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domingo, 17 de junho de 2018

Brasil na Copa: Nosso capitão se chama Vaidade

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Não é de hoje que comento sobre a vaidade exacerbada de nossos jogadores da seleção brasileira. Na estreia contra a Suíça, vi o Neymar chegar com colar de brilhante e aquecer em campo com brincos. Sei que a bancada mais jovem entenderá que isso não faz diferença, mas acreditem: faz e muita !
Sobre a arbitragem, quanto mais a gente atribuir a derrota à não marcação da falta em cima do Miranda no gol suíço, mais tarde iremos acordar para uma realidade que já bateu à nossa porta.
Alguns pontos me chamaram a atenção, além, claro,  da vaidade – que nunca ganhou jogo nem Copa do Mundo.
1. Saudades do Neymar do Barcelona, que tocava a bola com rapidez e era minimamente mais humilde. Esse atual, do PSG, continua entendendo que é “o dono do time”. Esse individualismo perigoso – que cega o atleta diante do espírito de grupo é perigoso e expõe as fragilidades do trabalho em equipe.
2. Me digam: qual a referência emocional dessa seleção? quem é o capitão dinâmico e comportamental?  aquele que põe a bola embaixo do braço e chama o time? será que existe espaço para essa função em meio a tantos egos espalhados em campo?
3. Sobre nosso goleiro, ele levou 11 gols em 3 jogos na Champions. Basta. Levar um gol de cabeça diante de seus olhos é sinal que algo precisa ser revisto e repensado.
4. Começamos pessimamente. Time perdido, sem garra (vide México), sem alma e taticamente perdido dentro de campo. Pior: sem um capitão que possa exercer esse espaço no grupo.
5. Tenho cá minhas dúvidas se o Tite, sozinho, vai conseguir com seu discurso conciliador, unir esse time e mantê-lo confiante e motivado. Uma bela apresentação diante da Costa Rica será fundamental.
6. Gabriel Jesus, William e Danilo parece que nem entraram em campo. É muita coisa, pessoal !
7. Tite acaba de dizer que o time ficou muito ansioso após levar o gol da Suíça. E agora, Tite, quem cuida dessa ansiedade? Incrível! passa ano, entra ano, a coisa não muda! Trabalhos psicológicos são sempre lembrados nas emergências esportivas e em caráter socorrista – e nunca em uma esfera preventiva!
Apenas reforço que humildade, seriedade, raça e objetividade fazem parte de uma equipe vencedora. Esse troço de vaidade, cabeleireiro, colar de pérolas e brincos de diamantes é lindo nos filmes de Hollywood.
No campo de jogo, o buraco é mais embaixo (sempre foi!). O salto alto derrubou os meninos. A fragilidade emocional e mental apareceu antes do que eu imaginava. Levamos um gol depois de 4 ou 5 jogos. E foi num momento péssimo: na estreia de uma Copa.
É preciso mais seriedade e comprometimento.  Do contrário, conhecemos bem onde levará esse tipo de comportamento.
O primeiro grande obstáculo chegou para a equipe que não realizou nenhum trabalho psicológico preparatório.
E agora? Me digam  . . .

fonte: Gazeta Esportiva

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