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terça-feira, 9 de julho de 2019

Ministério da Agricultura proíbe venda de seis marcas de azeite


A polícia descobriu uma fábrica clandestina de azeite na Zona Leste da cidade de São Paulo. No local havia milhares de garrafas de azeite falsificado – uma mistura de óleos e aromatizantes nocivos à saúde, que era vendido para outros estados.

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Oliveiras do conde

O galpão de fachada discreta fica na Vila Califórnia. Na produção, uma máquina trabalhava enchendo as garrafas, depois as embalagens eram lacradas e rotuladas. Em outras salas, tonéis armazenavam os produtos.

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Quinta Lusitana

Segundo a polícia, os criminosos usavam na mistura óleo vegetal, aromatizantes e óleo lampante, produto que se consumido em grande quantidade é prejudicial à saúde.

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Quinta D’Oro

Ao todo foram apreendidos 40 mil litros de óleo vegetal e 15 mil litros de azeite falsificado pronto para venda.


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Évora


Investigação


Os policiais chegaram até a fábrica clandestina depois de abordar um caminhão. O motorista disse que o azeite era fabricado em São Paulo, mas os investigadores viram que o rótulo indicava que o produto era feito em Portugal.




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Costanera

A polícia diz que as marcas usadas nas embalagens foram inventadas pelos falsificadores. “Eles criaram um rótulo aleatório, colocavam um nome que inventavam, provavelmente, e afixavam nas garrafas, sempre com o mesmo produto”, disse o delegado Milton Burgese de Oliveira.



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Olivais do Porto.

O responsável pelo galpão, André Robson Martins Hernandes, foi preso em flagrante e vai responder pelo crime de falsificação e adulteração de produto alimentício.


fonte: G1
O Vale

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