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fonte: youtube/ Joice Hasselmann TV

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Greve de caminhoneiros já paralisa a linha de produção de GM e Ford e Bosch

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A GM afirma que a greve de caminhoneiros, que está no segundo dia nesta terça-feira (22), impactou o fluxo logístico em suas fábricas. "Com a falta de componentes, as linhas de produção começam a ser paralisadas e também estamos enfrentando dificuldades na distribuição de veículos à rede de concessionárias", diz a multinacional.

Caminhoneiros voltaram a bloquear rodovias do país e provocar lentidão no trânsito na madrugada desta terça-feira (22).

Ao menos 19 Estados já registram manifestações, entre eles São Paulo, onde o trânsito está lento na rodovia Dutra, em Jacareí. Ford Por falta de entrega componentes para o funcionamento das linhas de produção, a greve dos caminhoneiros também paralisou a produção de automóveis da Ford, em Camaçari, na Bahia, e de motores em Taubaté, no interior de SP.

A informação obtida pelo Valor foi confirmada pela assessoria de imprensa da montadora. A outra unidade da companhia americana, localizada em São Bernardo do Campo (SP), que produz carros e caminhões, operou hoje. Mas sem a normalização das entregas de componentes a tendência é que essa fábrica também tenha a produção interrompida a partir de amanhã.

A greve dos caminhoneiros prejudica as montadoras tanto na recepção de componentes como na distribuição de veículos, feita em todo o país por meio dos caminhoneiros chamados "cegonheiros", que aderiram à greve.

Bosch - A Bosch, maior empresa de autopeças do Brasil, também começou a sentir o fluxo logístico afetado por conta da greve dos caminhoneiros. A empresa de origem alemã disse ao Valor que está com dificuldades tanto no recebimento de mercadorias via porto de Santos como em rotas de transportes interestaduais para abastecimento de suas unidades fabris e entrega aos clientes.

Com 8,3 mil funcionários espalhados em várias fábricas, a Bosch está em pleno processo de retomada de produção, provocada, principalmente, pela recuperação da produção de veículos no país. Entre as montadoras, até agora apenas a General Motors queixou-se de ter sido prejudicada pelo movimento. A montadora americana informou que a manifestação já provocou paralisação de linhas, por falta de componentes, e prejuízos à exportação, além de dificuldades na distribuição de automóveis à rede de concessionárias.

Os demais fabricantes de veículos informam que ainda não registraram problemas. Mas este é um setor altamente dependente do transporte rodoviário. A indústria de veículos trabalha no sistema chamado "just in time", por meio do qual as peças chegam às linhas quase que simultaneamente ao processo de montagem. (via Folha)


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