Quem atinge essa pontuação não sofre redução pelo Fator Previdenciário. “O ideal é adotar 105 pontos para todos”, diz Guimarães.
Em todas as propostas, os especialistas enfatizam a necessidade de uma regra de transição para quem está no mercado de trabalho. Quanto mais rápida a transição, menor será o rombo da previdência. “A minha proposta é não mudar a regra para quem está a dois anos de se aposentar”, diz Paulo Tafner, pesquisador do Ipea e professor da Universidade Candido Mendes. “Quem está a mais de dois anos pagará um pedágio proporcional ao tempo que falta.” Os principais pontos da reforma da previdência, como a idade mínima para todos os trabalhadores, dependem de alterações constitucionais, com ampla maioria de 3/5 dos votos na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.
Há, no entanto, pequenos ajustes que podem ser feitos através de Lei Ordinária, que demanda apenas a aprovação da maioria simples dos parlamentares presentes na sessão. Uma delas envolve as pensões das viúvas que, pela regra atual, recebem 100% do benefício do marido morto. Seguindo o padrão internacional, Tafner sugere o pagamento de 60% do benefício, com um adicional de 15% por filho, no limite de 100%. “Em todo lugar do mundo leva-se em consideração se o sobrevivente é sozinho ou tem filho”, diz o especialista. Segundo a OCDE, o Brasil é o país que mais gasta com pensões no mundo em proporção do PIB: 2,8%.
A equipe econômica tem tomado o cuidado para esclarecer à sociedade a diferença entre “direito adquirido” e “expectativa de direito”. Quem já está aposentado ou prestes a fazê-lo tem um direito que não será alterado. Porém, quem está no mercado de trabalho terá uma regra de transição, pagando uma espécie de pedágio. “Existe um consenso que mais importante é que exista uma Previdência Social que seja sustentável e autofinanciável, e que todos os trabalhadores tenham a garantia de que a aposentadoria será paga e cumprida, e que o Estado será solvente para cumprir suas obrigações”, afirmou Meirelles, que trouxe para dentro do Ministério Fazenda a Secretaria da Previdência, comandada por Marcelo Caetano, um dos maiores especialistas na área (leia reportagem sobre a equipe econômica AQUI).
Na quarta-feira 18, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, recebeu ministros e sindicalistas para a primeira reunião do grupo de trabalho criado para formular propostas concretas. Embora estejam dispostas a negociar, as centrais batem o pé contra a adoção da idade mínima e afirmam que o melhor caminho é aumentar a receita e não cortar despesas. Dentre as soluções propostas para engordar o caixa do INSS estão a eliminação de desoneração tributárias para empresas, a revisão de isenções de entidades filantrópicas, a legalização de jogos de azar e o combate a sonegações.
“Se não tiver acordo entre governo, as centrais e os empresários, cada um que tome a posição que quiser”, afirmou o deputado federal Paulo Pereira da Silva (SD-SP), que preside a Força Sindical. Na semana passada, a Confede-ração Nacional da Indústria (CNI) e o Ibope divulgaram uma pesquisa em que 65% dos brasileiros aprovam a adoção de uma idade mínima para aposentadoria e 72% defendem a equiparação de regras para todos. As centrais já deixaram claro que aceitam mudanças apenas para os futuros trabalhadores.
Meirelles, por outro lado, ressaltou que a conta não fecha se as novas regras não valerem para quem já está na ativa. Apesar da disposição de diálogo de ambas as partes, a formulação de uma proposta definitiva não será fácil. A única certeza até agora é a de que o rombo projetado para as próximas décadas é insustentável. Se nada for feito, a geração de Michelzinho, de 7 anos, filho do presidente Temer, e outras gerações não terão nenhum benefício previdenciário assegurado.

