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sexta-feira, 17 de maio de 2019

As industrias do vale - Volks da férias coletivas, GM da folga para frear a produção da S10 e Johnson & Johnson demite

Volks dá férias coletiva para operários do segundo turno em Taubaté — Foto: Divulgação/ Volkswagen

Volks dá férias coletiva para operários do segundo turno em Taubaté — Foto: Divulgação/ Volkswagen

A Volkswagen colocou em férias coletivas, por 20 dias, operários do 2º turno da fábrica em Taubaté (SP). Eles tiveram as atividades suspensas a partir da última segunda-feira (13), com retorno previsto para 3 de junho.


A multinacional e o Sindicato dos Metalúrgicos não informaram quantos trabalhadores foram atingidos pela medida. No período não haverá produção de automóveis no 2º turno.


De acordo com a montadora, a suspensão dos trabalhos já estava prevista no calendário de produção para o ano, já tendo previsto o volume menor de exportações para a Argentina. Os três modelos produzidos na planta, sendo Gol, Up! e Voyage são vendidos ao país vizinho.   


Apesar da redução na exportação, a multinacional alemã afirmou que o volume total de produção no Brasil nesse ano será cerca de 20% maior do que o registrado em 2018.


 A Volkswagen emprega em Taubaté cerca de 3,1 mil empregados. Apesar da redução na exportação, a multinacional alemã afirmou que o volume total de produção no Brasil nesse ano será cerca de 20% maior do que o registrado em 2018. A Volkswagen emprega em Taubaté cerca de 3,1 mil empregados.


Os últimos períodos de férias coletivas concedidas aos trabalhadores ocorreram em agosto e outubro de 2018


Um grupo de operários ficou afastado do dia 20 de agosto a 18 de setembro de 2018. Depois foram 20 dias de afastamento a outro grupo, de 8 a 29 de outubro.



Johnson & Johnson demite 30 empregados em São José




A Johnson & Johnson demitiu 30 empregados da planta de São José dos Campos como parte do plano de reestruturação mundial da companhia. Também houve cortes em unidade de São Paulo.
Segundo o Sindicato dos Químicos de São José, os desligamentos ocorreram na divisão de consumo da empresa (Johnson & Johnson Consumer) e teriam atingido pesquisadores, funcionários de laboratórios e da gerência. A produção não foi atingida.
No mundo, a empresa pretende cortar 1% dos 134 mil funcionários, o que dá um total de 1.340 demissões. No Brasil, o número seria de 1,7% dos 7.000 empregados --119 demissões.
“Estamos buscando informações para saber o que significam essas demissões”, disse Wellington Luiz Cabral, coordenador geral do sindicato.
Segundo ele, o último corte expressivo na empresa, em São José, ocorreu há mais de 7 anos, com o fechamento da divisão de preservativos.
“Não há investimento em produção no país e o governo não tem confiança no mercado, o que só piora a crise”, disse Cabral.
A Johnson & Johnson emprega cerca de 4.000 trabalhadores em São José.
Procurada, a companhia disse que estabeleceu “um novo modelo global de negócios” para “operar com mais eficiência”.

“Como resultado, estamos expandindo e investindo em algumas áreas, enquanto em outras reduziremos a complexidade e as estruturas de reporte. As decisões que afetam nossos funcionários nunca são fáceis e estamos comprometidos a apoiá-los ao longo do processo. Localmente no Brasil, a reorganização envolve 1.7% do nosso total de colaboradores diretos”, informou a empresa, em nota.

GM vai dar folga aos operários para frear produção da S10 

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Trabalhadores da fábrica da General Motors em São José dos Campos (SP) serão dispensados do expediente, por meio de um mecanismo chamado 'day-off', por dois dias na próxima semana. A informação é do Sindicato dos Metalúrgicos.
Segundo a entidade, o expediente será suspenso nos dias 20 e 21 de maio apenas no setor que produz a caminhonete S10 - a medida deve atingir cerca de 1,8 mil empregados. A fábrica de motores vai funcionar normalmente.O motivo da paralisação na linha de produção da caminhonete seria a queda das exportações à Argentina. Essa mesma retração fez com que a fábrica da Volkswagen, em Taubaté, concedesse 20 dias de férias coletivas.
Segundo o sindicato, cerca de 30% da produção na planta da GM em São José atende o mercado sul-americano - sendo que parte dos automóveis tem como destino a Argentina; 
Esses dois dias de folga pelo 'day-off ' são remunerados normalmente e os trabalhadores 'pagam' essas horas à multinacional em um prazo máximo de até seis meses.
Procurada, a GM informou por meio da assessoria de imprensa que não vai comentar o assunto.
A caminhonete é produzida exclusivamente na fábrica de São José. A unidade emprega cerca de 5 mil pessoas.

fonte: G1/Vale e região
 O Vale 

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