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A força de João 8:32

O mundo todo vive uma guerra biológica e ideológica. No Brasil essa guerra a cada dia vem se tornando mais acirrada, principalmente no ...

quarta-feira, 1 de julho de 2020

A força de João 8:32

O mundo todo vive uma guerra biológica e ideológica. No Brasil essa guerra a cada dia vem se tornando mais acirrada, principalmente no que se refere às ideologias. Entre esquerda e direita já não se sabe mais o limite, o que será usado nas batalhas e nem quantos soldados serão abatidos de ambos os lados.
Simultaneamente, um capitão entrou na guerra pronto para enfrentar inúmeras batalhas que se organizaram quando este tomou à frente de um dos lados da guerra. Capitão Bolsonaro tornou-se o grande precursor da quebra de um sistema que vinha envolvendo o Brasil em um “buraco vermelho”, tomando conta de tudo e de todos. Bolsonaro, já como presidente dá continuidade em uma guerra que iniciou quando resolveu ser candidato ao cargo que hoje é seu, o mandatário do país.
Ao assumir a presidência depara-se com batalhões contrários às suas vontades. Em cada departamento que visitava sentia a presença de soldados que não os viam com bons olhos.
Inicialmente decidiu travar uma luta direta com o sistema, cujo objetivo é exterminá-lo. Contudo, percebeu que estava, podemos dizer, isolado na companhia de uns poucos soldados que acreditam tanto quanto o presidente que o Brasil pode e tem condições de ser um país próspero.
Sendo assim, o pequeno grupo, alinhado em suas ideias, articulou para colocar em prática projetos no intuito de fazer com que sejam cumpridas as promessas de campanha.
Mediante um elaborado plano, o presidente juntamente com seus ministros e pessoas de sua confiança já conseguiu entregar obras que há anos estavam paradas; fez um plano de ação que atendeu milhares de pessoas em meio a uma pandemia que afeta diretamente a economia do país, mas que muito bem administrado atende hoje, com uma renda mínima de R$ 600,00 pessoas que nunca haviam pedido um real, sequer, do Governo Federal, segundo palavras do Ministro da Economia Paulo Guedes.
Também o agronegócio não parou e diariamente mostra a potência econômica que está se tornando. Caminhoneiros beneficiados; ribeirinhos e indígenas atendidos por meio do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos unido ao Ministério da Cidadania e ao voluntariado sob o comando da Primeira dama Michelle Bolsonaro. Dentre muitos projetos não acabados em governos passados, Bolsonaro consegue realizar o não imaginável aos nordestinos: a água finalmente chega ao sertanejo com a transposição do “Velho Chico”. E agora, em meio essa funesta guerra de poder que não tem dia e nem hora para acabar, surge mais uma boa notícia àqueles que desconhecem, vivem à revelia de todas essas batalhas ideológicas: O Programa Renda Mínima que consiste na proteção de vulneráveis identificados no decorrer do cadastro do auxílio emergencial, criado em virtude da pandemia.
A guerra não está sendo boa, principalmente para aqueles que perdem ou querem ganhar poder. Soldados já foram abatidos; o próprio capitão, por muitas vezes já o quiseram humilhar. Porém, nesta guerra, o capitão junto com sua tropa contra-ataca com armas fundidas na Fé, na humildade, determinação e cumprimento de suas promessas, forjado em seu escudo João 8:32 e a vontade que o Brasil esteja acima de tudo e Deus acima de todos.

