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Especial: Os carros campeões do custo-benefício

Aqui tem carro para todos os gostos e bolsos...











Separamos sete modelos de várias categorias que custam menos e oferecem mais que os concorrentes

De cada dez perguntas que chegam à nossa redação, pelo menos metade delas pede orientações sobre qual carro comprar. Faz sentido: afinal de contas, ninguém quer correr o risco de aplicar seus investimentos em um veículo que não atenda as suas necessidades.
Levando esse importante fator em consideração, analisamos os principais segmentos do mercado nacional em busca dos campeões da relação custo-benefício.
Chegamos a sete modelos completamente diferentes entre si, mas com um ponto em comum: todos oferecem qualidades únicas em seus segmentos por um valor que, se não é barato, fica bem abaixo da concorrência.
Talvez você conteste algumas decisões. Como o defasado Hyundai Tucson pode ter sido escolhido entre os SUVs? O que faz um sedã com câmbio manual como o Citroën C4 THP nesta seleção? E por que o Peugeot 208 vende tão pouco se ele é tão bom assim? Essas e outras respostas estão nos parágrafos abaixo.

Peugeot 208 Activ 1.2 PureTech – R$ 52.290

Hatch tem apetite comedido e também agrada pelo design e pela posição de dirigir
Hatch tem apetite comedido e também agrada pelo design e pela posição de dirigir (Christian Castanho/Quatro Rodas)
Economizar combustível é palavra de ordem no Peugeot 208. Apesar de ter perdido 3 cv e 1 mkgf de torque em relação ao antigo 1.5, o consumo do novo motor 1.2 Puretech caiu em até 37%. Seguindo nosso padrão de testar veículos com gasolina, o 208 fez 12,5 km/l na cidade e 17,2 km/l na estrada, superando outros modelos equipados com motor 1.0 tricilíndrico, como Fox, Ka e HB20.
Dentro da linha 208, a versão com melhor relação custo-benefício é a Active. Embora a Peugeot ofereça um pequeno desconto para as unidades 2016/16, prefira as unidades 17/17 (R$ 52.290), que terão menor desvalorização.
Nessa configuração, o 208 supera a concorrência em acabamento e lista de equipamentos, oferecendo ar-condicionado, direção elétrica, volante multifuncional, coluna de direção com regulagem de altura, central multimídia com Apple CarPlay e Android Auto e vidros elétricos nas quatro portas.
Volante de diâmetro menor e quadro de instrumentos elevados: posição de dirigir do 208 é uma das melhores do segmento
Volante de diâmetro menor e quadro de instrumentos elevados: posição de dirigir do 208 é uma das melhores do segmento (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Equipado da mesma maneira, o VW Fox 1.0 Comfortline chega a R$ 55.797 (R$ 3.507 a mais que o 208), e ainda sai perdendo no desempenho, economia e valor do seguro.
O belo design ainda atrai olhares pelas ruas, principalmente após a reestilização de 2016. Por dentro, destaque para a excelente posição de dirigir, graças ao volante de menor diâmetro (e ótima empunhadura) e o painel em posição elevada.
Seu ponto fraco é o desempenho: o compacto se comporta pouco melhor que um 1.0 nas acelerações, levando 14,8 segundos para atingir os 100 km/h. Os tempos de retomada também não são animadores, precisando de 22,6 segundos para ir de 80 a 120 km/h.
Motor 1.2 vibra pouco para um tricilíndrico, mas peca pela falta de fôlego
Motor 1.2 vibra pouco para um tricilíndrico, mas peca pela falta de fôlego (Christian Castanho/Quatro Rodas)
Já o câmbio manual de cinco marchas é bem escalonado, mas poderia ter engates mais curtos. Mesmo assim, quem quer fugir da simplicidade dos populares encontra no 208 uma pedida ideal, aliando a racionalidade de um carro econômico com um refinamento acima da média do segmento.

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h: 14,8 s
  • Aceleração de 0 a 1.000 m: 36 s
  • Retomada de 40 a 80 km/h (em D): 9,4 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 13,7 s
  • Retomada de 80 a 120 km/h (em D): 22,6 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 18,2 / 31,3 / 75,2 m
  • Consumo urbano: 12,5 km/l
  • Consumo rodoviário: 17,2 km/l

Ficha técnica – Peugeot 208 1.2

  • Motor: flex, diant., transv., 3 cil., 1.199 cm3, 12V, 90/84 cv a 5.750 rpm, 13/12,2 mkgf a 2.750 rpm
  • Câmbio: manual, 5 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.), eixo de torção (tras.)
  • Freios: disco solido (diant.)/tambor
  • Garantia: 3 anos
  • Revisões (três primeiras): R$ 1.444
  • Seguro: R$ 3.411