Comentários

ᘉOTÍᑕIᗩS ᗰᗩIS ᐯISTᗩS

AO VIVO - Tv Junina - São João de Campina Grande - 24/06/2018

fonte: youtube

Atraso de 4h para show do Capital Inicial, homem é agredido por seguranças por solicitar o reembolso do valor pago

André Panico gravou vídeo após agressão em show neste sábado (10) Reprodução/ André Panico/  Facebook   Após mais de quatro horas de atraso para o início do show do Capital Inicial, neste sábado (10), no Luso Brasileiro, em São José dos Campos, um homem foi agredido, segundo ele, por seguranças após solicitar o reembolso do valor pago para assistir ao espetáculo. Ele postou um vídeo no Facebook falando sobre a agressão. Além da vítima, muitos fãs da banda postaram na página oficial do evento no Facebook muitas reclamações sobre o tempo de espera para o início do show. Segundo as postagens, a banda estava prevista para subir ao palco por volta das 22h, mas só foi se apresentar após quatro horas de espera do público. Um internauta disse que deixou o local  do show às 1h40 da madrugada. "Um show cuja abertura dos portões se deu às 22h e era previsto pra meia noite, e sperar por 4h, em pé, depois de ter levantado às 7h30 e trabalhado o dia inteiro e ir pra casa s...

Defeitos: Perda de potência nos motores da Hilux e SW4

Alaor: perda de potência e troca de turbina duas vezes (Marcelo Curia) Hilux e SW4 fabricadas de 2006 a 2013 apresentam carbonização no motor. Toyota já emitiu à sua rede dois boletins para tentar sanar o problema A picape Toyota Hilux e sua versão SUV, a SW4, são reconhecidas pelo público pela fama de serem quase indestrutíveis. Mas nem isso impediu que os dois modelos apresentassem um problema de carbonização nos seus motores a diesel produzidos entre 2006 e 2013. E o fato já é bem conhecido pela Toyota, que chegou a distribuir para sua rede de concessionárias dois boletins de serviço. O primeiro, intitulado BS019/09 e emitido em 14 de abril de 2009, para Hilux e SW4, fala sobre a excessiva “emissão de fumaça preta devido ao mau funcionamento da Válvula EGR”, que pode ficar travada. O segundo boletim chama-se BS060/09, de 28 de outubro de 2009, por conta da “cavitação do acento dos injetores”. Segundo esse do­cumento, a falha provoca perda de potência, marcha lenta ir...

Latino pode ser preso a qualquer momento por não pagar pensão

O cantor Latino pode ser preso a qualquer momento. A informação é do jornal Extra deste sábado (20).   A Justiça de Minas Gerais já expediu um mandado de prisão contra o cantor devido ao atraso de pensão feita pela cabeleireira Neusimar Cosendei, mãe de Ana Júlia, de 6 anos.    Na última quinta-feira (18), também  venceu o prazo para o cantor pagar três parcelas atrasadas  da pensão do seu filho Matheus, de 2 anos.     De acordo com o jornal, a Justiça deu autorização para a polícia buscar e prender o cantor até que o mesmo efetue o pagamento estipulado. Latino não é considerado foragido pois o ofício ainda não foi entregue a nenhuma delegacia.   No começo desta semana, Latino retirou sua agenda de shows de seu site oficial para que ele não seja encontrado facilmente. "Até agora, não entrou nada. Mas ninguém conseguiu encontrá-lo. Ele está fugindo", acusou Jaqueline Blandy, mãe do caçula, em entrevista ao jornal...

Mundo rural: Ferimentos em cavalos, como evitar que eles piorem os machucados

Há algum produto, ou tratamento, que impeça as mordidas constantes do meu cavalo em um ferimento na parte da frente da canela traseira dele, devido a um acidente com arame liso? O machucado já até aumentou de tamanho, por isso faço curativos para ele pastar e beber água e, à noite, deixo-o amarrado com cabo curto. Marcos Sextito, por email Ao manter a área da ferida limpa com o animal em bom estado de saúde, a cicatrização deve ocorrer normalmente, pois não houve complicação com contaminantes (bactérias e fungos). Contudo, a coceira, que faz com que o cavalo morda o ferimento, ocorre sobretudo quando há alguma contaminação. É importante ter muito cuidado com tétano, principalmente se o animal nunca foi vacinado. Por isso, a dica é lavar a região do machucado com sabão neutro e passar uma solução de clorexidine, ou algum produto que contenha antibióticos. Enfaixe o local e repita o procedimento uma ou duas vezes ao dia. O uso de corticoide também pode diminuir a coceira, mas tem ...