Claiton Appel

Jornalista

fonte; Jornal da Cidade

Brasil tem superávit recorde na balança comercial em junho: US$ 7,5 bilhões

Guedes
A balança comercial bateu recorde em junho. No mês passado, o país exportou US$ 7,463 bilhões a mais do que importou. Esse é o maior superávit para o mês desde o início da série histórica, em 1989.
Apesar do recorde em junho, o saldo da balança comercial fechou o primeiro semestre abaixo do ano passado. Nos seis primeiros meses de 2020, o Brasil exportou US$ 23,035 bilhões a mais do que importou. O resultado é 10,3% inferior ao saldo do mesmo período do ano passado, de US$ 25,68 bilhões, e está no nível mais baixo para o primeiro semestre desde 2015.
No mês passado, tanto as exportações como as importações caíram. O Brasil exportou US$ 19,912 bilhões em junho, montante 12% inferior ao de junho de 2019, pelo critério da média diária. As importações, no entanto, recuaram mais. O Brasil comprou US$ 10,449 bilhões no mês passado, retração de 27,4% na mesma comparação, também pelo critério da média diária.
No acumulado do ano, as exportações ainda caem mais que as importações. De janeiro a junho, o Brasil vendeu US$ 102,43 bilhões ao exterior, valor 6,4% inferior ao do mesmo período de 2019. As importações somaram US$ 79,395 bilhões, com recuo de 5,2%.

Produtos

A queda nas exportações em junho foi puxada pela indústria. A indústria de transformação exportou US$ 118,08 milhões a menos que em maio do ano passado, queda de 21% pela média diária. A indústria extrativa exportou US$ 54,64 milhões a menos, queda de 26,1%.
Na indústria de transformação, os principais produtos responsáveis pela queda das exportações são veículos automóveis de passageiros, com redução de 50,1% na média diária; carnes de aves processadas, retração de 38,6% pela média diária; e celulose, com recuo de 24,9% na média diária.
A nova classificação adotada pelo Ministério da Economia, alinhada com os padrões internacionais, passou a considerar produtos industrializados alimentos que passaram por algum processamento.
Na indústria extrativa, as principais quedas ocorreram na venda de óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (37,3%) e de minério de ferro e seus concentrados (17,4%).

Agropecuária

Somente a agropecuária exportou mais do que em junho do ano passado. O setor vendeu US$ 57,49 milhões a mais para o exterior, alta de 29,7% pela média diária. Os principais destaques foram a soja, o arroz com casca e látex e borracha.
Em relação às importações, as compras de itens ligados à agropecuária caíram US$ 2,49 milhões, redução de 15,6% pela média diária, na mesma comparação. As importações da indústria extrativa recuaram US$ 10,42 milhões (22,3%), e as compras da indústria extrativa encolheram US$ 174,28 milhões (28,1%).
Os principais produtos responsáveis pela queda nas importações foram os óleos combustíveis de petróleo, com retração de 60,8% pela média diária em relação a junho do ano passado; veículos automóveis de passageiros, retração de 75,7%, e partes e acessórios de veículos, menos 57,2%.
Depois de o saldo da balança comercial ter encerrado 2019 em US$ 46,657 bilhões, o segundo maior resultado positivo da história, o mercado estima menor superávit em 2020, motivado principalmente pela pandemia do novo coronavírus (covid-19). Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado preveem superávit de US$ 53 bilhões para este ano. O Ministério da Economia atualizou a estimativa de saldo positivo para US$ 55,4 bilhões.

fonte: República de Curitiba

A nota do Facebook sobre o PL da ‘Censura’: “Efeitos indesejados na privacidade e liberdade de expressão”

O Facebook divulgou nota oficial na noite desta terça-feira, 30, após a aprovação do Projeto de Lei das Fake News no Senado Federal, conhecido como PL da “Censura”.
Segundo a plataforma, o projeto aprovado compromete a operação de aplicações de internet no país, no momento em que a população brasileira conta com elas para se manter conectada diante da pandemia e milhões de pequenos negócios usam essas plataformas para enfrentar a crise econômica resultante da Covid-19.
“O combate à desinformação é prioridade para o Facebook”, diz ainda a nota.
E prossegue:
“Acreditamos que qualquer regulação de conteúdo online deve ser resultado de um amplo debate envolvendo toda a sociedade, para que não traga efeitos indesejados sobre a privacidade e a liberdade de expressão.”
O Senado Federal parece não ter agradado ninguém, com a aprovação de uma lei tão abrangente e sem qualquer discussão com os mais diversos setores da sociedade.
Isso é realmente intrigante.
fonte: Jornal da Cidade