Renault Sandero R.S. – R$ 63.400

Um hatch compacto de verdade com o mesmo preço de concorrentes que não têm nada além de adesivos e apêndices estéticos
Um esportivo compacto de verdade com o mesmo preço de concorrentes que não têm nada além de adesivos e apêndices estéticos (Christian Castanho/Quatro Rodas)
Sabemos que o Renault Sandero, assim como o Logan, foi desenvolvido para ser um automóvel grande, simples e barato. A surpresa está em sua versão esportiva, preparada pela divisão francesa Renaultsport para seguir à risca as mesmas máximas – e que até ganhou elogios lá na França.
Em tempos de compactos esportivos definidos por adesivos e plásticos, o Renault Sandero R.S. representa o esportivo raiz. Tem o grande motor 2.0 com coletor de admissão otimizado exclusivamente para ele render 150 cv de potência e 20,9 mkgf de torque, além de um câmbio manual de seis marchas.
Some ainda suspensão mais baixa, com molas mais rígidas e barras estabilizadoras reforçadas, rodas de 17 polegadas, bancos esportivos e vários adereços estéticos. Tudo isso por R$ 63.400. Tem quem prefira pagar R$ 64.150 em um Sandero Stepway 1.6 automatizado – ou um pouco menos (R$ 61.330) por um Hyundai HB20 R-Spec sem nenhuma alteração mecânica.
Volante não deveria ser tão recuado. Câmbio de seis marchas tem engates imprecisos
Volante não deveria ser tão recuado. Câmbio de seis marchas tem engates imprecisos (Christian Castanho/Quatro Rodas)
Apesar de não perder o espírito simplório do Sandero, o R.S. tem tudo que um compacto completo deve ter, como ar-condicionado automático, controles de estabilidade e tração, assistente departida em rampa, central multimídia com GPS, vidros elétricos com função “um toque”, direção eletro-hidráulica e volante e pomo do câmbio revestidos de couro.
Bancos esportivos seguram bem o corpo, mas não são um primor em conforto
Bancos esportivos seguram bem o corpo, mas não são um primor em conforto (Christian Castanho/Quatro Rodas)
Também dispõe de equipamentos bem-vindos a um esportivo, como o seletor de modo de condução, que em modo Sport deixa o acelerador mais arisco e mantém o giro do motor elevado, e em modo Sport+ desliga todas as assistências eletrônicas – importante para track days, pois o controle deestabilidade não é muito permissivo.
O câmbio (infelizmente menos preciso que o desejável para um esportivo) tem relações curtas que, combinado ao ronco grave, transformam o Sandero R.S. em um carro instigante como nenhum outro compacto esportivo.

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h: 10 s
  • Aceleração de 0 a 1.000 m: 31,6 s
  • Velocidade máxima: 202 km/h
  • Retomada de 40 a 80 km/h (em D): 5 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 6,5 s
  • Retomada de 80 a 120 km/h (em D): 8,8 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 16,1 / 27,1 / 63,7 m
  • Consumo urbano: 8,6 km/l
  • Consumo rodoviário: 14 km/l

Ficha técnica – Renault Sandero RS

  • Motor: flex, diant., transv., 4 cil., 1.998 cm3, 16V, 150/145 cv a 5.750 rpm, 20,9/20,2 mkgf a 4.000 rpm
  • Câmbio: manual, 6 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.), eixo de torção (tras.)
  • Garantia: 3 anos
  • Revisões (três primeiras): R$ 1.635
  • Seguro: R$ 3.230