O Antagonista: A morte de Teori é o fim da Lava Jato?

Claudio Dantas comenta a articulação política para a substituição de Teori Zavascki e as causas - ainda inexplicáveis - do acidente. fonte: youtube

Restaurante Leite na Pista tem teto arrancado por vendaval que atingiu Tremembé SP

Um restaurante que fica às margens da rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro, em  Tremembé , foi destelhado pela força da chuva e dos ventos que atingiram a região, na tarde desta segunda-feira (2). No Vale do Paraíba, os ventos chegaram a 77 km/h. O restaurante atingido é o 'Leite na Pista',   que fica no km 10 da rodovia, no lado sentido Campos do Jordão. Segundo os responsáveis pelo local, o estrago foi grande.   Em cerca de 10 minutos de temporal com ventos fortes, o local ficou destelhado, todo revirado e com vários danos na estrutura. Leia mais: G1 Vanguarda/ Vídeo Cale 360 News

Você está demitido - Globo não renova com Zeca Camargo como parte de plano para reduzir gastos

Na política de cortes de gastos que inclui a necessidade de administrar um elenco cada vez menor, a Rede Globo não renovou nesta quarta, 27, o contrato com o jornalista e apresentador  Zeca Camargo.  Com passagens pelo  Fantástico,   Vídeo Show  e  No Limite,  Zeca era um dos apresentadores do  É de Casa,  exibido nas manhãs de sábados. Em 2019, circularam boatos de que a emissora teria tentado reduzir o salário de Camargo, que por sua vez não teria aceito. Estima-se que o apresentador tinha um salário de 300 000 reais por mês, valor que a Globo não confirma. A emissora deve fazer outros cortes nos próximos dias. O departamento de teledramaturgia, que fica sob responsabilidade de Silvio de Abreu, será o mais afetado. O Globo emitiu o seguinte comunicado: Após 24 anos de uma trajetória conjunta, marcada por uma parceria de muito respeito e sucesso, o apresentador Zeca Camargo se despede da Globo.  Profissional multitalent...

Paulo Betti é acusado de intolerância religiosa após comparar Weverton, do Palmeiras, a goleiro Bruno

  O ator  Paulo Betti  recebeu  várias críticas  nas  redes sociais  quando comparou o goleiro  Weverton , do  Palmeiras , com  Bruno , ex-goleiro do  Flamengo  e condenado pela morte de  Eliza Samudio . Durante uma fala considerada preconceituosa, o ator reclamou da  “falação sobre  Deus ”  no discurso do atleta depois que seu time foi campeão da  Libertadores  no último dia 27. Paulo escreveu no  Twitter  que, ao ver a cena do homem rezando antes do jogo começar, se lembrou de Bruno, que costumava rezar no  Maracanã  e depois “ ia matar a moça e jogar para os cães”. Na sua declaração, o goleiro que foi tricampeão da Libertadores agradeceu a Deus pela sua vitória com o Palmeiras. Na ocasião, ele disse: “ Hoje, diante de tanta adversidade, Deus nos agraciou para que não fique dúvida de quanto ele é bom e nos colocou na história de um gigante.  Não é fácil  vencer duas ...

Organização projeta Agrishow 2022 mais tecnológica em Ribeirão Preto, SP

  O presidente da Agrishow, Francisco Maturro, disse neste sábado (9) que a organização da feira de agronegócios projeta mais tecnologia para a edição de 2022 em  Ribeirão Preto  (SP). O evento, que ocorre entre 25 e 29 de abril, é retomado três anos depois da última edição, em 2019. As feiras previstas para 2020 e 2021  foram canceladas por conta da pandemia do coronavírus. “Nesse período longo de três anos, as indústrias não pararam de desenvolver, porque o agro não parou nesse período. Consequentemente, as novidades estão todas acumuladas, nós teremos uma chuva de novas tecnologias apresentadas na Agrishow”, explicou. Na manhã deste sábado, os organizadores da feira participaram de uma coletiva de imprensa em um hotel de Ribeirão. Presente no evento, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), João Carlos Marchesan, também aposta que a tecnologia vai se destacar entre os expositores. “Nós vivemos hoje já entrando na cone...