O PL das Fake News e o Fim da Liberdade no Brasil

 
“Liberdade, liberdade!
Abra as asas sobre nós
E que a voz da igualdade
Seja sempre a nossa voz.”
Assim começava a melodia dos poetas Niltinho Tristeza, Preto Jóia, Vicentinho, Jurandir.
A melodia que enaltecia o ato libertador da princesa Isabel ao assinar a lei 3.353, em 13 de maio de 1888.
A Lei Áurea havia, que libertado milhões da escravidão humilhante é um primor de clareza e objetividade, contém apenas dois artigos:
“Art. 1°: É declarada extincta desde a data desta lei a escravidão no Brazil.
Art. 2°: Revogam-se as disposições em contrário.”
Um século depois, em uma certa segunda feira, 6 de fevereiro de 1989, a Escola de samba Imperatriz Leopoldinense desfilava na Marquês de Sapucaí. No momento em que a comissão de frente entrou na passarela do samba, se percebia que a história estava sendo escrita mais uma vez.
Naquele que muitos consideram o melhor carnaval da Imperatriz, nas arquibancadas do sambódromo, o povo delirava e cantava:
“Liberdade, liberdade!
Abra as asas sobre nós
E que a voz da igualdade
Seja sempre a nossa voz.”
Quatro meses antes, em, 5 de outubro de 1988, em Brasilia havia sido assinada a Constituição Federal.
Aqueles que assinaram a Constituição – à exceção do PT – projetavam uma carta que reduzisse ao máximo a possibilidade de que se instaurasse novamente no Brasil um regime de exceção, como consideravam havia sido a contra-revolução que o povo pediu em 1964.
Não vamos entrar no mérito dos fatos que levaram ao 31 de março de 64, nem mesmo os atos violentos de parte à parte, que se seguiram.
Esta parte da nossa história já foi escrita, e nenhuma revisão histórica poderá mudar as coisas, as mortes, as dores e as cicatrizes que marcaram as pessoas que vivenciaram àquela época.
Queremos falar de como a princesa Isabel, Tiradentes, Abraham Lincoln e os mais de 600 mil que morreram na Guerra pelo fim da escravidão na América, devem estar se reviarando em seus túmulos quando ouviram as palavras de um certo senador da República Federativa do Brasil tuitava pelo seu iPhone:
“Aguarde ... enquanto ainda tem tempo de liberdade”
A Folha de S.Paulo diz que a aprovação no Sanado do Projeto de Lei 2.630/2020 – PL da censura – teria sido uma “derrota do governo”.
Que visão mais tacanha e míope. A derrota não é do governo. A derrota é do POVO.
A derrota é sua Folha de S.Paulo!
Sejamos sinceros, o PL 2630 é uma obra de arte na mão de qualquer governante com inclinações totalitárias.
Será que a grande mídia realmente acha – e o termo correto é achar mesmo – que, em um futuro não muito distante, estará livre do alcance e abusos desta lei retrógada e ditatorial?
Alô Folha, e se o Jair, o Messias, Bolsonaro, deixar de lado suas promessas de campanha e decidir usar esta arma de destruição da liberdade em seu favor? E se o “Bozo” resolver indicar a maioria dos membros para o Comitê de Combate à Desinformação (CCD) da Joyce?
E aí Olival Costa? E aí Pedro Cunha? Já pensaram que o tiro pode sair – mais uma vez – pela culatra?
A lei é tão imoral que até a ONU já se manifestou contra, alertando que o Projeto de Lei da Fake News pode ser uma ameaça à democracia. Mas não tem problema, o negócio é destruir a Bolsonaro e sua base de apoio.
No Senado “Federel”, segundo o presidente Alcolumbre, “A nova lei é imprescindível para a proteção da vida de todos os brasileiros. Precisamos entender esse universo e reconhecer que liberdade de expressão não pode ser confundida com agressão, violência ou ameaça.”
Sim, e é verdade, liberdade de expressão não pode ser confundida com agressão, violência ou ameaça, tanto é que a Constituição que declara que “é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”. Ao mesmo tempo atrela esta liberdade a punição ao abuso da mesma quando afirma que:
1. “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato.”
2. “São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.”
3. “É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem.”
Além disso, qualquer um que sinta-se ofendido pode socorrer-se no Código Penal que criminaliza a injúria, a calúnia e a difamação.
Mas nós sabemos que a intenção – e de boas intenções o inferno está cheio – não é “a proteção da vida de todos os brasileiros”, mas amordaçar de vez àqueles que se levantam contra a ordem esquerdista implantada no Brasil.
Afinal de contas, por que o brasileiro deveria acreditar nas coisas que vê, lê, entende, experimenta e compreende, se tem a imprensa podre desmamada à força das verbas da SECOM para dizer em que ele tem que acreditar?
O que podemos fazer agora?
Agora a parada é na Câmara dos Deputados.
Vamos pegar no pé dos nossos deputados, por que ainda é tempo de reverter a situação.
Denilson Faleiro. Advogado.