Hyundai Tucson GLS 2.0 – R$ 69.990

Está longe de ser o mais moderno, mas bate os SUVs compactos de entrada em espaço e pacote de equipamentos. E no consumo também
Está longe de ser o mais moderno, mas bate os SUVs compactos de entrada em espaço e pacote de equipamentos. E no consumo também (Christian Castanho/Quatro Rodas)
O Tucson é como boa parte dos jovens de Seul: nasceram na Coreia do Sul, mas têm costumes dos americanos. Pedal de acelerador articulado, volante com aro fino, iluminação verde no interior e bancos pouco anatômicos remetem aos carros do segundo governo Clinton (1997-2001). Ainda assim, esta máquina do tempo feita em Anápolis (GO) desde 2010 tem o melhor custo-benefício entre os SUVs.
Um Duster básico, Expression 1.6, sai por R$ 69.290. Até mesmo um compacto aventureiro como o VW Crossfox custa R$ 69.650 com câmbio automatizado. Já o Tucson é vendido em versão única por R$ 69.990. Nele, ar-condicionado automático digital, central com GPS (com Bluetooth só para chamadas), bancos de couro, faróis com acendimento automático, retrovisores eletricamente rebatíveis e ajuste de altura do banco do motorista e volante são de série.
Com interior todo cinza e iluminação verde, Hyundai Tucson lembra como eram os carros americanos no início do século
Com interior todo cinza e iluminação verde, Hyundai Tucson lembra como eram os carros americanos no início do século (Christian Castanho/Quatro Rodas)
É verdade que faltam computador de bordo, piloto automático e controles de estabilidade e tração, mas eles também estão ausentes dos concorrentes com preço parecido. E o velho Tucson é o único com vidro traseiro basculante e porta-malas (de enormes 528 litros) todo revestido de plástico – dá para levar sacos de gelo para o churrasco sem dor na consciência.
Por ser largo, tem espaço interno melhor do que nos SUVs derivados de compactos. Três pessoas se acomodam no banco de trás sem reclamar, graças ao assoalho plano.
Vidro traseiro basculante dá acesso ao porta-malas
Vidro traseiro basculante dá acesso ao porta-malas (Christian Castanho/Quatro Rodas)
A mecânica é datada: o motor 2.0 flex de 146 cv tem projeto antigo e o câmbio automático de quatro marchas dificulta tudo, mesmo quando se usam as trocas sequenciais na alavanca. Com 0 a 100 km/h em 14,4 segundos, é 0,1 segundo mais lento que o Jeep Renegade 1.8 flex.
A suspensão que faz do Tucson duro em piso irregular não evita que a carroceria incline em curvas. Nesse ponto, está mais para uma Blazer do que para um Renegade. Não tem jeito: ele está aqui por ser bem barato, e só é barato por ter projeto antigo.

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h: 14,4 s
  • Aceleração de 0 a 1.000 m: 36 s
  • Velocidade máxima: 174 km/h
  • Retomada de 40 a 80 km/h (em D): 6,4 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 8,1 s
  • Retomada de 80 a 120 km/h (em D): 11,2 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 17,6 / 31,3 / 70,5 m
  • Consumo urbano: 6,8 km/l
  • Consumo rodoviário: 10,2 km/l

Ficha técnica – Hyundai Tucson GLS

  • Motor: flex, diant., transv., 4 cil., 1.975 cm3, 16V, 146/142 cv a 6.000 rpm, 19,6/19 mkgf a 4.500 rpm
  • Câmbio: aut., 4 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.), Duplo A (tras.)
  • Garantia: 5 anos
  • Revisões (três primeiras): R$ 3.130
  • Seguro: R$ 4.131

Citroën C4 Lounge Origine 1.6 THP – R$ 75.590

Sendo R$ 9.400 mais barato que a versão automática, tem conteúdo acima do normal para um sedã médio de entrada. E ainda tem motor 1.6 turbo
Sendo R$ 9.400 mais barato que a versão automática, tem conteúdo acima do normal para um sedã médio de entrada. E ainda tem motor 1.6 turbo (Christian Castanho/Quatro Rodas)
Seu desejo era comprar um hatch esportivo com motor turbo, mas sua mulher lhe entregou um par de sapatinhos de bebê. É, meu caro, você precisará de espaço para o carrinho do bebê e de rodar confortável para que ele durma no carro sem ter que assistir à Peppa Pig.
Seria o mundo conspirando para você comprar um SUV compacto de entrada, não fosse pelo Citroën C4 Lounge Origine. Hoje, o motor 1.6 THP flex de 173 cv (turbo com injeção direta) está em todas as versões do C4 Lounge. A Origine é a mais barata: custa R$ 75.590 com câmbio manual de seis marchas.
De série, tem dois airbags, controles deestabilidade e tração, assistente de partida em rampa, saídas do ar-condicionado para o banco traseiro, rodas de liga leve aro 16, Isofix e encostos de cabeça e cintos de três pontos para todos. Mas os bancos de tecido e o rádio com Bluetooth, CD player e tela com iluminação laranja (compartilhada com o computador de bordo) não agradam a todos.
Painel é emborrachado e quadro de instrumentos, digital, mas informações do computador de bordo aparecem só na tela do rádio
Painel é emborrachado e quadro de instrumentos, digital, mas informações do computador de bordo aparecem só na tela do rádio (Christian Castanho/Quatro Rodas)
A boa impressão vem do motor, com força a todo momento. Diverte muito mais do que se tivesse câmbio automático – que eleva o preço da versão para R$ 84.990. Mas não é um esportivo: tem volante grande, direção desmultiplicada, suspensão bem assentada, mas que privilegia o conforto, e embreagem suave e bem modulada. O câmbio tem bons engates e suas relações são mais longas que as do DS 3, algo esperado de um sedã médio.
Porta-malas de 450 litros é amplo e tem bom acesso
Porta-malas de 450 litros é amplo e tem bom acesso (Christian Castanho/Quatro Rodas)
No mercado, este C4 vive em um limbo. Abaixo, por cerca de R$ 70.000, estão as versões mais caras dos sedãs compactos. Bem mais acima, próximo dos R$ 90.000 estão os outros sedãs médios. Este Citroën é um porto seguro para quem tem família e gosta de dirigir.

