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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

GM abre PDV e prorroga em 70 dias lay-off de 754 operários

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A GM (General Motors) abre a partir de hoje, até segunda-feira, PDV (Programa de Demissão Voluntária) voltado aos 9.000 trabalhadores da fábrica em São Caetano. A proposta foi apresentada aos operários em assembleia, na tarde de ontem, pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano. Durante o ato, também foi informada a prorrogação do lay-off (suspensão temporária do contrato de trabalho) em 70 dias para os 754 funcionários afastados – alguns desde novembro de 2014.
Conforme o Diário antecipou, o PDV oferece como incentivo à demissão voluntária de um a cinco salários nominais, que variam de acordo com o tempo de casa. Além disso, são disponibilizados quatro meses adicionais de convênio médico após o desligamento.
Com o objetivo de estimular mais a adesão dos profissionais aposentados, o plano de saúde poderá ser utilizado por eles durante 12 meses a partir da data da homologação. Ainda serão oferecidos dois salários adicionais além da tabela.
De acordo com o presidente do sindicato, Aparecido Inácio da Silva, o Cidão, a montadora norte-americana não divulgou a quantidade de profissionais que deseja atingir. A abertura do programa, no entanto, visa diminuir o número do efetivo devido à queda nas vendas.
Conforme operários relataram ao Diário, a GM costumava fabricar, anualmente, de 360 mil a 340 mil carros, número que caiu para 120 mil no ano passado. “Na verdade, está faltando gente na linha de produção. Ao abrir PDV, neste cenário, deixa todo mundo preocupado. Pelo menos não estão demitindo involuntariamente”, afirma um deles, que pede sigilo. “Esperamos que os aposentados façam a adesão ao programa, para dar espaço aos que ainda planejam se aposentar um dia”, diz outro.
No entanto, apesar de o sindicato ter proposto a oferta de um veículo junto com o incentivo financeiro, a GM alega que não tem dinheiro em caixa para tal. Tanto que, entre os funcionários, o comentário é de que se trata de um “pacotinho”, e não de um plano que realmente estimule a adesão.
SUSPENSÃO - O sindicato também informou os empregados que havia conseguido negociar a prorrogação por 70 dias do lay-off de 754 empregados que venceria hoje. Dessa forma, eles permanecem em casa até 19 de abril.
De acordo com Cidão, a empresa estava relutante em aceitar a prorrogação dos trabalhadores suspensos, mas, após mais uma rodada de conversas, a montadora cedeu. “As negociações ainda continuam para manter esses empregos.”
Um dos pontos a serem debatidos é a reformulação na linha de produção que a companhia pretende implementar, no entanto, ela sugere a retirada de direitos dos funcionários. Os detalhes da contrapartida não foram divulgados.
A GM ficará paralisada por pouco mais de um mês. Isso porque os cerca de 6.000 operários da linha de produção param de trabalhar no dia 25, devido ao Carnaval, e só retornam em 27 de março. O motivo é o recuo nas vendas.

Na rádio peão também circula que outro motivo é o começo da modernização da fábrica. “Disseram que a planta ficará mais competitiva, pois poderá receber qualquer tipo de carro. Que teremos a garantia de que a empresa ficará por aqui por pelo menos mais 20 anos, enquanto que, se não reformar, só mais quatro, no máximo”, conta um dos operários.  

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