fonte: Jornal da Cidade

Defende Bandido - Gleisi e Lindbergh procuram apartamento no Rio em rua que possui segurança armada, diz colunista

O jornalista Léo Dias, do Portal Metrópoles, revelou em sua coluna nesta quarta-feira (24) que o ex-senador Lindbergh Farias e a deputada federal Gleisi Hoffmann, ambos do PT (Partido dos Trabalhadores), estão buscando um apartamento para morarem juntos. Os dois assumiram o relacionamento em março deste ano.
Segundo Léo, a procura é pelo bairro da Gávea, no Rio de Janeiro, um apartamento cobertura. O endereço em que o casal tem buscado apartamentos com afinco é a Rua Vice-Governador Rúbens Berardo, única da região que possui segurança armada.
O bairro da Gávea fica situado na Zona Sul carioca, um dos mais caros da cidade. Um apartamento na região não sai por menos de R$ 1 milhão.
“Ele esteve aqui há pouco tempo procurando um apartamento para alugar. Não quis, pois achou um pouco escuro. Mas dizem mesmo que ele quer é uma cobertura”, disse um dos porteiros que não quis se identificar. Neste prédio a soma do aluguel, condomínio e IPTU passa de R$ 7.500,00, segundo o colunista.
Lindbergh já mora na Gávea e agora quer levar sua amada para a região também.
fonte: Conexão Política

terça-feira, 30 de junho de 2020

Bolsonaro prorroga auxílio emergencial de R$600 por mais 2 meses

Bolsonaro rindo
O presidente Jair Bolsonaro assinou na tarde desta terça-feira (30) o decreto que prorroga, por mais dois meses, o auxílio emergencial de R$ 600, destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos, desempregados e pessoas de baixa renda durante a pandemia da covid-19. Com isso, cerca de 64,1 milhões de pessoas que tiveram o benefício aprovado receberão mais duas parcelas, no mesmo valor.
“Obviamente, isso tudo não é apenas para deixar a economia funcionando, viva, mas dar o sustento para essas pessoas. Nós aqui que estamos presentes sabemos que R$ 600 é muito pouco, mas para quem não tem nada, é muito”, afirmou Bolsonaro em discurso no Palácio do Planalto.
A solenidade de prorrogação do programa foi acompanhada pelos presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e do Senado Federal, Davi Alcolumbre. Diversos ministros, além do vice-presidente, Hamilton Mourão, também participaram da cerimônia. Veja a íntegra da cerimônia:
“São mais duas prestações e nós esperamos que, ao final dela, a economia já esteja reagindo, para que nós voltemos à normalidade o mais rapidamente possível”, acrescentou o presidente.
A Lei 13.982/2020, que instituiu o auxílio emergencial, foi aprovada pelo Congresso Nacional em abril e previa a possibilidade de que um decreto presidencial prorrogasse os pagamentos, desde que mantidos os valores estabelecidos.
Até a semana passada, o governo federal avaliava estender o auxílio por mais três meses, mas reduzindo o valor de cada parcela de forma decrescente, para R$ 500, R$ 400 e R$ 300, respectivamente.
“Estamos aqui para anunciar, pelo presidente, que cumprindo o que o Congresso Nacional nos determinou, de que poderia, por ato do Poder Executivo, prorrogar as três parcelas emergenciais, e é o que o presidente está fazendo hoje, para garantir, por mais dois meses, a continuidade do programa, que é essa grande rede de proteção, que permitiu, junto com o BEM, que é o beneficio emergencial para aqueles que têm trabalho, que preservássemos mais de 10 milhões de empregos e estender essa rede de proteção a 65 milhões de pessoas”, afirmou o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni.