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h: 9,1 s
  • Aceleração de 0 a 1.000 m: 29,7 s
  • Velocidade máxima: 215 km/h
  • Retomada de 40 a 80 km/h (em D): 4,8 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 6,2 s
  • Retomada de 80 a 120 km/h (em D): 8,3 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 16,4 / 28,5 / 68,2 m
  • Consumo urbano: 9,6 km/l
  • Consumo rodoviário: 14,3 km/l

Ficha técnica – Citroën C4 Louge Origine 1.6 THP

  • Motor: turbo, flex, diant., transv., 4 cil., 1.598 cm3, 16V, 173/166 cv a 6.000 rpm, 24,5/24,5 mkgf a 1.400 rpm
  • Câmbio: manual, 6 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.), eixo de torção (tras.)
  • Garantia: 3 anos
  • Revisões (três primeiras): R$ 1.095
  • Seguro: R$ 3.888

DS 3 Sport Chic – R$ 92.900

Estilo moderno, duas portas e suspensão dura: o DS3 não esconde de ninguém que é um legítimo hot hatch
Estilo moderno, duas portas e suspensão dura: o DS3 não esconde de ninguém que é um legítimo hot hatch (Christian Castanho/Quatro Rodas)
Não há esportivo mais divertido abaixo de R$ 100.000 do que o DS 3. Lançado no país em 2012, o hatch é o menor e mais acessível modelo da DS, divisão de luxo da Citroën que virou marca dois anos depois ­ e passa por uma fase de reestruturação que resultará na abertura de uma rede própria em breve.
Partindo de R$ 92.900, quase o mesmo valor da versão mais simples do Chevrolet Cruze hatch (R$ 91.790), a versão Sport Chic sai de fábrica com seis airbags, ar digital, faróis de neblina e rodas de liga aro 17, mas dispensa itens mais prosaicos, como sensor de estacionamento traseiro e câmera deré – oferecidos apenas no Pack Conforto por R$ 5.990. Ainda atual após cinco anos, o design ganhou fôlego no facelift de 2014, que trouxe novos faróis bixenônio.
Acabamento de boa qualidade tem plásticos emborrachados, mas desliza ao compartilhar componentes com o Citroen C3
Acabamento de boa qualidade tem plásticos emborrachados, mas desliza ao compartilhar componentes com o Citroen C3 (Christian Castanho/Quatro Rodas)
A posição de dirigir agrada tanto pelos confortáveis bancos esportivos quanto pelo volante de boa empunhadura. O acabamento tem qualidade superior aos modelos Citroën, mas não justifica a imagem de luxo propagada pela DS, especialmente por compartilhar várias peças internas com o Citroën C3.
Sem tela touchscreen, a central multimídia (vendida como opcional) é difícil de ser operada por botões localizados no rádio. Todos os defeitos, porém, são esquecidos na hora de acelerar. Ágil nas ultrapassagens e gostoso de dirigir, o DS 3 lembra um hot-hatch bem mais badalado: o Mini Cooper S.
Pelo menos algumas peças são próprias, como a bela chave
Pelo menos algumas peças são próprias, como a bela chave (Christian Castanho/Quatro Rodas)
Além das respostas rápidas (bastam 7,8 segundos para ir de 0 a 100 km/h), a suspensão dura foi feita para estradas (e autódromos) e o câmbio manual de seis marchas tem engates curtos e justos, incitando o motorista a dirigir de forma esportiva. E o DS 3 ainda é econômico, registrando 11,1 km/l na cidade e 16,9 km/l na estrada. Quem procura diversão por um custo relativamente baixo encontra no DS 3 a alternativa ideal.

