Alberto Fernández e Cristina Kircher vencem na Argentina, na foto todos fazem gestos "Lula livre"

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O peronista Alberto Fernández, 60 anos, será o novo presidente da Argentina, informa o jornal local Clarín. Confirmando pesquisas e previsões, ele derrotou o atual mandatário Mauricio Macri e teve sua vitória confirmada às 22h deste domingo (27.out.2019). Pelos 4 anos seguintes, Fernández terá o desafio de enfrentar a grande crise econômica que o país vive.
O novo governo assumirá em 10 de dezembro. Cristina Kirchner, 66 anos, ex-presidente do país, tomará posse como vice-presidente.
Às 22h08 (horário de Brasília), com 89% dos votos apurados, Fernández tinha 47,75% (11.337.679 votos), e Macri, 40,76% (9.677.064 votos), segundo a comissão eleitoral argentina.
Em 14 de agosto, Mauricio Macri foi derrotado, por uma larga vantagem, pela chapa liderada pelo peronista Alberto Fernández nas eleições prévias (conhecidas como Paso – Primárias, Abertas, Simultâneas e Obrigatórias). Na disputa, eles somaram 47% dos votos. Macri, que tinha como vice Miguel Ángelo Pichetto, recebeu 32%.
Praticamente todos os holofotes ficaram voltados para Fernández e Macri neste 1º turno. Os outros candidatos não somaram 15% no total das intenções de voto dos argentinos. O ex-ministro da Economia Roberto Lavagna ocupou o 3º lugar nas primárias.
Cerca de 34 milhões de cidadãos estavam habilitados para votar. Além de decidir os cargos de presidente e vice-presidente, a população teve de escolher novos senadores e deputados. Os colégios eleitorais abriram às 8h e as votações foram encerradas às 18h.

RELAÇÕES COM O BRASIL

A Argentina é 1 dos principais parceiros políticos e econômicos do Brasil. O país ocupa o 3º lugar no destino das exportações brasileiras, atrás somente da China e dos Estados Unidos.
Somadas, as capacidades do Brasil e Argentina os países representam cerca de dois terços do território, da população e do PIB da América do Sul.
Em 2018, a relação comercial entre as duas nações alcançou US$ 26 bilhões, com diminuição de 3,89% em relação ao ano anterior, em razão da redução das exportações brasileiras (US$ 15 bilhões, -15,1%) e aumento das importações de produtos argentinos (US$ 11 bilhões, +17,1%). Os dados são do Ministério das Relações Exteriores.
O presidente Jair Bolsonaro apoiou publicamente Macri. O chefe do Executivo brasileiro declarou ao jornal argentino Clarín que a Argentina teria “tudo para decolar” com a reeleição de Macri.
Em conversa com jornalistas durante sua viagem ao Japão, Bolsonaro indicou que, se a chapa composta pela ex-presidente Cristina Kirchner vencesse, pode propor a suspensão da Argentina do Mercosul

ERA KIRCHNER

Cristina Kirchner governou a Argentina de 2007 a 2015. O país teve 12 anos de kirchnerismo no poder, começou em 2003 com o mandato do falecido marido de Kirchner, Néstor Kirchner. Prosseguiu com a eleição da então primeira-dama em 2007 e sua reeleição em 2011.
Na eleições de 2015, Mauricio Macri derrotou o candidato apoiado por Kirchner, Daniel Scioli.

fonte: Poder360

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