fonte: República de Curitiba

Nem Didi resiste a onda de demissões na Rede Globo

O contrato de Renato Aragão não foi renovado pela Rede Globo.
Assim chega ao fim uma relação de 44 anos.
A reação do humorista foi tranquila, como a de alguém que já aguardava o desfecho:
“São 44 anos de estrada e me vejo diante há uma mudança! São novos tempos, novos parceiros, novos projetos e novos desafios.
Minha grande parceira durante esses anos foi a Rede Globo, que me acostumei a chamar de minha casa. Mas diante há esses novos tempos e políticas internas de contratação, vamos iniciar uma nova fase e trabalhos pontuais.
Tenho em minha vida pessoal e profissional a fluidez e o equilíbrio, vou onde meu público espera que eu esteja e melhor ainda, onde não esperam, pois sempre gostei e gosto de surpreendê-los, e não será diferente nessa nova fase!
Já estou com novas oportunidades de trabalho e novos tempos que estão prestes a iniciar.”
A 'gigante' Globo segue cada vez mais enfraquecida.
fonte: Jornal da Cidade

Com menos de três meses no cargo, Secretária de Saúde do Amazonas é presa no “Covidão”

A secretária de Saúde do Amazonas foi presa numa ação da Polícia Federal nesta terça-feira, 30.
Simone Papaiz foi detida por agentes que investigam desvios de verbas públicas voltadas para a luta contra a Covid-19
Ela é biomédica e assumiu o cargo em abril deste ano, depois do pedido de demissão do antecessor, Rodrigo Tobias.
Ele deixou a pasta no auge da pandemia de coronavírus no Amazonas.
O Governador do Estado, Wilson Lima (PSC) também é alvo das investigações e teve a prisão requerida, porém negada pelo STJ.
Se provado o envolvimento de Simone Papaiz, fica óbvio que ela, com tão pouco tempo no cargo, assumiu com um objetivo bem específico.
fonte: Jornal da Cidade

Jornalista Oswaldo Eustáquio tem prisão temporária prorrogada e é transferido para Brasília

O ministro Alexandre de Moraes determinou nesta terça-feira (30) a imediata transferência do jornalista Oswaldo Eustáquio, de Campo Grande (MS) para Brasília.
No mesmo despacho, o magistrado supremo prorrogou por mais 5 dias a prisão temporária do jornalista.
Segundo informações colhidas pelo Jornal da Cidade Online, o advogado de Eustáquio, Elias Mattar Assad, ainda não conseguiu ter acesso aos autos do inquérito.
Uma cópia lhe foi prometida para hoje.
Eustáquio permanece preso, teve a prisão prorrogada e o advogado ainda não conseguiu saber qual a acusação que pesa contra o seu cliente.
É efetivamente um ‘inquérito do fim do mundo’.
Mais um absurdo cometido pelo STF.


fonte: Jornal da Cidade

"Trata-se de processo sigiloso. Não temos informações", diz STF sobre caso de jornalista Oswaldo Eustáquio

Um processo “secreto”.
É isso que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o jornalista Oswaldo Eustáquio.
Nem o advogado contratado para o caso teve acesso aos autos.
Isso é gravíssimo.
Ademais, o jornalista é pessoa absolutamente idônea. Nunca sequer respondeu a processo criminal. Nunca recebeu qualquer tipo de intimação relacionada ao caso. E mais, estava no legítimo exercício de sua profissão.
Situações que tornam tudo ainda mais grave.
Pior é ver certa imprensa tentando criminalizá-lo, aventando uma possível fuga.
Quanto absurdo!
Ele não tinha contra si nenhum mandado de prisão. Não estava sendo processado. E, no momento, não sabe sequer do que está sendo acusado.
Assim fica a pergunta:
Estaria fugindo de que?
Essa é uma resposta que nem Eustáquio tem...

fonte: Jornal da Cidade

Uvas: como plantar?

como_plantar_uva (Foto: Thinkstock)

Não é todo mundo que sabe que as uvas consumidas in natura nem sempre são as mesmas utilizadas na fabricação de vinho. O que significa que é preciso ter certeza de qual frente se quer explorar antes de se eleger uma variedade para o plantio.