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h: 7,8 s
  • Aceleração de 0 a 1.000 m: 28,6 s
  • Retomada de 40 a 80 km/h (em D): 5,1 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 6,1 s
  • Retomada de 80 a 120 km/h (em D): 8,5 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 15,7 / 26,6 / 68,3 m
  • Consumo urbano: 11,1 km/l
  • Consumo rodoviário: 16,9 km/l

Ficha técnica – DS 3 Sport Chic

  • Motor: gas., diant., transv., 4 cil., 1.598 cm3, 16V, 165 cv a 6.000 rpm, 24,5 mkgf a 1.500 rpm
  • Câmbio: manual, 6 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.), eixo de torção (tras.)
  • Garantia: 3 anos
  • Revisões (três primeiras): R$ 2.268
  • Seguro: R$ 6.343

Ford Fusion SEL – R$ 128.700

Porte de sedã grande e linhas elegantes são os trunfos do Fusion SEL, que se destaca também pelo desempenho do motor EcoBoost de 248 cv
Porte de sedã grande e linhas elegantes são os trunfos do Fusion SEL, que se destaca também pelo desempenho do motor EcoBoost de 248 cv (Christian Castanho/Quatro Rodas)
De olho no avanço dos sedãs médios, a Ford aproveitou o facelift do Fusion para lançar a versão intermediária SEL. O sedã de porte grande (é 25 cm maior que o Corolla) traz o mesmo motor 2.0 EcoBoost de 248 cv das versões superiores por R$ 128.700, credenciando-o a roubar clientes das versões topo de linha de modelos de categorias inferiores, como o Honda Civic Touring (R$ 124.900).
Nós inclusive já fizemos esse comparativo aqui na QUATRO RODAS. Deu a lógica: o Fusion venceu por oferecer mais espaço, conteúdo e refinamento que o Civic, que por seu lado tem condução mais dinâmica e desempenho um pouco melhor.
Muito equipado, o Fusion SEL traz oito airbags (dois de joelhos), ar digital bizona, bancos de couro, multimídia SYNC 3 com comandos de voz, controles de estabilidade e de tração e sensor de pressão dos pneus. Há também itens exclusivos, como os cintos de segurança traseiros infláveis, desenvolvidos para proteger o tórax dos passageiros em caso de colisão.
Cabine é confortável e traz comandos de som, telefonia e piloto automático agrupados no volante multifuncional
Cabine é confortável e traz comandos de som, telefonia e piloto automático agrupados no volante multifuncional (Christian Castanho/Quatro Rodas)
A suspensão prioriza o conforto em vez da esportividade, mas isso não significa que o Fusion fica devendo quando provocado. Gostoso de guiar, o carro faz curvas com estabilidade incomum para os modelos norte-americanos (que costumam deixar a carroceria rolar demais) e o câmbio estica as marchas no tempo certo quando o modo Sport está selecionado.
Os números de desempenho são bons: 8 segundos para ir de 0 a 100 km/h e 4,2 segundos para retomar a velocidade de 60 a 100 km/h. Consumo (8,8 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada) e frenagem também agradam para um modelo do porte do Fusion, mais requintado e espaçoso do que qualquer sedã médio à venda no mercado nacional.
Fácil de operar, seletor giratório de marchas lembra os modelos da Jaguar
Fácil de operar, seletor giratório de marchas lembra os modelos da Jaguar (Christian Castanho/Quatro Rodas)
Por dentro, algumas peças poderiam ser mais bem encaixadas, mas os materiais empregados são de boa qualidade. O painel configurável com duas telas e o seletor giratório no lugar da alavanca de câmbio convencional fazem o Fusion parecer um carro mais luxuoso do que é.

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h: 8 s
  • Aceleração de 0 a 1.000 m: 29 s
  • Retomada de 40 a 80 km/h (em D): 3,5 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 4,2 s
  • Retomada de 80 a 120 km/h (em D): 4,9 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 14,4 / 25,1 / 60,5 m
  • Consumo urbano: 8,8 km/l
  • Consumo rodoviário: 13,7 km/l

Ficha técnica – Ford Fusion SEL

  • Motor: gas. diant., transv., 4 cil., 1.999 cm3, 16V, 248 cv a 5.500 rpm, 38 mkgf a 3.000 rpm
  • Câmbio: aut., 6 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.) / multilink (tras.)
  • Freios: disco vent. (diant. e tras.)
  • Garantia: 3 anos
  • Revisões (três primeiras): R$ 1.636
  • Seguro: R$ 4.044

