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quinta-feira, 8 de março de 2018

Manifestantes do MST invadem parque gráfico do jornal O Globo fizeram pichações em vidraças, sofás e paredes

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Militantes ligados ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) invadiram nesta quinta (8) o parque gráfico do jornal O Globo, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
A maior parte dos manifestantes era de mulheres, que entraram nas instalações por volta das 5h30 e fizeram pichações em vidraças, sofás e paredes, com frases como “Globo Golpista” e “Mexeu com a democracia, mexeu com todas”.
Elas também atearam fogo em pneus em volta de um totem com o nome da empresa. O protesto foi encerrado por volta das 6h.
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Segundo o Grupo Globo, cerca de 300 pessoas entraram no parque gráfico, mas foram contidos antes de chegar à área de máquinas, onde são impressos os jornais. O MST fala que a ação envolveu 800 pessoas.
O grupo chegou ao local em 15 ônibus e, segundo a Polícia Rodoviária Federal, ameaçou fechar a pista da rodovia Washington Luiz, onde está o parque gráfico, mas desistiu por causa da chuva forte.
A Polícia Militar foi acionada por volta das 6h, mas quando chegou, a manifestação já havia terminado.
Além do MST, participaram da invasão militantes do Levante Popular da Juventude, do Movimento dos Atingidos por Barragens e do Movimento dos Pequenos Agricultores.
A ação foi batizada de “A Globo quer dar golpe na eleição, as mulheres organizam a reação” e acusa a empresa de agir contra a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Presidência da República.
“O ataque a um jornal é um ataque à imprensa livre, pilar da democracia. É uma clara tentativa de intimidação, um ato que atropela a legalidade e o Estado de Direito democrático”, afirmou o Grupo Globo, em nota.
Segundo a empresa, a portaria foi pichada e o grupo tentou entrar na área de máquinas do parque gráfico, mas foi contido pelos seguranças. “O Grupo Globo espera a rigorosa apuração das responsabilidades pelas autoridades”, diz o texto.
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) publicaram nota de repúdio à ação dos manifestantes.
“É inadmissível que um grupo que se diz defensor de causas sociais ameace e ataque profissionais de meios de comunicação”, diz o texto, no qual as associações criticam atos de vandalismo às instalações e pedem punição dos responsáveis.
fonte: Folha de São Paulo
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