A rústica videira, que pertence à família Vitaceae, conta com diversas espécies. Uma das mais destacadas é a Vitis vinifera, oriunda da Europa e que produz variedades majoritariamente voltadas para a fabricação de vinhos finos (como, por exemplo, a variedade cabernet sauvignon). Muitas dessas cultivares não se prestam ao consumo direto, mas há honrosas exceções, como a uva do tipo itália.

Outra espécie bastante difundida é a Vitis labrusca, originária da América do Norte, e por isso conhecida como uva americana. Suas variedades são mais adequadas para servir como porta-enxerto ou para produzir frutas de mesa (como a niágara rosada), sucos ou mesmo vinhos mais populares (como a isabel).
As uvas possuem diversas propriedades benéficas à saúde. Elas protegem o sistema circulatório e o coração; têm propriedades antioxidantes, o que significa que impedem a ação de radicais livres no organismo; apresentam características antiinflamatórias; inibem a aglomeração das plaquetas sangüíneas, reduzindo os riscos de ocorrência de infartos e derrames; além de impedir alguns processos desencadeadores do câncer. A fruta ainda é boa fonte de vitamina C e do complexo B, rica em minerais como magnésio, enxofre, ferro, cálcio e fósforo.
como_plantar_uva (Foto: Thinkstock)O melhor desenvolvimento da videira ocorre em regiões de clima mediterrâneo. Apesar disso, adapta-se a diferentes condições climáticas. A planta prefere temperaturas entre 15 e 30 graus, faixa que influencia o processo de fotossíntese, a produtividade e a duração dos dias entre floração e colheita, período que deve contar com muita luminosidade. Com exceção dos encharcados, a videira vai bem em qualquer tipo de solo. Por ser trepadeira, a cultura precisa de suporte para a sustentação dos ramos. A latada ou pérgola é formada por malhas suspensas a cerca de dois metros do chão. As plantas são, assim, conduzidas na horizontal, o que permite um melhor desenvolvimento e maior produção. O sistema mais utilizado para produção de uvas para vinhos finos é a espaldeira.
Nesse caso, a videira é conduzida na vertical, em armações formadas por postes, com dois ou mais fios de arame, numa estrutura de uma cerca.
A enxertia é a prática comum de plantio para as cultivares de Vitis vinifera e para os plantios comerciais das variedades de Vitis labrusca. As variedades utilizadas como porta-enxertos são mais precoces e apresentam um maior vigor e resistência a pragas de solo.

Raio-X

Solo: areno-argiloso, fértil e bem drenado
Clima: temperatura entre 15 e 30 graus
Área mínima: um pergolado no jardim
Colheita: de 85 a 200 dias do início do cultivo
Custo: preço da muda varia de 1,5 a 3,5 reais. 

Mãos à obra

>>> Início Compre mudas de produtores registrados no Ministério da Agricultura. O preço varia de 1,50 a 3,50 reais. Variedades comuns, como niágaras e isabel, podem ser propagadas por estacas da própria cultivar, sem precisar de enxertia. Além disso, elas são menos sensíveis às pragas e doenças e mais adequadas a pequenos espaços.

>>> Plantio Há dois períodos indicados. Se a muda for um enxerto de raiz nua, a melhor época é de julho a agosto. Se for muda de torrão, pode ser feito em qualquer época, desde que seja possível irrigar. Caso contrário, a época recomendada ao cultivo é de outubro a dezembro. Como a planta é trepadeira, indica-se montar um caramanchão para dar suporte ao de senvolvimento da parreira.

>>> Adubação Como há orientações específicas de adubação, procure um profissional especializado. O solo deve ser areno-argiloso, fértil, bem drenado, com pH na faixa de cinco a seis, e declividade inferior a 20%.
>>> Espaçamento Os mais usados vão de 2 x 2 metros até 3 x 3 metros. Mas variam conforme a cultivar, porta-enxerto, sistema de condução, condições de clima e solo e manejo.
>>> Tratos A videira precisa de podas de formação e de produção. A de formação é executada desde o plantio da muda até a planta ganhar o tamanho e o formato desejados. A poda serve para manter o equilíbrio entre o vigor da vegetação e a frutificação. Faça todos os anos, quando a planta estiver no período de repouso (inverno), ou quando surgirem as primeiras brotações nas pontas dos ramos.