Jaguar F-Type V6 S – R$ 524.419


Nas ruas, chama tanta atenção como uma Ferrari. Mas, ninguém precisa saber que este F-type custa quatro vezes menos que uma Califórnia T (Christian Castanho/Quatro Rodas)
Parece ensaiado: você passa com o carro na frente de uma lanchonete e todos viram o rosto procurando a origem do ronco grave e estridente. O que ninguém imagina é que o preço daquele cupê baixo de linhas sensuais é um Jaguar com preço que passa longe dos sete dígitos: começa em R$ 447.819.
O capô comprido e o caimento da traseira remetem ao E-Type, um dos Jaguar mais belos e marcantes da história. Mas há quem o confunda com os traços de uma Ferrari (a California começa em R$ 1,88 milhão). O inglês é mais barato até que um Porsche 911 (R$ 509.000), que é um excelente esportivo, mas quase discreto para quem quer fazer presença.
Interior todo revestido de couro impressiona até mesmo quem está acostumado com superesportivos
Interior todo revestido de couro impressiona até mesmo quem está acostumado com superesportivos (Christian Castanho/Quatro Rodas)
Na versão disponível para teste, V6 S Coupé (R$ 524.419), o F-Type tem motor seis cilindros como os primeiros E-Type, mas em V. Seu 3.0 com injeção direta e compressor mecânico gera 380 cv e 46,9 mkgf de torque. Com câmbio automático de oito marchas e tração traseira, garante 0 a 100 km/h em 5,1 segundos.
O ronco marcante vem das duas saídas de escape centrais. Ainda é possível deixar a sinfonia mais grave ao apertar de um botão do console. Mas não pense que essa vocação para a pista afeta o conforto: a suspensão consegue filtrar boa parte das irregularidades do asfalto, tal como a maioria dos importados. Não era de se esperar outra coisa dos amortecedores adaptativos e configuráveis.
Entre os botões, o que deixa o ronco mais grave e o que levanta o aerofólio
Entre os botões, o que deixa o ronco mais grave e o que levanta o aerofólio (Christian Castanho/Quatro Rodas)
Outro ponto forte é que ele não abre mão do acabamento refinado dos sedãs da marca. Há forração de couro revestindo painel, portas, colunas e até mesmo o teto. Só não chama mais atenção que as saídas de ar centrais, que se levantam ao ligar a ventilação. A versão de entrada tem tudo isso e 40 cv a menos. Se a questão é design, compensa o preço R$ 76.600 menor.

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h: 5,1 s
  • Aceleração de 0 a 1.000 m: 24,3 s
  • Velocidade máxima: 275 km/h
  • Retomada de 40 a 80 km/h (em D): 2,4 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 2,7 s
  • Retomada de 80 a 120 km/h (em D): 3,3 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 16,2 / 25,6 / 59,3 m
  • Consumo urbano: 8 km/l
  • Consumo rodoviário: 12,5 km/l

Ficha técnica – Jaguar F-type V6 S

  • Motor: gas, diant., long., 6 cil. em “V”, 2.995 cm3, 24V, 380 cv a 6.500 rpm, 46,9 mkgf a 3.500 rpm
  • Câmbio: aut., 8 marchas, tração traseira
  • Suspensão: duplo A (diant.), duplo A (tras.)
  • Freios: disco vent. (diant.)/disco vent. (tras.)
  • Garantia: 2 anos
  • Revisões (três primeiras): n/d
  • Seguro: R$ 20.893
fonte: Quatro Rodas

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Estudante da USP acusado de estuprar colega obtém registro de médico

Imagens internet Réu em um processo sob acusação de  cometer estupro  numa festa da USP (e absolvido na primeira instância em fevereiro), Daniel Tarciso da Silva Cardoso conseguiu o registro de médico no Conselho Regional de Medicina de Pernambuco. Ele apresentou os documentos necessários, inclusive diploma, segundo o órgão. Seu cadastro data de abril e consta como regular. SEM CARTEIRA O caso motivou uma série de protestos no ano passado na Faculdade de Medicina da USP. O Conselho Regional de Medicina de SP já havia se antecipado a um eventual pedido de registro e dito em novembro que o negaria enquanto não tivesse acesso à sindicância da universidade para apurar o caso. Daniel não chegou a fazer solicitação em SP. EM CURSO O advogado dele, Daniel Casagrande, diz não saber informar se o cliente está exercendo a medicina em Pernambuco, mas afirma que ele não cometeu crime. fonte:  Folha de S. Paulo

Votação de reforma trabalhista testa força política de Temer no Congresso

Fragilizado pela denúncia criminal apresentada contra o presidente Michel Temer, o governo conta com margem apertada para aprovar no Senado, hoje, a ampla reforma da legislação trabalhista que o peemedebista apresentou como uma das bandeiras de seu governo. A oposição quer aproveitar o clima criado pela denúncia, que está sob análise da Câmara dos Deputados, para tentar barrar a votação e atrasar ainda mais o calendário programado pelo Palácio do Planalto, que contava com a aprovação do texto em junho. Levantamento da reportagem mostra que o governo tem o apoio declarado de 43 senadores para aprovar a reforma. Como se trata de um projeto de lei, o apoio de metade mais um dos presentes na sessão basta para o governo - se os 81 senadores comparecerem, seriam suficientes 41 votos. O Planalto conta com a aprovação da reforma para dar uma demonstração de força no Congresso e reagir ao clima negativo criado pela discussão da denúncia criminal na Câmara, que aprovou a reforma traba...

Ex-goleiro Marcos deixa a UTI e vai para o quarto após cirurgia no coração

O ex-goleiro Marcos deixou a UTI do Hospital do Coração (Hcor), em São Paulo, e está no quarto para continuar a recuperação de uma cirurgia cardíaca realizada na última quinta-feira. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o ídolo palmeirense tem quadro estável e com boa recuperação. Marcos, de 43 anos, chegou a publicar vídeo nas redes sociais no último fim de semana para mandar recado aos fãs e mostrar a cicatriz no peito. Os médicos realizaram um procedimento para corrigir um prolapso da válvula mitral, problema identificado durante exame de rotinas cerca de um mês antes da cirurgia. O ex-goleiro preferiu não divulgar o tratamento, para evitar alarde. O hospital não tem previsão de alta nem da divulgação de novos boletins sobre o estado de saúde do paciente. O ídolo palmeirense se aposentou do futebol no fim de 2011. Desde então, atuou como embaixador do Palmeiras em eventos e cuidou de projetos pessoais. fonte: Istoé

Galã da Globo de 30 anos sofre ataque cardíaco e é internado em SP

O ator Felipe Titto, de 30 anos, sofreu um ataque cardíaco neste domingo (22) e teve de ser internado no Hospital São Luiz, no Morumbi, em São Paulo. De acordo com o G1, o hospital não divulgou boletim médico. Entretanto, a assessoria de Titto informou que o ator passa bem, mas ainda será submetido a novos exames. "Felipe está bem, está falando, está sem dor, mas ainda não tem previsão de alta", informou a nota à imprensa. Na rede social Snapchat, o galã publicou uma foto dele na cama do hospital. “Deu ruim, mas nóes é zikaaa” (sic), escreveu o artista, que tem no currículo trabalhos e novelas como Malhação (2004 A 2007), “Avenida Brasil” (2012) e “Amor à Vida” (2014). fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/fama/335998/gala-da-globo-sofre-ataque-cardiaco-e-e-internado-em-sp?utm_source=notification&utm_medium=push&utm_campaign=335998

GM encerra operações na Venezuela após confisco de fábrica da montadora pelo governo

Bloqueio de fábrica em centro industrial e o confisco de bens da montadora ocorre em meio à crise econômica no país Após as autoridades da Venezuela tomarem uma unidade da General Motors, a montadora norte-americana anunciou, na quarta-feira, o encerramento das operação no país. De acordo com o site  G1 , a planta da empresa localizada no centro industrial de Valencia teve o funcionamento impedido pelo governo venezuelano. "Ontem  (terça-feira) , a fábrica da GMV (General Motors Venezolana) foi inesperadamente tomada pelas autoridades públicas, impedindo as operações normais. Além disso, outros ativos da companhia, como veículos, foram retirados ilegalmente de suas instalações", afirmou a montadora por meio de comunicado. O confisco da unidade da GM ocorre em meio à crise econômica e política da Venezuela, onde outras empresas norte-americanas também já foram afetadas. Conforme o  G1 , a indústria automobilística do país enfrenta a falta de matéria-prima e div...

Roger agradece carinho da torcida do Bota com filha: "Marcou a minha vida"

Na derrota de 2 a 0 para o Avaí, atacante entra em campo com Giulia, que tem o seu nome gritado pelo público presente ao Nilton Santos: "Eu me senti muito amado" O Botafogo perdeu para o Avaí por 2 a 0 nesta segunda-feira, mas o atacante Roger deixou o Estádio Nilton Santos feliz pelo carinho dos torcedores com a sua filha Giulia. A menina de 11 anos, que é deficiente visual, entrou em campo com o pai e teve  o seu nome gritado pelo público presente ao jogo . Em entrevista ao programa "Bem, Amigos!", o centroavante agradeceu o carinho dos brasileiros desde que ela foi tema de uma matéria do programa "Globo Esporte", na última semana e disse que jamais esquecerá das manifestações dos alvinegros. Roger garantiu que a reportagem tinha como objetivo mostrar para a sua filha como é a sua profissão e ficou surpreso com tantas manifestações. O centroavante lamentou não poder retribuir o carinho dos torcedores com gols e mais uma vitória, mas fez questã...