>>> Ambiente Evite cultivar as videiras em locais sujeitos a ventos fortes, ou use quebra-ventos. A planta apresenta boa adaptação em regiões com temperaturas de 15 a 30 graus. Recomendam- se locais com muita luz do período da florada até a maturação das uvas. Dependendo de clima e tempo, a videira precisa de 500 a 1,2 mil mililitros de chuva.

>>> Repouso As condições locais de plantio precisam contar com temperaturas baixas nas regiões de clima subtropical e temperado, e pouca chuva em regiões de clima tropical semiárido. São ideais para a indução do repouso hibernal das videiras, necessário para obter desenvolvimento adequado das gemas, crescimento vegetativo vigoroso e boa frutificação.

>>> Produção Da poda à colheita, o plantio demora de 85 a 200 dias. O que determina o período são a intensidade luminosa e a temperatura. Indica-se a irrigação para garantir maior produtividade e qualidade. Jair Costa Nachtigal é pesquisador da Embrapa Clima Temperado, Estação Experimental Cascata, Caixa Postal 403, Rodovia BR-392, Km 78, CEP 96001-970, Pelotas, RS, tel. (53) 3277-9700

ONDE COMPRAR: recomenda-se adquirir as mudas apenas de viveiristas registrados no Mapa – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A Embrapa Transferência de Tecnologia comercializa mudas de algumas cultivares, PqEB – Parque Estação Biológica, s/nº, Av. W3 Norte (Final), Edifício Sede, Térreo, Plano Piloto, CEP 70770-901, Brasília, DF, tel. (61) 3448-4522, sac.snt@embrapa.br

MAIS INFORMAÇÕES: Embrapa Uva e Vinho, Rua Livramento, 515, CEP 95700-000, Bento Gonçalves, RS, tel. (54) 455-8000, sac@cnpuv.embrapa.br
fonte; Globo Rural

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Torresmo de rolo | Canal do Fofo #14

Torresmo de rolo | Canal do Fofo #14 - YouTube

Como fazer aquele torresmo de rolo perfeito, pururucado? O processo é simples, leva um pouco de tempo, mas vale a pena! Confere e faz pra família e amigos que vai ser sucesso! #torresmoderolo #torresmo #pururuca




fonte; Canal do Fofo

Malafaia detona Fachin: “Preconceito, perseguição religiosa, um jogo nojento e inescrupuloso” (veja o vídeo)

O pastor Silas Malafaia se pronunciou sobre a proposta do ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin, de cassação de mandatos por 'abuso de poder religioso'.
Segundo Fachin, o Estado é laico e “as manifestações do exercício religioso não podem incidir, negativamente, sobre a esfera das liberdades pessoais”.
Malafaia publicou um vídeo em seu canal no YouTube, tecendo fortes críticas e acusações ao ministro. Para o pastor, o juiz é preconceituoso e prática “perseguição religiosa”.
“O Estado é laico, mas não é laicista, ou seja, ele não é contra a religião. Foram os ensinos de Cristo que produziram como ninguém ecos profundos na consciência humana. Foi a sua força moral que produziu e contribuiu para o aprimoramento das instituições religiosas e sociais. Querer separar crenças e valores de uma pessoa das suas convicções é impossível. É só olhar para o mundo ocidental”, disse Silas Malafaia.
O pastor classificou a proposta de Fachin como “uma tentativa de cerceamento do pensamento conservador”.
“Eu apelo aos ministros do Tribunal Superior Eleitoral que rejeitem essa aberração que não passa de um preconceito e perseguição religiosa. Que Deus nos livre desses conceitos esquerdopatas que estão na nossa nação e que venham tempos de liberdade, bênção, paz e prosperidade para o Brasil”, finalizou.
Confira:
fonte; Jornal da Cidade

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