A Regra do Jogo: Dante desconfia de Gibson

Dante (Marco Pigossi) vai desconfiar de Gibson (José de Abreu) depois do resgate de Aninha (Letícia Braga) em A Regra do Jogo. A menina surgirá na mansão da família após Kiki (Deborah Evelyn) chantagear o pai. O policial não acreditará na história contada pelo avô. Gibson afirmará que os sequestradores da criança pediram resgate, e ele pagou, além de ter montado um esquema de investigação com seus seguranças e ex-policiais. "Eu não queria e não podia te envolver nisso, mas depois a gente conversa melhor", despistará o líder da facção ao neto.  Essa sequência vai ao ar a partir do dia 20 na novela das nove da Globo. Antes, o público verá Dante desconfiado da mãe.  Ele não vai acreditar em Kiki , que afirmará que não voltou antes para mostrar que estava viva por conta de sua relação com Zé Maria (Tony Ramos). A loira dirá que teve uma filha com ele e tinha medo de o amante ser preso. O policial chegará a desconfiar de que ela é da facção criminosa da trama e está acobert...

GM vai apresentar no Salão do Automóvel em SP, Novo Tracker turbo

Uma das principais atrações da Chevrolet para o Salão do Automóvel, que acontece de 10 a 20 de novembro, o reestilizado Tracker foi flagrado com camuflagem pela nossa reportagem nos arredores de São Paulo (SP). Com mudanças concentradas na dianteira, o Tracker 2017 recebeu novos para-choques, faróis de LEDs e grade estreita, ficando alinhado a nova identidade visual da GM. O interior também muda e recebe um novo painel com quadro de instrumentos analógicos, além de tela multimídia de 7″ com o novo MyLink. fonte:  http://carplace.uol.com.br/flagra-chevrolet-tracker-2017-e-pego-antes-da-estreia/

Os perigos e consequências de emprestar seu nome para terceiros

Por  Victor Manuel Barbosa Vicente  e  Dany Rogers . Os estudos da pesquisadora  Cecília Mattoso , desenvolvidos na COPPEAD/UFRJ, resultaram no livro  Me empresta seu nome? Um estudo sobre os consumidores pobres e seus problemas financeiros . Já a pesquisadora  Jessica Campara  e outros pesquisadores, desenvolveram o estudo intitulado  O dilema dos inadimplentes: antecedentes e consequentes do ‘nome sujo’ . Estes materiais demonstraram uma relação entre o empréstimo do nome para contração de dívidas de terceiros e o endividamento das pessoas em todas as classes sociais. Mostra ainda que o problema atinge com mais ímpeto as classes menos abastadas financeiramente. O bom coração do brasileiro e a sua vontade em querer ajudar e ser solidário acabam resultando em sérios problemas. Segundo dados do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 1 em cada 10 brasileiros contrai dívidas por emprestar seu nome para terc...

Empate heroico no Palestra

Palmeiras busca empate, mas Cruzeiro leva vantagem por semifinal Os 32.067 pagantes que estiveram no Estádio Palestra Itália viveram fortes emoções na noite desta quarta-feira. O Cruzeiro chegou a abrir 3 a 0, mas o Palmeiras conseguiu o empate por 3 a 3, resultado que garante aos mineiros a vantagem na briga por uma vaga na semifinal da Copa do Brasil pelos gols fora de casa (avança com 0 x 0, 1 x 1 ou 2 x 2 em Belo Horizonte). Inoperante no primeiro tempo, o Palmeiras apenas assistiu os gols de Thiago Neves, Robinho e Alisson. Na etapa complementar, o time mandante entrou no jogo com dois gols de Dudu e, empurrado pela torcida, ainda conseguiu empatar por meio de Willian. O jogo de volta será às 21h45 (de Brasília) de 26 de julho, no Mineirão. Na semifinal, o ganhador enfrenta Grêmio ou Atlético-PR. Pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro, às 16 horas de sábado, o Palmeiras pega o Grêmio, no Pacaembu. Já o Cruzeiro, às 16 horas de domingo, encara o rival Atlético-MG, no ...